31 de outubro de 2012

Mr. Bean pede revogação de lei inglesa que proíbe opiniões intolerantes


Mr. Bean pede revogação de lei inglesa que proíbe opiniões intolerantes

Hilary White
LONDRES, Inglaterra, 26 de outubro de 2012, (LifeSiteNews.com) — Rowan Atkinson, um dos astros de filmes e televisão mais populares da Inglaterra, disse ao governo que as cláusulas contra opiniões intolerantes na Lei de Ordem Pública precisam ser revogadas para sustentar as antigas tradições inglesas de liberdade de expressão.
Ele disse que queria se opor à “indústria do ultraje: árbitros autonomeados do bem público que incentivam indignações atiçadas pela mídia contra quais a polícia se sente terrivelmente pressionada a agir”.
Rowan Atkinson: em defesa da liberdade de ofender
Uma “nova intolerância” está sendo alimentada pela Seção 5, a redação sobre “insulto” da Lei, disse ele. “Um novo e intenso desejo de amordaçar incomodadoras vozes de discordância”.
“’Não sou intolerante’, dizem muitas pessoas de fala macia, elevada educação e mentalidade esquerdista”, disse Atkinson. “’Só sou intolerante contra a intolerância’. E as pessoas tendem a acenar prudentemente e dizer: ‘Oh, sim, sábias palavras, sábias palavras’. Mas se você pensa sobre essa declaração supostamente indiscutível [a redação da Seção 5] por não mais que cinco segundos, você percebe que tudo o que ela está defendendo é a substituição de um tipo de intolerância por outro”.
A lei, disse ele, “indica uma cultura que se apossou do programa de sucessivos governos que com a ambição racional e bem-intencionada de conter elementos antipáticos na sociedade, criou uma sociedade de natureza extraordinariamente autoritária e dominadora”.
Conhecido principalmente na América do Norte por seus papéis em programa de TV e filmes como Blackadder (em português Víbora Negra) e Mr. Bean, Atkinson é também popular na Inglaterra como comediante. No curso de sua longa carreira ele fez paródia dos alemães, franceses, espanhóis, atores, cantores de opera, dançarinos de balé, mímicos, cantores de rock e astros pop. Ele não tem poupado instituições britânicas como Shakespeare, a Universidade de Oxford, a Família Real, as forças armadas e a polícia, os cristãos liberais, os cristãos conservadores, o catolicismo, o anglicanismo e os novos ateus.
Palestrando num evento na Universidade de Westminster para um grupo que faz campanha para reformar a Seção 5, Atkinson colocou a liberdade de ofender as pessoas como secundária apenas ao direito de “sustentar a própria vida”.
Ele havia, disse ele, gozado liberdade de expressão em toda a sua vida profissional, e não tinha preocupações de que seria preso por insultar alguém. Sua preocupação, disse ele, se dirige “mais às pessoas mais vulneráveis porque são pouco conhecidas”.
Rowan Atkinson: liberdade de insultar ou uma cultura de censura
Sob a redação atual da lei, qualquer coisa poderia ser interpretada subjetivamente como “insulto”, disse ele. Críticas, ridicularizações e sarcasmo, qualquer comparação desfavorável ou “meramente declarar um ponto-de-vista alternativo à ortodoxia podem ser interpretados como insulto”.
Ele citou casos “ridículos” de abuso como um estudante da Universidade de Oxford preso por dizer que o cavalo da polícia era gay; um cristão dono de um restaurante ameaçado de prisão por ter passagens da Bíblia exibidas numa tela de televisão em seu estabelecimento comercial; e um adolescente preso por segurar um cartaz que chamava a Igreja da Cientologia de “seita perigosa”.
O humor britânico é autodepreciativo e ultrajante, muitas vezes rude e frequentemente gira em torno de zombar da estupidez, falta de visão e banalidade que empesteiam a raça humana em todas as profissões. Sem a liberdade de insultar indivíduos e grupos, inclusive homossexuais, Atkinson alertou, as grandes tradições da liberdade de zombar se extinguirão e darão prioridade para um “cultura de censura”.
Na Inglaterra, “importunação” ou causar “susto ou angústia” em alguém é uma ofensa legal, mas os muitos críticos da Seção 5 da Lei de Ordem Pública de 1986 têm avisado que é uma lei feita para ser usada e abusada, com a apuração da ofensa apoiando-se nos sentimentos subjetivos da suposta vítima.
