3 de abril de 2012

Cidade proíbe Bíblia durante festival gay

Cidade proíbe Bíblia durante festival gay

Exila os cristãos a uma “zona livre” longe do festival do orgulho gay

Por uma década, Brian Johnson tem entregado Bíblias pacificamente durante o Festival de Orgulho Gay Twin Cities em Minneapolis, mas se ele tentar de novo esse ano, ele teme que possa ser preso.
Através de hábil disputa legal, os organizadores do Festival Orgulho Twin Cities, evento gay anual celebrando a homossexualidade, convenceram a prefeitura de Minneapolis a permitir que eles exilassem qualquer pessoa que tentasse distribuir Bíblias ou comunicar mensagens não aprovadas no evento, obrigando-a a permanecer na “zona livre”, longe do evento gay.
Agora Johnson está entrando com um processo federal contra a prefeitura, alegando que ela não pode proibir os direitos de liberdade de expressão da Primeira Emenda a um quarteirão de 10’ x 10’ de terra batida, especialmente durante um grande evento público no qual os organizadores tem uma permissão não exclusiva de uso do parque.
“A prefeitura não deveria estar exilando a liberdade de expressão, deveria estar protegendo-a”, disse Nate Kellum, um advogado do Fundo de Aliança de Defesa (ADF), que está auxiliando Johnson. “É ridículo dizer que o único lugar onde uma pessoa pode entregar uma Bíblia é em uma área onde não há ninguém para se entregar uma Bíblia. A Constituição simplesmente não permite que a prefeitura relegue a liberdade de expressão a regiões isoladas onde ninguém pode receber a mensagem. Isso não é liberdade de expressão nenhuma. É pura censura”.
Johnson começou a frequentar o Festival de Orgulho Gay em 1995, oferecendo Bíblias gratuitamente e conversando sobre o amor de Jesus Cristo e a salvação, mas nunca, ele diz, usou uma mensagem de confrontação ou condenação à homossexualidade.
“Durante muitos anos, [eu tenho] me deparado com muitos indivíduos na comunidade GLBT que têm expressado desdém e desconfiança para com a religião instituída”, Johnson afirma nos documentos arquivados na Corte Distrital dos Estados Unidos de Minnesota, “e [eu quero que] esses indivíduos conheçam o verdadeiro Jesus”.
Em 1998, Johnson até começou a alugar um estande todos os anos no Festival de Orgulho Gay, para então ter um lugar central para distribuir Bíblias e sua mensagem da salvação de Deus para todos os pecadores, não importando quais pecados eles tivessem cometido.
O Festival do Orgulho Gay, um evento de dois dias que se reúne no Parque Loring, o maior da cidade, tem sido um acontecimento anual pelos últimos 30 anos e atrai mais de 200.000 pessoas com seus múltiplos palcos de eventos ao vivo e atmosfera de carnaval — um lugar perfeito, Johnson diz, “para alcançar tantas pessoas quanto possível com [a] mensagem das boas novas”.
Mas em 2009, o Orgulho Twin Cities negou a Johnson a solicitação para um estande e posteriormente confrontou-o e a sua família quando eles chegaram ao parque para distribuir Bíblias no meio da multidão. A polícia da cidade apareceu e prendeu Johnson por invasão de propriedade, apesar das acusações terem sido retiradas posteriormente.
O Orgulho Twin Cities então processou a prefeitura, buscando uma liminar e ordem de restrição contra a distribuição de Bíblias de Johnson.
De acordo com o informe da KARE-TV, advogados do Orgulho Twin Cities disseram que se a prefeitura permitisse Johnson no parque durante o festival, iria violar a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que assegura que organizações privadas com uma permissão de uso de via pública para fins de expressão não pode ser forçada pelo governo a incluir um grupo cuja mensagem contradiz a do organizador [do evento].
Eileen Scallen, co-conselheira do Festival de Orgulho argumentou que a recusa da prefeitura parar Johnson seria “semelhante a permitir que a Klu Klux Klan  transmitisse suas visões racistas e anti-imigração no Festival Cinco de Maio”.
Mas Johnson alega que a analogia não é verdadeira para seu ministério.
“Johnson não tinha interesse em participar — ou interferir — atividades do Festival de Orgulho”, seu processo alega. “Ele apenas queria expressar sua mensagem através da distribuição de Bíblias, uma mensagem distinta da do próprio festival. Johnson apenas queria entregar Bíblias e falar sobre Jesus”.
Além disso, seu caso declara, “Enquanto envolvido em conversas com indivíduos frequentadores do Festival de Orgulho, Johnson sempre fez um esforço consciente para evitar qualquer discussão sobre a decência ou não da homossexualidade. Ele não vai lá para condenar ninguém. Ele foca na realidade de que todas as pessoas pecam — seja com comportamento homossexual ou não — e portanto todas precisam de Jesus”.
Aparentemente, a Corte Distrital concordou com Johnson, pois recusou a ordem de restrição e decidiu não apenas que a prefeitura não violaria os direitos do festival ao permitir que Johnson distribuísse Bíblias, mas também garantiu que a liminar do Orgulho Twin Cities iria, na verdade, violar os direitos da Primeira Emenda de Johnson.
A Corte Distrital sugeriu em um comentário, porém, que o Orgulho Twin Cities poderia estabelecer “zonas de livre expressão”, uma sugestão que a organização prontamente aceitou.
Em maio de 2011, a prefeitura — sem consultar Johnson — resolveu o caso do Orgulho Twin Cities ao concordar em permitir duas concessões: Primeiro, os organizadores do evento poderiam restringir qualquer distribuição de literatura não autorizada a uma mesa de doação, sem ninguém nela, dentro do festival, e segundo, o Orgulho Twin Cities poderia estabelecer uma “zona de livre expressão” para estandes cuja mensagem foi rejeitada pelos organizadores do evento.
O Orgulho Twin Cities prontamente divulgou a “zona de livre expressão” como uma “zona distante do evento gay” e determinou seu lugar.
Mas de acordo com o caso de Johnson, a zona está “localizada longe de todas as rotas e caminhos de entrada do Parque Loring... Um estande fora do evento do Festival de Orgulho não permitiu que Johnson alcançasse sua audiência almejada (aqueles que frequentam o Festival de Orgulho) com sua mensagem através de Bíblias”.
Além disso, o caso argumenta, “A zona de entrega de materiais era igualmente inadequada, pois Johnson queria entregar as Bíblias ele mesmo, garantindo que os indivíduos interessados iriam receber as Bíblias (ao invés de serem destruídas ou jogadas fora) e que ele ficaria disponível para conversar com qualquer um que estivesse interessado em sua mensagem bíblica".
O resultado final da resolução, o caso de Johnson alega, é não apenas o banimento da distribuição de Bíblias do evento, mas também o exílio de qualquer um que falasse de Jesus.
O advogado ligado da ADF Stan Zahorsky está atuando como advogado local no caso, Johnson versus Prefeitura de Minneapolis, arquivado na Corte Distrital dos Estados Unidos para o Distrito de Minnesota.
O próximo Festival de Orgulho está agendado para 23 e 24 de junho de 2012.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: City banishes Bibles during 'gay' fest

