30 de março de 2012

ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos

ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos

Timothy Herrmann
NOVA IORQUE, EUA, 30 de março (C-FAM) A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos.
Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Atualmente, o direito internacional não reconhece um “direito” à saúde sexual e reprodutiva e certamente não reconhece esse direito no caso de menores de idade. Mas no ano passado, Anand Grover, Inspetor Especial da ONU para Saúde, provocou polêmica significativa quando não só afirmou que existe um “direito” de saúde sexual e reprodutiva, mas tentou definir esse direito como incluindo acesso ao aborto, contracepção e educação sexual.
A associação desse direito com jovens, principalmente crianças, feita pelo secretário-geral e pela Comissão sobre População e Desenvolvimento (CPD) é mais polêmica considerando que se pôde definir o direito como incluindo acesso ao aborto e à contracepção.
Organizações como a Federação Internacional de Planejamento Familiar (conhecida pela sigla em inglês IPPF) e IPAS, defensores ferrenhos dos direitos sexuais e reprodutivos de menores de idade internacionalmente e na ONU, já anunciaram relatórios oficiais à secretaria da conferência apoiando a linguagem de direitos que inclui contracepção e aborto. Eles estão também usando a conferência como uma oportunidade para atacar o envolvimento dos pais na saúde sexual de seus filhos.
Para organizações como a IPPF, os pais são os maiores obstáculos para que crianças menores de idade tenham acesso a serviços como aborto e contracepção, e eles esperam garantir a linguagem na conferência que marginalizará o papel dos pais.
Em sua declaração oficial, a IPPF declara: “As leis que restringem o acesso dos jovens aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, inclusive leis de consentimento dos pais ou do marido”, têm de ser removidas ou impedidas de serem aplicadas. A IPAS vai muito mais longe, argumentando que os jovens têm de ser considerados participantes independentes, livres de quaisquer obstáculos que ignorem sua própria “capacidade de fazer decisões informadas”. A principal meta deles nesta conferência será marginalizar o envolvimento dos pais e incentivar países que apoiam sua posição a aumentar a pressão para o tipo de linguagem que o secretário-geral já vem propondo.
Considerando que o documento que será negociado na conferência exorta “os governos… a dar atenção total a atender às necessidades de educação, serviços e saúde reprodutiva dos jovens com total respeito pela privacidade e confidencialidade deles”, parece que os esforços deles podem já estar tendo um grande avanço inicial.
Os membros da Comissão começaram a negociar o documento agora e a sessão final de negociação ocorrerá em abril. É certeza que estará entre as mais polêmicas de anos.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Anarquia sexual: o legado de Kinsey, da Dra. Judith Reisman
Anarquia sexual, de Matt Barber
A Luta dos Ativistas Gays em Favor da Liberação Sexual das Crianças

3 comentários :

Anônimo disse...

"ONU", que organização demoníaca a maior decepção tinha maior respeito achava ela era organização séria depois que vê artigos irmão do seu blog a suas "denúncias" o que tá por detrás dessa organização como tivesse ganhado um balde de água fria ela organização ANTICRISTÃ E ANTIDEUS. Ester!!!!!!

Fabiano disse...

As vezes da vontade de esquecer que existe leis, pegar um sarrafo e sair batendo nas pernas desses loucos.
Cambada de ordinários, bagaceiras, imorais, porcos fedorentos... Isto é o que eles são, aos olhos de Deus!
Jesus já disse: AI DAQUELE QUE TOCAR EM MEUS PEQUENINOS.
Aquele que aprova uma maldita lei dessas, não merece o carimbo de ser humano... Isto não passa de um rato... Aliás, o rato ainda sabe educar um filhote, não se iguala a essas amebas bestas.
Da nojo, revolta, embrulha o estômago de qualquer ser pensante.
A onu que vá se preocupar com as criacinhas da África, em vez de ficar criando leis inuteis, obsenas, por sinal.
AS PORTAS DA PEDOFILIA ESTÁ ABERTA... FAÇA SUA APOSTA!!!

Anônimo disse...

Que lamentável tudo isso. Essas pessoas que lideram a aprovação de tais leis são servas do diabo.
Isso é um crime abominável contra o Eterno e contra as crianças, e contra os pais, já que pretendem retirar o direito deles à educação de seus filhos.

Maranata, vem Ioshua HaMaschiah!

Isso aqui está fedendo!
Lívio Oliveira