A chave, dizem, está na redação: “Uma pessoa é culpada de uma ofensa se: (a) faz uso de conduta ou palavras ameaçadoras, abusivas ou insultantes, ou conduta desordeira, ou (b) exibe qualquer escrita, sinal ou outra representação visível que seja ameaçadora, abusiva ou insultante, ao alcance dos ouvidos ou olhos de uma pessoa que com isso terá probabilidade de sentir-se importunada, assustada ou angustiada”.
Atkinson também poderia ter mencionado que as acusações da Seção 5 estão cada vez mais sendo jogadas pela polícia contra cristãos conservadores que fazem objeção ao estilo de vida homossexual ou aos planos do governo de instituir o “casamento gay”. Organizações cristãs têm se queixado de que essa cláusula está sendo usada especificamente para suprimir qualquer oposição pública à cultura sexual de hoje, principalmente o movimento homossexual. Várias cristãos que pregam nas ruas têm sido presos por citarem passagens da Bíblia que condenam a atividade homossexual.
Um deles é Adrian Smith, que recentemente tuitou: “Se o Estado quer oferecer casamentos civis para homossexuais, isso cabe ao Estado. Mas o Estado não deve impor suas normas em locais de fé e consciência”. Embora a posição dele seja mantida, de acordo com as pesquisas de opinião pública, por cerca de 80 por cento da população britânica, o sr. Smith foi preso e indiciado sob a Seção 5 depois que seus colegas de trabalho no Consórcio de Moradia Trafford testificaram que a mensagem era “descaradamente homofóbica”. O salário do sr. Smith foi reduzido em 40 por cento por “grave má conduta ao publicar opiniões que poderiam ser vistas como política do Consórcio Trafford”.
Maureen Messent, colunista do jornal Birmingham Mail, disse que ela culpa essa inundação de “covardes e vis ataques verbais” nos grupos homossexuais de pressão política, os quais “se tornaram supressores da liberdade de expressão dos outros”.
“Eles acreditam que só eles devem ser ouvidos”, comentou ela.
A campanha para reformar a Seção 5 está atraindo uma variedade surpreendentemente ampla de apoiadores, inclusive o conservador Instituto Cristão, que de modo geral é diametralmente oposto à Sociedade Secular Nacional; a organização de liberdades civis Big Brother Watch (Observatório do Estado Intrusivo) e a Associação de Liberdade. A campanha também afirma ter 60 apoiadores no Parlamento Britânico e na Câmara dos Lordes, inclusive Nigel Farage, líder do partido UKIP.
Falando na reunião com Rowan Atkinson, David Davis, parlamentar sênior do Partido Conservador, disse: “A verdade simples é que numa sociedade livre, não existe o direito de não ser ofendido. Durante séculos, a liberdade de expressão tem sido uma parte vital da vida britânica, e revogar essa lei restaurará esse direito”.
Rod Liddle, colunista do jornal Spectator, escreveu no fim de semana passado que as pressões para remover a palavra “insulto” da Lei de Ordem Pública têm apoio quase que universal.
Ele disse que o principal propósito da lei no momento é “criminalizar pessoas que expressam opiniões políticas inconvenientes”.
“Cristãos têm sido presos meramente por lerem trechos da Bíblia, por exemplo. Gays têm sido presos por sugerirem que o islamismo é um pouco ignorante sobre o assunto da homossexualidade. Um cara foi advertido de que sofreria ações legais porque colocou um cartaz em sua janela que declarava que a religião é ‘conto de fadas para adultos’”, escreveu ele. “Se fosse possível, ainda que remotamente, que alguém se sentisse ofendido, a polícia já vem para intervir”.
Até mesmo alguns importantes líderes do movimento LGBT dizem que a lei vai longe demais. Peter Tatchell, diretor do grupo homossexual radical OutRage!, disse em maio deste ano que num país democrático não deveria existir nenhuma lei contra a atitude de insultar as pessoas.
Tatchell disse para a BBC: “O que constitui insultos depende de uma avaliação muito subjetiva de opiniões. Essa avaliação tem sido usada de maneiras muito diferentes”.
“Podemos discordar de algumas dessas opiniões, mas não penso que deveriam ser criminalizadas numa sociedade livre e democrática”, disse ele. “Precisamos do direito de expressar o que está em nossas mentes e penso que tolerar insultos é um dos preços que pagamos por essa liberdade”.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Mr. Bean star calls for repeal of British hate speech law
Leitura recomendada:

