24 de julho de 2012

Uma escolha entre Satã e Belzebu


Uma escolha entre Satã e Belzebu

Exclusivo: Alan Keyes refuta a ideia de “enfrentar o mal com o mal" apoiando Romney

Alan Keyes
Recentemente escutei um amigo ecoar o sentimento expresso por John Rocker, ex-jogador de beisebol pelo Atlanta Braves, em uma entrevista ao WND: “Preferia votar no próprio demônio do que em Barack Obama”. As pessoas dizem isso para deixar claro o quanto abominam Obama e todos os seus feitos. Mas infelizmente, para eles e para os EUA, esse ódio veemente por Obama na verdade os coloca exatamente onde o demônio os quer. O Pai da Mentira ri de satisfação. Ele exulta triunfante vendo que o ódio deles a uma das suas manifestações os manipulou para apoiar o seu sucesso em outra forma.
Barack Obama
Lamento profundamente ver que milhões de americanos estão se deixando levar por essa armadilha diabólica. Como tentei mostrar em 2008, o menor de dois males ainda é mal. Não importa o resultado das eleições, as pessoas que se contentam em escolher entre Satã e Belzebu deixaram claro sua intenção de deixar tudo ir para o inferno. Além do mais, a natureza dessa escolha é tão clara para eles que eles praticamente se vangloriam do ódio ardente que os leva a fazê-la. Com essa arrogância prática, eles se tornam cúmplices soberbos e voluntários do próprio mal que dizem odiar.
Estou moralmente certo de que esse foi o motivo pelo qual Cristo alertou seus discípulos para que fizessem da busca pela perfeição de Deus o padrão de todas as suas ações, em vez do ódio e do mal. Ele julgou que seria melhor fracassar na busca de alcançar esse padrão do que ser bem sucedido em abandonar a própria vida à mercê do demônio. Ele pensou que seria melhor fracassar aos olhos do mundo, mas entregar seu espírito nas mãos de Deus (como ele próprio o faz na cruz) do que tirar a sorte com Seu inimigo.
Tudo isso me veio à mente esta semana enquanto lia as excelentes meias-verdades da coluna de David Limbaugh sobre a destruição internacional dos EUA executada por Obama. Alguns leitores sem dúvida se lembram de que eu alertei as pessoas para essa destruição logo após a suposta inauguração de Obama. Eles provavelmente estarão se perguntando por que eu as chamei de “meias-verdades”. A razão é simples. Na época eu já era adepto das verdades evidentes que são a fundação da república constitucional americana. Desde 2004 (quando aceitei o convite do Partido Republicano de Illinois para ser seu adversário por uma vaga no senado americano), quanto mais aprendi sobre Barack Obama, mais claro ficou para mim que, durante toda a sua vida e principalmente na sua carreira política, ele demonstrou por meio de gestos e ações a sua rejeição a essas verdades. Em razão disso, sou um opositor inflexível de Obama.
Mas não posso ignorar que o fato de Obama ter abandonado os princípios da Declaração de Independência americana é apenas um exemplo da apostasia que agora existe nos elementos elitistas que controlam ambos os chamados partidos majoritários dos EUA, assim como as instituições de vários setores da vida americana. Em muitos artigos nos últimos anos, compartilhei os fatos e os argumentos que fundamentam essa conclusão. (Veja, por exemplo, “Abandoning the Republic-a threat to Civil Peace” [O Abandono da República — Uma Ameaça à Paz Civil] e a série de artigos no meu blog intitulada “Without Representation” [Sem Representantes]). Acontecimentos recentes confirmam isso, desde a manipulada escolha do Partido Republicado pelo socialista disfarçado Mitt Romney como provável candidato até a previsível sabotagem cripto-socialista do presidente da Suprema Corte americana, John Roberts. (Ele sacrificou a razão, o caráter e a lógica do governo constitucionalmente limitado para fazer a enganosa alegação de que o governo americano é dotado de um poder inerentemente ilimitado de cobrança de impostos.)
Considerando que essa elite dominante abandonou a visão da autonomia constitucional, tão essencial para a identidade nacional dos EUA, reconhecer os trabalhos intencionalmente destrutivos de Obama é admitir apenas metade (e talvez a metade mais fatal) da ameaça que enfrentamos. Em todos os assuntos de fundamental importância para o futuro da República dos EUA, Mitt Romney, como governador de Massachusetts, fez coisas que Obama no âmbito nacional ainda está tentando fazer sob crescente oposição. Logicamente, as únicas pessoas que deveriam apoiar Romney são os que adotaram as metas de Obama, mas se ressentem com seu fracasso em cumpri-las. Eles querem substituir sua incompetência desajeitada e mais diretamente socialista pelo método mais atraente e dissimulado de Romney para alcançar o mesmo fim. Além do mais, eles sabem por experiência própria que podem contar com o seu rótulo de republicano para obrigar os adeptos mais fieis do Partido Republicano a empregar todos os seus esforços para defender e desculpar para a luta de Romney para seguir a agenda da elite socialista. Sua eleição, portanto, irá ajudar a frustrar e neutralizar a forte oposição que, de outra forma, iria continuar a crescer.
Mitt Romney
Conheço muitas pessoas que se opõem fortemente a Obama porque ele está nos levando em direção a uma “ilha da fantasia” elitista e totalitária localizada nas profundezas do inferno. No entanto, essas mesmas pessoas estão dispostas retirá-lo do leme apenas para colocar no lugar alguém cuja única proeza é um histórico que promete uma viagem mais estável, por águas mais calmas, para o mesmo destino. Em que mundo torto de desespero existencial isso faz sentido?
Quando penso nisso, dou-me conta de por que a geração que fundou os EUA recusou o caminho da ilusão ateia que enganou a primeira república francesa e gerou a violência e a voraz tirania de Napoleão. Pessoas que colocam sua confiança em Deus não precisam aceitar a escolha do demônio, de enfrentar o mal com o mal. Se o Reino de Deus está com eles, sempre há uma escolha melhor por perto. Muitos americanos oram e declaram acreditar que o Reino de Deus está próximo. Mas no seu dever soberano como cidadãos, eles propõem abandonar a própria fé. A fé foi o que lhes possibilitou a autonomia.  Ela pode fazer por eles a mesma coisa novamente, até mesmo neste tempo, mas somente se eles se lembrarem disso a tempo. Quanto à escolha entre Obama e Romney, qualquer uma delas é a escolha do demônio. O mal será o único resultado dessa escolha.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “A choice between Satan and Beelzebub

