30 de abril de 2012

Advogados LGBT Processam Pastor por “Crime Contra a Humanidade”


Advogados LGBT Processam Pastor por “Crime Contra a Humanidade”

Wendy Wright
NOVA IORQUE, EUA, 27 de abril (C-FAM) Um escritório de advocacia conhecido por táticas de busca de publicidade está processando um pastor americano num tribunal federal dos EUA porque ele criticou a homossexualidade em Uganda.
Scott Lively
O Centro de Direitos Constitucionais (CDC) diz que o pastor e advogado Scott Lively cometeu “perseguição”, um “crime contra a humanidade” conforme definição dada nos Estatutos de Roma do Tribunal Criminal Internacional.
O CDC entrou com o processo nos EUA em favor de um grupo homossexualista de Uganda chamado Minorias Sexuais de Uganda (SMUG) e está usando a Lei de Reivindicações de Delitos Estrangeiros, um estatuto antigo e muito polêmico que permite que estrangeiros entrem com processos em tribunais dos EUA por violações de leis internacionais cometidas fora dos EUA.
O SMUG acusa que Lively “trabalhou amplamente com importantes líderes políticos e religiosos anti-homossexualismo em Uganda com o total propósito e objetivo de privar indivíduos LGBTI de seus direitos fundamentais” derrotando legislação antidiscriminação sobre orientação sexual e identidade de gênero, e introduzindo um projeto de lei aumentando penalidades contra a homossexualidade.
Pamela Spees, porta-voz do CDC, disse ao jornal New York Times: “Isso não é só baseado no discurso dele. É baseado na conduta dele”. O processo afirma que Lively “viajou para Uganda duas vezes”, “falou num ‘Seminário sobre Desmascarando a Agenda Homossexual’” “realizou uma conferência de pastores de um dia inteiro permitindo apenas meios de comunicação convidados”, “palestrou para estudantes na Universidade Nkumbe sobre os ‘Perigos da Cultura da Pornografia’”, “dirigiu um culto na Universidade Cristã de Uganda”, “se encontrou com os vereadores de Kampala” e outras atividades que o grupo considera condenáveis e merecedoras de ações legais.
O SMUG afirma que seus membros têm sofrido “graves privações” de “liberdade de expressão, associação, reunião e imprensa… de serem livres de ataques à sua honra e reputação”, e temores de intimidação, prisão arbitrária e danos físicos, inclusive morte.
A queixa começa com a afirmação explosiva de que o assassinato a pauladas de David Kato, membro do SMUG, está de certo modo ligado ao trabalho de Lively em Uganda. Mas não há uma só menção de que o homem que Kato tirou da cadeia, pagando-lhe a fiança, confessou que o matou por fazer exigências sexuais indesejadas. Ele foi sentenciado a 30 anos de prisão.
Legisladores de Uganda introduziram um projeto de lei que criminaliza a promoção da homossexualidade. O projeto incluía a pena de morte para um indivíduo com AIDS que se envolvesse com sexo homossexual com uma criança menor de idade ou com uma pessoa deficiente, ou se o criminoso cometeu o crime várias vezes. O projeto de lei não foi aprovado.
Lively ficou desapontado que a legislação é “muito dura”. Ele defende soluções centralizadas em reabilitação, não castigo.
Lively chamou as acusações contra ele de “absurdas”. “Deduzir que meu discurso e artigos e livros sobre a homossexualidade subjugaram a inteligência e independência do governo e população inteira de Uganda, dobrando-os diante da minha vontade supostamente nefasta é uma premissa impressionantemente ofensiva e racista”.
O CDC se descreve como “uma organização que tem o compromisso de usar a lei criativamente como uma força positiva para mudar a sociedade”. O CDC foi cofundado por William Kunstler, que se descreve como um “advogado radical” famoso por representar ativistas políticos e sociais às vezes violentos. O escritório de advocacia usa os tribunais para avançar o trabalho dos ativistas. Sua estratégia é “Sucesso sem vitória”, isto é, escolher casos que não vão ganhar, mas gerarão publicidade ou animarão os ativistas.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

