7 de abril de 2012

Hungria Desafia Críticos com Nova Lei em Defesa da Família

Hungria Desafia Críticos com Nova Lei em Defesa da Família

Dra. Susan Yoshihara
NOVA IORQUE, 27 de janeiro (C-FAM) Líderes húngaros aprovaram uma lei que protege a família tradicional, desafiando continuas críticas de que sua nova constituição restringiria o aborto e a homossexualidade.
A nova lei diz que a família, baseada no casamento de um homem e uma mulher cuja missão é cumprida através da criação de filhos, é uma “comunidade autônoma… estabelecida antes do surgimento da lei e do Estado” e que o Estado tem de respeitá-la como questão de sobrevivência nacional. A nova lei diz: “A vida embrionária e fetal deverá ter garantido o direito à proteção e respeito desde o momento da concepção”, e o Estado tem de incentivar “circunstâncias favoráveis” para o cuidado das crianças. A lei obriga os meios de comunicação a respeitar o casamento e a responsabilidade de criar e educar filhos e concede aos pais, em vez de ao Estado, a responsabilidade principal na proteção dos direitos da criança. A lei enumera as responsabilidades para os menores de idade, inclusive o respeito e o cuidado dos pais idosos.
O propósito da lei é “criar um ambiente legislativo previsível e seguro para a proteção da família e a promoção do bem-estar familiar, e o cumprimento da Lei Fundamental”, a nova constituição da nação, a qual entrou em vigor em 1 de janeiro e foi aprovada por uma votação de 262 contra 44 em abril passado.
A Lei Fundamental anulou a constituição húngara da era comunista e data sua democracia desde a revolução contra a União Soviética em 1956 e o colapso soviético em 1990. A Hungria é a última nação da Europa Central a aprovar uma constituição pós-era comunista.
A constituição pede a proteção da vida desde a concepção e proíbe a tortura, tráfico humano, eugenia e clonagem humana. Ela reconhece o casamento como a “união matrimonial de um homem e uma mulher”.
A Anistia Internacional disse que o artigo que protege a vida desde a concepção poderá “minar os direitos das mulheres e meninas” que estão “consagrados em vários tratados assinados e ratificados pela República da Hungria, tais como a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (conhecida pela sigla em inglês CEDAW), o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC) e a Convenção dos Direitos das Crianças (CDC)”. A organização disse que o artigo que define o casamento “poderá preparar o terreno para a introdução de uma proibição explícita aos casamentos de mesmo sexo, o que viola as normas antidiscriminação internacionais e europeias… consagradas pelo Artigo 23 do PIDCP [Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos]”.
De forma semelhante, a organização Human Rights Watch invocou os tratados de direitos humanos da ONU numa carta exortando o presidente da Hungria a “fazer uma emenda à constituição para garantir o respeito aos direitos reprodutivos das mulheres”. O golias dos direitos humanos expressou a preocupação de que a cláusula antidiscriminação de “raça, cor, sexo, deficiência física, idioma, religião, opinião, origem ou condição política, nacional ou social, nascimento e quaisquer outras circunstâncias” exclui referência à orientação sexual ou identidade de gênero que eles disseram estava garantida no PIDCP.
Especialistas legais internacionais repudiaram as alegações das organizações de direitos humanos dizendo que a Hungria tem o direito de aprovar uma constituição sem interferência. Eles apontaram para o fato de que nenhum tratado da ONU chega a mencionar aborto, orientação sexual ou identidade de gênero e que a Assembleia Geral da ONU nunca aceitou tais redefinições.
Roger Kiska, especialista legal europeu, vê as novas leis da Hungria como parte de uma tendência crescente entre os países europeus de recuar em tais interpretações e proteger a vida e a família. Mark Palmer, ex-embaixador americano na Hungria, disse que a expulsão da Hungria da UE é “agora não mais impensável”, mas Julia Lakatos, analista húngara, minimizou a polêmica, dizendo ao jornal CSMonitor: “Grande parte das críticas do exterior são exageradas”.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Sancionada nova Constituição da Hungria reconhecendo a vida desde a concepção

13 comentários :

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Os húngaros estão de parabéns pela sua defesa da família em todos os aspectos.

O que eu achei mais interessante disso tudo foi os húngaros determinarem que a criação e a educação das crianças deve ser dada exclusivamente pela família. A Hungria não confiou essa responsabilidade ao Estado.

Os húngaros mantiveram uma postura firme em suas convicções e não se curvaram às exigências da ONU, que deseja impor o aborto e o homossexualismo a tudo e a todos.

Pode ser que a Hungria não seja um país 100% cristão, mas está agindo melhor do que muitos países que se dizem cristãos (como o Brasil).

Por que o Brasil não segue esse exemplo da Hungria no sentido de preservar a integridade das famílias?

O que os políticos da bancada evangélica estão fazendo a favor do nosso povo?

Deixo estas perguntas no ar para alguém responder na primeira oportunidade!

Fabiano disse...

