Vá ver “For Greater Glory”
Exclusivo: Joseph Farah elogia filme que defende a liberdade religiosa, a coragem e o sacrifício
Joseph Farah
Se você ama a liberdade e ama a Deus, vá
ver “For Greater Glory”, um novo filme de ação intenso com grande elenco e com
uma mensagem maior ainda, de grande relevância para o que estamos passando nos
EUA hoje.
É uma dramática história real de uma
revolta no México que poucos americanos conhecem: a Guerra Cristera, entre
católicos e o governo socialista autoritário em 1926.
Os paralelos entre aquela batalha e as
tentativas de Barack Obama de restringir a liberdade religiosa nos Estados
Unidos de 2012 não passaram despercebidos.
Andy Garcia, Peter O’Toole e Eduardo
Verástegui estrelam nesse enredo emocionalmente fascinante sobre um conflito
que, à primeira vista, parece tão externo e horripilante, mas que com um exame
mais detalhado, é claramente a mesma batalha pela liberdade religiosa que
estamos lutando hoje em dia nos EUA.
Nunca é demais recomendar esse filme.
Leve seus filhos. Leve seus amigos. Leve
toda a igreja. Esse é um daqueles filmes extraordinariamente redentores de fé,
heroísmo e coragem: três atributos que muita falta fazem à nossa cultura de
hoje.
Há outro lado interessante no enredo
desse filme, e é a maneira como movimentos pela liberdade são com frequência vendidos
por poderosas instituições.
É impossível não parar para pensar se a
corrupção tão generalizada no México de hoje estaria lá se o Vaticano e o
governo dos EUA não tivessem negociado um acordo nada glorioso para solucionar o
conflito, longe daqueles que estavam dando suas vidas para colocar Deus acima
do governo.
“For Greater Glory” também nos relembra
dos enormes sacrifícios feitos pelas pessoas ao longo da história pela causa da
liberdade. Ele levanta a pergunta: O que estamos dispostos a sacrificar (se é
que estamos a sacrificar algo) para preservar a liberdade?
Inspire-se pelo que você vai ver nesse
filme.
Há um garoto que vemos pela primeira vez
quando arremessa um tomate em um padre idoso. Como penitência, dizem-lhe para
servir ao padre. Seu momento da verdade acontece quando ele decide roubar um
relógio que encontra enquanto vasculha a igreja. Mas sua consciência é atingida
de tal maneira que ele se torna um fiel fervoroso. Não vou adiantar aonde isso
irá levar, exceto que representa um dos elementos mais cativantes do filme.
Similarmente, o personagem de Andy
Garcia evolui de um descrente para um fiel fervoroso, disposto a sacrificar
tudo: sua riqueza, o amor de sua família, seu honrado status de heroico general
mexicano, e a própria vida.
Estou disposto a ver esse filme de novo;
e de novo.
Os americanos precisam entender o que os
seus fundadores entendiam: que a liberdade nunca pode ser negligenciada. Na
história do mundo, ela sempre foi passageira. É hora de esta geração de
americanos enfrentar os desafios como fizeram as gerações anteriores: com
coragem, determinação, compreensão e devoção.
Levei meus dois filhos para assistir a
“For Greater Glory”. Não creio que algum deles estava empolgado para ver um
filme de guerra sobre o México do início do século XX.
Mas ambos saíram com lágrimas nos olhos,
dizendo que esse era um dos melhores filmes já haviam visto.
Então não espere pelo DVD. Tome a decisão
de ir ao cinema esta semana para vê-lo. Precisamos estimular esse tipo de
produção nos EUA, premiando o que for bom e elevando o que for redentor. Essa é
uma maneira fácil pela qual podemos entrar na batalha pela liberdade nos EUA
hoje sem pegar em armas. Podemos defender as influências positivas na nossa
cultura e rejeitar as negativas.
Você vai me agradecer por recomendar-lhe
esse filme.
Vamos fazer o melhor para que ele seja
bem sucedido, para que mais produtores, estúdios e distribuidoras sejam motivadas
a fazer mais filmes como esse.
Assista
ao trailer: http://www.youtube.com/watch?v=9QUb_StcVzg
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND:
Go see “For
Greater Glory”
Fonte: www.juliosevero.com




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