17 de fevereiro de 2012

A sangrenta liberdade da África do Sul

A sangrenta liberdade da África do Sul

Exclusivo: Barbara Simpson observa a transição da meta de democracia para escravidão

É triste. Um país antes bem sucedido e com uma economia próspera está se tornando uma bagunça e caindo no status de país de terceiro mundo do século XXI.
Não, não estou falando do Zimbábue, que após se tornar “livre” entrou no caos, na fome e no desamparo econômico sob o seu ditador “eleito”, Robert Mugabe.
A África do Sul parece o Iraque, que agora que é “livre”, possui “eleições”, e, é claro, há a “Primavera Árabe” em andamento abundantemente elogiada pelos EUA e pelo Ocidente como uma mudança em direção à democracia e à liberdade.
Certo.
A única pessoa que conheci que possui a visão mais clara da verdade sobre a África do Sul, antes e depois do apartheid, e suas implicações para os EUA é a escritora, comentarista e, sim, filósofa da realidade, Ilana Mercer.
Ela coloca isso em detalhes explícitos e bastante assustadores no seu novo livro “Into the Cannibal’s Pot — Lessons for America from Post-Apartheid South Africa” (No Caldeirão do Canibal — Lições para os EUA da África do Sul no pós-Apartheid)
O livro de Mercer enxerga padrões na dissolução de um governo e um país supostamente a caminho da democracia, à medida que os políticos e pessoas influentes abraçam o socialismo/marxismo. Ela não tem papas na língua, seja escrevendo sobre negros ou brancos.
Mercer nasceu na África do Sul e viveu lá até a década de 60, quando seu pai, o rabino Bem Isaacson, mudou-se com a família para Israel devido a abusos por parte do governo do apartheid.
Na década de 80, ela retornou à África do Sul. Casou-se, teve um filho e depois emigrou para o Canadá. E por último, a família se estabeleceu nos Estados Unidos.
Tive um interesse especial por seu livro porque estive na África do Sul duas vezes, não como turista, mas convivendo com algumas pessoas de lá, conversando, vendo como vivem, lendo jornais locais e observando o país, não com óculos cor-de-rosa, mas como ele realmente é. Isso me levou a buscar me informar também dos horrores do Zimbábue. O padrão é claro e quase idêntico.
Infelizmente, a cegueira do nosso país continua, mais recentemente com a ministra da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg viajando para a África.
Ela visitou a Tunísia e principalmente o Egito, onde buscava “escutar e aprender” enquanto o país fazia a sua “transição constitucional para a democracia”.
Será que ela viu baderna, incêndios e espancamentos no "florescer” da Primavera Árabe?
Durante uma entrevista à emissora egípcia Al Hayat, Ginsburg arriscou sua opinião e seu conselho aos egípcios a respeito de como estruturar a sua nova constituição.
Essa mulher, ministra da maior corte dos EUA, que fez o juramento de "preservar, proteger e defender a Constituição dos Estados Unidos", aconselhou o Egito a não basear o seu governo no dos EUA.
Ginsburg afirmou que ela “não iria olhar para a Constituição americana se fosse elaborar uma constituição no ano de 2012...”
Em vez disso, ela acredita que eles devem utilizar a Constituição da África do Sul como modelo.
Deixando de lado o mérito de ela estar humilhando o seu próprio país, fica claro que a sua afinidade com a África do Sul a cegou para a realidade daquele país “livre”.
Será que ela viu as estatísticas sul-africanas da violência? São mais de 50 assassinatos por dia. O país lidera os índices de estupros de crianças e bebês, para não falar dos de adultos. O número de fazendeiros brancos e suas famílias, incluindo crianças, visados, brutalmente torturados e sadicamente assassinatos nas suas próprias fazendas ou casas, cerca de 4.000 desde que o apartheid terminou em 1994, literalmente tornando a agricultura na África do Sul a ocupação mais perigosa do mundo. Roubos de automóveis são acontecimentos diários, com os motoristas frequentemente sequestrados e assassinados. As frequentes invasões e assaltos a casas forçam as pessoas a viverem como prisioneiras em casas protegidas por paredes, cercas elétricas, cães treinados, segurança particular, sistemas de alarme, sensores de movimento dentro e fora, salas-cofre e, se possível, armas (embora sejam ilegais).
Nunca vou me esquecer de uma reportagem de um jornal local quando estava na África do Sul. Era sobre um roubo de veículo de um indivíduo branco, que foi jogado de um penhasco antes que seu carro fosse levado.
Chega de constituição moderna governando um país livre. Um pedaço de papel não é nada se o império das leis não funciona. Não importa o que os comunicados do governo e folhetos turísticos digam, a África do Sul é claramente um país perigoso para visitantes, para negócios e para os seus próprios cidadãos, não importando a cor da pele.
A contagem total de corpos naquele país desde que foram "libertos” do domínio branco é estimada em mais de 300.000, e aumentando a cada ano. Há crimes de negro contra branco, negro contra negro e negro contra qualquer outra cor de pele. A criminalidade é sempre perpetuada com condescendência da polícia e do governo. Chega dessas estórias de “governo negro e livre”. Corrupção é corrupção.
A atrocidade do que está acontecendo na África do Sul desde que Nelson Mandela assumiu o poder após o apartheid pode ser chocante pela violência, mas não surpreendeu Mercer. Ela conhece a história e vê a transição da meta de liberdade democrática para a forma de ditadura e escravidão que existe lá agora.
Ao apresentar seu livro, Ilana Mercer a chama de “Nação Rambo”, e não tem papas na língua:
“Quando a África do Sul era governada por uma minoria branca e racista, ela era desdenhada pelo Ocidente e tratada tal qual Saddam Hussein, com boicotes e sanções. Agora que um governo racista da maioria negra controla o país, que está tão violento quanto o Iraque, a Libéria ou o Congo e se tornando rapidamente outro estado africano falido e islamizado, ele é a estrela do Ocidente”.
O livro de Mercer mostra a dissolução de um governo e um país supostamente a caminho da democracia, à medida que os políticos e pessoas influentes abraçam o socialismo/marxismo. Ela vê paralelos nos EUA.
Ironicamente, dia 11 de fevereiro foi o 22º aniversário da libertação de Mandela da prisão e o começo da sua ascensão à presidência, e agora à sua santidade virtual.
Nada negativo pode ser escrito a respeito dele, e a mídia mundial é cúmplice do encobrimento maciço e politicamente correto da destruição gradual daquele país.
Mas Mercer põe tudo à mostra. Se você consegue lidar com a verdade, leia o livro. Essa é uma mulher corajosa.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo original do WND: “South Africa’s bloody freedom

2 comentários :

Anônimo disse...

Os fazendeiros brancos atualmente estão migrando para outros paises, levando a estes grande prosperidades. O governo da Nigeria vai pessoalmente convidar fazendeiros brancos na Africa do Sul e no Zimbabue, e por conta disso pela primeira vez em sua história a Nigéria passou até a exportar alimentos.

Já o governo da Georgia, terra de Stalin, tem todo um programa desenvolvido para a migração dos Boers para o seu país, o que em breve fara do pequena ex-republica soviética uma potência agricola.
.
http://www.youtube.com/watch?v=-e77_b2h0yI

Anônimo disse...

Essas pessoas deveriam fugir desse matadouro o mais rápido possível, incrível como o racismo existe do branco contra o negro mas todo excesso contrário é totalmente tolerado. Um absurdo, tomara que o Nosso Senhor Jesus não se demore para vir.