19 de julho de 2012

Quem roubou a cultura dos EUA?


Quem roubou a cultura dos EUA?

Nota do editor: Este artigo foi extraído do novo livro do Dr. Ted Baehr e Pat Boone “The Culture-wise Family: Upholding Christian Values in a Mass Media World.” (“A Família do Ponto de Vista Cultural: Defendendo Valores Cristãos em um Mundo de Mídia de Massa”). No livro, o especialista em entretenimento, Dr. Ted Baehr, e o lendário músico Pat Boone recomendam que as pessoas façam decisões sábias para si mesmas e para suas famílias, para que possam proteger seus filhos das mensagens tóxicas da cultura.
O que se segue é o capítulo 10, escrito pelo historiador Williams S. Lind.
Em algum momento, durante o século passado, alguém roubou nossa cultura. Há apenas 50 anos, na década de 50, os EUA eram um ótimo lugar. Era seguro, e era decente. As crianças recebiam boa educação nas escolas públicas. Até os trabalhadores braçais traziam para casa rendas de classe média, para que as mães pudessem ficar em casa e cuidar das crianças. Os programas de TV refletiam valores sadios e tradicionais.
Onde foi parar tudo isso? Como foi que os EUA se tornaram o lugar sórdido e decadente em que vivemos hoje, tão diferente que as pessoas que nasceram antes da década de 60 sentem como se estivessem em um país estrangeiro? Será que simplesmente “aconteceu”?
É claro que não. De fato, foi colocada em prática uma agenda deliberada para roubar a nossa cultura e deixar uma outra completamente diferente no lugar. A história de como e por que é uma das partes mais importantes da história dessa nação; e é uma que quase ninguém conhece. As pessoas por trás dela quiseram que fosse assim.
Basicamente, o que aconteceu foi que a cultura tradicional dos EUA, que se desenvolveu ao longo de gerações a partir das nossas raízes ocidentais e judaico-cristãs, foi desprezada por uma ideologia. Essa ideologia é mais conhecida como “politicamente correto” ou “multiculturalismo”. Na verdade, trata-se do marxismo cultural: o marxismo traduzido da economia para a cultura, em um esforço que data não da década de 60, mas da Primeira Guerra Mundial. Por incrível que pareça, à medida que o marxismo econômico da União Soviética se dissipava, um novo marxismo cultural se tornava a ideologia dominante das elites americanas. O objetivo nº 1 do marxismo cultural, desde que foi criado, é o de destruir a cultura ocidental e a religião cristã.
Para entender qualquer coisa, precisamos conhecer sua história. Para entender quem roubou a cultura americana, precisamos olhar para a história do “politicamente correto”.

O início da teoria marxista

Antes da Primeira Guerra Mundial, a teoria marxista dizia que se a Europa algum dia entrasse em guerra, as classes trabalhadoras de todos os países europeus iriam se revoltar, derrubar os governos e criar uma nova Europa comunista. Mas quando a guerra eclodiu em julho de 1914, não foi o que aconteceu. Em vez disso, os trabalhadores de todos os países europeus se juntaram aos milhões para lutar contra os inimigos do seu país. Finalmente, em 1917 ocorreu a Revolução Comunista, na Rússia. Mas as tentativas de espalhar a revolução para outros países falharam porque os trabalhadores não a apoiavam.
Após o fim da Primeira Guerra Mundial em 1918, os teóricos marxistas tiveram que se fazer a pergunta: O que deu errado? Como bons marxistas, não poderiam admitir que a teoria marxista estava incorreta. Em vez disso, dois dos principais intelectuais marxistas, Antonio Gramsci na Itália e Georg Lukacs na Hungria (Lukacs foi considerado o mais brilhante pensador marxista desde o próprio Marx), independentes um do outro, pensaram na mesma resposta. Eles disseram que a cultura ocidental e a religião cristã haviam cegado a classe trabalhadora dos seus verdadeiros interesses de classe marxistas de tal forma que a revolução comunista era impossível no Ocidente, até que esses dois elementos fossem destruídos. Esse objetivo, instituído como o objetivo do marxismo cultural desde o início, nunca mudou.