29 de abril de 2012

Mulheres com mais filhos vivem mais


Mulheres com mais filhos vivem mais

SYDNEY, Austrália, 13 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Mulheres podem esperar viver mais com cada filho que têm, um padrão que dá para se notar especialmente naquelas que têm muitos filhos, de acordo com pesquisadores australianos, que apesar disso disseram que as mulheres não deveriam ter muitos filhos porque famílias grandes são ruim para o meio-ambiente.
Reportagem de sexta-feira do jornal Sydney Morning Herald apresentou os resultados de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de New South Wales, o qual analisou 1.200 mulheres com mais de 60 anos de idade desde 1988.
O estudo revelou que mulheres com seis ou mais filhos tiveram 40 por cento menos probabilidade de morrer durante o período de acompanhamento de 16 anos do que as mulheres que não tinham filhos, uma expectativa que aumentava previsivelmente com cada bebê que tinham. Os pesquisadores disseram que, embora não se soubesse exatamente por que os bebês aumentam a expectativa de vida, os resultados correspondem às descobertas de estudos em outros países também.
A família Duggar é possivelmente a maior família dos EUA
Mas o professor adjunto Leon Simmons dissuadiu os casais de terem mais filhos com base nos resultados, dizendo que famílias grandes são ruins para o meio-ambiente.
“Não estou defendendo que você tenha seis ou 14 filhos, mas realmente parece que ter mais filhos é bom para a sobrevivência”, disse ele.
O estudo também revelou que homens com mais filhos tinham menos probabilidade de morrer mais cedo, embora a ligação não seja tão clara quanto é com as mulheres.
Em décadas recentes, cientistas têm elucidado as propriedades de cura da gravidez, principalmente o microquimerismo de células fetais, um fenômeno que já foi revelado que fornece exclusivos benefícios de saúde para uma mãe graças a seu bebê em gestação.
Num livro sobre ciência da gravidez lançado no ano passado, a escritora científica Jena Pinctott descreveu como as células fetais penetram o corpo da mãe, inclusive células-tronco que migram para as feridas da mãe para estimular cura, num mecanismo que fortemente indica que as próprias células de um bebê “consertam e rejuvenescem as mães”. Acredita-se que as células jovens permaneçam com a mãe pelo resto de sua vida.
Por exemplo, as células fetais de um bebê aparecem de modo significativo mais vezes nos seios saudáveis da mãe e menos vezes numa mulher que tem câncer de mama, de acordo com os números citados por Pinkott.
Numa entrevista de 2006, o especialista em genética Dr. Kirby Johnson do Centro Médico Tufts de Boston recordou uma mulher com um fígado adoecido, cuja biopsia revelou “coberturas de células” dos bebês de suas cinco gravidezes — duas delas terminadas em aborto propositado — que haviam se congregado perto das áreas machucadas do fígado.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Women with more kids live longer: study

