Alta Comissária Continua Promovendo Direitos LGBT Apesar de Reveses
Dr.
Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA, 19 de outubro
(C-FAM) A Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU Navanethem Pillay não é
alguém que se esquiva de polêmica. Os países membros da ONU várias vezes se
queixaram das tentativas de transformar orientação sexual e identidade de
gênero em categorias de direito internacional, mas a senhorita Pillay se recusa
a retroceder em seus esforços de torná-las uma prioridade.
O Escritório do Alto Comissário de
Direitos Humanos (EACDH) está continuando a encabeçar iniciativas para
transformar os direitos lésbicos, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) em
direitos humanos. As iniciativas vão desde envolvimento em promoção dentro do
sistema da ONU a lançar publicações lustrosas dirigidas ao público, como a mais
recente: “Eles Nasceram Livres e Iguais: Orientação Sexual e Identidade de
Gênero nas Leis Internacionais de Direitos Humanos”.
A nova publicação
mostra cinco “obrigações legais principais dos Estados com respeito à proteção
dos direitos humanos dos indivíduos LGBT”, às quais, de acordo com o EACDH, os
países membros da ONU já estão sujeitos. As obrigações são: Proteger os
indivíduos de violência homofóbica e transfóbica; impedir tortura e tratamento
cruel, desumano e humilhante de indivíduos LGBT; descriminalizar a
homossexualidade; proibir a discriminação com base na orientação sexual e
identidade de gênero; respeitar a liberdade de expressão, associação e reunião
pacífica.
Na introdução da publicação, a
senhorita Pillay repete a afirmação de que o reconhecimento da orientação
sexual e identidade de gênero nas leis internacionais não requer a criação de
novos direitos.
Apesar disso, o EACDH está pedindo
que os países mudem suas leis de forma considerável. Essas mudanças incluem,
entre outras coisas, revogar todas as leis que proíbem a conduta sexual privada
entre homossexuais adultos que consentem, criar grupos policiais especiais e
mecanismos de registro voltados para a violência contra os indivíduos LGBT,
criar categorias de asilo para indivíduos LGBT e estender os benefícios que os
casais casados gozam para as duplas gays.
A nova publicação, disponibilizada
online em setembro, chega depois de um ano muito ruim para os que defendem a
orientação sexual e a identidade de gênero na ONU.
A Assembleia Geral da ONU não
cogitou a questão no último outono durante a sessão plenária, ainda que brigas
por causa desses termos sejam características das plenárias da Assembleia Geral
em anos anteriores. Aliás, Pillay foi repreendida pela Organização da
Cooperação Islâmica, a maior organização internacional à parte da própria ONU,
por usar os termos quando ela se apresentou à Assembleia Geral no ano passado.
Diplomatas de países que adotam os
valores tradicionais e as políticas sociais têm adiado as tentativas de aprovar
uma resolução da Assembleia Geral que reconhece novos direitos para indivíduos
LGBT em grande parte da década passada. Mas seus inimigos puderam reunir apoio
da burocracia da ONU e, mais importante, do secretário-geral da ONU e do
escritório da senhorita Pillay. Isso significa que os direitos LGBT continuarão
a ser trazidos à atenção dos delegados da ONU, ainda que só por meios
diplomáticos.
A pressão da burocracia da ONU, bem
como dos países que fazem doações, poderá trazer grandes rendimentos para
aqueles que desejam reconhecer essa nova categoria de não discriminação. Em
2008 quando os dois lados se enfrentaram na Assembleia Geral da ONU, 68 países
membros da ONU favoreceram o reconhecimento da orientação sexual e identidade
de gênero, e 60 se opuseram. Os restantes 64 países membros da ONU não conseguiram
ainda fazer a diferença.
Tradução:
www.juliosevero.com
Fonte:
Friday
Fax
Rússia
Defende Valores Tradicionais na ONU




2 comentários:
Essa organização ONU é maligna mesmo eles são instrumentos do diabo aqui na terra para tentar implantar anti valores cristãos ao mundo.
Ester!!!!!
Amada irmã Ester,
Você está certíssima no seu comentário. Não só eu assino embaixo de tudo o que você disse, como eu ainda acrescentaria o seguinte: a ONU nada mais é do que uma entidade a serviço do diabo. Tudo o que ela propõe é contra a Palavra de Deus. Aliás, da ONU se pode esperar tudo (menos qualquer coisa que preste)!
Está na hora dos representantes das famílias, dos grupos pró–vida, e de todos os cristãos se unirem para protestar contra toda e qualquer aberração que a ONU deseja impor a tudo e a todos. Temos que ter uma postura bem firme pela preservação da família, da vida, da moral, dos bons costumes, e da obediência às verdades eternas da Palavra de Deus.
Vamos todos dizer juntos (em alto e bom som):
– NÃO ÀS IMPOSIÇÕES DA ONU!
– NÃO AO HOMOSSEXUALISMO!
– NÃO AO ABORTO!
– NÃO A TUDO QUE FOR CONTRA A PALAVRA DE DEUS!
O BRASIL NUNCA SERÁ ESCRAVO DA ONU, E NEM DO DIABO!
O BRASIL PERTENCE AO SENHOR JESUS CRISTO, REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES PARA TODO O SEMPRE!
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