O espectro do genocídio dos brancos na África do Sul
Presidente negro da África do Sul canta músicas louvando o assassinato dos brancos enquanto milhares deles são massacrados.
Alex
Newman
ESTOCOLMO, Suécia — Os olhos do mundo
estavam sobre a África do Sul duas décadas atrás quando a era do apartheid
chegou ao fim e os governos ocidentais ajudaram a colocar no poder o Congresso
Nacional Africano, apoiado por comunistas.
Contudo, no mês passado quando Gregory
Stanton, diretor do Genocide Watch (Observatório do Genocídio), declarou que os
fazendeiros brancos da África do Sul estavam enfrentando um ataque violento de
genocídio e que forças comunistas estavam tomando conta do país, praticamente ninguém
deu atenção.
Poucas pessoas fora da África do
Sul deram atenção também quando, no começo deste ano, o presidente da África do
Sul começou a cantar publicamente músicas defendendo o assassinato de brancos.
O silêncio é tão ensurdecedor que
Hillary Clinton, a secretária de Estado, não mencionou publicamente esses
problemas uma única vez quando esteve ali na semana passada. Em vez disso, ela
estava ocupada dançando, prometendo bilhões de dólares e louvando o governo.
“Acho isso muito preocupante. É
como se a vida dos sul-africanos brancos não valesse nada para o governo de
Obama”, Dan Roodt, do Grupo de Ação Pró-Africânder (GAPA), disse para o WND.
Ele diz que a situação está
rapidamente se deteriorando.
Genocide Watch, uma muitíssimo
respeitada organização sem fins lucrativos com sede nos EUA dirigida pelo,
comprovadamente, maior especialista mundial em genocídio, vem dando o alarme
sobre a violência genocida que está ocorrendo na África do Sul há uma década.
No entanto, os meios de comunicação mundiais mal abrem a boca para dizer uma só
palavra sobre a violência contra os brancos.
Durante esses 10 anos, milhares de
fazendeiros brancos da África do Sul, conhecidos como boers, foram massacrados
das maneiras mais horríveis que se pode imaginar.
Especialistas dizem que as matanças
que estão ocorrendo constituem uma campanha clara para exterminar os brancos (que
são agora menos de 10 por cento da população) ou no mínimo expulsá-los do país.
Em outras palavras, a África do Sul está enfrentando um genocídio, com base na
própria definição utilizada pela ONU.
Mais de 3.000 assassinatos de
fazendeiros foram documentados nesse período, representando um número significativo,
considerando o número de fazendeiros comerciais brancos que agora se estima em
menos de 40.000.
Dezenas de milhares de brancos estão
sendo assassinados em toda a África do Sul também, de acordo com as
estimativas.
Muitas outras vítimas brancas têm
sido selvagemente torturadas, estupradas, estripadas, afogadas em água fervente
ou pior. As evidências horrendas estão disponíveis para o mundo ver em inúmeros
sites em toda a internet: fotos de mulheres e crianças — até mesmo bebês — brutalmente
assassinados.
O
resto da reportagem, em inglês, está aqui.
Traduzido
por Julio Severo do artigo do WND: Genocide
looms for white farmers
Fonte:
www.juliosevero.com






4 comentários:
Comunista será sempre comunista, não importando a cor da pele, pais em que vive.... são simplesmente assassinos.... matam de fetos em abortos ate idosos em massacres.. este governante de lá pertence ao PT daquele país..
Julio, olha só esse vídeo:
Estudante de Direito bêbada em Vitória - Luiza Gomes
http://www.youtube.com/watch?v=_LK5RdYbSZ0&noredirect=1
“Acho isso muito preocupante. É como se a vida dos sul-africanos brancos não valesse nada para o governo de Obama”, Dan Roodt, do Grupo de Ação Pró-Africânder (GAPA), disse para o WND."
Alguém acha que o Obama se preocupa com qualquer um que não seja sua mulher e suas filhas ??? Esse oportunista quer que todos se explodam...
Sandro
oque eu não entendo é porque se frisa tanto neste numero de 3 mil fazendeiros e se esquecem dos outros milhares(de 65 á 100 mil) brancos mortos de maneira,a maioria deles,igualmente racista.sera que é porque não são de origem holandesa igual aos fazendeiros bôers!?
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