11 comentários :

Anônimo disse...

Claire
Tomo a palavra de Apocalipse 22:11 que di:
Quem é injusto, faça injustiça ainda: e quem está sujo, suje-se ainda; e quem é justo, faça justiça ainda; e quem é santo, santifique-se ainda.
Apocalipse 22:11

Gloria ao Eterno Deus , a palavra esta se cumprindo sem que haja falha

Anônimo disse...

Estranho né?
Segundo a lógica dos organizadores do evento existe uma incompatibilidade entre a mensagem Cristã e a manifestação da Parada Twin Cities.
Esse desprezo pela bíblia dá margem a várias interpretações...
Mas, prefiro não compartilhar minhas conclusões com os senhores. Ao invés disso, vou narrar o que aconteceu comigo há vários anos atrás:
Eu bebia muito e geralmente chegava no terminal de ônibus num horário avançado da noite. De vez em quando tinha alguém pregando e aquilo me incomodava, era algo inconsciente, como se aquilo fosse uma afronta ao meu vício. Mesmo assim, por educação, recebia os panfletos e aquela aproximação foi quebrando o muro de desconfiança que eu havia construído. Comecei a ler uma bíblia da capinha azul, que só tem o novo testamento, e gostei. Minha fé já foi bem tênue mas hoje tento avivá-la, apesar de ser fraco e pecador creio que conseguirei um dia ser uma pessoa melhor.

