11 de setembro de 2012

Ministério da Saúde recusa responder requerimento da Bancada Evangélica sobre aborto


Ministério da Saúde recusa responder requerimento da Bancada Evangélica sobre aborto

Em novo documento Bancada Evangélica pede explicações sobre viagens pró-aborto

Michael Caceres
Os parlamentares da Bancada Evangélica resolveram encaminhar novo documento pedindo explicações ao Ministério da Saúde sobre o convênio de cooperação entre Ministério e Fundação Oswaldo Cruz incentivando pesquisas pró-aborto.
O deputado federal, Pastor Marco Feliciano, já havia alertado sobre atitude do Ministério em ignorar requerimento da Bancada pedindo explicações sobre o convênio.
Os parlamentares acusam o Ministério de ter respondido de forma evasiva os primeiros requerimentos e decidiram solicitar ao Ministério da Saúde novas explicações sobre o assunto. Os requerimentos foram protocolados na última quarta-feira (05).
De acordo com as informações, o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz celebram o Termo de Cooperação para pesquisas sobre despenalização do aborto desde 2009 e atualmente o Termo foi renovado.
Desde 2009 a Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Saúde pesquisa e estuda o aborto no Brasil bem como sua descriminalização.
O requerimento foi assinado pelos deputados João Campos, Arolde de Oliveira, Pr. Eurico, Ronaldo Nogueira, Leonardo Quintão, Lauriete, Lourival Mendes, Suely Vidigal, Filipe Pereira, Nilton Capixaba, Roberto de Lucena, Ronaldo Fonseca, Josué Bengtson, Zéquinha Marinho, Marcos Rogério, Costa Ferreira, Dr. Grilo e Lincon Portela.

Termo de Cooperação pró-aborto

No ano de 2009 o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz celebraram um Termo de Cooperação que tem como objetivo o estudo e a pesquisa sobre a despenalização do aborto no Brasil. O Termo de Cooperação 137/2009. Na data de 05 de outubro do ano de 2010, na seção 3 do Diário Oficial da União encontramos a publicação do primeiro termo aditivo ao Termo de Cooperação 137/2009 prorrogando a vigência do mesmo até a data de 04 de fevereiro de 2011. E ainda na vigência do Termo de Cooperação 137/2009, o Ministério da Saúde celebra novo convênio com a mesma Fundação Oswaldo Cruz que tem como objetivo “dar apoio financeiro para estudo e pesquisa sobre aborto no Brasil”.
Este novo convênio foi publicado no Diário Oficial na data de 23 de dezembro de 2010 extraído do processo nº 25000.213071/2010-81, passando a ser conhecido como Termo de Cooperação 217/2010. Também no Diário Oficial identificamos que foi liberado para a Fundação Oswaldo Cruz o valor de R$ 121.990,00 (cento e vinte e um mil novecentos e noventa reais), referente ao Termo de Cooperação 217/2010, conforme Nota de Empenho 400511 de 17/02/2010.
Um ano depois, ou seja, na data de 22 de dezembro de 2011, o Diário Oficial na Seção 03, trouxe a publicação do TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº 217/2010, com a finalidade de prorrogar até a data de 15 de dezembro de 2012 o referido convênio.
Após dezoito dias, mas precisamente na data de 09 de janeiro de 2012, o Diário Oficial da União na Seção 3 já apresenta o SEGUNDO TERMO ADITIVO AO TERMO DE COOPERAÇÃO 217/2010 prorrogando os trabalhos de estudos e pesquisas da Fundação Oswaldo Cruz sobre aborto no Brasil até 30 de Agosto de 2012.
Desde 2009 a Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com o Ministério da Saúde pesquisa e estuda o aborto no Brasil bem como sua descriminalização.
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
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5 comentários :

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Eu trocaria o nome desse ministério: deveria se chamar Ministério do Aborto (porque é exatamente isto que este mesmo ministério quer promover).