Uma nova estratégia

Gramsci expôs notoriamente uma estratégia para destruir o Cristianismo e a cultura ocidental, que se mostrou altamente bem sucedida. Em vez de exigir uma revolução comunista logo de cara, como fizeram na Rússia, ele disse que os marxistas do Ocidente deveriam tomar o poder político por último, após uma “longa marcha nas instituições”: as escolas, a mídia, e até as igrejas, todas as instituições que pudessem influenciar a cultura. Essa “longa marcha nas instituições” é o que os EUA experimentaram, principalmente desde a década de 60. Felizmente, Mussolini reconheceu o perigo representado por Gramsci e o colocou na cadeia. Sua influência se manteve pequena até a década de 60, quando seus trabalhos, principalmente os “Cadernos do Cárcere”, foram redescobertos.
Georg Lukacs se mostrou mais influente. Em 1918, ele se tornou comissário de cultura no curto regime bolchevique de Bela Kun na Hungria. Durante esse período, ao perguntar “Quem nos salvará da civilização ocidental?” ele instituiu o que chamou de “terrorismo cultural”. Um dos seus principais componentes foi a introdução da educação sexual nas escolas húngaras. Lukacs percebeu que se ele pudesse destruir a moral sexual tradicional do país, teria dado um enorme passo no sentido de destruir sua moral tradicional e sua fé cristã.
Longe de se unirem ao “terrorismo cultural” de Lukacs, a classe trabalhadora da Hungria ficou tão escandalizada que quando a Romênia invadiu a Hungria, os trabalhadores não lutaram pelo governo de Bela Kun, que acabou sendo derrubado. Lukacs desapareceu, mas não por muito tempo. Em 1923, ele apareceu em uma “Semana de Estudos Marxistas” na Alemanha, um programa patrocinado pelo jovem marxista Felix Weil, que havia recebido uma herança milionária. Weil e outros que estiveram naquela semana de estudos ficaram fascinados pela perspectiva cultural do marxismo apresentada por Lukacs.

A Escola de Frankfurt

Weil reagiu utilizando parte da sua fortuna para abrir um novo think tank na Universidade de Frankfurt, na Alemanha. Ele originalmente seria chamado de “Instituto para o Marxismo”. Mas os marxistas culturais se deram conta de que seria muito mais eficaz ocultar sua verdadeira natureza e seus objetivos. Eles convenceram Weil a dar ao novo instituto um nome que parecesse neutro, o “Instituto para Pesquisa Social”. Logo conhecida simplesmente por “Escola de Frankfurt”, o Instituto para Pesquisa Social se tornaria o lugar onde o politicamente correto, da forma como conhecemos, foi desenvolvido. A resposta básica à pergunta “Quem roubou a nossa cultura?” é: foram os marxistas culturais da Escola de Frankfurt.
Primeiramente, o Instituto trabalhou principalmente com questões marxistas convencionais, como o movimento trabalhista. Mas isso mudou drasticamente em 1930.  Naquele ano, o Instituto recebeu um novo diretor, o brilhante jovem intelectual marxista chamado Max Horkheimer. Horkheimer havia sido fortemente influenciado por Georg Lukacs. Ele rapidamente se esforçou em transformar a Escola de Frankfurt no lugar onde o trabalho pioneiro de Lukacs sobre o marxismo cultural pudesse ser desenvolvido até se tornar uma ideologia completa.
Para esse fim, ele trouxe alguns novos membros para a Escola de Frankfurt. Talvez o mais importante fosse Theodor Adorno, que se tornaria o colaborador mais criativo de Horkheimer. Dentre os outros novos membros estavam dois psicólogos, Eric Fromm e Wilhelm Reich, dois célebres promotores do feminismo e do matriarcado, e um jovem estudante de pós-graduação chamado Herbert Marcuse.

Avanços no marxismo cultural

Com a ajuda desse novo sangue, Horkheimer fez três grandes avanços no desenvolvimento do marxismo cultural. Primeiro, ele derrubou a visão de Marx de que a cultura era meramente parte da “superestrutura” da sociedade, que era determinada por fatores econômicos. Ele disse, ao contrário, que a cultura era um fator independente e muito importante para moldar a sociedade.
Segundo, mais uma vez contrariando Marx, ele anunciou que no futuro, a classe trabalhadora não seria a agente da revolução. Ele deixou em aberto a questão de quem desempenharia esse papel, questão essa que foi respondida por Marcuse em 1950.
Terceiro, Horkheimer e outros membros da Escola de Frankfurt decidiram que a chave para destruir a cultura ocidental era cruzar Marx com Freud. Eles argumentaram que, da mesma forma que os trabalhadores eram oprimidos pelo capitalismo, assim todos, sob a cultura ocidental, viviam em um estado constante de repressão psicológica. “Liberar” todos dessa opressão se tornou um dos principais objetivos do marxismo cultural. E ainda mais importante, eles se deram conta de que a psicologia lhes oferecia uma ferramenta muito mais poderosa do que a filosofia para destruir a cultura ocidental: o condicionamento psicológico.
Hoje em dia, quando os marxistas culturais de Hollywood querem “normalizar” algo como o homossexualismo (“liberando”, portanto, as pessoas da “repressão”), eles colocam um programa de TV atrás do outro em que único homem branco aparentemente normal é um homossexual. É assim que o condicionamento psicológico funciona: as pessoas absorvem lições que os marxistas culturais querem que eles aprendam sem sequer perceberem que estão sendo ensinados.
A Escola de Frankfurt estava prestes a criar o politicamente correto. Mas, de repente, o destino interveio. Em 1933, Adolf Hitler e o Partido Nazista assumiu o poder na Alemanha, onde a Escola de Frankfurt estava localizada. Uma vez que a Escola era marxista, ideologia odiada pelos nazistas, e todos os membros da instituição eram judeus, eles decidiram deixar a Alemanha. Em 1934, a Escola de Frankfurt, incluindo os seus principais membros da Alemanha, foram reestabelecidos na cidade de Nova York, com a ajuda da Universidade de Columbia. E logo o seu foco foi transferido de destruir a cultura ocidental tradicional na Alemanha para fazê-lo nos Estados Unidos. Isso também se mostrou bastante bem sucedido.