Jorge Bay disse...

ESTÁ SE TORNANDO COMUM GOVERNOS PASSAREM POR CIMA DA CONSTITUIÇÃO PARA FAVORECEREM O MOVIMENTO GAY. A AFRONTA A DEUS E A SUA PALAVRA CRESCE A CADA DIA. É A BÍBLIA SE CUMPRINDO.

Fabiano disse...

Essa raça chegou ao ponto de "PROIBIR"... Quem é o intolerante, neste caso?
Alguém já viu algum pastor ou padre PROIBIR algum gay de entar no templo?
Pelo contrário, serão bem recebidos e convidados a ouvir a palavra que o livro segrado oferece, pois Jesus veio para o "doente".
Assim como eles - e este prefeito que deve ser da mesma trupe, ou um ateuzinho moderno - PROIBIRAM a palavra de Deus, acredito que eles também serão PROIBIDOS de frequentar o mesmo lugar deste homem - que distribui Bíblias - no futuro ( o paraíso de Deus ).

Anônimo disse...

Estados Unidos outrora, país cristão e agora demoniaco.

É o marco destrutivo dessa grande nação.

Anônimo disse...

Olá, Júlio, tudo bem? venho vez em quando no teu blog e também ouço semanalmente o programa do Olavo de Carvalho. Como é meu primeiro comentário, ficarei anônimo, pois não sei que repercussão pode ter. Seguinte: Você já pensou nós católicos em uma procissão agora na quaresma e um monte de travestis distribuindo panfletos contra o cristianismo? Acho que deveríamos dar o exemplo, respeitando para sermos respeitados. Lamento se não é tua opinião; talvez eu esteja mesmo errado na história, mas por enquanto é assim que penso. Parabéns pelo ótimo trabalho

Julio Severo disse...

Entendo sua preocupação, anônimo. De fato, se o Cristianismo fosse apenas uma religião, igual às outras, os cristãos teriam se enxergar como todos os outros grupos, sem nunca tentar chegar a eles.

Mas a realidade é que existe um inferno e o cristão precisa alertar, de todas as formas, os outros, e também dizer-lhes que existe salvação.

Veja um caso interessante. Os religiosos judeus odiavam Jesus e fizeram tudo para que os romanos o condenassem. Eles não queriam ouvir o Evangelho. Mas veja o que Deus ordenou aos apóstolos:

“E, levantando-se o sumo sacerdote, e todos os que estavam com ele (e eram eles da seita dos saduceus), encheram-se de inveja, E lançaram mão dos apóstolos, e os puseram na prisão pública. Mas de noite um anjo do Senhor abriu as portas da prisão e, tirando-os para fora, disse: Ide e apresentai-vos no templo, e dizei ao povo todas as palavras desta vida. E, ouvindo eles isto, entraram de manhã cedo no templo, e ensinavam. Chegando, porém, o sumo sacerdote e os que estavam com ele, convocaram o conselho, e a todos os anciãos dos filhos de Israel, e enviaram ao cárcere, para que de lá os trouxessem.” (Atos 5:17-21 ACF)

E muitas vezes, os apóstolos eram condenados à morte, porque Deus os fazia “teimar” em falar o Evangelho num ambiente onde a liderança sentia raiva deles.

Do ponto de vista natural, hoje diriam que os apóstolos não fizeram bem em sua “teimosia”. Mas os pensamentos de Deus são diferentes dos pensamentos do mundo.

O mundo está indo para o ínferno e, como os apóstolos, os cristãos precisam sim INSISTIR e TEIMAR em lhes dizer o que está aguardando todos na eternidade.

Gilson disse...

Concordo em gênero, número e grau com o que o irmão Júlio Severo disse, e ainda acrescentaria mais: Jesus veio ao mundo para salvar a todos os pecadores (inclusive os homossexuais).

