1 de março de 2012

Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia


Estados Unidos: entre a Gaylândia e a Maomelândia

Maior nação evangélica do mundo não sabe se vira Sodoma ou Arábia Saudita

Julio Severo
Em escolas americanas, o islamismo está se tornando matéria obrigatória em muitos lugares. Em certa escola do Colorado, os estudantes foram obrigados a cantar a música “Zikr”, escrita por A. R. Rahman, onde um trecho diz: “Não há nenhuma outra verdade senão Alá”.
Em 1963, o Supremo Tribunal dos EUA determinou que a leitura da Bíblia nas escolas americanas era inconstitucional, proibindo o livro sagrado cristão em salas de aula em que a maioria absoluta dos alunos vinha de famílias cristãs. E hoje alunos americanos são obrigados a cantar que Alá é a única verdade, sob risco de serem acusados de “islamofóbicos”. O que virá em seguida? Leitura obrigatória do Corão nas salas de aula?
Quanta confusão, não? Concordo, mas a confusão não para por aí. Na Pensilvânia, Ernest Perce estava vestido, na data do Halloween, de Maomé zumbi. Eu, como cristão, não gosto do Halloween, porém os cristãos não saem batendo em ninguém por causa de fantasias de horror.
Mas tente dizer isso a um muçulmano. Talaag Elbayomy, um muçulmano de 46 anos, atacou fisicamente Ernest. O sargento Bryan Curtis, o policial que foi acionado para deter a agressão do muçulmano, deu testemunho no tribunal de que logo após a violência, Talaag ainda tentou sufocar Ernest.
Na Arábia Saudita ou outro país islâmico, o juiz inocentaria o muçulmano.
E nos EUA, o que aconteceria? Aliás, o que aconteceu?
O juiz Mark Martin inocentou Talaag de todas as acusações de violência, agressão e tentativa de assassinato.
Em seguida, o juiz e toda a sua equipe tiveram de se mudar para um local com segurança reforçada, alegando que receberam 200 ligações telefônicas e e-mails negativos.
Numa entrevista ao Daily Caller, Ernest Perce disse que recebeu umas 500 ameaças desde que seu agressor muçulmano foi inocentado.
“Indivíduos disseram que me matariam, arrancariam meus olhos, me atropelariam, atirariam em mim e então dariam risadas, pois cometi blasfêmia contra Maomé”, disse ele. “Estão ameaçando que serei descoberto e enforcado na frente da minha família”.
Ao contrário do juiz e sua equipe, Ernest não conta com nenhum aparato especial de segurança.
Não sei se o juiz é muçulmano, mas ele deve estar pulando de alegria com o que o governo dos EUA fez na ONU. Há um projeto de lei na ONU patrocinado pelos países islâmicos, de proibir “difamação” ao islamismo, embora esteja mascarado como proibição de difamação a todas as religiões. Nesse caso, se um cristão pregar algo que ofenda os muçulmanos (por exemplo, dizer que “Jesus Cristo é Deus”, algo que é altamente ofensivo para a lei islâmica) e muçulmanos agredirem esse cristão e matarem outros, pela lei da ONU o culpado de tudo será o cristão, que incitou o crime! (Minha questão é: será que os muçulmanos aprenderam essa estratégia com os ativistas gays ou será que os militantes gays ainda vão fazer uso dessa estratégia islâmica?) A lei estava para fracassar, mas Obama a salvou, tendo a intenção determinada de aprová-la na ONU.
Ei, mas como é que Barack Hussein Obama conseguiu se tornar presidente da maior nação evangélica do mundo e ainda por cima trabalhar para expandir proteção ao islamismo na ONU com uma lei anti-“islamofobia” que promoverá a “religião da paz” no mundo inteiro?
As raízes ancestrais de Obama são, do lado paterno, inteiramente islâmicas. Do lado materno, ele tem raízes evangélicas progressistas. Quer saber o que dá muçulmano com evangélico progressista? Olhe para Obama, um homem que promove a ideologia muçulmana e a ideologia homossexual ao mesmo tempo! É algo tão confuso que os próprios americanos não sabem dizer se seu próprio presidente é cristão ou muçulmano.
O governo de Obama se tornou essencialmente o gênio da lâmpada mágica para militantes gays e muçulmanos nos EUA e no mundo, pronto para lhes atender nos pedidos e exigências mais excêntricos, fortalecendo-os em todos os seus ódios aos cristãos.
Essa convivência de duas ideologias tirânicas aparentemente antagônicas e irreconciliáveis — e igualmente e ardorosamente anticristãs — nas políticas da maior nação evangélica do mundo representa a própria essência da “Babilônia”, palavra que no hebraico antigo significa “confusão”.
Se por um lado o governo americano está trabalhando para que a ONU aprove uma lei internacional para punir críticas ao islamismo, por outro os EUA não fazem segredo de se tornarem um órgão policial internacional para punir a “homofobia”, colocando a mim e outros cristãos em riscos diretos.
Tradicionalmente, os comunistas botavam seus cachorros loucos para cima dos cristãos. Com a poderosa máquina do império americano tomado por loucuras politicamente corretas, Obama quer botar islâmicos e ativistas gays raivosos para cima de nós!
Desgraçadamente, a decadência evangélica de Obama também é refletida pela decadência evangélica na nação americana inteira. As maiores denominações evangélicas — presbiteriana, luterana e anglicana — dos EUA já estão ordenando pastores homossexuais.
O número de evangélicos e igrejas evangélicas nos EUA está despencando. O que está aumentando são as mesquitas. Desde os ataques terroristas islâmicos aos EUA em 2001, o número de mesquitas dobrou, passando de 1,209 para 2,106 em 2010.
Culpa do Obama, não? Na verdade, esse é um problema que antecede Obama. Desde os ataques terroristas há dez anos, George Bush, um estranho evangélico conservador, não fez outra coisa a não ser proclamar o islamismo como “religião de paz”. Em seguida, numa atitude genuinamente insana, o governo americano sob Obama começou a dar preferência para os islâmicos imigrarem para os EUA.
Os muçulmanos sempre identificaram os EUA como país cristão. Daí, quando o governo dos EUA intervém militarmente numa nação islâmica, os muçulmanos descontam sua raiva destruindo igrejas e matando pastores e cristãos.
Os cristãos, então, pagam um preço alto pelas políticas intervencionistas dos EUA. E se esses coitados tentam pedir asilo, ou mesmo um visto para imigrar para os EUA, são muitas vezes imediatamente rejeitados. Mas seus opressores islâmicos são sempre bem-vindos para receber os benefícios de asilo ou visto, com a cortesia paranoica do governo dos EUA, sob o governo de Bush.
Aliás, sob Obama o governo dos EUA estendeu essa cortesia aos ativistas gays do mundo inteiro, que agora têm preferência para imigrar para os EUA, logo após os islâmicos.
O resultado não poderia ser diferente. A loucura islâmica está invadindo os EUA. Igrejas evangélicas tradicionais dos EUA já estão sendo transformadas em mesquitas. E se as igrejas escaparem desse destino islâmico cruel, podem bem acabar virando saunas gays!
Se a decadência das igrejas americanas não parar e se o governo americano continuar seu namoro apaixonado com a ideologia islâmica, num futuro não muito distante o turista brasileiro que chegar a Nova Iorque contemplará não mais edifícios altos, mas elevados minaretes.
E nas livrarias cristãs, você poderá encontrar o futuro best-seller, “Uma Mesquita Com Propósito”, talvez de Rick Warren, se ele não parar seu namoro ecumênico com líderes islâmicos.
Versão em inglês deste artigo: United States: between Gayland and Mohammedland
Versão em espanhol deste artigo: Estados Unidos: entre Gaylandia y Mahomalandia