Se o Ministério da Saúde estivesse realmente interessado em zelar pela saúde do povo brasileiro em geral, esse mesmo ministério deveria se preocupar com os casos de mulheres que tiveram (e ainda têm) seqüelas de abortos mal feitos (ou das que morreram em decorrência disso).

Eu digo mais: o direito que toda mulher (principalmente a gestante) deveria ter é o de uma assistência médica de boa qualidade antes, durante e após a gravidez. Mas o mais importante seria conscientizar a todas elas sobre o direito à vida que o bebê tem, ou seja, preservar a vida ao invés de praticar (ou promover) o aborto.

Uma criança não pode ser culpada de nada, pois ela não pediu pra nascer, não pediu pra vir ao mundo por causa de um ato impensado de pessoas que não foram preparadas para assumir a responsabilidade de criar um filho.

E digo mais: O ABORTO É UM CRIME CONTRA UMA VIDA INOCENTE E INDEFESA, É UMA GRAVE OFENSA CONTRA A LEI DE DEUS, É UM ASSASSINATO! O PRÓPRIO DEUS DISSE: "NÃO MATARÁS" (ÊXODO 20:13)

Que estas palavras "despertem" os políticos da nossa bancada evangélica, para que eles tomem uma atitude firme em defesa da vida (e dos princípios bíblicos).

MARIA disse...

Isso serve para que os políticos verdadeiramente cristãos aprendam uma coisa: o Governo brasileiro é fascista, é terrorista, é satânico!

Trindade disse...

Ola Júlio;
Leio esse post e ele me fez pensar o que tem ocorrido no PT nos últimos tempos e tudo leva a crer que o partido vai para o confronto com os cristãos, me lembrei que em uma reunião do PT ha um ano mais ou menos o Gilberto Carvalho disse que era a hora de confrontar os valores cristãos, e agora leio que o Fernando Haddad em São Paulo abriu mão do apoio dos evangélicos porque não abre mão, disse ele da: "Defesa do Estado laico, combate a qualquer forma de intolerância religiosa e realização de parcerias do poder público com o segmento comunitário", ou seja em São Paulo onde a eleição é para o PT um teste "para o passo" além no projeto de poder deles, e nesse projetos todos deveriam saber que não tem espaço para os valores judaico/cristão.
E veja voces que ele fez essa declaração ao Jornal Estadão e se voce interpretar o que ele diz fica claro duas coisas, a primeira é que ele trata os cristãos de intolerantes e a segunda é que ele diz que fara parcerias com o "segmento comunitário", ou seja fara avançar a agenda gayzista e abortista na capital paulista.
Mas o mais interessante é que o Pastor Marcos Feliciano faz parte desse governo e para mim ele não pertence à bancada evangélica, pois de fato ela não existe, pois essa bancada fica brigando com as ideologias do PT, mas por outro lado ajudam o PT a se perpetuar no poder, apoiando incondicionalmente o governo do PT. O Presbitero VALDOMIRO sugeriu mudança no nome do Ministério da Saude e concordo, mas sugiro também a mudança no nome da Bancada Evangélica para: BANCADA DOS INCOERENTES E FISIOLÓGICOS PELO PODER, pois são incoerentes por pertencer a um governo que odeiam seus valores e fisiológicos por se aproveitar da aproximação com o poder para se perpetuar lá usando o voto dos cristãos; Mas o tiro pode sair pela culatra porque se o PT for bem sucedido em seu plano de poder os primeiros a serem chutados serão esses que se dizem cristãos dessa bancada rota.

HENRIQUESPACESUB1 disse...

DEUS ,Pai , por favor eu lhe peço: PÁRA O MUNDO QUE EU QUERO DESCEEERRR!!!!

Silvio disse...

O ministro da Saúde pode e deve responder por crime de responsabilidade, por não dar as explicações pedidas pelos parlamentares, no prazo de 30 dias. E se fornecer informações fraudulentas ou falsas, responde pelo mesmo crime. Ver art. 50, §2º, CF.