27 de junho de 2012

Autoridades afastam professora que sugeriu conversa e cintada em aluno “encrenqueiro” em SP


Autoridades afastam professora que sugeriu conversa e cintada em aluno “encrenqueiro” em SP

Julio Severo
A Secretaria de Educação de Sumaré, no Estado de São Paulo, afastou uma professora que enviou um bilhete aos pais de um aluno “encrenqueiro” de 12 anos pedindo que eles conversassem com o garoto. Ela disse: “Se a conversa não resolver. Acho que uma cintada vai resolver”.
De acordo com a interpretação do jornal Folha de S. Paulo, a sugestão da professora leva os pais a “partir para a agressão”.
Ela ficará sem dar aulas até a conclusão da sindicância interna, que pode durar até 180 dias.
O caso da professora contrasta com a situação de mulheres de posição elevada, como Dilma Rousseff, Maria do Rosário e Eleonora Menicucci, ambas ministras de Dilma. Todas as três já fizeram declarações públicas a favor do aborto.
Nenhuma delas sugeriu que primeiro se deveria tentar alguma comunicação com o bebê a fim de entender seus sentimentos. Elas foram direto ao ponto: aborto. Nada de conversa. Nada de cintada. Apenas tortura médica e morte para a criança inocente, que nunca demonstrou ser encrenqueira dentro do útero, mas que só por existir contraria a raivosidade ideológica de feministas radicais que perderam a capacidade de enxergar o papel de cuidadora, não de assassina, das mulheres.
Nenhuma das três foi afastada do governo por suas declarações a favor de assassinato de bebês. Nenhum das três passou por sindicância. E a Folha de S. Paulo nunca insinuou que a declaração delas leva as mães a “partir para a agressão” contra os bebês em gestação.
As três estão livres, e defendendo a pena de morte para os bebês em gestação. Mesmo assim, gozam de ampla defesa de jornais como a Folha de S. Paulo.
Contudo, a professora foi afastada, como se ela tivesse imitado as três com alguma sugestão de violência e morte. O consenso na mídia foi unânime: ela é culpada. A Globo, cuja jornalista do Jornal Hoje fez cara feia pública para a professora, parece ter usado o caso para malhar a posição “pró-palmada”, que é o principal obstáculo para a aprovação da Lei da Palmada, que tem o apoio explícito do governo petista e da Rede Globo.
Não é de hoje que o Jornal Hoje incita para o lado animal de sua ideologia. Sempre que pode, o JH tenta incitar sua audiência contra o que chama de “homofóbicos”.
Sem saber, a professora e seu caso, inclusive o aluno e seus pais, estão sendo usados num grande jogo de poder político.
A mesma jornalista e sua chefona Globo nunca fizeram cara feia para as três que acham muito melhor crianças abortadas do que disciplinadas. A professora é culpada; as três não.
Não sei qual é o caso específico da professora e estou sem condições de dizer se o conselho dela foi acertado ou não para sua situação particular, mas sei qual é o caso das três.
A pergunta importante agora é: Se a professora pode ser afastada, o que merecem as três?
Com informações da Folha de S. Paulo.

8 comentários :

IMPORT disse...

Se ela tivesse sugerido que dar a bunda é normal,que fazer aborto numa adolescente, ou fumar maconha é normal, etc...ae não teria problema

Nil disse...

Um sobrinho meu levou uma surra na escola, ele desentendeu com um colega da escola.

Este colega o pegou desprevenido dando nele uma sequência de socos ao estilo desses lutadores de MMA.

Meu sobrinho levou tantos murros que foi preciso ir ao hospital para tratamentos. Foi pego tão desprevenido que não deu se quer um murro no agressor.

Na escola não fizerão nada praticamente contra o agressor.

A verdade é que alunos-problemas não podem tomar um surra nem se quer dos país.
Mas ! Estes alunos-problemas não perdem a oportunidade de surrar colegas mais fracos e despreparados .

Vejam nas escolas quantas crianças,adolecêntes e jovens apanham de " alunos encrenqueiros " este da cidade de Sumaré.