Novos avanços

Aproveitando-se da hospitalidade americana, a Escola de Frankfurt logo deu prosseguimento ao seu trabalho intelectual de criar o marxismo cultural. Para as suas conquistas anteriores na Alemanha, ela acrescentou esses novos avanços.

A Teoria Crítica

Para cumprir o seu propósito de “negar” a cultura ocidental, a Escola de Frankfurt desenvolveu uma poderosa ferramenta chamada de “teoria crítica”. O que era essa teoria? A teoria era criticar. Ao sujeitar todas as instituições tradicionais, incluindo a família, a críticas persistentes e infindáveis (a Escola de Frankfurt teve o cuidado de nunca definir o que ela defendia, apenas o que reprovava), ela esperava destruí-las. A Teoria Crítica é a base dos departamentos de “estudos” que agora existem nas faculdades e universidades americanas. Não é de se surpreender que esses departamentos são a origem do politicamente correto acadêmico.

Estudos sobre o Preconceito

A Escola de Frankfurt buscou definir as atitudes tradicionais em todos os aspectos como “preconceitos” em uma série de estudos acadêmicos que culminaram no livro altamente influente de Adorno “The Authoritarian Personality” ("A Personalidade Autoritária”), publicado em 1950. Eles inventaram uma fraude chamada “escala F”, que buscava associar ao fascismo as crenças tradicionais com relação à moral sexual, às relações entre homens e mulheres e às questões familiares. Hoje em dia, o termo politicamente correto favorito contra qualquer um que discorda deles é “fascista”.

Dominação

A Escola de Frankfurt divergiu mais uma vez do marxismo, que argumentava que toda a história era determinada por quem possuía os meios de produção. Em vez disso, disseram que a história era determinada pelos grupos (definidos como homens, mulheres, raças, religiões, etc.) que tinham poder ou “domínio” sobre outros grupos. Alguns grupos, principalmente o de brancos do sexo masculino, foram rotulados de “opressores”, enquanto que outros grupos foram definidos como “vítimas”. As vítimas eram automaticamente boas e os opressores ruins, levando em conta apenas o grupo do qual faziam parte, independente do comportamento pessoal.
Embora fossem marxistas, os membros da Escola de Frankfurt também se utilizaram de Nietzsche (outra pessoa que eles admiravam por sua oposição à moral tradicional era Marquês de Sade). Eles incorporaram no seu marxismo cultural o que Nietzsche chamou de “transmutação de todos os valores”. O que isso significa, em linguagem clara, é que todos os antigos pecados se tornam virtudes, e todas as antigas virtudes se tornam pecados. O homossexualismo é bom e belo, mas qualquer um que pense que os homens e mulheres devem ter papéis sociais diferentes é um “fascista” malvado. É isso que o politicamente correto agora ensina às crianças nas escolas públicas pelo país. (A Escola de Frankfurt escreveu sobre a educação pública americana. Ela disse que não importava se as crianças estavam aprendendo quaisquer habilidades ou fatos. Tudo o que importava era que elas se formassem nas escolas com as “atitudes” certas em relação a determinadas questões.)

Mídia e entretenimento

Liderados por Adorno, a Escola de Frankfurt inicialmente se opôs à indústria cultural, que consideravam uma cultura “comoditizada”. Mas depois eles começaram a escutar o que dizia Walter Benjamin, um amigo próximo de Horkheimer e Adorno, que argumentava que o marxismo cultural poderia fazer um uso muito eficiente de ferramentas como o rádio, os filmes e mais tarde a televisão para condicionar psicologicamente o seu público. A visão de Benjamin prevaleceu, e Horkheimer e Adorno passaram os anos da Segunda Guerra Mundial em Hollywood. Não é por acaso que a indústria do entretenimento é agora a arma mais poderosa do marxismo cultural.

