Mundo Muçulmano Enfrenta Devastadora Diminuição da Fertilidade
Austin
Ruse
NOVA IORQUE, EUA, 6 de julho
(C-FAM) Os índices de fertilidade das populações muçulmanas no mundo inteiro
quase que literalmente despencaram no precipício, de tão profunda que foi a
diminuição. Especialistas em políticas públicas na ONU e outros órgãos mal
notaram isso.
“Persiste uma noção amplamente
percebida — ainda comumente tida dentro dos círculos intelectuais, acadêmicos e
estratégicos do Ocidente e outros lugares — de que as sociedades ‘muçulmanas’
têm uma resistência especial para embarcarem na vereda da mudança demográfica e
familiar que transformou os perfis populacionais na Europa, América do Norte e
outras regiões ‘mais desenvolvidas’”, escreve Nicholas Eberstadt e Apoorva Shah
na edição de 1 de junho de Policy
Review.
A maioria das pessoas pensa que os índices
de fertilidade muçulmana estão crescendo com rapidez surpreendente. Isso tem
desembocado em pânico sobre a crescente influência muçulmana, principalmente na
Europa. Embora Eberstadt e Shah não lidem especificamente com muçulmanos na
Europa, eles apontam para o fato de que os índices de fertilidade estão
diminuindo em todo o mundo muçulmano e que países predominantemente muçulmanos
têm tido uma queda mais profunda do que qualquer outro país na história.
Usando dados da Divisão de
População da ONU, que projeta os índices de fertilidade para 190 países,
Eberstadt e Shah “avaliam a magnitude das diminuições de fertilidade em 48 dos
49 países e territórios identificados de maioria muçulmana no mundo”. Os dados
mostram que “quarenta e oito países e territórios de maioria muçulmana
testemunharam diminuição da fertilidade durante as três décadas passadas”.
Quando a absoluta redução da
fertilidade é examinada, Eberstadt e Shah mostram “uma queda estimada de 2,6
nascimentos por mulher entre 1975 e 1980 e 2005 e 2010 — uma diminuição
absoluta marcadamente maior do que estimava-se para o mundo como um todo (-1,3)
ou para as regiões menos desenvolvidas como um todo (-2,2) durante esses mesmos
anos. Eles apontam para o fato de que “Dezoito dessas regiões com maioria
muçulmana viram (índices totais de fertilidade) queda em três ou mais durante
esses 30 anos — com nove deles em quatro nascimentos por mulheres ou mais”.
Eberstadt e Shah apontam que em
termos de diminuição relativa da fertilidade, “a estimada média ponderada de
população para regiões de maioria muçulmana como um todo era -41 durante essas
três décadas”. Eles mostram que “22 países e territórios de maioria muçulmana
tinham, conforme as estimativas, sofrido diminuições de fertilidade de 50 por
cento ou mais durante esses três décadas — dez deles em 60 por cento ou mais.
Para o Irã e as Maldivas, as diminuições em índices totais de fertilidade
durante esses 30 anos excederam, conforme as estimativas, 70 por cento”.
Das dez maiores diminuições em índices
totais de fertilidade na era pós guerra “seis ocorreram em países de maioria
muçulmana”, dizem Eberstadt e Shah.
Eberstadt e Shah apontam várias
implicações para essa realidade de rápida redução da fertilidade no mundo
muçulmano. As projeções populacionais da ONU terão de seguir o exemplo. Em
2000, a ONU projetou 102 milhões de iemenitas até o ano 2050. Essa estimativa
foi reduzida para 62 milhões dez anos depois.
Eberstadt e Shah dizem que há uma
“diminuição vindo na população em idade de trabalho (15-64)”. Eles dizem que o
mundo muçulmano enfrentará crescente e debilitante escassez de mão de obra.
Eles também projetam populações rapidamente envelhecendo tal como já estão
experimentando os países europeus de longe mais ricos.
Os autores estão perplexos que
outros especialistas na ONU ou mesmo nos próprios países muçulmanos não
discutem esse problema galopante.
Tradução:
www.juliosevero.com
Fonte:
Friday
Fax
Muçulmanos
são os líderes mundiais em perseguição aos cristãos




Um comentário:
Boa noite.
Várias vezes ouvi/li de pessoas que o islamismo irá dominar o mundo, em função da maior fecundidade das muçulmanas. Embora desconhecesse o tópico do presente artigo, avaliava que acreditar no que as pessoas diziam era uma quimera. Isto porque não haverá tempo hábil para mais uma geração, pois que a nossa, pelos sinais descritos em Mateus, capítulo 24 estão todos na nossa época. Sinais do tempo do fim.
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