13 comentários :

Carlos disse...

Cara Julio, você ainda será católico. Tenho certeza disso.

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Não sei se a minha opinião vai ser muito pertinente em relação ao assunto deste artigo, mas eu vou dizer exatamente o que eu penso (vocês me corrijam se, por acaso, eu estiver errado).

Religiosamente falando, a verdade é que os Estados Unidos era, até alguns anos atrás, considerado o país mais protestante do mundo. E muita gente dizia que era o país mais cristão do mundo. Só que, atualmente, não aparenta ser nada disso (pelo menos é assim que eu vejo).

Estive conversando com uma professora americana que esteve há alguns meses aqui em Recife (onde eu moro). Quando eu perguntei a ela como ela via os Estados Unidos no sentido moral e espiritual, ela me disse precisamente isto:

"O nosso país (Estados Unidos) tinha tudo para ser um país abençoado (e até para servir de referência cristã para o mundo). No começo, éramos muito tementes a Deus. O problema é que, com o passar do anos, o desenvolvimento científico e o progresso material e financeiro subiu à cabeça de alguns dos nossos governantes, e, com isso, eles já passaram a não se importar mais com a obediência à Palavra de Deus".

E ela ainda acrescentou mais algumas coisas assustadoras:

"Em muitas cidades, há locais onde se pratica a bruxaria, existem pessoas que fazem parte de movimentos (como a Nova Era), há as que estão metidas em seitas satânicas (sem contar que a Igreja de Satã está situada na Califórnia), o homossexualismo está aumentando a cada dia, temos casos de pregadores evangélicos envolvidos em escândalos, e, agora, há a tolerância ao islamismo. Enfim, o nosso país está se destruindo. Que esperança podemos ter, ou melhor, qual será o futuro da nação americana se tal estado de coisas continuar?"

