22 de março de 2012

Universidade chama polícia para parar pregações

Universidade chama polícia para parar pregações

Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota demonstrou preconceito contra os cristãos

Bob Unruh
Um pastor evangélico que acredita que deveria seguir o mandamento bíblico “ir e pregar” a mensagem do Evangelho está revoltado que a diretoria da Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota em Marshall chamou a polícia local para ameaçá-lo com uma intimação por invasão de propriedade.
Robert Yant, porta-voz da polícia de Marshall, disse para WND que não houve boletim de ocorrência contra o Pr. John Chisham. A história do pastor aparece num site ligado a Igreja Aliança Rio da Vida. O site apresenta a mais recente disputa que ele teve sobre direitos de expressão na universidade.
Chisham disse que ele e outro “pastor universitário”, Jake Larson, estavam “proclamando o Evangelho ao ar livre no campus da UESM antes de sua reunião semanal da Rede Universitária Mudança”.
“Em nenhum momento alguém da universidade — estudantes, professores, ou seguranças — se aproximou dos pregadores para fazer objeção à sua prática de liberdade de expressão”, o relatório explica. “Isso é, até o Capitão Brian Ehlenbach se aproximar dos pregadores com dois policiais uniformizados de Marshall e sarcasticamente perguntar a John Chisham, um cidadão contribuinte de impostos nos Estados Unidos da América e no Estado de Minnesota, ambos dos quais financiam (sic) essa universidade pública, ‘Você está pronto para sair daqui agora?’”.
WND fez contato com a diretoria da universidade, mas não obteve resposta.
Yant disse que Chisham saiu, de modo que não foi citado por invasão de propriedade como a universidade alega.
“Em nenhum momento os policiais foram capazes de ou se dispuseram a dar uma razão para a nossa saída. Tudo o que disseram foi ‘a universidade não quer vocês aqui’”, o relato de Chisham disse. “Chisham repetidamente perguntou ao Capitão Ehlenbach e aos policiais que lei ele estava quebrando, ou que política ele estava transgredindo na universidade. Os policiais e o Capitão Ehlenbach foram incapazes ou se recusaram a responder”.
Yant também disse para WND que ele desconhecia qualquer política de restrição de expressão do campus que a universidade tenha deixado disponível publicamente.
“Tudo se resume a isso: a Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota não tem razão legal para ordenar a remoção à força desses pregadores de seu campus. A Universidade Estadual do Sudoeste de Minnesota demonstrou repetidamente uma tendenciosidade e preconceito contra cristãos que praticam suas crenças religiosas no seu campus. Não há uma política clara proibindo essa prática de liberdade de expressão em seu campus, mas os seguranças do campus e do gabinete do reitor têm (sic) usado políticas relativas à solicitação para silenciar a liberdade de expressão e crenças religiosas”, o relato de Chisham disse.
“Então eles usam a delegacia de polícia de Marshal para participar dessa conspiração para silenciar a liberdade de expressão e a prática de crenças religiosas ao dizer a nós ‘não queremos vocês mais aqui’”.
Em seu site Chisham pediu aos seus leitores para fazerem contato com a diretoria da universidade para expressarem o que pensam sobre o incidente.
Yant disse que a universidade tinha estabelecido restrições de expressão anteriormente para Chisham, e ele “não estava as estava seguindo”, então ele foi ameaçado com uma intimação por invasão de propriedade.
Semanas antes, Chisham foi ameaçado de prisão por distribuir literatura evangélica no campus. Mas ele mais tarde teve permissão de voltar depois que WND pediu à universidade que comentasse sobre a disputa.
Naquela época, Chisham disse que ele foi multado por distribuir folhetos evangelísticos e cartões de visita e foi emitida uma “determinação de invasão de propriedade” dizendo a ele para ficar longe do campus.
Michael Munford, funcionário de segurança da universidade, se recusou a falar sobre o assunto naquela época. Outro funcionário, Bill Molso, disse para WND que não houve nenhum conflito, insistindo em que apenas foi emitida uma intimação ao pastor por ter violado a política de “publicidade”. Ele também insistiu em que Chisham não foi banido do campus.
Munford estendeu a mão para Chisham em apenas alguns minutos depois da investigação da WND, e o pastor então informou que Munford tinha “concordado em permitir que o pastor e o co-líder voltassem ao campus com a condição de que [seu grupo] não distribuísse nenhum material que não fosse aprovado”, de acordo com  Chisham.
Ele continuou, “Quando o material for aprovado, CCNSMSU vai estipular um horário, lugar e localização onde o pastor terá permissão de distribuir o material. CCNSMSU será liberada, de acordo com o acordo verbal, para a volta ao campus e terá discussões abertas e livres a qualquer estudante que queira participar”.
Chisham disse que ele tem visitado o campus, falado com os estudantes, dado seus folhetos ou cartões de visita se eles quiserem e mantido estudos bíblicos por vários anos.
Então, subitamente, funcionários da universidade se opõem, chamando seus folhetos de “publicidade”.
No fim, o professor James Dimock foi com um grupo de estudantes “gays” para interromper o culto do pastor na Igreja Aliança Rio da Vida em Marshal.
Foi em 2010 quando uma dezena de estudantes marchou para o culto da Igreja de Chisham e ficou em silêncio em frente da congregação. Eles levantaram placas que bloqueavam a visão de Chisham enquanto ele pregava.
Dimock disse naquela época que o protesto foi motivado pela visita do pastor ao campus de Mankato.
Traduzido por Eliseu P. L. J. do artigo de WND: Pastor: School calls cops to shut down preaching

4 comentários :

Anônimo disse...

