21 de março de 2012

Grupos Homossexuais de Pressão Política São Financiados Principalmente por Governos

Grupos Homossexuais de Pressão Política São Financiados Principalmente por Governos

Austin Ruse
WASHINGTON, DC, EUA, 6 de janeiro (C-FAM) J.C. von Krempach, advogado de direitos humanos da Europa, examinou detalhadamente o fluxo de financiamentos da Associação Internacional de Gays e Lésbicas da Europa (conhecida pela sigla inglesa ILGA) e concluiu que a maior parte do dinheiro deles vem de governos. Escrevendo no blog de política externa “Turtle Bay and Beyond”, von Krempach descobriu que a maior parte das reservas monetárias da ILGA vem de apenas duas entidade governamentais, a Comissão Europeia e o governo da Holanda.
A ILGA é uma organização de defesa de direitos homossexuais. Eles ficaram famosos pelo fato de que a ONU não queria lhes dar reconhecimento oficial durante anos por causa da ligação deles com grupos que promovem a pedofilia. O Comitê de ONG do Conselho Econômico e Social da ONU sistematicamente rejeitou a ILGA até que o Conselho Econômico e Social, sob a liderança dos países europeus, invalidou a decisão deles.
Entre os requisitos para o reconhecimento oficial como ONG na ONU é que “a parte importante das reservas financeiras da organização deve ter origem em contribuições vindas de filiais nacionais, membros individuais ou outros fatores não governamentais”.
As organizações não governamentais (ONGs) reconhecidas oficialmente na ONU devem mostrar que pessoas reais ou entidades sem fins lucrativos, tais como fundações, as financiam. A ONU julga que se o dinheiro das ONGs vem principalmente de governos, elas deveriam ser consideradas entidades governamentais.
A ONU incluiu a “sociedade civil” a fim de representar pessoas independente de intrusão governamental, não ser um braço do governo nem fachada enganadora para autoridades políticas. A “sociedade civil” é composta de relacionamentos sociais voluntários e organizações e instituições cívicas, diferentes do Estado e do mercado.
Von Krempach descobriu no ano que acabou, a Comissão Europeia, uma entidade intergovernamental, forneceu inteiramente 68% do orçamento da ILGA. O governo holandês forneceu uma contribuição adicional de 50.000 euros, elevando o financiamento governamental para 71%. O resto do financiamento da ILGA vem de doadores esquerdistas como George Soros, Sigrid Rausing e um doador anônimo.
Von Krempach também examinou a previsão orçamentária para 2012 e descobriu uma renda total de 1.950.000 euros, dos quais 1 milhão veio da Comissão Europeia e 334.000 vieram do governo holandês. Von Krempach escreve: “Isso levanta indagações sobre o reconhecimento oficial da ILGA da Europa no Conselho Econômico e Social da ONU”.
Von Krempach também aponta para a anomalia da Comissão Europeia sendo a maior fonte de financiamento de um grupo estabelecido para fazer pressões legais e políticas na Comissão Europeia e no Parlamento Europeu. Ele diz que isso mostra que, essencialmente, são as próprias instituições europeias que estão fazendo pressões politicas e legais sobre si mesmas.
À luz dessas novas informações, espera-se que o Comitê de ONG da ONU comece a avaliar mais uma vez o reconhecimento oficial da ILGA. Há muita hostilidade na ONU sobre a questão da agenda homossexual. As nações europeias estão forçando a entrada de grupos homossexuais extremistas no Comitê de ONG da ONU. Outros governos assumiram a causa de fazer da atividade homossexual um direito humano imposto pelas leis internacionais.
Um documento chamado Princípios de Yogyakarta, escrito em parte por burocratas da ONU, afirma que “a orientação sexual e a identidade de gênero” já são parte das leis internacionais. Um bloco sólido de mais de 80 países vem sistematicamente impedindo essa reinterpretação fictícia dos tratados da ONU de realmente se tornar realidade.
Em semanas recentes o governo dos EUA anunciou que uma de suas prioridades de política externa seria avançar a agenda homossexual, ordenando que todos os órgãos do governo americano que fazem negócios no exterior que façam dessa agenda prioridade.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com

3 comentários :

Anônimo disse...

A coisa funciona mais ou menos assim: Eu financio a munição do ladrão, para ele me assaltar depois.
O Bolsonaro já desmascarou o Chico Alencar por este descaramento.
Fabiano Santos

Anônimo disse...

Deveria ter no texto também, Julio, a maior parada gay do mundo, que se encontra em SP, no Brasil. Aquele festival de pouca vergonha, com certeza, tem natureza financeira do bolso do povo... Tanto dos adeptos, que inclusive levam filhos pequenos para "apreciar" uma sodoma atual, quanto de pessoas que ainda preservam o bem estar moral da família.
Aquela "amostra" de ato diabólico sai do nosso bolso.
Fabiano Santos

Anônimo disse...

Isso tão óbvio que LGBT e toda parafernalha homossexual eles
não tiram um centavo do seus bolsos é ruim ehhh.
Tiram do governo resumindo do "bolso contribuinte" já basta os impostos abusivos que temos que pagar a se a gente não paga. SIMPLISMENTE JOGAM NOSSO DINHEIRO NO LIXO VEMN DE NÓS TRABALHAMOS E BATALHAMOS DURO SENDO EMPREGADOS OU TENDO PRÓPRIO NEGÓCIO AFF.
É revoltante que eles gastam dinheiro para promover pecado homossexual em nosso país isso tem que acabar não etm outra forma fazer uma revolução.
Enquanto isso escolas, hospitais, INSS, Segurança pública, saneamento básico etc está no terminal... Ester!!!!