O crescimento do marxismo nos Estados Unidos

Após a Segunda Guerra Mundial e a derrota dos nazistas, Horkheimer, Adorno e a maioria dos outros membros da Escola de Frankfurt retornaram à Alemanha, onde o Instituto se reestabeleceu em Frankfurt com a ajuda das forças de ocupação americanas. O marxismo cultural na época se tornou a ideologia não oficial, mas predominante na República Federal da Alemanha.
Entretanto, o inferno não se esqueceu dos Estados Unidos. Herbert Marcuse ficou nos EUA e começou a traduzir todos os difíceis escritos acadêmicos de outros membros da Escola de Frankfurt para uma linguagem mais simples que os americanos entenderiam facilmente. Seu livro “Eros e Civilização” utilizou o cruzamento feito pela Escola de Frankfurt de Marx e Freud para argumentar que, se nós “libertarmos o Eros não procriador” por meio da “perversidade polimórfica”, poderíamos criar um paraíso de pura diversão e nenhum trabalho. “Eros e Civilização” se tornou um dos principais textos da Nova Esquerda na década de 60.
Marcuse também ampliou o trabalho intelectual da Escola de Frankfurt. No início da década de 30, Horkheimer havia deixado em aberto a questão de quem iria substituir a classe trabalhadora como agente da revolução marxista. Na década de 50, Marcuse respondeu a essa pergunta, dizendo que seria uma coalizão de estudantes, negros, mulheres feministas e homossexuais: o coração da rebelião estudantil da década de 60 e dos sagrados “grupos de vítimas” do atual politicamente correto. Marcuse mais tarde tomou uma das palavras favoritas do politicamente correto, “tolerância”, e lhe deu um novo significado. Ele definiu a “tolerância libertadora” como a tolerância para todas as ideias e movimentos que surgiam da esquerda, e intolerância como todas as ideias e movimentos que surgiam da direita. Quando você vê hoje os marxistas culturais pedirem “tolerância”, eles querem dizer a “tolerância libertadora” de Marcuse (assim como quando pedem "diversidade", querem dizer uniformidade de crença na sua ideologia).
A rebelião estudantil dos anos 60, motivada em grande parte pela oposição ao serviço militar obrigatório para a Guerra do Vietnã, deu a Marcuse uma oportunidade histórica. Talvez como o “guru” mais famoso da Escola de Frankfurt, ele injetou seu marxismo cultural na geração dos Baby Boomers. É claro, eles não entendiam do que realmente se tratava. Pelo princípio que existia desde o início do Instituto, Marcuse e outros poucos do círculo não anunciavam o politicamente correto e o multiculturalismo como uma forma de marxismo. Mas o efeito foi devastador: uma geração inteira de americanos, principalmente a elite universitária, absorveu o marxismo cultural como deles, aceitando a tóxica ideologia que buscava destruir a cultura tradicional e a fé cristã dos EUA. Aquela geração, que domina todas as instituições de elite nos EUA, agora trava uma guerra sem fim contra todas as crenças e instituições tradicionais. Em grande parte, eles ganharam essa guerra. A maior parte da cultura tradicional dos EUA está em ruínas.

Uma contra-estratégia

Agora você sabe quem roubou nossa cultura. A questão é: o que nós, como cristãos e conservadores culturais, faremos a respeito?
Podemos escolher entre duas estratégias. A primeira é tentar retomar as instituições existentes (as escolas públicas, as universidades, a mídia, a indústria do entretenimento e a maior parte das grandes igrejas) dos marxistas culturais. É o que eles esperam que tentemos fazer, e estão preparados para isso; estaríamos com nada além de uma pequena voz e poucos recursos comparados aos deles, fazendo uma investida frontal contra posições defensivas de prontidão. Qualquer soldado pode lhe dizer que isso quase sempre leva a: derrota.
Há outra estratégia, mais promissora. Podemos nos separar, junto com nossas famílias, das instituições que os marxistas culturais controlam e construir novas instituições para nós, que nos reflitam e nos ajudem a recuperar a cultura ocidental tradicional.
Há muitos anos, meu colega Paul Weirich escreveu uma carta aberta ao movimento conservador sugerindo essa estratégia. Embora a maioria dos outros líderes conservadores (republicanos, melhor dizendo) hesitassem, a carta ressoou intensamente entre os conservadores de base. Muitos deles já fazem parte de um movimento para se separar da cultura corrupta dominante e criar instituições paralelas: o movimento de educação escolar em casa. Movimentos similares estão começando a oferecer alternativas sólidas em outros aspectos da vida, incluindo movimentos para promover pequenas fazendas familiares (geralmente orgânicas) e para desenvolver mercados comunitários voltados para os produtos dessas fazendas. Se o lema do Admirável Mundo Novo é “Pensar globalmente, agir localmente”, o nosso deveria ser “Pensar localmente, agir localmente”.
Portanto, a nossa estratégia para desfazer o que o marxismo cultural fez para os EUA tem um certo paralelo com a sua própria estratégia, da forma como expôs Gramsci décadas atrás. Gramsci convocou os marxistas para empreender uma “longa marcha nas instituições”. Nossa contra estratégia deveria ser uma longa marcha para criar as nossas próprias instituições. Isso não acontecerá rapidamente, ou facilmente. Será um trabalho de gerações, assim como foi o deles. Eles foram pacientes, pois sabiam que as “forças motrizes da história” estavam do lado deles. Não podemos ser igualmente pacientes e perseverantes sabendo que o Criador da História está do nosso?
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Who stole our culture?

13 comentários :

Bruno Willian disse...

Tudo do artigo pode ser colocado no Brasil. Só com uma diferença, as grandes fundações pró-aborto dos EUA e Europa ajudam a financiar o Marxismo Cultural nos países da África e América Latina.

Essas fundações injetam grandes quantias de dinheiro em campanhas eleitorais no Brasil para ajudar a colocar em práticas essa ideologia macabra.

Em 2010/2011, O PT conseguiu barrar uma CPI que buscava investigar os recursos que veio de organizações internacionais para financiar candidatos no Brasil.