Doug disse...

Aluno problema tem que ser denunciado a Fundação Casa, como risco de agressão aos demais alunos comprovadamente perseguido e espancados, lugar de menor agressor, caso não mude de comportamento é fundação casa e ponto final.

Anônimo disse...

KARINE - Nossa, vi a tal reportagem do JH, quanta hipocrisia! Esses meninos mal criados são o que são por falta de correção mesmo, e física! Coitada da professora, ela mesma deveria ter vontade de dar umas boas chineladas no menino, mas como não podia, apelou logo pra quem? Pra duas bananas (sem pijama)! Quem tem uns pais desses, não precisam de inimigos... O povo fica inventando desculpa pro mau comportamento do criatura! Aí vem um e diz: deixa o pobrezinho, ele é doente (ou doido). Doido? Acredito que ele seja doido se comer M** ou rasgar dinheiro... Me poupem todos vocês, BANANAS, me poupe também o Jornal Hoje, influenciador, incentivando opiniões para que seja aprovada essa lei infame de que não se pode mais corrigir os filhos com palmadas. Sem as palmadas, o que já é ruim, vai ficar PIOR, anotem o que estou dizendo...

Fabiano disse...

O dia em que este filho começar a agredir os pais, e os mesmos não terem a quem se queixar, com certeza irão lembrar dos conselhos da professora... Mas aí será tarde demais, seus BANANAS - como disse a colega acima -.
Já não basta que moleque de 16 anos, com 1,80 de altura, mata, rouba, trafica, faz arrastão etc, e nada acontece? Querem mais delinquentes ainda?
Por essas políticas sujas que vemos as praças lotadas de cheiradores de cola e crack.
Ah, por falar em crack... Que vergonha, que tapa na cara do governo petista, ver os próprios traficantes dizendo que vão acabar com a tal droga, pois não gera lucro... Coisa que corruptos incopetentes não conseguiram fazer. Ainda juram que são de um partido socialista. Hunf.
Eu vivi no tempo da palmatória... Tô cada dia mais vivo, com saúde, e agradeço a minha professora por SABER me disciplinar, me fazer saber o que é compromisso, cumprir regras etc.
Em tempo: Antigamente era o aluno que ia expulso, hoje são os professores... Vá entender a cabeça dessa raça "progressista".

Fabiano disse...

Se esta escola não se colocar ao lado da professora, jamais terão moral para sequer chamar a atenção de um aluno. Os alunos, no dito popular, irão defecar na cabeça deles - professores, cordenadores, merendeiras e, até a diretora, vai ter que obedecer as regras que a gurizada impôr.
Tá bom assim???

João Batista disse...

Na bíblia católica está escrito o seguinte: Aquele que ama seu filho, castiga-o com freqüência, para que se alegre com isso mais tarde, e não tenha de bater à porta dos vizinhos.
Não lhe dês toda a liberdade na juventude, não feches os olhos às suas extravagâncias:
obriga-o a curvar a cabeça enquanto jovem, castiga-o com varas enquanto ainda é menino, para que não suceda endurecer-se e não queira mais acreditar em ti, e venha a ser um sofrimento para a tua alma.
Educa o teu filho, esforça-te (por instruí-lo), para que te não desonre com sua vida vergonhosa. (Eclo 20, 1.11-13)

Anônimo disse...

É triste, uma profissão tão bonita e honrosa como a de Mestre está ficando perigosa. Professor agora se falar um A mais alto, é hostilizado de todas as formas... Gente, não estão vendo que isso está errado? Os adultos devem exercer poder sobre os mais novos, mas está tudo trocado. Ja vi criança de 3,4,5 anos meter a mão na cara da MOSCA MORTA da mãe por ela ter tentado dizer algum nãozinho pra ele. Pois continuem apanhando na cara, seus covardes! Minino meu não olha pra mim nem com cara feia, porque sabe o respeito que eu exijo dele. Mil leis anti-palmadas podem ser criadas, no dia que meu menino precisar, uma chinelada ele vai ganhar. E se um dia ele ousar me denunciar, outra vai levar...