7 comentários :

MARIA disse...

Que análise lúcida!

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

A partir do momento em que uma nação deixa de servir a Deus, essa mesma nação fica espiritualmente desprotegida. E aí ela se torna uma presa fácil para os ataques do diabo e dos demônios.

Eu diria que o que está acontecendo no mundo em geral é um abandono total da verdadeira fé cristã. Estamos vivendo uma época de crise moral generalizada. A respeito disso, Jesus dá o diagnóstico preciso do momento atual:

"Este povo vem a Mim com a sua boca e Me honra com os lábios, mas o seu coração está distante de Mim; e em vão Me adoram, porque ensinam doutrinas que são preceitos de homens" (Mateus 15:8–9).

Estamos sob a influência negativa de um falso moralismo. Em outras palavras: à medida que o tempo passa, os valores bíblicos são cada vez mais relativizados. O pior disso tudo é que muitas igrejas (inclusive as que se dizem cristãs) estão passando a aceitar os valores impostos por uma sociedade totalmente corrompida. Os padrões morais se tornaram meras convenções humanas variáveis no tempo e no espaço (ao invés de serem a expressão de uma ordem moral eterna e imutável).

Estamos deixando de cumprir o nosso dever como filhos de Deus. Estamos deixando de obedecer ao que disse o apóstolo Paulo:

"Fazei todas as coisas sem murmurações nem contendas; Para que sejais sinceros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo" (Filipenses 2:14–15)

Como podemos ser luz num mundo de trevas se a nossa própria consciência nos condena? Como poderemos brilhar se estamos conformados com o mundo e praticamos os mesmos pecados, perversões e temos os mesmos vícios? Somos hoje uma igreja apenas nominal, gostamos de estar nos templos, "louvar a Deus" com os lábios, mas a verdade é que nosso coração está completamente longe da obediência a Deus (e à Sua Palavra).

