13 de maio de 2012

Obama branco apoia adoção de crianças por duplas gays


Obama branco apoia adoção de crianças por duplas gays

Mitt Romney, candidato republicano para enfrentar Obama na eleição presidencial dos EUA, tem pouca diferença de Obama na questão da agenda gay. Ele é, em essência, o Obama branco. 

Comentário de Julio Severo:
Para uma comparação, a eleição presidencial americana deste ano poderá se parecer com a última eleição presidencial do Brasil, onde os brasileiros tinham para escolher Dilma (socialista) e Serra (socialista). Na questão de aborto e homossexualismo, os dois poucos diferiam.
Dilma era basicamente um Serra, e Serra era uma versão diplomática de Dilma. Eram duas faces da mesma moeda.
Em termos gerais, Dilma é um Obama de saias, e Romney é basicamente um Serra. A comparação é muito limitada, pois Obama é uma ameaça mundial infinitamente pior do que Dilma.
Obama e Romney são basicamente duas faces da mesma moeda. Os eleitores americanos estão ferrados!
Quem vai ganhar a eleição americana?
Obama: “Eu vou ganhar! Eu apoio o ‘casamento’ gay!”
Romney: “Eu vou ganhar! Eu apoio a adoção de crianças por duplas gays!”
Comentário de Don Hank:
A adoção de crianças por duplas gays é a principal razão por que pessoas com a capacidade de raciocinar rejeitam o “casamento” gay. Pense em crianças sendo forçadas a viver com 2 indivíduos mentalmente aberrantes até chegar à vida adulta. Contudo, o Obama branco diz que é totalmente a favor da atitude de sujeitar crianças inocentes a uma infância na companhia de dois indivíduos dedicados a violar as leis de Deus e da natureza.
Uma das melhores respostas às pessoas que apoiam o “casamento” gay seria primeiro perguntar se elas acreditam em adoção de crianças por gays. Invariavelmente elas dirão sim. Então, outra pergunta:
O que você preferiria: ser criado por uma mãe e um pai ou por uma dupla de mesmo sexo?
Se disserem que preferem uma dupla gay, diga: O que você tem contra sua mãe e seu pai?
Se disserem um casal normal, diga: Então por que você quer que outras crianças tenham de passar pelo sofrimento de algo que você não quereria para si?
Compreendo a importância de se livrar de Obama. Mas se você, americano, orar e fizer a escolha de não votar ou votar num candidato que não seja nem um Obama branco nem um Obama negro, quem poderia culpar você depois de ler a seguinte matéria recomendada pelo WND:

Romney apoia o direito de duplas gays adotarem

“Em minha opinião, isso é algo que as pessoas têm o direito de fazer”
(USA Today) — Mitt Romney reafirmou seu apoio às duplas gays de adotar crianças.
Numa entrevistas na quinta-feira na Fox News, o candidato presumível do Partido Republicano disse que é “muito bonito” que as duplas de mesmo sexo adotem crianças. Mais uma vez, ele disse que se opõe ao casamento gay, que o presidente Obama agora apoia.
“Se duas pessoas do mesmo gênero querem viver juntas, querem ter um relacionamento amoroso e até querem adotar uma criança, em meu estado indivíduos do mesmo sexo podiam adotar crianças”, disse Romney, ex-governador de Massachusetts. “Em minha opinião, isso é algo que as pessoas têm o direito de fazer, mas chamar isso de casamento é… se distanciar do real significado dessa palavra”.
Traduzido do comentário original de Don Hank e do artigo de WND: Romney supports right for gay couples to adopt

5 comentários :

MARIA disse...

Que lástima!

AnaMaria disse...

Perdão pelo palavreado, mas eis o que veio-me na mente: É a merda pela bosta e vice-versa!

“Em minha opinião, isso é algo que as pessoas têm o direito de fazer” -- Assim como o de abortá-las e o de estuprá-las também? E ISSO É BONITO?? ¬¬

Você pode ter sua opinião, seu cretino, mas serão as pobres criancinhas, vítimas dessa tua fantasia depravada que tu chama de "bonito", que enfrentarão tal realidade! Enquanto tu se gaba com tua opinião, serão as crianças a pagar! ¬¬

Anônimo disse...

É o fim do mundo!

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Não sei se a minha opinião vai ser muito pertinente em relação ao assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (vocês me corrijam se, por acaso, eu estiver errado).

Religiosamente falando, a verdade é que os Estados Unidos era, até alguns anos atrás, considerado o país mais protestante do mundo. E muita gente dizia que era o país mais cristão do mundo. Só que, atualmente, não aparenta ser nada disso (pelo menos é assim que eu vejo).

Estive conversando com uma professora americana que esteve há alguns meses aqui em Recife (onde eu moro). Quando eu perguntei a ela como ela via os Estados Unidos no sentido moral e espiritual, ela me disse precisamente isto:

"O nosso país (Estados Unidos) tinha tudo para ser um país abençoado (e até para servir de referência cristã para o mundo). No começo, éramos muito tementes a Deus. O problema é que, com o passar do anos, o desenvolvimento científico e o progresso material e financeiro subiu à cabeça de alguns dos nossos governantes, e, com isso, eles já passaram a não se importar mais com a obediência à Palavra de Deus. Em outras palavras: a obediência a Deus e à Sua Palavra foi relegada a segundo plano".

E ela ainda acrescentou mais algumas coisas assustadoras:

"Em muitas cidades, há locais onde se pratica a bruxaria, existem pessoas que fazem parte de movimentos (como a Nova Era), há as que estão metidas em seitas satânicas (sem contar que a Igreja de Satã está situada na Califórnia), o homossexualismo está aumentando a cada dia, temos casos de pregadores evangélicos, políticos e agentes do governo envolvidos em diversos escândalos (inclusive escândalos sexuais), e, também, há a tolerância ao islamismo. Enfim, o nosso país está se destruindo em todos os sentidos (inclusive moralmente). Que esperança podemos ter, ou melhor, qual será o futuro da nação americana se tal estado de coisas continuar?"

Eu respondi a ela exatamente o seguinte:

"Quando uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente na sua própria sabedoria, essa mesma nação fica entregue à própria sorte (como um barco à deriva num mar revolto, prestes a afundar). Os verdadeiros cristãos precisam voltar à obediência à Palavra de Deus para recolocar a nação no caminho certo".

Não sei se esta minha resposta foi 100% satisfatória, mas ela, de qualquer forma, aprovou. E eu até citei o Salmo 33:

"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" (Salmo 33:12)

Ela agradeceu a minha atenção e disse que iria divulgar o nosso diálogo num encontro evangélico.

Tem horas que eu fico pensando aqui comigo: será que aqui no Brasil não estaria acontecendo a mesma coisa? Se alguém daqui estivesse dialogando com essa americana, quem poderia dar uma avaliação exata dos Estados Unidos, ou melhor, qual seria o diagnóstico dos americanos no sentido moral e espiritual?

E mais: o que o Brasil precisa fazer para se tornar uma nação espiritualmente abençoada (como os Estados Unidos foi no princípio)?

Espero uma resposta sensata de alguém na primeira oportunidade.

P.S: Se alguém daqui quiser se manifestar, esteja à vontade

Marcio Gil disse...

Esta situação dar um tom de perplexidade. O horror do absurdo. Agora, lamentar não resolve muita coisa. Quem deve se posicionar e ir a luta são os cristão dos Estados Unidos. Se eles não reagem deve ser porque não temos mais certeza que estão vivos.