Eu respondi a ela exatamente o seguinte:

"Quando uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente na sua própria sabedoria, essa mesma nação fica entregue à própria sorte (como um barco à deriva num mar revolto, prestes a afundar). Os verdadeiros cristãos precisam voltar à obediência à Palavra de Deus para recolocar a nação no caminho certo".

Não sei se esta minha resposta foi 100% satisfatória, mas ela, de qualquer forma, aprovou. E eu até citei o Salmo 33:

"Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor" (Salmo 33:12)

Ela agradeceu a minha atenção e disse que iria divulgar o nosso diálogo num encontro evangélico.

Tem horas que eu fico pensando aqui comigo: será que aqui no Brasil não estaria acontecendo a mesma coisa? Se alguém daqui estivesse dialogando com essa americana, quem poderia dar uma avaliação exata dos Estados Unidos, ou melhor, qual seria o diagnóstico dos americanos no sentido moral e espiritual?

E mais: o que o Brasil precisa fazer para se tornar uma nação espiritualmente abençoada (como os Estados Unidos foi no princípio)?

Espero uma resposta sensata de alguém na primeira oportunidade.

P.S: Se alguém daqui quiser se manifestar, esteja à vontade

Jabesmar A. Guimarães disse...

Cada vez mais me convenço que, por traz de cada atitude, do Obama há intenções malignas bem planejadas. Ele se diz cristão evangélico, que segundo ele mesmo sempre lê a Bíblia, mas, em lugar de estabelecer os princípios do Evangelho de Cristo ele trabalha para implantar coisas inteiramente contrárias a Palavra de Deus.
Outro dia em conversa com alguém estávamos tentando entender como é que de uma mesma pessoa vem o apoio ao movimento homossexual e aos muçulmanos? Sinceramente não sei aonde ele quer chegar com isso! Pois, como é de conhecimento geral, os muçulmanos não toleram, nem de longe, a prática do homossexualismo.
O Obama é bastante esclarecido para saber que muçulmanos e gays são totalmente incompatíveis. Ou seja, assim que eles forem maioria nos EUA os gays de lá estarão “fritos”! Fica a pergunta, será que o Obama “quer dar corda aos gays” para depois vê-los sendo perseguido pelos muçulmanos? Se este for o caso, ai sim os gays experimentarão uma verdadeira perseguição e terão saudades dos tolerantes cristãos que hoje eles perseguem e difamam.

Anselmo disse...

O presbítero Valdomiro disse uma coisa que me chamou a atenção:

"...Quando uma nação despreza a obediência à Palavra de Deus e passa a confiar somente na sua própria sabedoria, essa mesma nação fica entregue à própria sorte (como um barco à deriva num mar revolto, prestes a afundar)..."

Talvez muitos não saibam (ou não estejam lembrados), mas a Biblia narra um episódio que confirma estas palavras do presbítero Valdomiro. Senão, vejamos:

Joaquim tinha subido ao trono de Judá aos 8 anos de idade (2 Crônicas 36:9). O momento da nação era crítico. A ameaça dos caldeus era um perigo iminente. Era preciso que um rei se pusesse ao lado de Deus para reestabelecer a segurança do povo judeu. A situação era momentaneamente grave, mas não irremediável. Nem mesmo todos os exércitos estrangeiros poderiam subjugar (ou destruir) uma nação que tivesse Deus a seu favor. O futuro do reino de Judá estava nas mãos de Joaquim. A escolha que ele fizesse selaria o destino da nação.

Muito dependia de Joaquim. Daria ele o bom exemplo? Romperia ele com a idolatria pagã que asfixava espiritualmente a nação? Não, infelizmente não. Dele é dito que "fez o que era mau os olhos do Senhor" (2 Crônicas 36:9). O apego ao pecado era demasiadamente forte em sua vida. Ao invés de entrar pela porta estreita, preferiu o atalho largo da perdição (Mateus 7:13-14). Este mesmo atalho foi atraente no início, mas resultou em desastre 3 meses depois: Jerusalém e Judá caíram nas mãos de Nabucodonosor, e Joaquim e sua família foram levados para o exílio (Jeremias 22:24-30;24:1).

Joaquim só foi libertado do cativeiro 37 anos mais tarde, já no tempo de Evil-Merodaque, o novo rei da Babilônia (Jeremias 52:31).

