29 de abril de 2012

Mulheres com mais filhos vivem mais


Mulheres com mais filhos vivem mais

SYDNEY, Austrália, 13 de abril de 2012 (LifeSiteNews.com) — Mulheres podem esperar viver mais com cada filho que têm, um padrão que dá para se notar especialmente naquelas que têm muitos filhos, de acordo com pesquisadores australianos, que apesar disso disseram que as mulheres não deveriam ter muitos filhos porque famílias grandes são ruim para o meio-ambiente.
Reportagem de sexta-feira do jornal Sydney Morning Herald apresentou os resultados de um estudo feito por pesquisadores da Universidade de New South Wales, o qual analisou 1.200 mulheres com mais de 60 anos de idade desde 1988.
O estudo revelou que mulheres com seis ou mais filhos tiveram 40 por cento menos probabilidade de morrer durante o período de acompanhamento de 16 anos do que as mulheres que não tinham filhos, uma expectativa que aumentava previsivelmente com cada bebê que tinham. Os pesquisadores disseram que, embora não se soubesse exatamente por que os bebês aumentam a expectativa de vida, os resultados correspondem às descobertas de estudos em outros países também.
A família Duggar é possivelmente a maior família dos EUA
Mas o professor adjunto Leon Simmons dissuadiu os casais de terem mais filhos com base nos resultados, dizendo que famílias grandes são ruins para o meio-ambiente.
“Não estou defendendo que você tenha seis ou 14 filhos, mas realmente parece que ter mais filhos é bom para a sobrevivência”, disse ele.
O estudo também revelou que homens com mais filhos tinham menos probabilidade de morrer mais cedo, embora a ligação não seja tão clara quanto é com as mulheres.
Em décadas recentes, cientistas têm elucidado as propriedades de cura da gravidez, principalmente o microquimerismo de células fetais, um fenômeno que já foi revelado que fornece exclusivos benefícios de saúde para uma mãe graças a seu bebê em gestação.
Num livro sobre ciência da gravidez lançado no ano passado, a escritora científica Jena Pinctott descreveu como as células fetais penetram o corpo da mãe, inclusive células-tronco que migram para as feridas da mãe para estimular cura, num mecanismo que fortemente indica que as próprias células de um bebê “consertam e rejuvenescem as mães”. Acredita-se que as células jovens permaneçam com a mãe pelo resto de sua vida.
Por exemplo, as células fetais de um bebê aparecem de modo significativo mais vezes nos seios saudáveis da mãe e menos vezes numa mulher que tem câncer de mama, de acordo com os números citados por Pinkott.
Numa entrevista de 2006, o especialista em genética Dr. Kirby Johnson do Centro Médico Tufts de Boston recordou uma mulher com um fígado adoecido, cuja biopsia revelou “coberturas de células” dos bebês de suas cinco gravidezes — duas delas terminadas em aborto propositado — que haviam se congregado perto das áreas machucadas do fígado.
Traduzido por Julio Severo do artigo de LifeSiteNews: Women with more kids live longer: study

2 comentários :

ÉLQUISSON disse...

Não sei se a minha opinião seria apropriada para o assunto deste artigo, mas vou dizer exatamente o que eu penso (e gostaria que todos daqui se manifestassem).

A modernidade criou, juntamente com a tecnologia, um desejo muito grande de consumo. Eu diria que o que vivemos hoje é um consumismo desenfreado. Do jeito que muitas pessoas estão dando mais importância às próprias carreiras profissionais do que às famílias, não é de se espantar que muitas crianças de certos casais estejam crescendo sem o devido acompanhamento por parte dos pais. E essas mesmas crianças, infelizmente, estão destinadas a ser futuros jovens e adultos emocionalmente imaturos ou desajustados.

Infelizmente, o próprio sistema educacional, já corrompido pelo mal (e por valores esquerdistas, marxistas, comunistas e socialistas), nos impõe valores totalmente contrários aos que aprendemos na nossa família. Em outras palavras: a escola tem uma grande parcela de culpa nesse sentido. Somos ensinados a valorizar mais o "ter" do que o "ser", a cultivar o individualismo, enfim, a ser egoístas. Tanto é que o apóstolo Paulo dá o diagnóstico preciso dessa decadência moral que vivemos nos dias de hoje:

"Nos últimos dias, haverá tempos críticos, difíceis de suportar; porque os homens serão amantes de si mesmos, egoístas, pretensiosos, soberbos, blasfemadores, desleais, caluniadores, ferozes, falsos, sem afeição natural, antes amantes dos prazeres do que amantes de Deus, tendo uma forma piedosa de devoção, negando-lhe, porém, o poder" (2 Timóteo 3:1–5).

Eu pergunto: o que está acontecendo com a geração atual não é a confirmação destas palavras do apóstolo Paulo?

A verdade é que ninguém hoje está mais a fim de um compromisso sério (leia-se casamento). Muitas mulheres simplesmente abominam essa idéia. Teve uma que me disse sem a mínima cerimônia: "Para que eu vou passar o resto da minha vida com um homem controlando a minha vida? Eu quero ser independente, viver intensamente (sem ter que dar satisfação da minha vida a ninguém), alcançar a minha realização profissional (e financeira), não quero ficar submissa a ninguém! Casamento? Nem em sonho!" A moda hoje é "ficar", ou seja, ter um relacionamento despretensioso (sem qualquer tipo de responsabilidade). Isso tudo é o resultado da adoção (e da aceitação) do feminismo em alguns países.

A diminuição do número de casamentos (e também de famílias constituídas) tem trazido conseqüências graves em todo o mundo: mais homens solteiros, mais mulheres solteiras, mais gays e mais lésbicas. Mas o pior disso tudo é a queda da taxa de natalidade. Só para que todos daqui tenham uma idéia disso, a China já está começando a sentir as conseqüências do rígido controle de natalidade imposto a todos os seus cidadãos: está havendo falta de pessoas no mercado de trabalho. Além da China, alguns especialistas já alertaram que a Europa está passando por um processo muito rápido de envelhecimento populacional (inclusive já há casos de alguns países europeus com um alto índice negativo de novos nascimentos). E a tendência, pelo jeito, é que esta situação continue a se agravar (caso não seja tomada nenhuma providência).

Diante disso tudo, eu pergunto:

- O que fazer para mudar (ou reverter) este quadro?

- O que podemos fazer para salvar o casamento (que, como já se ouviu dizer por aí, é considerado por muitos como uma instituição falida)?

Espero uma resposta sensata de alguém na primeira oportunidade!

Anônimo disse...

Família linda os Duggar a ciência, tá mostrando a VERDADE do que Deus constituiu a "VIDA" a formação do ser humano começa na concepção. Ester!!!!!!!