10 comentários :

Robson Lelles disse...

Sutil forma de tirania: proibir a crítica em nome de um suposto direito de não ser ofendido.

Bom para quem quer ocultar - enquanto dissemina - seu próprio erro.

Anônimo disse...

Se essa lei for aprovada, creio que os cristãos conservadores ingleses não poderão mais falar nada, não só contra no homossexualismo, mas também outras depravações que a verdade condena...

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Só Jesus mesmo, para dar basta à tudo isso.
Oremos pois...

Bill disse...

Essa censura esta chegando ao Brasil.

Se voce nao pode publicamente discordar de uma coisa, expressar os motivos dessa discordia, o ESTADO continua crecendo, ganhando, pois ele IMPOE sua ideologia sem receber criticas, pois eh proibido.

Mesma coisa os atvistas gays radicais, eles querem proibir criticas a sua conduta sexual, usando o governo para isso, assim eles fazem o que querem, com o silencio obrigatorio de todos.

O mundo esta andando para uma ditadura legal.

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

De acordo com o pensamento politicamente correto do governo (e dos homossexuais), ser homofóbico é:

– ser contra o homossexualismo;

– obedecer somente à Palavra de Deus;

– não aceitar a doutrinação gay para as nossas crianças (e nem o kit gay nas escolas);

– ser contra o casamento gay (e ser contra as paradas gays);

– dizer que o homossexualismo é pecado.

Se ser homofóbico significa ser tudo isto, então eu posso dizer com todas as letras (e com muito orgulho): eu sou homofóbico (com "H" maiúsculo).

Podem fazer qualquer lei ímpia que obrigue a todos (até mesmo com ameaças de morte) a aceitarem o homossexualismo, mas, ainda assim, eu JAMAIS IREI ME CURVAR AOS DESEJOS DO DIABO E DOS HOMOSSEXUAIS. Eu, como cristão, sempre prego (e sempre continuarei a pregar) contra o pecado. Nunca vou deixar de dizer que o homossexualismo é pecado (não estou nem aí para o que os homossexuais vão pensar de mim). Adoto comigo o mesmo lema dos antigos mártires da fé cristã: "Antes morrer do que pecar". Faço como disse o apóstolo Pedro:

"Importa antes obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29)

A lei de Deus é soberana, eterna e imutável (nunca poderá ser mudada por nada, e nem por ninguém). Para Deus, pecado (seja qual for, inclusive o homossexualismo) é pecado sempre (e ponto final). A lei de Deus nunca irá se sujeitar (ou "se adaptar") aos tempos modernos ou ao "politicamente correto" do governo, dos homossexuais, dos abortistas, dos falsos profetas, dos pastores progressistas, dos esquerdistas, comunistas, marxistas, socialistas, e dos falsos evangelhos. A lei de Deus não foi feita para agradar aos homens (e nunca irá se sujeitar a homem nenhum). A respeito da lei de Deus, Jesus foi taxativo:

"Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, mas para cumprir. Pois em verdade Eu vos digo que, até que passem os Céus e a Terra, nenhum i ou til jamais passará da lei, sem que tudo se cumpra" (Mateus 5:17–18)

De uma coisa eu tenho plena e absoluta certeza: Jesus voltará um dia para julgar a todos (inclusive os homossexuais e seus cúmplices). O próprio Jesus garantiu:

"Não seles as palavras da profecia deste livro, pois o tempo está próximo. Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, que se suje ainda mais; e quem for justo, procure se manter justo; e quem é santo, continue a se santificar. Eis que Eu venho sem demora, e tenho Comigo o Meu galardão, para dar a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro. Bem–aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro, para que possam ter direito à árvore da vida e para que entrem na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os idólatras, os homicidas, os que se prostituem, e todo aquele que ama e pratica a mentira. Eu, Jesus, enviei o Meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas; Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã" (Apocalipse 22:10–16)

Já preguei o evangelho para muitos homossexuais. Mas, como quase sempre acontece na maioria das vezes, eles não me deram ouvidos. Muitos me xingaram de fundamentalista, homofóbico, preconceituoso (e de outros nomes feios que eu nem vou publicar aqui, por uma questão de educação), enfim, me insultaram de tudo quanto é jeito.

Só sei de uma coisa: eu já fiz a minha parte (que é pregar contra o pecado). Estou com a minha consciência tranqüila (até porque eu já cumpri o meu dever de cristão). Se, mesmo assim, esses homossexuais não quiserem se converter, é problema única e exclusivamente deles. No dia do juízo final, será cada um por si diante de Deus na hora de prestar contas. É como alertou o apóstolo Paulo:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Se os homossexuais e seus cúmplices quiserem ver para crer, depois não vai ter desculpa de falta de aviso!

ELISEU disse...

Apesar de não atacarmos física ou verbalmente os homossexuais, somos constantemente atacados por eles simplesmente por não aceitarmos o que eles fazem. Para que todos daqui tenham uma idéia do ódio que os homossexuais têm dos cristãos, o deputado homossexual Jean Wyllys censurou, certa vez, um cidadão (Carlos Vendramini) pelo Twitter simplesmente porque o mesmo cidadão se manifestou contra o PLC 122, o "kit gay" e o homossexualismo. E o próprio Jean Wyllys ainda teve o despeito de dizer que os cristãos são homofóbicos, fundamentalistas, preconceituosos, e que iria tomar providências contra os seus "inimigos" (não só os cristãos, como também todos os que são contra o homossexualismo).

Eu pergunto: a liberdade de expressão é permitida somente aos homossexuais? E para os cristãos e para as pessoas que são contra o homossexualismo, não pode haver liberdade de expressão? Que justiça é essa de 2 pesos e 2 medidas (tudo para os homossexuais, e nada para os cristãos e para as pessoas que são contra o homossexualismo)? Por acaso os homossexuais são tão especiais (ou tão privilegiados) para só eles terem todo e qualquer tipo de direito?

Caso os homossexuais estejam esquecidos, faço questão de relembrar a eles o que a Constituição Federal diz sobre a liberdade de expressão. Leiamos:

Título II (Dos direitos e garantias fundamentais)

Capítulo I (Dos direitos e deveres individuais e coletivos)

Artigo 5º:

– Inciso IV: "É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"

Eu sou livre para dizer o que eu quero. E eu aproveito a minha liberdade para dizer aos homossexuais com todas as letras: SOU CONTRA O HOMOSSEXUALISMO (E TAMBÉM CONTRA TODA E QUALQUER LEI PRÓ–HOMOSSEXUALISMO)! Sinto muito se os homossexuais se sentirem ofendidos, mas eu penso assim (eles aceitem se quiserem)! Eles podem até me chamar de homofóbico, fundamentalista, preconceituoso, mas eu não estou nem aí para o que ele vão pensar da minha pessoa! Eu digo sem medo: sou contra o homossexualismo e ponto final (e ninguém jamais vai me fazer mudar de opinião)!