Acho que muitos já sabem, muitos líderes da Igreja Católica pertencem a Teologia da Libertação, teologia herege que está fundamentada no Marxismo Cultural. Por isso não há abaixo assinado contra algumas as atitudes tomadas pelo Governo Federal. Porque antes fizeram no Governo de FHC, e agora o silêncio é vergonhoso.

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Sei que eu poderei ser criticado, porque vou colocar aqui um comentário que eu já postei em artigos anteriores. Mas, devido ao teor deste artigo, me sinto obrigado a repetir o mesmo comentário (já que o conteúdo dele tem tudo a ver com o artigo que está sendo apresentado aqui).

Religiosamente falando, a verdade é que os Estados Unidos era, até alguns anos atrás, considerado o país mais protestante do mundo. E muita gente dizia que era o país mais cristão do mundo. Só que, atualmente, não aparenta ser nada disso (pelo menos é assim que eu vejo).

Estive conversando com uma professora americana que esteve há pouco mais de 2 anos aqui em Recife (onde eu moro). Quando eu perguntei a ela como ela via os Estados Unidos no sentido moral e espiritual, ela me disse precisamente isto:

"O nosso país (Estados Unidos) tinha tudo para ser um país abençoado (e até para servir de referência cristã para o mundo). No começo, éramos muito tementes a Deus. O problema é que, com o passar do anos, o desenvolvimento científico e o progresso material e financeiro subiu à cabeça de alguns dos nossos governantes, e, com isso, eles já passaram a não se importar mais com a obediência à Palavra de Deus. Em outras palavras: a obediência a Deus e à Sua Palavra foi relegada a segundo plano".

E ela ainda acrescentou mais algumas coisas assustadoras:

"Em muitas cidades, há locais onde se pratica a bruxaria, existem pessoas que fazem parte de certos movimentos (como a Nova Era), há as que estão metidas em seitas satânicas (sem contar que a Igreja de Satã está situada na Califórnia), o homossexualismo está aumentando a cada dia, temos casos de pregadores evangélicos, políticos e agentes do governo envolvidos em diversos escândalos (inclusive escândalos sexuais), e, também, há a tolerância ao islamismo. Enfim, o nosso país está se destruindo em todos os sentidos (inclusive moralmente). Que esperança podemos ter, ou melhor, qual será o futuro da nação americana se tal estado de coisas continuar?"

Eu respondi a ela exatamente o seguinte:

"Quando uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente na sua própria sabedoria, essa mesma nação fica, após um certo tempo, entregue à sua própria sorte (como um barco à deriva num mar revolto, prestes a afundar). Os verdadeiros cristãos precisam voltar à obediência à Palavra de Deus para recolocar a nação no caminho certo".

Não sei se esta minha resposta foi 100% satisfatória, mas ela, de qualquer forma, aprovou. E eu até citei o Salmo 33:

"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" (Salmo 33:12)

Ela agradeceu a minha atenção e disse que iria divulgar o nosso diálogo num encontro evangélico.

Tem horas que eu fico pensando aqui comigo: será que aqui no Brasil não estaria acontecendo a mesma coisa? Se alguém daqui estivesse dialogando com essa americana, quem poderia dar uma avaliação exata dos Estados Unidos, ou melhor, qual seria o diagnóstico dos americanos no sentido moral e espiritual?

E mais: o que o Brasil precisa fazer para se tornar uma nação espiritualmente abençoada (como os Estados Unidos foi no princípio)?

Espero uma resposta sensata de alguém daqui na primeira oportunidade.

P.S: Se alguém daqui quiser se manifestar, esteja à vontade

MRRG disse...

Excelente texto. Resume tudo o que é pertinente sobre o processo de estupidificação cultural que anda campeando por aqui, ali e lá. Leitura fundamental.
Para o PRESBÍTERO VALDOMIRO. Para que o Brasil fosse transformado em uma nação espiritualmente abençoada seria necessário que duas ou três gerações de abnegados dispostos aos maiores sacrifícios dessem o exemplo corajosa e incondicionalmente do que é ser Filho de Deus. Aguardando, até, se fosse necessário chorando lágrimas de sangue, o mesmo destino. E que os outros, os sem-caminho, seguissem esse exemplo. Se quisessem, sentissem e pensassem que deveriam, encontrando seu próprio destino.Explico. Não penso que seja possível impor a alguém ou algo que seja espiritualmente abençoado. Nem individualmente, nem grupalmente, nem coletivamente. E o que há neste nosso mundo "é de César". O que quer que gramscinianos, comunistas, marxistas, homossexuais, abortistas façam será sua própria destruição. Nem mais, nem menos. Afinal, o que é de Deus está guardado no lado esquerdo do peito da pessoa. Ou não.

Diácono Elias disse...

Caro presbítero Valdomiro,

Você fez esta pergunta:

"...o que o Brasil precisa fazer para se tornar uma nação espiritualmente abençoada (como os Estados Unidos foi no princípio)?"

Não sei se a minha resposta para a sua pergunta vai ser 100% satisfatória, mas eu vou dizer o que eu penso.