Se Joaquim e o reino de Judá tivessem sido fiéis a Deus desde o princípio, esta mesma história certamente teria um outro final totalmente diferente!

Não duvido nada de que a mesma coisa pode acontecer não só com os Estados Unidos, como também com os países que desprezam a Palavra de Deus! A respeito disso, o apóstolo Paulo advertiu sabiamente:

"Não erreis: Deus não Se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso ele também ceifará" (Gálatas 6:7)

Será que alguém aqui ainda tem alguma dúvida disso?

Wesley Moreira (Pr) disse...

Valdomiro, moro nos EUA à 12 anos, mesmo a decadência espiritial dos EUA ainda estão melhor que o Brasil em termos de cristianismo. É verdade que as ultimas gerações perderam a prática religiosa, mas os princípios estão ainda fortes principalmente nos sul dos EUA. Por exemplo, carnaval nas ruas não acontece, revistas de pornografia nas bancas não existe, você tem que ir em lugares próprios para comprar e a capa das revistas estão tampadas por lei. As mulheres daqui vestem com masi descencia que as brasileiras. Os EUA estão em guerra contras as infiltrações socialistas anti-cristas é verdade, que usa as universidades e holliwood para semear o mau minando as bases dos principios da familia. O governo Obama é o governo que mais persegue cristãos aqui, proibindo béblias e orações na escola, e fazendo vista grossas para a pornografia. Os socialistas estão investindo tudo que tem para destruir os valores cristãos da sociedade americana. Lembre-se, California e New York não representa o total do pais, tampouco Holliwood faz. Abraços!

Wesley Moreira (Pr) disse...

Obama nunca foi cristão. Mentira de campanha. Ele é um mulçumano como foi o pai dele.

Anônimo disse...

Um dia essas duas forças irão se colidir (gays e islamicos), e como um reino dividido não pode subsistir... Por fim acabaremos por ver a queda de Babilônia.

Anônimo disse...

Pois se virar Sodoma a Arábia Saudita acaba com ela em dois dias, pelos métodos já velhos conhecidos nossos.

Só quero saber como esse charlatão de nome Barack Obama vai fazer para conciliar dentro dos EUA o Corão com a viadagem.

Qual é a mágica?

Idevam disse...

Júlio Severo e internaltas dem uma olhada neste post do blog de Reinado Azevedo.

os asquerosos agora querem matar as crianças recém nacidas

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/eles-chegaram-la-dupla-de-especialistas-defende-o-direito-de-assassinar-tambem-os-recem-nascidos/

Idevam disse...

De Símbolo da Liberdade a Prototico de Governo da Besta e Não e so nos UEA que está a acontecer isto

Anônimo disse...

Não escolho nenhum dos dois porque contra a palavra de Deus meu coração inclinado a OBEDECÊ-LO.
Quem está vivendo na prática homossexual e suas variantes e quem tá vivendo idolatrando outros Deuses, Santos, Iamgens, etc.. tal vc amiguinho e amiguinha vc tá contra ao nosso Senhor Deus Vivo porque?
Ele não divide a glória e honra dele com mais ninguém nesse mundo o ser humano só pode prestar culto e adoração ao SOBERANDO E PODEROSO DEUS VIVO ÚNICO NÃO A OUTRO ALELUIA!!!!!
IDOLATRIA E HOMOSSEXUALISMO: (ENFEMINADOS E SODOMITAS) SÃO PECADOS DIANTE DOS OLHOS DO SENHOR SE NÃO SE ARREPENDEREM NÃO ENTRAM NO REINO DE DEUS SE CONTINUAREM NESSA LISTA E NÃO SE VOLTAREM PARA O SENHOR JESUS CRISTO VAI PARA O "INFERNO" JUNTO COM DIABO E SEUS DEMÔNIOS SENDO ATORMENTANDO NOITE E DIA NÃO TERÁ FIM SENHOR JESUS MISRICÓRDIA DESSAS ALMAS QUE NÃO O CONHECE E NEM PROVARAM DO SENHOR DEIXA OS AQUI PARA ACEITAR O "SENHOR JESUS CRISTO" COMO ÚNICO SUFICIENTE SALVADOR SE ARREPENDER DE SEUS PECADOS. Ester!!!!!!

Anônimo disse...

gaylandia ou maomelandia foi boa! uehaeuhaeuheuhuehae

saulo

Marcus Häendell disse...

O que os gays não perceberam ainda, é que estão sendo usados. No momento oportuno, ou seja, quando os EUA não mais precisarem deles para o seu plano de controle mundial,haverá guerra entre muçulmanos e gays. Os que sobrarem (de ambos os lados, não se iludam muçulmanos!) serão eliminados de alguma forma pelo governo americano.