Se esses homossexuais não quiserem se converter enquanto ainda há tempo, a própria Palavra que foi pregada a eles é quem os condenará. A respeito disso, Jesus foi taxativo:

"Quem rejeitar a Mim e não receber as Minhas palavras, já tem quem o julgue: a Palavra que Eu tenho pregado, essa o julgará no último dia" (João 12:48)

A Palavra de Deus está aí (sendo pregada). Crer ou não crer depende do livre arbítrio de cada um (e cada um, através da sua crença ou descrença, escolhe o seu próprio destino eterno após a morte).

Eu já falei do evangelho para muitos homossexuais. Fiz a minha parte (que é pregar a Palavra de Deus). Se os homossexuais para quem eu preguei não quiserem aceitar o que a Bíblia diz, é um direito que eles têm. Mas no dia do juízo final, eles não vão poder dizer que não foram avisados!

Tomara que esses homossexuais se convertam antes que seja eternamente tarde demais!

Tiago disse...

Esses homossexuais estão se achando poderosos demais, não é verdade?

Eu quero ver se, no dia do juízo final, eles vão ser corajosos o suficiente par dizer a Jesus: "Você está proibido de nos condenar ao lago de fogo!"

Se eles conseguirem derrotar Jesus em todo e qualquer desafio, eu deixo de ser cristão e volto para a sujeira do mundo!

Qual homossexual se habilita a fazer isso? Vamos ver se aparece algum!

ÉLQUISSON disse...

Do jeito que a imoralidade e o pecado já contaminaram o mundo inteiro (e do jeito que o homossexualismo está sendo escancaradamente divulgado), estamos inevitavelmente caminhando a passos largos para o mesmo destino final de Sodoma e Gomorra.

Pode ser que eu esteja enganado (me corrijam se eu estiver errado), mas, de acordo com as profecias da Palavra de Deus, o cálice da iniqüidade humana está ficando mais cheio a cada dia que passa. E vai chegar um momento em que esse mesmo cálice fatalmente vai transbordar. E quando isso acontecer, aí não vai ter mais jeito: a paciência de Deus vai chegar ao fim e Ele, inevitavelmente, vai entrar em ação para dar um basta na maldade humana!

Neste mesmo dia, Jesus voltará. E desta vez Ele virá não mais como o frágil cordeiro a ser oferecido em sacrifício pelos nossos pecados, mas agora como o Soberano Juiz para julgar a tudo e a todos!

E uma coisa é certa: os homossexuais e os seus cúmplices que não se arrependerem agora de suas nojeiras vão conhecer (e também sentir) todo o rigor da lei de Deus contra o pecado quando estiverem diante de Jesus!

Será que esses homossexuais querem ver para crer? Ou eles estão duvidando da justiça de Deus?

Se, mesmo depois deste aviso, eles não quiserem se arrepender, então que eles mesmos aumentem o cálice da sua própria iniqüidade! Que bebam da ira do Senhor (e estejam prontos para sofrerem as conseqüências)!

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7)

Alguém concorda comigo?

Fabiano disse...

Anonimo...
Mesmo que isto aconteça - os gays distribuir panfletos pró-gay em uma procissão - quem os proibiria de tal ato?
Se algum prefeito, ou outro político qualquer, pensasse em proibí-los, a mídia e o próprio governo o tacharia de "homofóbico", preconceituoso e cairiam de pau em cima do coitado.
É a velha estória: dois pesos e duas medidas.
Um exemplo foi o que aconteceu aqui no Rio Grande do Sul... Uma ong de lésbicas ganhou na justiça o "direito" de excluir todo e qualquer símbolo religioso das salas do tribunal de justiça do RS.
Já pensou se um cristão se recusar a ser atendido por um médico, por ele ser homossexual?
Resumindo: Querendo ou não, o cristão (que preza pela moral e bons costumes) está sendo menos valorizado do que meia-dúzia de gays (que praticam a imoralidade e atentado ao pudor, nas paradas sodomitas).
Como já foi dito muitas vezes pelo professor Olavo de Carvalho: Esta gente não quer direitos, eles querem poder!!!