20 de junho de 2012

Vá ver “For Greater Glory”


Vá ver “For Greater Glory”

Exclusivo: Joseph Farah elogia filme que defende a liberdade religiosa, a coragem e o sacrifício

Joseph Farah
Se você ama a liberdade e ama a Deus, vá ver “For Greater Glory”, um novo filme de ação intenso com grande elenco e com uma mensagem maior ainda, de grande relevância para o que estamos passando nos EUA hoje.
É uma dramática história real de uma revolta no México que poucos americanos conhecem: a Guerra Cristera, entre católicos e o governo socialista autoritário em 1926.
Os paralelos entre aquela batalha e as tentativas de Barack Obama de restringir a liberdade religiosa nos Estados Unidos de 2012 não passaram despercebidos.
Andy Garcia, Peter O’Toole e Eduardo Verástegui estrelam nesse enredo emocionalmente fascinante sobre um conflito que, à primeira vista, parece tão externo e horripilante, mas que com um exame mais detalhado, é claramente a mesma batalha pela liberdade religiosa que estamos lutando hoje em dia nos EUA.
Nunca é demais recomendar esse filme.
Leve seus filhos. Leve seus amigos. Leve toda a igreja. Esse é um daqueles filmes extraordinariamente redentores de fé, heroísmo e coragem: três atributos que muita falta fazem à nossa cultura de hoje.
Há outro lado interessante no enredo desse filme, e é a maneira como movimentos pela liberdade são com frequência vendidos por poderosas instituições.
É impossível não parar para pensar se a corrupção tão generalizada no México de hoje estaria lá se o Vaticano e o governo dos EUA não tivessem negociado um acordo nada glorioso para solucionar o conflito, longe daqueles que estavam dando suas vidas para colocar Deus acima do governo.
“For Greater Glory” também nos relembra dos enormes sacrifícios feitos pelas pessoas ao longo da história pela causa da liberdade. Ele levanta a pergunta: O que estamos dispostos a sacrificar (se é que estamos a sacrificar algo) para preservar a liberdade?
Inspire-se pelo que você vai ver nesse filme.
Há um garoto que vemos pela primeira vez quando arremessa um tomate em um padre idoso. Como penitência, dizem-lhe para servir ao padre. Seu momento da verdade acontece quando ele decide roubar um relógio que encontra enquanto vasculha a igreja. Mas sua consciência é atingida de tal maneira que ele se torna um fiel fervoroso. Não vou adiantar aonde isso irá levar, exceto que representa um dos elementos mais cativantes do filme.
Similarmente, o personagem de Andy Garcia evolui de um descrente para um fiel fervoroso, disposto a sacrificar tudo: sua riqueza, o amor de sua família, seu honrado status de heroico general mexicano, e a própria vida.
Estou disposto a ver esse filme de novo; e de novo.
Os americanos precisam entender o que os seus fundadores entendiam: que a liberdade nunca pode ser negligenciada. Na história do mundo, ela sempre foi passageira. É hora de esta geração de americanos enfrentar os desafios como fizeram as gerações anteriores: com coragem, determinação, compreensão e devoção.
Levei meus dois filhos para assistir a “For Greater Glory”. Não creio que algum deles estava empolgado para ver um filme de guerra sobre o México do início do século XX.
Mas ambos saíram com lágrimas nos olhos, dizendo que esse era um dos melhores filmes já haviam visto.
Então não espere pelo DVD. Tome a decisão de ir ao cinema esta semana para vê-lo. Precisamos estimular esse tipo de produção nos EUA, premiando o que for bom e elevando o que for redentor. Essa é uma maneira fácil pela qual podemos entrar na batalha pela liberdade nos EUA hoje sem pegar em armas. Podemos defender as influências positivas na nossa cultura e rejeitar as negativas.
Você vai me agradecer por recomendar-lhe esse filme.
Vamos fazer o melhor para que ele seja bem sucedido, para que mais produtores, estúdios e distribuidoras sejam motivadas a fazer mais filmes como esse.

Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: Go see “For Greater Glory”

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