27 de outubro de 2012

Discutindo “Direitos” LGBT


Discutindo “Direitos” LGBT

Austin Ruse
WASHINGTON, DC, EUA, 26 de outubro (C-FAM/ The Catholic Thing) Os ativistas homossexuais nunca querem tornar o debate sobre direitos homossexuais no exterior estritamente sobre violência contra homossexuais. Oh, eles dizem que querem tratar só de violência. Eles insistem que fazem só isso. Mas será que eles estão dizendo a verdade?
Sem rodeios, eles negam que sua defesa de direitos homossexuais no exterior tenha algo a ver com o casamento, adoção ou qualquer coisa diferente de violência contra os homossexuais.
É parte da desonestidade fundamental no debate sobre homossexualidade nestes dias e vi isso em primeira mão ontem em Washington DC.
Na Câmara dos Deputados, o embaixador Tom Farr do boletim “Berkley Center for Religion, Peace and World Affairs” da Universidade de Georgetown e eu debatemos com James Kirchick, associado da Fundação para as Democracias e Ted Stahnke da revista “Human Rights First” sobre a questão dos direitos homossexuais no exterior.
Kirchick, um escritor amplamente publicado sobre política externa, abriu seus comentários falando sobre as leis opressivas sobre a homossexualidade na nação de Uganda.
Ele apontou para o fato de que um homossexual, David Kato, havia sido assassinado não muito tempos depois que evangélicos americanos visitaram Uganda para agitar o povão contra os homossexuais. O sr. Kirchick teve a intenção clara de mostrar uma sórdida cumplicidade evangélica no assassinato do sr. Kato.
O sr. Kirchick se esqueceu de mencionar que um homem mais tarde confessou o assassinato. Ele era conhecido de Kato e o assassinato foi uma “briga pessoal”, não sobre a homossexualidade de Kato. Contudo, um bom mártir é uma coisa terrível de se desperdiçar.
O sr. Kirchick repetidamente insistiu que não conseguia entender o motivo por que ninguém conseguia se opor às iniciativas para atenuar tal injustiça em lugares como Uganda contra pessoas como David Kato.
Como a maioria dos problemas sociais polêmicos, a argumentação visa confinar os oponentes. Se você é contra os direitos homossexuais, então você é a favor do assassinato deles. É simples assim.
Mas a coisa é que a maioria das pessoas, até mesmo conservadores pró-família, se oporia em massa à tal violência. A objeção da maioria dos oponentes é à desonestidade no debate, particularmente sobre fins e meios, e a preocupação que tais novos direitos teriam prioridade sobre velhos.
Especialistas conservadores que observam essas questões sabem que os fins não são simplesmente impedir a violência e os meios para chegar ali resultariam num enfraquecimento das leis internacionais e direitos humanos básicos.
A ideia é elevar a “orientação sexual e a identidade de gênero” ao mesmo nível da liberdade religiosa e outros direitos humanos fundamentais. Disso, tudo fluiria, inclusive casamento, adoção e muitas outras coisas hostis aos religiosos. Ativistas como Kirchick e Stahnke negam isso. A maioria dos países membros da ONU se opõe à introdução de “orientação sexual e identidade de gênero” em qualquer documento da ONU porque sabem disso, e estão cansados do jeito que o jogo de direitos humanos é feito nestes dias.
E lamentavelmente, se tornou um jogo e como tal ameaça uma compreensão adequada dos direitos humanos e mina o sistema inteiro de direitos humanos.
Primeiro, você começa com um estudo da violência contra os homossexuais, como aconteceu não muito tempo atrás no Conselho de Direitos Humanos da ONU. Tudo o que eles queriam era um estudo. Nada mais. A votação sobre o estudo foi polêmica, e sua aprovação foi apertada.
A votação com o objetivo simples de conduzir um estudo sobre a violência se tornou uma enorme vitória de direitos humanos — um pioneirismo de direitos humanos. Tornou-se a marca distintiva dos direitos humanos LGBT.
Os ativistas insinuaram que tal pioneirismo marcou uma nova compreensão do direito internacional, que há novos padrões que os governos podem estar legalmente obrigados a seguir. Cometo exagero, mas só levemente.
O próprio sr. Kirchick em sua coluna do Washington Post em março passado fornece um exemplo principal desse fenômeno de autofinanciamento. Ele se refere a uma “resolução de 2008 da Assembleia Geral da ONU que exigia a descriminalização da homossexualidade”.
O problema é, tal resolução da Assembleia Geral da ONU não existiu. As resoluções da ONU são coisas particulares e nada assim veio da Assembleia Geral.
Havia uma declaração conjunta assinada por sessenta e cinco países com esse objetivo. Mas há um mundo de diferença nas leis internacionais entre uma resolução da ONU e o que era pouco mais do que um comunicado de imprensa glorificado.
No entanto, é desse jeito que se faz o jogo nestes dias. Um comunicado de imprensa se torna uma lei internacional nas mãos de ativistas que provavelmente sabem das coisas.
E é por isso que há uma resistência intensa e generalizada a tais novas categorias e novos padrões. Muitos outros países apoiariam ações em defesa dos homossexuais que são perseguidos, exceto que eles conhecem a inerente desonestidade da iniciativa e sabem para onde realmente tais esforços estão indo, não importa os protestos do sr. Kirchick e outros do lado dele.
A coisa é, os instrumentos existentes de direitos humanos já protegem os homossexuais. Como todos nós, eles são protegidos contra atos arbitrário de prisão, tortura, violência e assassinato.
Declarar que “Direitos gays são direitos humanos e direitos humanos são direitos gays” como fiz Hillary Clinton, mina a universalidade e indivisibilidade dos direitos humanos.
Eles podem não saber, mas no processo de tal retalhação dos direitos humanos, os homossexuais, junto com todo o resto de nós, estão sendo colocados em mais perigo ainda.
Publicado originalmente em TheCatholicThing.org
Tradução: www.juliosevero.com
Fonte: C-FAM
Leitura recomendada:
Obama quer EUA como agência policial mundial a favor do homossexualismo