Talvez o crescimento de toda essa maldade seja algo que Deus tem permitido para despertar uma igreja hipócrita que acha estar vivendo uma época de avivamento. Nunca fomos tantos e nunca fizemos tão pouco pelo Reino de Deus.

O que está realmente faltando para muitas pessoas e igrejas que se dizem cristãs é um compromisso sério e irrestrito com a obediência à Palavra de Deus. Falando num tom bem direto: o verdadeiro cristão tem que fazer a diferença onde estiver. Novamente o apóstolo Paulo se manifesta:

"E não vos conformeis com este mundo; mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus" (Romanos 12:2)

Para finalizar minha mensagem, cito as palavras que o apóstolo Paulo recomenda aos cristãos para terem segurança somente na Palavra de Deus:

"Revesti-vos da armadura de Deus, para vos manterdes firmes contra as astutas ciladas do diabo; porque temos uma luta que não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados, as potestades, os príncipes das trevas deste século, e as hostes espirituais da maldade nos lugares celestiais" (Efésios 6:11–12)

ELISEU disse...

Esse dilema político dos Estados Unidos (de Barack Obama contra Mitt Romney) não difere em nada do que aconteceu nas últimas eleições presidenciais aqui no Brasil.

Só para relembrar:

2002 – Lula (PT) x Serra (PSDB)
2006 – Lula (PT) x Alckmin (PSDB)
2010 – Dilma (PT) x Serra (PSDB)

Na verdade, é a mesmíssima guerra diabólica de Satanás contra Belzebu (mudam somente os atores, mas o script é rigorosamente o mesmo)!

De todas estas eleições, a que mais chamou a atenção (e dividiu os eleitores) foi a de 2010. Na época, Marina Silva (PV) foi considerada uma candidata evangélica. Foi uma alternativa para quem não quisesse votar nem em Lula (PT) e nem em Serra (PSDB). Só que ela não difere em nada dos outros candidatos.

Para que ninguém daqui tenha nenhuma dúvida sobre o "esquerdismo" de Marina Silva, vejam o que ela própria disse sobre certos temas em algumas entrevistas:

– "Sou contra o casamento homossexual, mas não me oponho à união civil entre pessoas do mesmo sexo"

– "Não tenho opinião formada sobre isso (adoção de crianças por casais gays)"

– "Sempre que me perguntam sobre o que penso a respeito do movimento LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros), seus direitos e sua luta por leis que os protejam de discriminação, digo que reconheço a legitimidade do movimento e de suas reivindicações"

Como pode uma pessoa se dizer cristã, e, ao mesmo tempo, concordar com coisas que são totalmente contra a Palavra de Deus?

Talvez a nobre senadora esteja esquecida do que a Bíblia diz sobre a postura de um verdadeiro cristão:

"Não vos coloqueis num jugo desigual com os incrédulos. Pois, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que união pode haver da luz com as trevas? E que aliança há entre Cristo e o maligno? E que parte tem o fiel com o infiel? E que concordância existe entre o templo de Deus e os ídolos?" (2 Coríntios 6:14–16)

Será que a senadora Marina Silva ainda está lembrada disso?

Marina Silva é uma pessoa morna. Ser morno, de acordo com a Bíblia, é aquele que se diz cristão, mas não combate com firmeza o pecado.

Foi justamente isso que Jesus mandou o apóstolo João escrever na carta para a igreja de Laodicéia:

"Eu conheço as tuas obras: não és frio e nem quente; quem Me dera se fosses frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, estou para te vomitar da Minha boca" (Apocalipse 3:15–16)

Quem é morno é, às vezes, pior do que o ímpio. O ímpio, pelo menos, já sabe que direção seguir. É um caminho que é errado, mas que já foi escolhido (pelo menos uma decisão já foi tomada).

Já o morno é aquele que, como se diz no popular, fica "em cima do muro": não sabe para onde vai. Em outras palavras: não abandona a Jesus, mas também não resiste a certas tentações do diabo.

Foi por isso que o apóstolo Tiago disse:

"Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17)

Em outras palavras: aquele que sabe que deve combater o pecado e não toma uma atitude (ou seja, não diz nem faz nada contra o pecado) é cúmplice do pecado (e é tão ou mais culpado quanto o próprio pecador)!