28 de abril de 2012

Silas Malafaia: dois pesos e duas medidas


Silas Malafaia: dois pesos e duas medidas

Pr. Geremias do Couto
É contraditório que líderes evangélicos, alguns deles midiáticos, combatam com veemência a mordaça gay, representada pela insistência de alguns parlamentares em aprovar o PLC 122/06, enquanto, no âmbito executivo, admitem não haver qualquer dificuldade em dar apoio a candidatos que apóiem a Marcha do Orgulho Gay desde que apóiem também a Marcha Para Jesus ou eventos religiosos de qualquer outra natureza.
Este posicionamento ficou bem claro na fala do pastor Silas Malafaia, em seu programa do dia sete de abril, quando mostrou a incoerência do Ministério Público Federal em pedir-lhe esclarecimentos por certas expressões, que não passaram de metáforas, para sermos justos, empregadas em seu discurso ano passado, na Marcha Para Jesus em São Paulo, contra o uso de símbolos católicos na Marcha do Orgulho Gay para vilipendiar a fé católica.
Mostrou em sua defesa o discurso do Senador Magno Malta no plenário do Senado, que recebeu aparte do senador Lindberg Farias favorável ao pastor Silas Malafaia, sob os protestos do setor LGBT do PT, já que o programa do partido é muito claro nessas questões. Deputados já foram punidos por infringirem essas normas. Mas para quem não sabe, conforme informa o blog Holofote Net, Lindberg, o defensor de Malafaia, assinou o pedido de desarquivamento do PLC 122/06 e, como deputado federal, votou contra a PEC 25/95 que proibia o aborto em qualquer situação. No entanto, como tem pretensões políticas em 2014, provavelmente como candidato a Governador do Estado do Rio, nada como dar uma aliviada para atrair setores evangélicos para a sua candidatura.
Mas o ponto a destacar aqui é a contradição entre atacar a mordaça gay e ao mesmo tempo apoiar candidatos a cargos majoritários, como o de prefeito, por exemplo, que sejam condescendentes com os evangélicos, mesmo que, do modo como a causa gay se insinua no Congresso Nacional, façam dela um dos pontos fortes de sua administração, tema este também já tratado no Holofote Net e no blog do Júlio Severo.
Sobre o assunto, que já começa a pipocar nas redes sociais, houve quem defendesse tal contradição com a tese de que o executivo governa para todos, e não para um grupo em particular, razão pela qual temos de aceitar, digamos, essas ambiguidades. É óbvio que a tese é válida nos termos para os quais o candidato é eleito, qual seja o de administrar a cidade, o estado ou o país e garantir que todos tenham do Estado aquilo que lhes é de pleno direito.
Este não é o caso da Marcha do Orgulho Gay e da Marcha Para Jesus, a primeira de caráter reivindicatório, embora transvestida de manifestação cultural; a segunda, olhada primariamente em suas raízes, com a finalidade de proclamar a Cristo numa sociedade secularizada. Foi assim que surgiu na Europa, embora hoje possa ter outras conotações. No entanto, em ambos os eventos não cabe qualquer patrocínio do Estado, a não ser aquilo que lhe compete, como, entre outras coisas básicas, ter um plano de operação em que conste prestar segurança, cuidar do trânsito e disponibilizar socorro médico. Quanto a isso, sou coerente com o que escrevi neste blog sobre a proposta do Senador Crivella, em 2007, que incluía as igrejas evangélicas como beneficiárias da Lei Rouanet de incentivo à cultura. Veja aqui. Defendo a separação total entre a Igreja e o Estado.
Todavia, no Rio de Janeiro, o prefeito Eduardo Paes vai muito além disso por estar comprometido até a medula com o movimento gay. Como estamos em ano eleitoral, com o intuito de amenizar tal comprometimento e angariar simpatia entre os evangélicos, chegou a dizer há cerca de dois meses, em Encontro do Conselho de Pastores do Rio, que a cidade terá a maior Marcha Para Jesus de todos os tempos. Ora, a fala do prefeito casa-se de maneira perfeita com a fala do pastor Silas Malafaia, que pode ter usado o argumento já mencionado acima para preparar o terreno com vistas a apoios futuros.
A prova que Eduardo Paes tem fortes compromissos com o movimento gay está no vídeo abaixo, preparado pela Riotur, empresa administrada pelo município, para atrair turistas homossexuais do exterior. Isso fica claro em matéria do jornal britânico, The Guardian, como citado no Holofote Net, o qual diz que as políticas implementadas por Paes tem por fim tornar o Rio a maior referência aos homossexuais. O vídeo apresenta o Rio de Janeiro como a cidade da diversidade sexual, com cenas chocantes, beirando à pornografia, e infringe a própria legislação brasileira. Quem viaja com frequência, já viu nos aeroportos do país dezenas de cartazes que combatem o turismo sexual como crime, sem tipificar a forma da sexualidade. 
Ora, o que faz o vídeo de Eduardo Paes, senão estimular o turismo sexual? Por outro lado, uma lei aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e sancionada pela então Governadora, Rosinha Garotinho, proíbe a venda de cartões postais que exponham mulheres em trajes sumários e estimulem, com isso, o turismo sexual. Mas o vídeo de Eduardo Paes, com suas imagens sensuais homoafetivas, infringe, por analogia, a própria lei estadual.
Por último, caso você não se sinta constrangido pelas imagens que aparecerão na tela, sugiro que assista ao vídeo (www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=wXWl1c2MrL0) antes que o retirem do ar e possa você mesmo tirar as conclusões.

Depois disso, ainda haverá pastores que tentarão blindar Eduardo Paes, pré-candidato à reeleição no pleito de outubro?
Divulgação: www.juliosevero.com

Agências da ONU Estimulam Abortos de Seleção Sexual e Desvalorização das Mulheres


Agências da ONU Estimulam Abortos de Seleção Sexual e Desvalorização das Mulheres

