22 de agosto de 2012

O espectro do genocídio dos brancos na África do Sul


O espectro do genocídio dos brancos na África do Sul

Presidente negro da África do Sul canta músicas louvando o assassinato dos brancos enquanto milhares deles são massacrados.

Alex Newman
ESTOCOLMO, Suécia — Os olhos do mundo estavam sobre a África do Sul duas décadas atrás quando a era do apartheid chegou ao fim e os governos ocidentais ajudaram a colocar no poder o Congresso Nacional Africano, apoiado por comunistas.
Contudo, no mês passado quando Gregory Stanton, diretor do Genocide Watch (Observatório do Genocídio), declarou que os fazendeiros brancos da África do Sul estavam enfrentando um ataque violento de genocídio e que forças comunistas estavam tomando conta do país, praticamente ninguém deu atenção.
Poucas pessoas fora da África do Sul deram atenção também quando, no começo deste ano, o presidente da África do Sul começou a cantar publicamente músicas defendendo o assassinato de brancos.
O silêncio é tão ensurdecedor que Hillary Clinton, a secretária de Estado, não mencionou publicamente esses problemas uma única vez quando esteve ali na semana passada. Em vez disso, ela estava ocupada dançando, prometendo bilhões de dólares e louvando o governo.
“Acho isso muito preocupante. É como se a vida dos sul-africanos brancos não valesse nada para o governo de Obama”, Dan Roodt, do Grupo de Ação Pró-Africânder (GAPA), disse para o WND.
Ele diz que a situação está rapidamente se deteriorando.
Genocide Watch, uma muitíssimo respeitada organização sem fins lucrativos com sede nos EUA dirigida pelo, comprovadamente, maior especialista mundial em genocídio, vem dando o alarme sobre a violência genocida que está ocorrendo na África do Sul há uma década. No entanto, os meios de comunicação mundiais mal abrem a boca para dizer uma só palavra sobre a violência contra os brancos.
Durante esses 10 anos, milhares de fazendeiros brancos da África do Sul, conhecidos como boers, foram massacrados das maneiras mais horríveis que se pode imaginar.
Especialistas dizem que as matanças que estão ocorrendo constituem uma campanha clara para exterminar os brancos (que são agora menos de 10 por cento da população) ou no mínimo expulsá-los do país. Em outras palavras, a África do Sul está enfrentando um genocídio, com base na própria definição utilizada pela ONU.
Mais de 3.000 assassinatos de fazendeiros foram documentados nesse período, representando um número significativo, considerando o número de fazendeiros comerciais brancos que agora se estima em menos de 40.000.
Dezenas de milhares de brancos estão sendo assassinados em toda a África do Sul também, de acordo com as estimativas.
Muitas outras vítimas brancas têm sido selvagemente torturadas, estupradas, estripadas, afogadas em água fervente ou pior. As evidências horrendas estão disponíveis para o mundo ver em inúmeros sites em toda a internet: fotos de mulheres e crianças — até mesmo bebês — brutalmente assassinados.
O resto da reportagem, em inglês, está aqui.
Traduzido por Julio Severo do artigo do WND: Genocide looms for white farmers

4 comentários :

Edigar Caires disse...

Comunista será sempre comunista, não importando a cor da pele, pais em que vive.... são simplesmente assassinos.... matam de fetos em abortos ate idosos em massacres.. este governante de lá pertence ao PT daquele país..

leandro disse...

Julio, olha só esse vídeo:

Estudante de Direito bêbada em Vitória - Luiza Gomes

http://www.youtube.com/watch?v=_LK5RdYbSZ0&noredirect=1

Anônimo disse...

“Acho isso muito preocupante. É como se a vida dos sul-africanos brancos não valesse nada para o governo de Obama”, Dan Roodt, do Grupo de Ação Pró-Africânder (GAPA), disse para o WND."


Alguém acha que o Obama se preocupa com qualquer um que não seja sua mulher e suas filhas ??? Esse oportunista quer que todos se explodam...

Sandro

anderson disse...

oque eu não entendo é porque se frisa tanto neste numero de 3 mil fazendeiros e se esquecem dos outros milhares(de 65 á 100 mil) brancos mortos de maneira,a maioria deles,igualmente racista.sera que é porque não são de origem holandesa igual aos fazendeiros bôers!?