20 de março de 2012

Vencedora do Nobel defende lei que pune atos homossexuais na Libéria

Vencedora do Nobel defende lei que pune atos homossexuais na Libéria

País africano, com suas leis pró-família, corre risco de sofrer bullying sistemático dos EUA e Europa

Julio Severo
Ganhadora de um prêmio Nobel, a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, chocou a mídia esquerdista dos EUA e Europa ao defender a lei que condena atos homossexuais na Libéria. A declaração foi feita em uma entrevista conjunta com o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair ao jornal The Guardian.
“Nós gostamos de nós mesmos do jeito que somos… Nós temos certos valores tradicionais em nossa sociedade que gostaríamos de preservar”, afirmou Ellen, ao lado de um desconfortável Tony Blair. A legislação da Libéria considera “sodomia voluntária” um delito passível de até um ano de prisão, e dois projetos de lei pretendem aumentar as sentenças contra as práticas homossexuais, que são consideradas nocivas na sociedade da Libéria.
Claramente desconfortável, o ex-primeiro-ministro britânico recusou-se a comentar as declarações da presidente. Questionado se um bom governo e direitos humanos andavam de mãos dadas, Blair apenas afirmou que preferia não dar uma resposta.
O ex-primeiro-ministro está em visita à Libéria como fundador da ONG Africa Governance Initiative (AGI), instituição voltada para o “desenvolvimento” econômico na África.
“Uma das vantagens do que eu estou fazendo agora é que eu posso escolher em quais questões eu quero ou não me envolver. Entre as nossas prioridades estão poder, estradas e geração de empregos”, desconversou Blair.
The Guardian comentou que o posicionamento evasivo de Blair vai contra a sua atuação durante 10 anos que esteve no governo da Inglaterra, quando aprovou leis que deram poder para a agenda gay, como a entrada de homossexuais no Exército ou a redução da idade de consentimento sexual entre homossexuais para 16 anos. Nesta segunda-feira, o Reino Unido anunciou que presos homossexuais que estão em presídios de segurança máxima poderão celebrar seus “casamentos” homossexuais dentro dos próprios presídios.
Talvez o que The Guardian não tenha percebido, ou feito de conta que não percebeu, é que Blair preferiu não revelar tão claramente neste momento suas intenções a fim de não despertar a indignação imediata do país africano. Talvez ele esteja deixando tudo para resolver diretamente na hora de “dar a assistência”.
A Libéria é um dos 37 países da África em que as práticas homossexuais são proibidas. Com a tramitação de dois projetos de lei que pretendem ampliar as penas para homens que forem descobertos cometendo atos homossexuais, o bullying de governos e organizações dos EUA e Europa vem aumentado contra a Libéria e outros países africanos, sob o pretexto de combate à “homofobia”.
Duas vezes encarcerada pelo antigo governo, Ellen Sirleaf foi agraciada com um Nobel em 2011, por seu trabalho na defesa dos direitos das mulheres. Atualmente com 73 anos, Ellen estudou economia em Harvard e foi eleita presidente da Libéria em 2005, após décadas de guerra civil. Ela recebeu o Nobel “pelo combate não-violento pela segurança das mulheres e pelo direito das mulheres de plena participação em um trabalho de promoção da paz”. Ela é a primeira e até agora a única presidente do sexo feminino na África.
Países da África que têm leis contra a sodomia têm sido vítimas de bullying sistemático de governos e organizações dos EUA e Europa. Por serem pobres, esses países são mais vulneráveis a pressões que, como condição de recebimento de assistência americana e europeia, exigem que aceitem políticas de controle populacional e leis pró-homossexualismo. O governo da Inglaterra, por exemplo, já declarou que não dará ajuda aos países africanos que não promoverem a agenda gay. Por isso, Blair, em vez de desconversar, deveria se envergonhar da política imoral de seu país de barganhar assistência com a imposição da agenda gay.
Por não estar no mesmo nível de pobreza da África, a Rússia tem sido um dos únicos países a resistir com mais firmeza ao bullying pró-homossexualismo do Ocidente. Não se sabe, pois, por quanto tempo os países africanos conseguirão fazer resistência a esse bullying, ainda mais que se não aceitarem, correm o risco de perder assistência daqueles que dizem querer apenas ajudar os africanos a ter “poder, estradas e geração de empregos”.
Enquanto países como a Libéria, que pouca força têm, resistem, países como o Brasil já se venderam há muito tempo, tendo absorvido completamente a obsessão homossexualista dos chamados países desenvolvidos.
Com informações do Diário de Pernambuco e LifeSiteNews.

7 comentários :

Idevam disse...

E Verdade o Governo Brasileiro e a Maioria que o Elegeu Infelizmente Fez Essa Infeliz Escolha

Alex disse...

Julho, manifestação contra o aborto em SP e pela CPI do aborto!

Urgente!!!!


http://www.deuslovult.org/

AnaMaria disse...

Peçam ajuda aos russos! Sobretudo á Deus, não á ONU e cia sodomia.