Este tipo de exigencia que a ONU faz, com pressão dos EUA, igualá-se a um vizinho que entra porta a dentro da tua casa e diz: Ou tu educa teus filhos assim como educo os meus, ou vou mandar que te cortem a luz e a água. Isto chega a ser um desaforo. Critique um gay e sofrerá as consequencias... Mate um cristão e serás benificiado com o silencio da mídia!
Não sei mais em que mundo estamos vivendo... quando digo a alguém que tenho saudades do passado, no tempo em que os pais tinham liberdade para educar os filhos, e os filhos se criavam HOMENS ou MULHERES, me chamam de retrogrado, que só museu vive do passado, que já estamos no século 21 e bla bla bla... Toda aquela baboseira que os "moderninhos" usam como muleta, para escorar seus pecados e bizarrices.
A Hungria deve firmar o garrão no seu objetivo, não se intimidar com ameaças da ONU ou dos yankees.

Bruno disse...

Quando vai ser a vez do Brasil?

Anônimo disse...

Seu site é maravilhoso e muito edificante para mim irmão Júlio, gradativamente as informações que foram sendo me repassadas, sempre com as citações de fontes legítimas e isentas, que atestam ser verdadeiras suas denúncias, me levaram a entender o patrocínio ao aborto como uma pressão das grande corporações sobre os governos, devido ao lucro que os produtos criados a partir dos fetos poderá gerar e agora enxergo a política de desagregação da família como uma arma bélica para a dominação das pessoas não mais a serviço desta ou daquela nação mas de um grupo de pessoas que quer nitidamente exercer o controle sobre todas as nações da terra

Arnaldo Estevão disse...

Seu site é maravilhoso e muito edificante para mim irmão Júlio, gradativamente as informações que foram sendo me repassadas, sempre com as citações de fontes legítimas e isentas, que atestam ser verdadeiras suas denúncias, me levaram a entender o patrocínio ao aborto como uma pressão das grande corporações sobre os governos, devido ao lucro que os produtos criados a partir dos fetos poderá gerar e agora enxergo a política de desagregação da família como uma arma bélica para a dominação das pessoas não mais a serviço desta ou daquela nação mas de um grupo de pessoas que quer nitidamente exercer o controle sobre todas as nações da terra

Anônimo disse...

Irmão Julio,
Alegra-me, mas não me surpreende essa posição húngara. Antes mesmo da queda final do comunismo na Hungria, fui convidado para um seminário internacional, na Universidade de Zeged. Era verão, e bastante quente. Um dia
tive ocasião de ir ao centro da cidade, ao meio-dia, e como estava muito quente entrei na bela catedral católica, para ficar à sombra um pouco. Admirei-me então do número de jovens escolares que estavam naquela catedral, rezando na hora do almoço, com rosários nas mão e em atitude bem devota. O comunismo não derrotara o espírito religioso daquele povo, nem conseguira implantar o ateísmo, como em Cuba, Koréia do Norte e outros países, onde o ateísmo do estado foi implantado a ferro e a fogo. Fiquei realmente emocionado com o que vi.

Helena disse...

Quem dera, despontasse como exemplo a outras nações paralizadas, entre o espanto e a inércia...
Uma luz no fim do túnel ? Um estímulo....obrigada, Julio.

Anderson Koberstein disse...

Parabéns, a Hungria está tomando as providências certas.

VERDADE VERDADEIRA disse...

OLA JULIO ADIMIRAMOS MUITO TEU EMPENHO E TRABALHO POREM DEFENDER SILAS MALAFAIA FORA DE COGITAÇÃO

Idevam disse...

Bruno Infelizmente o Brasil ja a Muitos anos segue servilmente os ditames da ONU o ECA e so um exemplo entre tantos outros disso para ONU o Brasil e o quintal deles

Fabiano disse...

Idevam.
Se for assim, eu não sou considerado brasileiro.
Sou brazuca e te digo: DEUS derrotou exércitos de fúrias, de HOMENS fortes de verdade!!!
Essas "mixarias" que querem distorcer ou menosprezar a palavra, nem combater o SER SUPREMO, querem... Eles querem o trono que o inimigo acentou aqui na terra... Mas toda a glória sempre será dada ao SANTO DOS SANTOS, JESUS!

Idevam disse...

Julio está notícia me chamou a atenção

Investigação da BBC revela programa de esterilização de mulheres no Uzbequistão 11 abr 2012 07:58 BSB Uma investigação da BBC levantou provas de que existe um programa secreto para esterilização de mulheres no Uzbequistão. A repórter Natalia Antelava conversou com mulheres que foram esterilizadas sem consentimento ou até mesmo sem tomar conhecimento da medida. A maioria passou por ligadura cirúrgica de tubas uterinas. Outras tiveram seu útero removido após o nascimento do segundo ou terceiro filho. Algumas das mulheres disseram que foram abandonadas pelos maridos, quando eles descobriram sobre a esterilização. Médicos disseram que o ministério da Saúde do Uzbequistão estabeleceu metas mensais de esterilização de mulheres. O governo negou categoricamente qualquer política do tipo.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/celular/ultimas_noticias/2012/04/120411_esterilizacao_uzbequistao_rn.shtml

Idevam disse...

O Governo Húngaro Está de Parabéns

Enquanto iso o Dresgoverno do Brasil não esta nenhum pouco preocupado com a população o povo que eles dizem amar eles permitem que esses aviãos cruzen o pais de norte a sul deixando um rastro de fumaça branco e ninguém esplica nada a grande mídia nada fala sobre iso