Wendy Wright
NOVA IORQUE, 9 de março (C-FAM) As agências mais importantes da Organização das Nações Unidas estão ativamente promovendo duas principais causas do imenso desequilíbrio sexual da Ásia, acusou uma especialista de políticas populacionais nesta semana durante uma conferência de mulheres da ONU.
Falando num painel durante a Comissão sobre a Condição das Mulheres que a ONU faz todo ano, a Dra. Susan Yoshihara identificou três razões para o fenômeno da “escassez de meninas” na China, Índia e que está se espalhando para outras nações. As causas principais para as matanças em massa, disse ela, são o acesso a tecnologias que facilitam o aborto, uma preferência por filhos e o desejo dos pais ou do governo por famílias pequenas.
Entre 33 milhões e 160 milhões de meninas não estão vivas hoje devido ao aborto ou ao infanticídio. “As meninas são mortas porque são meninas. Dificilmente isso é sinal do avanço das mulheres”, disse a Dra. Yoshihara. Contudo, as agências da ONU incumbidas de promover direitos humanos, saúde, crianças e mulheres agressivamente promovem duas das três razões para os abortos de seleção sexual: famílias de tamanho pequeno e abortos.
Numa declaração conjunta sobre “Prevenção à seleção sexual por preconceito sexual”, o Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos, o UNICEF, o FNUAP, a Organização Mundial de Saúde e Mulheres da ONU afirmam falsamente que os países são obrigados a tratar os abortos de seleção sexual sem negar acesso aos abortos, declarando que seria “mais uma violação dos direitos dela à vida e saúde conforme estão garantidos em tratados internacionais de direitos humanos, e empenhados em acordos de desenvolvimento internacional”.
Não existe, nos tratados ou acordos internacionais, nenhuma obrigação de aborto.
O problema é horrendo. Em geral, a China tem 120 meninos para cada 100 meninas. Em algumas partes da China, esse número é 150 meninos para cada 100 meninas que nascem. Na Índia, a “desejabilidade de meninas cai com cada filho”, com os pais “não medindo nenhum esforço para garantir que seu segundo bebê seja um filho do sexo masculino”, disse a Dra. Yoshihara.
Décadas atrás, defensores do controle populacional financiados por ricas fundações ocidentais implementaram programas de grande escala em países visados como China e Japão. De acordo com Yoshihara, eles investiram em métodos de seleção sexual porque reconheceram os efeitos multiplicadores de selecionar meninas na população. O aborto se tornou o método preferido de redução populacional, considerando que os agentes poderiam identificar uma mulher grávida com mais facilidade do que identificam uma mulher que está pensando em ficar grávida.
As consequências dos programas de controle populacional carregam pesados custos sociais e de segurança internacional. Menos mulheres nas sociedades estimulam sequestros, vários homens possuindo a mesma mulher e tráfico humano. A rápida queda na fertilidade significa menos pessoas para sustentar uma crescente população idosa. Reconhecendo a iminente falta de jovens para preencher fileiras militares, líderes governamentais poderão ter atitudes agressivas para com outras nações enquanto puderem.
Na China, diariamente 500 mulheres cometem suicídio, relatou Tessa Dale de “All Girls Allowed” no painel patrocinado por REAL Women do Canadá. Tessa descreveu casos de abortos forçados de terceiro trimestre que matam tanto mãe quanto filho, e de uma mãe que foi forçada a escolher entre entregar uma de suas duas filhas ou ser esterilizada. Desejando um filho do sexo masculino, ela não conseguia decidir. Autoridades governamentais então tomaram sua filha mais nova.
Meninas são raptadas com a idade de 2 ou 3 anos, enquanto são novas demais para imaginar como voltar para casa.
“All Girls Allowed” fornece apoio para famílias chinesas que acolhem suas filhas, especificamente trabalhando em vilas com desequilíbrios sexuais que chegam até a 170 meninos para 100 meninas.
Líderes da ONU apresentam falsas escolhas para as nações em desenvolvimento, comentou a Dra. Yoshihara. Os países precisam decidir entre desenvolvimento e crianças; promover direitos humanos (definidos como incluindo aborto) ou ter famílias.
“É uma escolha mortal”, declarou ela.
Tradução: Julio Severo

27 de abril de 2012

Pai resgata filho com “morte cerebral” de médicos que queriam remover os órgãos dele. Rapaz se recupera completamente


Pai resgata filho com “morte cerebral” de médicos que queriam remover os órgãos dele. Rapaz se recupera completamente