Para o Brasil fosse uma nação abençoada, teríamos que ter verdadeiros cristãos no governo. Em outras palavras: o governo teria que colocar a Palavra de Deus como guia para os destinos do país. É como disse o salmista:

"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" (Salmo 33:12)

O problema é que está faltando, por parte dos que se dizem cristãos (principalmente os políticos da bancada evangélica), um verdadeiro compromisso com Deus, ou melhor, está faltando obediência total e irrestrita à Palavra de Deus! De que adianta alguém se dizer cristão e não viver de acordo com o que a Palavra de Deus ensina (ou não se manifestar contra o pecado)?

Ser um verdadeiro cristão (como o nosso amado irmão Júlio Severo, que combate com firmeza o pecado) custa um preço muito caro. São muitas as provações, tentações e situações adversas. Mas é nessas horas que a gente vê quem realmente é cristão de verdade (e não só de boca, como muitos que existem por aí)! É como bem disse o apóstolo Tiago:

"Bem–aventurado é o varão que suporta a tentação; pois, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido para aqueles que O amam" (Tiago 1:12)

Como cristãos, nossa obrigação é se manter incorruptível neste mundo de pecado. É como diz a Palavra de Deus:

"Para que sejais sinceros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração perversa e corrompida, entre a qual resplandeceis como astros no mundo" (Filipenses 2:15)

"Bem–aventurado é varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, e não se assenta na roda dos escarnecedores. Antes o seu prazer está na lei do Senhor; e nela medita dia e noite" (Salmo 1:1–2)

Se todos os eleitores do Brasil (inclusive os cristãos) tivessem orado e pedido discernimento a Deus antes de votar, não teríamos no poder um governo pró–homossexualismo, pró–aborto, anti–família e anti–cristão. E nem elegeríamos uma bancada que se diz evangélica, mas que não tem tido nenhum compromisso com a Palavra de Deus (além de ser omissa no combate ao pecado)!

Creio que o problema está não somente em muitos dos políticos que se dizem cristãos (como os da bancada evangélica), mas também de alguns cristãos eleitores que os colocam lá. Alguns desses mesmos eleitores votam somente por votar, influenciados por alguém ("Vou votar no irmão da minha igreja, pois foi o pastor quem pediu"), ou sem saber quem realmente é o candidato, que ideais defende, quais compromissos tem, quais interesses visa, etc.

Daí, surgem certos "políticos cristãos" que estão mais preocupados em cuidar de seus negócios particulares (ou dos negócios de suas igrejas) do que em ter um compromisso sério com a Palavra de Deus e com questões que afetam a sociedade como um todo (especialmente a maioria cristã).

É necessário ficar de olho e sempre cobrar, dos candidatos e dos políticos eleitos, posturas e ações efetivas no sentido de cumprir o que prometem, já que o futuro do país depende das decisões que eles tomarem.

Que este alerta seja amplamente divulgado a todos, para que todos peçam discernimento a Deus antes de se confiar em alguém. É como disse o apóstolo Paulo:

"Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso" (Romanos 3:4)

Espero, amigo Valdomiro, ter respondido satisfatoriamente à sua pergunta. Caso você queira se manifestar, esteja à vontade.

Um grande abraço,

Diácono Elias (Igreja Batista Nova Jerusalém)

Jorge Bay disse...

Para o Presbítero Waldomiro: Creio que a Igreja do Senhor Jesus, ou seja, os cristãos podem mudar essa situação terrivel dos EUA e do Brasil como em qualquer parte do mundo. Mas para que isso aconteça, é preciso que antes de tudo a Igreja seja sanada deste estado lastimável em que se encontra, pois um cego não pode guiar outro cego. Se a Igreja for primeiro sanada, então poderá dar um testemunho eficaz que irá atingir os líderes das nações que ao se converterem farão com que se cumpra a Palavra: Bem-aventurada a nação cujo Deus é o Senhor. Mas o que é então que precisa ser sanado? Um monte de coisas precisam ser literalmente banidas da Igreja. Citar aqui quais são elas ía demorar muito e seria mera repetição do que já sabemos. Mas vale lembrar algumas aberrações que tem contaminado a Igreja: Teologia da Prosperidade, idolatria gospel, modismos, neo-liberalismo etc. Vale também lembrar que recentemente pastores franceses se uniram para banir a Teologia da prosperidade. Essa notícia saiu se não me engano neste semana nos sites de notícias evangélicas.
Porem, a algo em que creio, que gostaria de ressaltar: Não creio que apesar de qualquer esforço nesse sentido, os EUA, o Brasil, assim como o mundo todo e a Igreja de Cristo irão melhorar. E isso porque este estado de coisas são as profecias se cumprindo. Creio que será daqui para pior. Mas sem sombra de dúvidas, que não podemos, por sabermos disto cruzar os braços e ficar assistindo tudo se desenrolar com num filme. E pior, ficar assistindo multidões sendo enganadas sem fazer nada, sendo que pela misericórdia de Deus estamos enxergando a situação, e temos sim através de muitos meios e baseados na Palavra, condições de livrar a muitos dos enganos em que estão presos, tanto fora como dentro da Igreja. Façamos nossa parte até o fim, evangelizando, discipulando, defendendo o Evangelho e alertando as pessoas. Um abraço a todos os irmãos!