– Inciso VI: "É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e às suas liturgias"

Ninguém pode me obrigar a deixar de crer em Deus e na Sua Palavra. Eu creio e obedeço ao que Ele me ordena. Se os homossexuais não quiserem concordar com o que eu penso (ou não quiserem se arrepender, e nem aceitar o que a Bíblia diz sobre o homossexualismo), é um direito que eles têm. Porém, me obrigar a mudar de opinião só porque eles querem que eu ache certo uma coisa que é biblicamente errada, isso eu NUNCA vou fazer. Não vou mudar meu ponto de vista para agradar a ninguém (principalmente os homossexuais). Eu obedeço ao que a Bíblia diz:

"Importa antes obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29)

Se eu tiver que ser preso ou morrer pela verdade da Palavra de Deus, eu aceito com muito prazer a prisão ou a morte (até porque eu confio no Deus em quem eu creio). E digo mais: não tenho nenhum medo de ser preso ou de morrer, porque o Senhor Jesus, na Sua Palavra, garantiu aos Seus servos:

"Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10)

Para finalizar minha mensagem, vou deixar 3 versículos para a reflexão dos homossexuais:

"Aos homens está ordenado morrerem uma única vez, vindo, após isso, o juízo" (Hebreus 9:27)

"Os ímpios serão lançados no inferno, e todas as pessoas que se esquecem de Deus" (Salmo 9:17)

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Se os homossexuais e seus cúmplices quiserem pagar pra ver, depois eles não vão poder dizer que não foram avisados!

Alfredo S disse...

Em 1976 laçaram um filme dividido em três partes, chamado A Profecia (The Omen)nos EUA, que expressas literalmente como o anticristo faria para dominar a terra. No filme precisamente no 2º dvd, mostra como ele chegaria ao mais alto posto de governabilidade, só que no filme isso só aplicava a Casa Branca e no mundo real esta ambição e bem maior. A ONU e o Governo Único Mundial é o verdadeiro plano dele.

Julio Severo disse...

Talvez o filme esteja certo, Alfredo. Sem os EUA, a ONU pouco pode fazer, mas os EUA, mesmo sem a ONU, muito podem fazer. Quero lembrar que os EUA são hoje com Hollywood a nação que mais impõe propaganda abortista e homossexualista nas outras nações.

Anônimo disse...

Blogueiro, vc foi perseguido por gayzistas e o MPF? não se assuste:

Leia o que um procurador do Estado de MG, diz do próprio MP, pag 14:

https://docs.google.com/viewer?url=http://www.grupoinconfidencia.org.br/sistema/images/pdf/jornaisanteriores/inconfidencia178.pdf&embedded=true

Alfredo S disse...

Sim Júlio é verdade! Os dois na balança do poder estão quase empatados.
Hollywood, sempre foi a fabrica de sonhos manipulada pelo governo e grandes empresas, se ver um filme a década de 40 50... vera as mulheres fumando até na mesa durante as refeições. mas em seus poucos momentos de fraqueza, produz um filme que traz uma qualidade muito boa ou razoável.
Uma outra coisa que sente formiga em minha mente é que esta hierarquia se dará em forma de piramide, a ONU com um governo centralizador comandando o governo de cada continente e por sua vez este comanda os governos de cada pais destes continentes.
Acredito que não estamos muito longe da perpetuação deste mal, que tenho certeza ditara a religião, liberdade de expressão, valores econômico, educacionais, controle de natalidade e por ai segue.
E como já disse em outros comentários, nos somos os culpados por criar estes monstros, não tiramos a maça podre de dentro da caixa.

Alfredo S disse...

Anonimo, muito bom este link, Percebi que esta em pdf, mas não tem como salvar. Caso você tenha conseguido me passe os passos para que eu também possa faze-lo.
Obrigado pelo Link.