LEICESTER, Inglaterra, 25 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — De acordo com o jornal DailyMail, um jovem britânico deve sua vida a um pai insistente que não queria dar permissão para que os órgãos do filho fossem removidos do corpo, apesar de declarações de quatro médicos garantindo que o filho não conseguiria se recuperar dos ferimentos que sofrera num recente acidente de carro.
A reportagem do DailyMail diz que Stephen Thorpe, então com 17 anos, foi colocado num coma induzido por medicamentos depois de um engavetamento de vários carros que já havia tirado a vida de seu amigo Matthew, que estava dirigindo o veículo.
Stephen Thorpe: quatro médicos o haviam declarado com morte cerebral
Embora uma equipe de quatro médicos tivesse insistido que seu filho estava com “morte cerebral” depois do acidente, o pai de Stephen conseguiu a ajuda de um clínico geral e um neurologista, que demonstraram que seu filho ainda tinha atividade de ondas cerebrais. Os médicos concordaram em tirá-lo do coma, e cinco semanas mais tarde Stephen deixou o hospital, tendo se recuperado quase que completamente.
Hoje, o jovem de 21 anos com “danos cerebrais” está estudando contabilidade numa universidade local. “Minha impressão é que talvez o hospital não estivesse contente que meu pai queria uma segunda opinião”, ele disse ao DailyMail.
O caso é semelhante a dezenas de outros que LifeSiteNews tem noticiado em anos recentes, em que paciente em coma ou inconscientes são declarados com “morte cerebral”, ou totalmente incuráveis. Em muitos casos, médicos agressivos buscam os órgãos dos pacientes para remoção.
Em 2011, o Hospital Sainte Croix de Drummondville em Quebec buscou permissão para extrair os olhos de uma paciente que havia se sufocado em comida do hospital na ausência de uma enfermeira, afirmando que ela estava com “morte cerebral”. Depois que a família exigiu prova dos médicos de seu problema alegado, ela recobrou a consciência, e recuperou a maior parte de suas faculdades. A família declarou sua intenção de processar o hospital.
Em 2008, um francês de 45 anos voltou à vida na mesa de operação no momento exato em que os médicos estavam prontos para remover os órgãos dele para doação, depois de uma parada cardíaca. Na investigação subsequente feita pelo comitê de ética do hospital, muitos médicos confessaram que tais casos, embora raros, eram muito conhecidos para eles.
Naquele mesmo ano, Zack Dunlap, um americano de 21 anos com “morte cerebral”, estava para ter seus órgãos removidos quando suas duas irmãs, ambas enfermeiras, decidiram testar a teoria do hospital de que o cérebro dele não mais estava funcionando. Membros da família cutucaram os pés dele com uma faca e cravaram suas unhas nas unhas dele, provocando fortes reações de Dunlap e provando que ele estava consciente. Ele se recuperou completamente. Mais tarde, ele relatou que estava consciente e ciente enquanto os médicos estavam conversando sobre remover os órgãos dele em sua presença.
O termo “morte cerebral” foi inventado em 1968 para tornar conveniente a necessidade de obter órgãos vitais em seu estado “mais fresco” de um doador que alguns argumentam está ainda muito vivo.
Embora a morte tivesse no passado sido definida como ausência de respiração e ausência de atividade do coração, a “morte cerebral” foi julgada compatível com o paciente que, em outros aspectos, está vivo. A “morte cerebral” nunca teve uma definição rigorosa, e não há testes padronizados para apurar se o problema existe.
O Dr. John Shea, consultor médico de LifeSiteNews.com, aponta para o fato de que os pacientes diagnosticados com “morte cerebral” muitas vezes continuam a exibir funções cerebrais.
No livro “Organ Donation: The Inconvenient Truth” (Doação de Órgãos: A Verdade Inconveniente), Shea declara que os critérios para “morte cerebral” só “testam a ausência de alguns reflexos cerebrais específicos. Funções do cérebro que não são consideradas são controle de temperatura, pressão sanguínea, batimento cardíaco e equilíbrio de sal e água. Quando um paciente é declarado com morte cerebral, essas funções estão não somente ainda presentes, mas também frequentemente ativas”.