Od policiais nao puderam responder qusl lei havia isod quebrada pois NENHUMA LEI foi transgredida! Os cristaos precisam reagir diante destas barbaries! Nao com violencia, mas de maneira que sejam respeitados!! Acordem, SEUS MOLENGAS! Reajam!

Saulo

Nil disse...

Como diz o Ditado : "O mundo dá muitas voltas."'
A pouco tempo atrás ,disse que a roda da História não para e que ela passa por lugares ,nunca antes passado.
Me refiria ao espanto de na Rússia atual estar se defendendo a fé cristã, sendo que num passado pouco distante (Tempo da URSS) . Cristãos eram sereramente perseguidos naquele país e a fé cristã combatida.
Disse que a liberdade atual é por causa de mártires do tempo do comunismo. Como o soldado Ivan.

Disse também que os estados Unidos teêm um passado Cristão,que está cada vez mais se tornando passado.

Disse também que perseguição a cristãos na Rússia,China,paises muçulmanos, etc é coisa normal do ponto de vista histórico.

O anormal é a liberdade dos cristãos viverem sua fé em paz e liberdade.

Agora nos EUA,Europa,Brasil o ANORMAL é a perseguição aos cristãos e a sua fé.

Tenho uma Teoria para essa situação. Se na Rússia (ou mesmo Romenia e outros)um passado de sofrimentos,lutas,mártires,grandes homens cristãos,a fé dos perseguidos trouxe a liberdade atual.

Da mesma forma nos EUA (ou Brasil ou Europa) á igreja cristã fraca e pecadora, cristãos apáticos,complacentes com o mal na sociedade,governo,cultura. Apostasia,imoralidade ,mundanismo na igreja. O fortalecimento dos inimigos do Cristianismo ( as vezes até apoiado pelos cristão) está trazendo a perseguição,desprezo e ações contrárias ao cristianismo e cristãos.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXxxx O fato é que aconteceu nesta faculdade americana_chamar a policia parar a pregação de um pastor_tem uma razão,explicação,um Por Que ?

E precisamos saber imediatamente PORQUE isto aconteceu.

Nil disse...

Vereador quer mais credos nos hospitais; evangélicos reagem

http://zipgospel.net/vereador-quer-mais-credos-nos-hospitais-evangelicos-reagem/


" O projeto proíbe que o religioso tente mudar a crença de quem estiver hospitalizado ou “retirar, transferir ou substituir objetos dos pacientes”. O artigo 29 diz: “É vedada a emissão de opinião vinculada ao credo religioso, valendo-se da condição de voluntário do serviço de assistência religiosa”."
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Então o projeto do vereador do PT: "proíbe que o religioso tente mudar a crença de quem estiver hospitalizado""

Na prática isto significa que um cristão evangélico que estiver dando assistência a um doente budista,não pode evangelizar o doente,pois isto poderia levar o paciente budista a se tornar cristão. Portanto o faria mudar da crença budista para a crença cristã.

Pelo projeto do Vereador petista esse religioso estaria infligindo a lei pois mudou a crença do paciente budista para o Cristianismo.

Por isto ele está proibido de tentar mudar a crença do paciente e automáticamente não pode evangéliza-lo.

Boa essa lei,para quem quer descristializar o país.

Nil disse...

UFMG abre sindicância para apurar trote pornográfico.

http://www.otempo.com.br/noticias/ultimas/?IdNoticia=199024,OTE&busca=UFMG%20abre%20sindic%E2ncia%20para%20apurar%20trote%20porn%F4grafico&pagina=1

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RESUMO DO CASO. Duas novas universitárias na UFMG foram vistas amarradas num poste. Enquanto dois rapazes as obrigavam a chupar pedaços de pau.

DETALHE : Os paus estavam revestidos com camisinhas.

CONCLUSÂO : Era como se as garotas estivessem chupando o pênis de um homem. Fazendo SEXO ORAL NO HOMEM.

Essa é a razão da Diretora Tânia Mara Dussin achar tão estranha aquela situação.

OLHA o nível moral dessa universidade federal, pertencente ao governo brasileiro. Onde são comuns drogas,violência,homossexualísmo,alcôol.

Será se algum pastor,obreiro ou crente poderia se habilitar a pregar o evangelho num ambiente desses.

Agora se for impedido de pregar,já sabe ! Os esquerdistas que controlam as UF os põs prá forá.