Por mais que pareça sacanagem com a população africana desprove-la das 'esmolinhas' européias e americanas, creio que vale mais a pena manter a indepedencia do país e na palavra de Deus do que na sodomia e conceitos pró-redução populacional - e também creio que ir pro inferno é pior do que ficar sem 'esmolinha'.

Além do mais, grande coisa que fazem ONU e cia, né? Há quanto tempo que existem ONGS, fundações, arrecadações, sei lá mais o que em função da África? Mas ironicamente, mesmo com toda essa 'ajuda', 'esmolinha', 'atenção especial' ou como quiser chamar essa pouca vergonha (essa bajulação de certa forma nociva á própria independencia), a África continua pobre, nunca melhora de situação de fato!

Parece que procuram sustentar justamente sua dependência e sua probreza, pra que não percam seu controle através de esmolinhas.

E NÃO É CULPA DOS CAPITALISTAS! E MUITO MENOS DAS NOVAS GERAÇÕES que estão surgindo! Eis algo que esses socialistas/esquerdistas desgracentos vivem insinuando!

A própria África não vai conseguir se libertar da subestimação e de sua própria pobreza enquanto achar que depende da ajuda não do 'branco europeu', mas sim dos meros humanos.

Anônimo disse...

E acho, e até apostaria, que esta senhora não vai se dobrar à sodomia européia e americana. Até por ser uma pessoa de idade avançada e de respeito. O Brasil já se dobrou para a fifa, liberando a cachaça em estádios na copa - coisa que até então era lei seca nos jogos -. É só questão de uma "pressãozinha" para liberar a sodomia. Sem contar que os representantes da libertinagem aqui, Luiz Mott, Maria do Rosário, Marta Sulpicy, Toni Reis, Jean Willins, Sergio Cabral, Lula etc, são poucos, mas parece que a força deles é maior que a dos cristãos.
Fabiano G Santos.

Anônimo disse...

Amigo e irmão Júlio,

Quando leio um texto desse e sobre a Russia, me dá uma alegria tão grande! Me ascende uma esperança no coração! Isto é a Mão de Deus! Querendo nos mostrar que nem tudo está perdido! Que Ele ilumine os governos de outros países, e que estes governos dê um "freio" nessa abominável agenda gay. Temos que proteger a família! Desde criança que ouço dizer que a família é a "célula mãe" da socieade.
E a sociedade brasileira tem que ficar de "olhos bem abertos" para os PLCs da vida, para as martas suplicy e para o (P)artido (T)errorista. Temos que tirar este "CANCER" chamado PT do poder imediatamente, antes que ele destrua nosso país.
Se eu pudesse, ia morar na Russia! Cada vez que eu ver um cidadão russo - seja onde for - vou olhar como muito mais respeito - eles merecem!
Aqui a criatura abominável e asquerosa do Luís Mott, gravou um video e colocou na net criticando Dilma, chamando-a de homofóbica e inimiga dos GLBTs(detesto ter que escrever esta sigla) e que ela ganhou o "troféu pau de sebo" dado aos inimigos dos gays - gostaria muito de ganhar a cada segundo um troféu desse.

Um abraço do amigo baiano,
Lúcio

Anônimo disse...

Mais um país barrando a doutrinação e ideologia do pecado homossexual se opondo contra essa opressão ditatorial do erro.
Esses são os países tem que anotar e parabenizá-los:

-Rússia
-Ucrânia
-África
-El salvador

Ester!!!!!

ÉLQUISSON disse...

Lúcio,

Eu concordo em gênero, número e grau com o que você disse. E eu ainda acrescentaria o seguinte: o PT é versão brasileira da Al Qaeda. Talvez a única diferença entre ambos é que a Al Qaeda é um grupo terrorista que não tem (por enquanto) o poder político nas mãos, mas que, mesmo assim, ainda faz atentados terroristas em vários lugares do mundo (como foi o caso do 11 de setembro).

No caso do PT, ele chega a ser igual ou pior que a Al Qaeda (até porque tem poder para fazer tudo). Todas as políticas promovidas pelo PT são típicas de grupos terroristas (só o fato de ser pró–aborto já diz tudo).

Da mesma forma que você, eu também não vejo a hora de extirparmos esse câncer maligno chamado PT do nosso governo. Aliás, a própria sigla (PT) já diz o que ele realmente é:

PT = Partido Terrorista

E mais: não basta tirar somente o PT do poder. Embora o PT seja o carro–chefe de toda essa sujeira, tem que tirar também o PSOL (do deputado homossexual Jean Wyllys), PV (do deputado pró–homossexualismo Fernando Gabeira), PC do B, enfim, todos os demais partidos que possuem a mesma agenda do PT.

Assim como Jesus expulsou os vendilhões do templo (João 2:14–16), está na hora de expulsarmos esses terroristas do nosso governo!

NÃO VAMOS ENTREGAR O NOSSO PAÍS A SATANÁS E AOS DEMÔNIOS! O BRASIL É DO SENHOR JESUS CRISTO, REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES PARA TODO O SEMPRE!

Alguém concorda comigo?