26 de abril de 2012

Guardas de Segurança da ONU Confiscam Literatura Pró-Vida de Estudantes


Guardas de Segurança da ONU Confiscam Literatura Pró-Vida de Estudantes

Wendy Wright
Nova Iorque, 2 de março (C-FAM) Moças que estiveram presentes numa conferência da ONU sobre questões de mulheres nesta semana dizem que guardas de segurança da ONU confiscaram suas mochilas depois de descobrirem literatura pró-vida.
Os materiais confiscados eram petições para a campanha “Parem de Sexualizar as Crianças”, e estavam ligados a um seminário aprovado pela ONU conduzido nesta semana pela Dra. Miriam Grossman, psiquiatra infantil e autora de “You're Teaching My Child What? A Physician Exposes the Lies of Sex Education and How They Harm Your Child” (O que é que você está ensinando ao meu filho? Uma médica desmascara as mentiras da educação sexual e como essas mentiras prejudicam seu filho).
O panfleto “ofensivo” anunciava um projeto chamado “Girls Coalition to Protect the Health and Innocence of Children” (Coalizão de Meninas para Proteger a Saúde e a Inocência das Crianças), que é uma organização específica que patrocinou o evento de Grossman. No painel, meninas da China, Espanha e México lançaram uma petição pedindo que as agências da ONU “Parem de Sexualizar as Crianças”. Elas acusam que a promoção que a ONU faz de “abrangente educação sexual” é prejudicial às crianças.
As jovens insistem em que não estavam distribuindo panfletos, o que é proibido na propriedade da ONU, embora seja rotineiramente ignorado. As jovens estudantes deixaram a área da ONU para fazer mais cópias. Ao voltarem, foram impedidas por seguranças da ONU.
Uma das estudantes, Kalli Lawrence, disse que os guardas notaram as inconfundíveis mochilas verdes e então ordenaram que as estudantes as entregassem. “Os guardas estavam com um olhar confuso e irado”, relatou ela, “e começaram a dizer a todos os guardas de segurança, ‘não permitam que nenhum desses panfletos amarelos passem, simplesmente os tomem e fiquem com eles’”.
As mochilas verdes e a literatura foram guardadas num armário com tranca num ponto de checagem de segurança. As estudantes e suas professoras tiveram permissão de recuperar algumas das mochilas ao deixarem a propriedade da ONU. De acordo com a professora Jody Dunn, algumas das mochilas não foram devolvidas, as que continham um documentário pró-vida chamado “180”. Dunn insistiu e aquelas mochilas também foram devolvidas.
Os ativistas pró-vida há muito tempo sentem o ferrão do modo seletivo com que a ONU impõe suas normas. Kali Lawrence disse: “Eles não detiveram ninguém mais que pudemos ver distribuindo panfletos”.
Ao ser questionada por Friday Fax, a autoridade de segurança encarregada na ocasião disse que os guardas não “miram” itens. Ele disse também que não tinham autorização para discutir políticas ou procedimentos.
Observadores especulam que alguém conectado aos organizadores da Comissão se queixou para os seguranças da ONU. Na Conferência do Cairo sobre População e Desenvolvimento em 1994, sem prova nenhuma, o ex-senador americano Timothy Wirth disse aos seguranças da ONU que certo ativista pró-vida era uma ameaça violenta. Essa pessoa foi detida e deportada.
Piero Tozzi, advogado do Fundo de Defesa Aliança, disse ao Friday Fax: “A ONU não pode censurar discurso com o qual não concorda. Tanto o Inspetor Especial de Liberdade de Expressão quanto o Comitê de Direitos Humanos recentemente frisaram a necessidade de proteger essa liberdade fundamental. Por que então um discurso feito por mocinhas respeitosas e bem arrumadas sobre um assunto tão vital de manter os jovens saudáveis está sendo censurado na ONU?”
A Declaração Universal dos Direitos Humanos declara: “Todos têm o direito à liberdade de opinião e expressão; esse direito inclui liberdade… de buscar, receber e transmitir informações e ideias através de quaisquer meios e independente de fronteiras”.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Rios de sangue: A cultura contraceptiva e as profecias do Apocalipse

25 de abril de 2012

Ser contra a homossexualidade significa ser um gay enrustido?


Ser contra a homossexualidade significa ser um gay enrustido?

“Essa propaganda já existe há 40 anos, e agora eles a estão trazendo de volta”