O verdadeiro cristão não pode (e nem deve) ser morno. O verdadeiro cristão tem uma só palavra, uma só escolha, segue somente uma única direção, e é firme em suas convicções. Em suma, o verdadeiro cristão obedece ao que Jesus diz:

"Seja, porém, a vossa palavra: Sim, sim; Não, não; porque o que passar disso é de procedência maligna" (Mateus 5:37)

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou amará a um e odiará o outro, ou há de se dedicar a um e desprezar o outro" (Mateus 6:24)

Alguém concorda comigo?

Anônimo disse...

Exclusivo: Alan Keyes refuta a ideia de “enfrentar o mal com o mal" apoiando Romney
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Ao contrário não isso que Deus fala na sua palavra é para enfrentar o mal com o bem.
Quer dizer isso combater o mal com bem no sentindo de falar a "VERDADE" que verdade?
Para quem é cristão praticante ele não quer que seu próximo fique no engano, sofra, machuca vc que ele ou ela tá caminho errado falar a verdade alertar o esse caminho não certo vc tá errado você vai cair no precipício.
Por exemplo: Amigo de verdade é aquele fala a verdade pra vc não quem passa a mão na sua cabeça ou encobre deus me livre jamais quero "falsos amigos" perto de mim quer me agradar com mentiras só pra querer me fale eu ache estou errada lógico no primeiro momento vc fica chateada depóis reflete e verdade essa pessoa falou vou mudar rumo.
Como nossos pais tem Deus os constitui o que para ser nossos mestres aqui na terra pelo amor de deus quero mais conselhos e reeprender se bobear até caso de me bater para em ensinar estão autorizados por Deus para me disciplinar passei dessa fase porque abaixa de Deus quem mais me ama e quer meu bem não meu mal são eles.
PAI E MÃE INDEPENDENTE DA FÉ ELES DEVEM USAR EDUCAR E PROTEGER SEUS FILHOS ESSA POSIÇÃO TEM QUE FALAR A VERDADE, DISCIPLINAR , LIMITES EU AGRADEÇO AOS MEUS PAIS OU NÃOSSSSSS EU LEVEI CRIANÇA, ADOLESCÊNCIA DELES CLARO QUE FICAVA FRUSTAVA, SOFRIA, CHORAVA ISSO NATURAL PASSA DEPOIS ACABAVA DAVA RAZÃO A ELES PORQUE FAZIAM REFELTIR? PORQUE GANHEI UM NÃO? PORQUE PAI OU MINHA MÃE NÃO DEIXOU EU IR NAQUELE LUGAR ETC. CONSEGUIA INTERNAMENTE O QUE PROCURAR RESPOSTAS DO NÃO É VÊ QUE AQUELE NÃO RECEBI FOI O MELHOR PARA MINHA VIDA E ATÉ MESMO PELA PRÓPRIA SEGURANÇA.
O tudo pode sim, sim, sim está fazendo uma geração de insatisfeitos mesmo sempre ouvindo e ganhando sim de quem está perto.

"O ser humano desde cedo criança, adolescente, jovem tem que ter limites e se frustar também porque isso nós faz pessoas melhores e amadurecidas" by Ester(pensamento que me veio agora inspiração resolvi escrever aqui)

Ester!!!!!

ÉLQUISSON disse...

Ester,

Você está certíssima no seu ponto de vista. Não só eu assino embaixo o que você colocou, como eu ainda diria o seguinte: o mal tem que ser sempre vencido com o bem. É como disse o apóstolo Paulo:

"Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem" (Romanos 12:21)

A verdade da Palavra de Deus contra o pecado tem que ser dita sempre (doa a quem doer). Deus nunca vai aceitar o pecado (e nada nem ninguém jamais vai fazer com que Ele mude isso). Quem verdadeiramente ama o seu irmão tem que dizer sempre a verdade a respeito do pecado (mesmo que seja uma verdade dolorosa). A respeito do amor, o apóstolo Paulo disse com precisão:

"(O amor) Não se alegra com a injustiça (isto é, com o pecado), mas se regozija com a verdade (da Palavra de Deus contra o pecado);" (1 Coríntios 13:6, os parênteses são meus)

Como cristão, a minha obrigação é sempre pregar contra o pecado (mesmo que ninguém se converta). Porém, ninguém é obrigado a aceitar a minha pregação (ou se converter). Só quem pode convencer o homem do pecado é o Espírito Santo (como Jesus disse em João 16:8).

