21 de junho de 2012

Silas Malafaia intervém para salvar pastor iraniano condenado à morte


Silas Malafaia intervém para salvar pastor iraniano condenado à morte

Julio Severo
O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus, informam Reinaldo Azevedo e Lauro Jardim da revista Veja, entregou a Michel Temer, vice-presidente da República, uma carta assinada por ele e por mais 11 pastores que pede a libertação do pastor evangélico Yousef Nadarkhani, que está preso no Irã, condenado à morte. Temer fez a carta chegar diretamente ao presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad, em sua vinda ao Brasil para participar da conferência Rio+20.
Yousef Nadarkhani, pastor iraniano condenado à morte
O terrorista iraniano, que há anos tem amizade com Lula, nunca recebeu uma reprimenda de seu colega petista pelos descarados abusos de direitos humanos, inclusive ameaças e financiamento de terrorismo contra Israel. A sucessora de Lula também nunca protestou contra as loucuras do iraniano. Maria do Rosário, a ministra da Secretária Especial de Direitos Humanos que vive preocupadíssima com pais que dão palmadas nos filhos e posa de defensora dos direitos humanos, também nunca expressou a mínima preocupação com cristãos e outras minorias que não levam palmadas, mas pauladas, pedradas e tiros no Irã.
A ideologia esquerdista desse trio os impede de defender os inocentes, seja no Irã ou Cuba, ou até mesmo no útero, considerando que para eles o aborto é defender o direito da mulher contra o que eles veem como a invasão do feto no corpo da mulher. Eles aprenderam a usar e abusar das liberdades que são fruto da tradição cristã em países como Brasil.
Há muitos anos, os países de maioria cristã não têm registro de perseguição a outras religiões. Pelo contrário, nesses países as minorias religiosas, inclusive muçulmanas, são protegidas.
Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como autores grupos ou governos que seguem o islamismo. Apesar disso, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o islamismo. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão inchando em todos os países cristãos. Contudo, em todos os países islâmicos os cristãos são, em menor ou maior grau, perseguidos. O Cristianismo é hoje a religião mais perseguida da Terra, até mesmo em países com passado cristão que hoje insistem em usar a desculpa do Estado laico para tirar os direitos dos cristãos e dar direitos excessivos para as minorias, inclusive islâmicas e homossexuais.
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia”, por ter renunciado ao islamismo e aceitado Jesus Cristo. Por esse “crime”, ele foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da lei islâmica, três chances de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã é sua última chance. Se insistir em se declarar seguidor de Jesus Cristo, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução oficial por apostasia no país desde 1990, embora execuções não oficiais ocorram há muito tempo, onde cristãos e até pastores são mortos por seguirem Jesus Cristo. Grupos cristãos do mundo estão se mobilizando em favor da libertação de Yousef.
A chamada “grande imprensa” ocidental não dá a mínima para cristãos perseguidos e, quando noticiam, falam genericamente, como no caso da Nigéria, onde atrocidades e matanças de cristãos provocadas por hordas muçulmanas insanas são tratadas como crimes de autoria religiosamente anônima, sem nenhum vínculo com o islamismo. A mesma imprensa ocidental que encobre os crimes muçulmanos, seja atrocidades em seus países ou estupros sistemáticos em países cristãos, também encobre as vítimas cristãs, fazendo parecer que o morticínio de cristãos que vem ocorrendo em países muçulmanos é inexistente.
Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Contudo, se a polícia apenas pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira manchete de “preconceito” e “perseguição religiosa”.
Os cristãos enfrentam então a calamidade de sofrerem atroz perseguição e matança nos países muçulmanos e, sob a bandeira do Estado laico defendida por esquerdistas, muçulmanos conseguem nos próprios países cristãos usar sua posição de minoria protegida por lei para ameaçar, atacar e mutilar os direitos dos cristãos, tal qual fazem os ativistas gays.
Se ambos os grupos conseguirem silenciar e exterminar os cristãos do mundo, só resta saber o que farão entre si depois. E o que a esquerda fará depois de usá-los.
Malafaia, que apoiou a eleição e reeleição do petista amigo do iraniano terrorista, está, apesar disso, de parabéns pela intervenção em favor do pastor Yousef Nadarkhani.
Silas Malafaia: apoio corajoso ao pastor iraniano condenado à morte
Diferente de protestantes progressistas, que têm apoiado a esquerda brasileira por motivação ideológica e “amor à causa”, os apoios políticos de Malafaia não se inspiram em algum amor à ideologia esquerdista, mas em ignorância, havendo a esperança de ele acordar.
Se não acordar agora, ele e outros pastores poderão acordar mais tarde num país não muito diferente do Irã, onde seguir Jesus é crime. Esse é o país que a esquerda, com a ajuda de milhares de pastores e padres, está construindo no Brasil.
Com informações do blog do Reinaldo Azevedo
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