Jack Minor
Um novo estudo que alega que os opositores do homossexualismo não passam de homossexuais enrustidos não passa de uma versão recauchutada de uma propaganda utilizada na década de 70, de acordo com uma ex-esquerdista que hoje alerta sobre a agenda homossexual.
“Isso é tão batido, eles diziam isso na década de 70, quando eu era da esquerda progressista. Naquela época, isso já era um tema padrão na doutrinação a respeito do homossexualismo”, afirma Linda Harvey, fundadora da organização Mission America. “Essa propaganda já existe há 40 anos, e agora eles a estão trazendo de volta”.
O site de notícias Science Daily noticia que, de acordo com um novo estudo, “a homofobia é mais evidente em indivíduos com uma atração desconhecida pelo mesmo sexo, que cresceram com pais autoritários que proibiram tais desejos”.
Netta Weinstein, palestrante da Universidade de Essex e principal autora do estudo, afirma que as pessoas que se identificam como heterossexuais “podem se sentir ameaçados por gays e lésbicas porque os homossexuais os fazem se lembrar de tendências parecidas dentro deles mesmos”.
Peter LaBarbera, da organização Americans for Thruth About Homossexuality (AFTAH) [Americanos Pela Verdade sobre o Homossexualismo] afirma que a estória não passa de pseudociência com hormônios.
“Antes de isso se tornar ‘normalizado’ e politicamente correto, foi estudado. Em uma sociedade saudável, a patologia é estudada, mas agora tudo está invertido, e eles estão tentando fazer com que os que estudam o homossexualismo se tornem os doentes”, afirma.
O artigo afirma que o fato de os “homofóbicos” serem homossexuais enrustidos explica a causa por trás da perseguição direcionada aos gays e às lésbicas. Ele afirma que as notícias sobre esses incidentes costumam informar que os agressores se sentiram ameaçados pelos homossexuais, e que “as pessoas em negação da sua própria orientação sexual podem se tornar agressivos porque os alvos gays ameaçam e trazem à tona esse conflito interno”.
Eles citam o exemplo de Ted Haggard, um eminente pastor evangélico que se opunha ao homossexualismo, mas que mais tarde foi pego envolvido em um escândalo sexual gay em 2006.
LaBarbera reconhece que pessoas como Haggard existem, mas estão longe de ser a norma, e são mais indicativos de uma natureza pecaminosa.
“Jimmy Swaggart pregava contra o adultério e mais tarde foi descoberto em um caso extraconjugal. Isso significa que todos os que pregam contra o adultério o cometem em segredo?” afirma.
O estudo foi conduzido utilizando estudantes universitários cuja orientação sexual era determinada pela autoidentificação e pelo desempenho em uma tarefa que levava uma fração de segundo. Eles viam palavras e figuras em uma tela de computador, e pediam a eles para colocá-los nas categorias “gay” ou “hetero”. Antes dos testes, mostravam aos participantes a palavra “eu” ou “outros” durante 35 milésimos de segundo.
Depois disso, mostravam a eles fotos de casais gays e heteros, e as palavras “gay”, “hetero”, “homossexual” e “heterossexual”.
De acordo com os autores, as pessoas que tiveram uma reação mais rápida com as palavras “eu” e “gay” eram considerados homossexuais, independente da orientação que afirmavam ter.
Os autores concluíram que as pessoas que se declararam heterossexuais, embora o tempo de reação indicasse que eles eram homossexuais, costumavam reagir com hostilidade a “gay outros”. O estudo afirmou que a hostilidade ao estilo de vida gay por parte desses indivíduos revela que a homofobia é possivelmente resultado de uma orientação sexual oprimida.
O coautor do estudo, Richard Ryan da Universidade de Rochester, afirma que existem perigos para as pessoas que “estão em guerra consigo mesmos”.
Ele cita como exemplo o assassinato de Matthew Shepard em 1998 em Wyoming.
“A homofobia não é algo para rir. Às vezes ela pode ter consequências trágicas”, afirma.
Vários relatórios associam o assassinato de Shepard à sua homossexualidade. As investigações policiais, no entanto, sugerem que um roubo foi a motivação do crime.
LaBarbera afirma que a academia nunca faria um estudo sério dessas questões dentro da comunidade homossexual.
“Temos todas essas patologias no mundo homossexual: homens que batem nos seus parceiros, um alto nível de DSTs disparando entre homens que fazem sexo com outros homens, e mesmo assim nada disso merece um estudo que serviria para dizer que o homossexualismo é errado”, lamenta. “Não existem estudos objetivos saindo dos meios acadêmicos sobre a questão do homossexualismo, porque eles estão mais interessados em serem politicamente corretos”.
Ele continua: “Esse estudo mais cedo ou mais tarde será citado em algum livro didático escolar ou ensinado na Califórnia, onde não se pode falar nada negativo a respeito do estilo de vida homossexual”.
Harvey compartilha a preocupação de LaBarbera, de que o estudo será usado para ensinar as crianças ainda muito cedo que, caso se oponham ao homossexualismo devido à sua educação religiosa ou aos seus impulsos normais sob o argumento de não é algo normal, elas são na verdade homossexuais enrustidos.
“Eles querem visar nossos filhos e introduzir o sexo às crianças cada vez mais cedo, para que passem a enxergar em termos sexuais qualquer tipo de relação que tiverem com qualquer pessoa, seja ela criança ou adulta”, afirma Harvey.
Ela afirma que a linha de raciocínio apresentada no estudo era parte integrante dos ensinamentos feministas com relação à liberação sexual da década de 70, quando seus integrantes eram ensinados a virar a mesa contra os opositores do homossexualismo, acusando-os da coisa mesma à qual se opunham.
“Isso é claramente uma tática de intimidação para convencer a maioria das pessoas que sabem que há algo errado com o homossexualismo de que, em vez disso, há algo errado com elas. Fizemos isso na década de 70, quando Anita Bryant soava o alerta contra o movimento homossexual”, afirma. “Esse estudo não passa de uma recauchutagem das mesmas coisas que o movimento homossexual estava ensinando na década de 70".
Harvey afirma que durante os anos 70, ela foi voluntária por pouco tempo na rede de clínicas de aborto Federação de Planejamento Familiar.
“Como parte do processo, eles faziam uma seleção meticulosa e entregavam um questionário bastante detalhado. O objetivo disso era ver quão esquerdista você era, e faziam perguntas sobre o homossexualismo para ver se você era tolerante a ele ou não. Tudo isso é parte do feminismo radical”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Anti-'gay' means you're a closet homosexual?

