25 de junho de 2012

O governo é o problema


O governo é o problema

Julio Severo
Trinta anos atrás, o presidente Ronald Reagan disse em seu memorável primeiro discurso de posse: “O governo é o problema”. (Assista ao vídeo aqui: http://www.youtube.com/watch?v=wteMdwFo0Pw) Não que o governo na época dele estivesse fazendo o que está fazendo hoje, promovendo a sodomia, o aborto e até o islamismo.

O governo já era o problema porque não parava de se intrometer e mutilar a liberdade e direitos naturais das pessoas. O governo, que tem a responsabilidade de controlar a criminalidade, estava ocupado controlando os assuntos não-criminais das pessoas. Isso era realmente um grande problema. Isso era o governo.
Esse problema era tão grande que Reagan, como presidente, estava sem condições de lidar com todos os tentáculos do Problema. Ele estava determinado a abolir a vergonhosa lei americana de aborto, que tem assassinado sistematicamente milhões de seus cidadãos em gestação, mas a poderosa máquina do Problema tornou impossível que ele tirasse essa vergonha dos EUA. O Problema foi poderoso demais para ele.
Ele estava em condições de dizer que o governo era o problema porque ele estava na cabeça do Problema, e ele viu seu poder e perversidade, que estão ficando cada vez maiores.
Hoje, o Problema está focado na promoção mundial de problemas, inclusive da sodomia e do aborto, com a ajuda de outros Problemas — governos que voluntariamente ou não aceitam as tendências imorais na cultura e políticas dos EUA.
É agora um Problema Global. Humanamente impossível de ser detido. Arrogante. Imoral. Assassino. Cruel.
Muitos apontariam o dedo e diriam que o problema é seu atual presidente. Mas ele é apenas um presidente problemático do Problema Global.
O Problema cresceu tanto que agora consegue continuar marchando mesmo sem seus presidentes problemáticos, embora eles tenham sido muito úteis no avanço de sua marcha de perversões.
Presidentes problemáticos se sentem à vontade com o Problema. E igual sentimento têm os admiradores deles.
Supremacistas gays, que foram convidados do atual presidente problemático, fizeram gestos obscenos para o quadro do Presidente Reagan durante uma recente recepção de orgulho gay na Casa Branca.
Supremacista gay fazendo gestos obscenos para o quadro do Presidente Reagan na Casa Branca
Eles se sentem à vontade com seu problema na Casa do Problema. Mas eles não se sentem à vontade na presença da imagem de um homem que, mesmo sem condições de domar o Problema, conseguiu apontar com precisão sua natureza e perversidade.
A mera imagem dele é um incomodo para os problemáticos.
Com mais Reagans, o Problema teria um grande problema!
Versão em inglês deste artigo: The government is the problem
Versão em espanhol deste artigo: El gobierno es el problema

Um comentário :

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Não sei se a minha opinião vai ser muito pertinente (ou muito apropriada) para o assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (vocês podem até me corrigir se, por acaso, eu estiver errado).

Diz um ditado popular que "o povo tem o governo que merece". Nunca, aqui no Brasil, isso ficou tão evidente, ou melhor, nunca esse mesmo ditado se confirmou de maneira tão clara como nestes últimos anos.

Basta fazermos uma análise dos governos de Lula (anterior) e de Dilma (atual). Além de serem do mesmo partido (PT), ambos são rigorosamente iguais em todos os aspectos (já que possuem a mesmíssima agenda política). Senão, vejamos alguns dos pontos que eles têm em comum:

– Promoção de políticas de apoio aos "direitos humanos" (leia-se privilégio para os homossexuais e perseguição aos cristãos);

– Discriminalização do aborto, já que o aborto é somente um "caso de saúde pública" (ou seja, o aborto, para eles, não é um crime contra uma vida inocente e indefesa);

– Censura à liberdade de imprensa (e ainda dizem, com a maior cara de pau, que vivemos num país democrático!);

– Tolerância às religiões afro–descendentes, sob o argumento de que elas fazem parte da nossa cultura, e, como tal, não podem ser discriminadas (como o diabo dessas mesmas religiões se disfarça em anjo de luz, só falta dizer que todas elas são de Deus);

– Distribuição de "kits educativos" nas escolas, com a alegação de combater a homofobia (uma forma bem sutil de fazer com que as nossas crianças sejam induzidas ao homossexualismo, promovido pelo ministro Fernando Haddad e por toda a corja do governo e dos homossexuais);

– Homenagem às "vítimas" do regime militar (ninguém jamais procurou saber o verdadeiro passado de Dilma).

Enfim, estas são apenas algumas das muitas semelhanças entre os governos de Lula e o de Dilma (na verdade, o governo de Dilma nada mais é do que a continuação do governo de Lula).

E por que o povo, mesmo sabendo disso tudo, ainda assim vota neles? Por uma razão muito simples: recebendo a "ajuda" (Bolsa–Família) do governo, quem é que não quer ser sempre beneficiado pelo mesmo governo de alguma forma?‏ Tem até gente que ainda tem a cara de pau de dizer: "Se o governo é bom (já que ajuda o povo), por que votar contra ele?" Isso lembra aquela máxima do antigo Império Romano: "Dai pão e circo ao povo, que o império sobrevive".

Não tenho nenhum medo de dizer: a nossa política está tão podre e tão corrompida, que nem mesmo os políticos da bancada evangélica não são dignos da nossa confiança (e, muito menos, merecedores do nosso voto).

Se o povo tivesse vergonha na cara, não colocaria corruptos no poder em troca de qualquer tipo de assistencialismo. Só que o povo, durante as eleições, vota mais com a emoção do que com a razão (ou melhor, vota mais com a barriga do que com a cabeça). E isso, infelizmente, já criou um ciclo vicioso muito difícil de ser quebrado.

Portanto, diante de tudo que foi dito aqui, só dá pra chegar a uma única conclusão: enquanto prevalecer este quadro, ou melhor, enquanto o povo ainda continuar adotando esta mentalidade clientelista (isto é, de só votar em troca de algum tipo de ajuda ou assistencialismo), o nosso país vai estar sempre sendo governado por corruptos.

Que estas palavras sirvam de alerta para que todos, a partir de agora, sejam mais cuidadosos (e não se deixem enganar pelas promessas mentirosas dos muitos lobos em pele de cordeiro que sempre aparecem em todas as eleições)!