4 comentários :

Anônimo disse...

O diabo já habita em seu trono, segundo predito em II.Tessalonicensses. A ONU. Esse organismo de Satanás, desde sua criação diz-se porta-voz do mundo e dirige as nações, povos e línguas.

Nos anos 80 esse organismo bruxuleante passou a tratar a pena de morte, como algo anti-humano e ilegal, ou seja, um instituto comum e natural entre todos os povos e tempos na contenção da criminalidade e da anomalia social extrema, vem gradativamente sendo retirado dos preceitos legais.

Ora, mas são os direitos humanos?! Alegavam decantadamente. Com o passar dos anos observamos o crescimento cada vez maior dos atos insânos e hediondos sublevando a ordem e a moral.

Agora aí está o quanto pode chegar a verdadeira mente criminosa desse falso anjo de luz e seus sequazes. Tudo subverter, tudo corromper. Já não há limites, senão Deus, para que seja proclamado o reino do caos a partir desse patíbulo sórdido, composto por três letras (ONU) e traduzido nas sombras sob três revelados números (666).

Eduardo

Alfredo S disse...

Sei que o assunto em paulta não tem nada a ver com o que vou escrever a não ser pelo fato de que tudo começa com o endoço da lei para o mal se alastra. A materia me vei no face e achei importante aletar para aqueles que ainda não leu.

O Link da imagem abaixo mostra as empresas.

http://sphotos-b.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/228501_394583790609479_1550051592_n.jpg

O Requerimento nº 2406/2012, assinado pelo Deputado Federal, Sr. João Campos e subscrito por mais vinte e seis parlamentares, solicitando ao Governo Federal que dê explicações detalhadas sobre o destino dado ao valor de 4,5 milhões de dólares (composto de 3 milhões de dolares recebidos da ONU-Mulheres e mais 1 milhão e meio do próprio governo Federal) e sobre o critério de escolha das organizações que estão recebendo parte desse montante. A sanha para legalizar o aborto no Brasil não é porque estão interessados na tal “liberdade para as mulheres”, mas porque querem eliminar o números de pobres no país a preço de sangue e claro, implantar uma rede de clínicas de aborto, que no mundo é o segundo mais lucrativo mercado, ficando atrás apenas da indústria do sexo. O absurdo não termina por aí, a insensibilidade é tanta que hoje já se encontra nos países onde o aborto é legalizado, a comercialização de Sopa de Feto, venda dos fetos para aproveitamento de órgãos e a venda dos fetos abortados para a indústria de Cosméticos.

http://www.documentosepesquisas.com/ric2406-2012.pdf

Ou sejá quem esta pagando para matarem criança somo nos e pagando muito bem.

Alfredo S disse...

Abaixo-assinado Realização do Plebiscito - Brasil um País Cristão

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N24045

ÉLQUISSON disse...

Eduardo,

Quando você disse que o diabo já habita em seu trono, segundo predito em 2 Tessalonicenses, certamente você deve estar se referindo a este texto do apóstolo Paulo:

"Pois o ministério da injustiça já opera; há somente um que agora resiste, até que do meio seja tirado; E então será revelado o iníquo, o qual o Senhor desfará com o sopro de Sua boca, e aniquilará com o resplendor de Sua vinda; A esse cuja vinda é conforme a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais e prodígios de mentira; E com todo engano da injustiça para aqueles que perecem, pois não receberam o amor da verdade para que se salvassem. E é por isso que Deus lhes mandará a operação do erro, para que acreditem na mentira; Para que sejam julgados todos aqueles que não creram na verdade, antes sentiram prazer na iniqüidade" (2 Tessalonicenses 2:7–12)

Será que eu acertei?