Anônimo disse...

Belo exemplo vc usou, Jorge. A igreja francesa é uma das mais mortas e sem expressão no mundo, e provavelmente só tomou tal atitude para barrar as igrejas neopentecostais. Quero ver a igreja francesa fazer uma declarção contra o avanço muçulmano, pois a religião que mais cresce na frança é o islão. Pelo menos, as igrejas neopencostais estão mais bem equipadas para enfrentar o avanço islamico.

Anselmo disse...

O presbítero Valdomiro disse uma coisa que me chamou a atenção:

"... Quando uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente na sua própria sabedoria, essa mesma nação fica, após um certo tempo, entregue à sua própria sorte (como um barco à deriva num mar revolto, prestes a afundar)..."

Talvez muitos não saibam (ou não estejam lembrados), mas a Biblia narra um episódio que confirma estas palavras do presbítero Valdomiro. Vejamos:

Joaquim tinha subido ao trono de Judá aos 8 anos de idade (2 Crônicas 36:9). O momento da nação era crítico. A ameaça dos caldeus era um perigo iminente. Era preciso que um rei se colocasse ao lado de Deus para reestabelecer a segurança do povo judeu. A situação era momentaneamente grave, mas não irremediável. O futuro do reino de Judá estava nas mãos de Joaquim. A escolha que ele fizesse fatalmente selaria o destino da nação. Nem mesmo todos os exércitos estrangeiros poderiam subjugar (ou destruir) uma nação que tivesse Deus a seu favor.

Muito dependia de Joaquim. Daria ele o bom exemplo a todos? Romperia ele com a idolatria pagã que asfixiava espiritualmente a nação? Não, infelizmente não. Dele é dito que "fez o que era mau os olhos do Senhor" (2 Crônicas 36:9). O apego ao pecado era demasiadamente forte em sua vida. Ao invés de entrar pela porta estreita, preferiu o atalho largo da perdição (Mateus 7:13–14).

Este mesmo atalho foi atraente no início, mas resultou em desastre pouco tempo depois: Jerusalém e Judá caíram nas mãos de Nabucodonosor, e Joaquim e sua família foram levados para o exílio (Jeremias 22:24–30;24:1). Joaquim só foi libertado do cativeiro 37 anos mais tarde, já no tempo de Evil–Merodaque, o novo rei da Babilônia (Jeremias 52:31).

Se Joaquim e o reino de Judá tivessem sido fiéis a Deus desde o princípio, esta mesma história certamente teria um outro final totalmente diferente!

Não duvido nada de que a mesma coisa pode acontecer não só com os Estados Unidos, como também com outros países que desprezam a obediência à Palavra de Deus! A respeito disso, o apóstolo Paulo advertiu sabiamente:

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7)

Será que alguém aqui ainda tem alguma dúvida disso?

Viиicius Silvα disse...

Olá, ótimo blog! Visite o meu blog e participe ? http://blogoficialdovinicius.blogspot.com.br/

MARIA disse...

Presbítero Valdomiro,
Ainda há alguma forte resistência nos EUA, apesar dessa situação tão dramática. Pior é aqui, onde não se vê qualquer reação e, pior: não se vê qualquer consciência do que se passa. Aqui em Recife não conheço ninguém que compartilhe essa visão mais clara da situação em que estamos!

Unknown disse...

O grande problema daqueles que se dizem cristao atualmente e a falta de conhecimento da Palavra de Deus. Se queremos fazer diferenca no mundo primeiramente precisamos conhecer as Escrituras para entendere qual e a vontade de Deus para aqueles que dizem ser seu povo. Infelismente fomos ensinados a ler as escrituras segundo uma visao pre-estabelecida que infuencia muito a direcao que a igreja esta tomando hoje. Um grande exemplo disso e o texto Biblico que foi apresentado aqui em alguns comentarios; (Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança.
Salmos 33:12); ninguem que citou o texto acima o citou por completo e este e um grande vicio no cristianismo moderno; extrair textos de seu contexto para devender doutrinas pessoais ou denominacionais gerando uma mutidoes de verdades biblicas que nao passam de mentiras. Eu concordo que apartir de momento que nos somos tementes a Deus isso pode influenciar nossos vizinhos, nossa cidade e ate nosso Pais e por conseguencia um grande numero de pessoas seram abencoadas devido sua fidelidade a Deus, entretanto, o texto citado se refere unica e especificamente a Israel. A verdade que vejo nas escrituras e que o mundo sempre andara de mal a pior e devemos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para preservar aqueles que amamos dessa deteriorizacao moral e espirtual que se tornara cada fez mais seria.

ÉLQUISSON disse...

Amado presbítero Valdomiro:

Você fez uma pergunta crucial para o momento em que estamos vivendo:

"...o que o Brasil precisa fazer para se tornar uma nação espiritualmente abençoada (como os Estados Unidos foi no princípio)?"