Se eu não obedecer ao mandamento de Jesus (que é o de pregar o evangelho), eu estou sendo omisso. O que significa ser omisso? Ser omisso significa deixar de obedecer a uma ordem dada por alguém. E, querendo ou não, eu vou ter que prestar contas da minha omissão. Eis o que a Bíblia diz sobre isso:

Ezequiel 3:18–21

18 Quando Eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; e tu não o avisares, nem falares para avisar o ímpio sobre o seu mau caminho, para salvar a sua vida, aquele ímpio morrerá na sua iniqüidade; mas o sangue dele Eu exigirei da tua mão.
19 Mas, se tu avisares ao ímpio e ele não se converter da sua impiedade e do seu mau caminho, ele morrerá na sua iniqüidade; mas tu livraste a tua alma.
20 Semelhantemente, quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a iniqüidade, e Eu puser diante dele um tropeço, ele morrerá: porque tu não o avisaste, no seu pecado morrerá; e suas justiças, que tiver praticado, não serão lembradas; mas o sangue dele, da tua mão Eu o exigirei.
21 Mas, avisando tu o justo, para que ele não peque, e ele não pecar, certamente viverá; porque foi avisado; e tu livraste a tua alma.

Traduzindo esse texto bíblico de modo bem claro (e para que ninguém daqui tenha qualquer tipo de dúvida), a Palavra de Deus está dizendo o seguinte: se eu não falar do evangelho para os pecadores, eu vou ter que prestar contar do sangue (ou melhor, da alma) de cada um deles no dia do juízo. E por quê? Porque eu deixei de alertar a eles sobre o rigor de Deus contra o pecado.

Mas se eu já preguei a Palavra de Deus para todos eles, e, mesmo assim, eles não quiserem se converter, aí eu já não serei mais culpado pela perdição deles. Eu fiz a minha parte, ou seja, do sangue deles eu já estou livre. Eles não se arrependeram porque não quiseram (aí eles é que vão ter que se explicar diante de Deus)!

E quanto à questão de impor limites, eu diria que a liberdade do ser humano deve, obrigatoriamente, ter determinados limites. Liberdade sem limites não seria liberdade, mas anarquia suicida. Foi por isso que alguém disse com muita sabedoria: "O excesso de liberdade é uma porta aberta para o mal".

O problema é que, devido ao relativismo moral generalizado em todo o mundo, muita gente confunde liberdade com libertinagem. Nem tudo que é permitido fazer é necessariamente correto. Mais uma vez, o apóstolo Paulo explica:

"Tudo me é permitido, mas nem tudo me convém; todas as coisas me são lícitas, mas eu não vou me deixar seduzir por nenhuma delas" (1 Coríntios 6:12)

Temos que ter plena consciência de que um dia iremos prestar contas a Deus do uso que fizemos da nossa liberdade! É como alertou o apóstolo Paulo:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Será que muitos (principalmente os que se dizem cristãos) estão cientes disso?

Deixo esta pergunta no ar para alguém responder na primeira oportunidade!

tito disse...

Dizer para nós outros que devemos combater o mal com o bem,é tão fácil que dá até enjoo.Mas quem quer enfrentar junto com os cristãos nigerianos do norte a pancadaria e mortes com requintes de crueldade? Lá a situação no momento é de guerra,e eles têm que decidir resistir ou morrer sem o pescoço.Neemias era homem de oração e nem por isso deixou de armar a sua equipe para uma possível surpresa do inimigo,Neemias estava errado? Não tinha fé em Deus? Ora,pela nossa ótica sim,crente não deve usar arma para se defender ,deve morrer "pacificamente" em 'paz',nós somos dotados de sentimento de auto-defesa,e há até a legítima defesa.Portanto,esse blá,blá que devo ser passivo e não resistir é complicado e tem controvérsia,tá? Então tá.tito from brasília.

Anônimo disse...

Hillary Clinton x Jeb Bush
satã x belzebu versão 2016