Maioria esmagadora da Rússia apoia proibição de propaganda gay


Maioria esmagadora da Rússia apoia proibição de propaganda gay

MOSCOU, Rússia, 19 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Um projeto de lei para criminalizar a propaganda do movimento homossexual, principalmente propaganda visando crianças, está recebendo a aprovação da maioria esmagadora do público russo. Uma pesquisa de opinião pública conduzida pela agência de pesquisa estatal VTsIOM revelou que 86 por cento dos 1.600 entrevistados em toda a Rússia disseram que apoiam uma lei que proíba a promoção de relacionamentos homossexuais.
Recentemente, a delegação da Federação Russa na Cúpula do G8 se recusou a apoiar uma declaração conjunta de ministros de relações exteriores que incluía indivíduos “lésbicos, gays, bissexuais ou transgêneros” em sua defesa de direitos humanos. Uma nota de rodapé da declaração diz: “A Federação Russa se dissocia dessa linguagem considerando a ausência de definições ou cláusulas explícitas relativas a tal grupo ou tais indivíduos como detentores de direitos separados sob as leis internacionais de direitos humanos”.
Sergei Ryabkov, vice-ministro de relações exteriores da Rússia, disse que “sob o pretexto de proteger tão chamadas minorias sexuais, na realidade há uma propaganda agressiva e a imposição de certas condutas e valores que podem insultar a maioria da sociedade”.
Entretanto, oitenta e cinco por cento dos entrevistados em Moscou e São Petersburgo, e 96 por cento das áreas rurais — no total, 94 por cento — disseram que nunca viram nenhuma “propaganda gay”. A pesquisa de opinião pública revelou que a principal fonte das propagandas é a televisão, que concentra 57 por cento de todos os exemplos. Oitenta por cento dos entrevistados se referiram ao “culto que é prestado ao homossexualismo” em todos os meios de comunicação.
Em março, a prefeitura de São Petersburgo foi alvo de indignação quando aprovou uma lei que proíbe a promoção de relações homossexuais e pedofilia para menores de idade. Ativistas homossexuais da Rússia e outros países convocaram um boicote de viagens a São Petersburgo, um popular destino turístico. Um projeto de lei semelhante desde então foi introduzido no Parlamento federal, e uma autoridade da cidade de Moscou disse nesta semana que a capital da Rússia está considerando uma lei para proibir a promoção da sodomia, informou o serviço noticioso RIA Novosti.
Michael Birnbaum, jornalista do jornal Washington Post, diz que durante as recentes eleições nacionais, um sentimento antiocidental, inclusive críticas pesadas à cultura homossexual e sua aceitação generalizada, tiveram destaque e proeminência na retórica das campanhas.
A lei de São Petersburgo pode impor multas equivalentes a 17.000 dólares pela divulgação de “propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualidade ou transexualidade entre menores”. Isso inclui “informações que formam concepções deturpadas da equivalência social das relações de casamento tradicional e não tradicional”.
Tais leis estão destinadas a ganhar popularidade num país em que uma pesquisa de opinião pública de 2010 revelou que 74 por cento dos russos disseram que os homossexuais são “depravados ou aleijados morais” e acreditam que a homossexualidade é “uma perversão mental sem moral”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Russians overwhelmingly endorse ‘gay propaganda’ ban