Respondendo de forma honesta a esta sua pergunta, eu só posso dizer que, infelizmente, não há mais jeito a dar na maldade que acontece no Brasil e no mundo. Não quero te desanimar, amado irmão, mas eu, sinceramente, não creio que o Brasil se torne uma nação abençoada (e não vejo nenhuma esperança de melhora daqui pra frente).

Por que eu digo isso? Pelo seguinte motivo: o governo brasileiro é totalmente corrompido. Os governos de Lula (anterior) e de Dilma (atual) são exatamente iguais. Além de serem do mesmo partido (PT), ambos possuem a mesmíssima agenda: políticas pró–homossexualismo, pró–aborto, anti–família e anti–cristãs. O que podemos esperar de bom de governantes que agem totalmente a favor do diabo e de seus comparsas (e contra os mandamentos da Palavra de Deus)?

A atual bancada evangélica que temos e nada é a mesma coisa. De que adianta termos, na nossa política, pessoas que se dizem cristãs, mas que não têm tido nenhum compromisso com a obediência à Palavra de Deus (e têm sido omissas no combate ao pecado)? Isso sem contar que essa mesma bancada ainda aceita negociar com um governo totalmente podre, demoníaco e imoral!

A nossa obrigação, como cristãos, é resistir ao pecado e continuar a pregar as verdades da Palavra de Deus enquanto ainda podemos (ou enquanto ainda dispomos de uma relativa liberdade). Quando a NOM (Nova Ordem Mundial) for imposta, aquele que se manifestar contra ela será perseguido e morto!

E mais: dizer não ao governo mundial que será imposto num futuro não muito distante é assinar a própria sentença de morte. Sabemos que este mesmo governo matará todos os cristãos que estiverem à sua frente. Por que isso? Porque a perseguição aos cristãos já está prevista na Palavra de Deus, e, portanto, será inevitável. A Palavra de Deus tem que se cumprir até o fim. Deus não é homem para que minta, e nem filho do homem para que se arrependa. O que Deus determinou na Sua Palavra nunca poderá voltar atrás. O próprio Deus disse com todas as letras:

"Assim será a Minha palavra que sair da Minha boca: ela não voltará vazia para Mim; antes fará o que Me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei" (Isaías 55:11)

Nas épocas da Inquisição e do Império Romano, milhões de cristãos foram perseguidos e mortos de todas as formas possíveis. E hoje não é diferente: a perseguição aos cristãos ainda continua (e de forma até mais cruel). Para que maior prova disso do que a perseguição aos cristãos que se recusam a obedecer ao "politicamente correto" do governo e dos homossexuais? Isso sem contar as perseguições e mortes de muitos cristãos em países islâmicos (e em outros onde a Bíblia é proibida)!

De uma coisa eu tenho certeza: o cerco está se fechando, e fatalmente vai chegar o dia em que muitos que se dizem cristãos serão postos à prova para saber quem realmente é cristão de verdade (e não só de boca)! E quantos estarão preparados para este dia?

Tratemos de nos chegar a Deus enquanto ainda podemos, pois sabemos que a volta de Jesus está próximo, e, portanto, precisamos estar preparados. É como diz a Palavra de Deus:

"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar; invocai-O enquanto está perto. Deixe o ímpio o seu caminho, e o homem maligno os seus pensamentos, e se converta ao Senhor, que se compadecerá dele; torne para o nosso Deus, porque Ele é grandioso em perdoar. Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos são os Meus caminhos, diz o Senhor" (Isaías 55:6–8)

Thales disse...

Tudo o que está acontecendo no mundo hoje só faz confirmar que as profecias bíblicas estão se cumprindo fielmente, o que prova, de forma incontestável, que a Palavra de Deus é 100% verdadeira.

E uma coisa que o Élquisson disse é muito certa: enquanto ainda temos uma certa liberdade, temos que pregar as verdades da Palavra de Deus. Quando essa mesma liberdade for tirada, ser cristão será considerado crime contra o governo mundial que será imposto em breve.

A perseguição aos cristãos é somente apenas uma das muitas provas do cumprimento da Palavra de Deus (certamente ainda virão coisas muito piores). Não sei se seria exagero da minha parte, mas eu diria que já estamos, aos poucos, começando a viver "o princípio das dores" (Mateus 24:8)

Mesmo assim, não podemos nos entregar. Apesar de saber que seremos inevitavelmente perseguidos, temos que permanecer fiéis à Palavra de Deus e resistir até o fim (e até que o Reino de Deus venha e acabe de uma vez com todo o mal).

Que estas palavras sirvam de ânimo aos cristãos.

Rodbox disse...

Finalmente consegui entender objetivamente função da Escola de Frankfurt, ví isso na faculdade e lamento muito a abordagem superficial que me foi dada na época e a perpetuação dos mandamentos marxistas naquela turma. Ainda não me vejo em plena luz para distinguir o que vem de ideologias malignas mas um dia chego lá. Tenho encontrado resposta cruciais neste blog e me sentido em paz quanto as minhas convicções, realmente, não estou ficando louco.