28 de fevereiro de 2012

Inicia-se planejamento para o califado islâmico

Inicia-se planejamento para o califado islâmico

Metas ganharam aceleração quando governo de Obama legitimou lei muçulmana para proibir críticas

Bob Unruh
Um membro sênior de um instituto de políticas estratégicas com sede em Madri está alertando as pessoas amantes da liberdade sobre uma conferência de planejamento do califado que estará sendo realizada por muçulmanos em breve, uma ação que, segundo ele, foi acelerada recentemente com o apoio do governo de Obama quando permitiu uma conferência de três dias do “Processo de Istambul” em Washington.
O evento, escreve Soeren Kern, membro sênior do Políticas Europeias do Grupo de Estudo de Madri, “deu [para a Organização Islâmica para a Cooperação] a legitimidade política que ela vem buscando para globalizar a iniciativa de proibir críticas ao islamismo”.
O evento que acontecerá, Conferência do Califado 2012, está sendo organizada por Hibz-ut-Tahrir, que Kern descreve como um “grupo pan-islâmico extremista que busca estabelecer um Estado islâmico global, ou califado, governado pela lei islâmica da sharia”.
A OIC, que tem 57 membros, vem há anos propondo uma lei internacional especial que tornará crime falar mal de Maomé ou de seus seguidores, mas nunca obteve sucesso sob seus planos passados que foram retratados como a proibição da “difamação das religiões”. Na verdade, o apoio para a ideia tinha começado a diminuir.
Mas então propuseram a Resolução 16/18, um plano para os países “combaterem” coisas como “intolerância, estereótipo negativo e estigmatização de... religiões e crenças”. A ideia foi aprovada na Assembleia Geral da ONU apenas algumas semanas atrás e a análise de Kern comenta que seria altamente ineficaz, contanto que o Ocidente não a seguisse.
É por isso que foi um “golpe diplomático”, de acordo com Kern, quando Obama realizou a conferência de três dias em Washington, onde a secretária de Estado Hillary Clinton se comprometeu a atender ao que os muçulmanos mais têm buscado há anos: prender pessoas responsáveis quando a “liberdade de expressão”... “resulta em confrontos religiosos”.
A questão crítica que tem estado entre as razões para os planos assim chamados “anti-difamação” terem falhado anteriormente é que tais limites sugerem, e até requerem, que a culpa seja colocada na pessoa que fez a declaração, se a situação é que outro indivíduo reajiu a essa declaração de forma violenta.
Defensores da liberdade de expressão estão preocupados com o comentário de que, “Uma coisa é as pessoas estarem apenas discordando. Isso faz parte do jogo. Isso é liberdade de expressão. Mas se resultar em confrontos religiosos, se resultar na destruição ou mutilação ou vandalização de locais religiosos, se até mesmo resultar em aprisionamento ou morte, então o governo deve prender aqueles que são os responsáveis”.
Na civilização ocidental, o padrão de responsabilidade seria fazer com que prestassem contas os que agem com violência, não os que fazem declarações que aqueles que agem com violência culpam por suas ações.
A estratégia da ONU, proposta pelo Paquistão “em nome da Organização da Conferência Islâmica”, novamente cria uma porta aberta para culpar alguém por fazer uma declaração sobre o islamismo contra a qual os muçulmanos reagiriam violentamente, ao criar preocupações quanto ao “incitamento à descriminação, hostilidade ou violência”.
Além disso, “condena qualquer defesa de ódio religioso que constitua incitamento à descriminação, hostilidade ou violência”.
Preocupações repetidas têm sido levantadas por tais declarações, já que abrem portas para ataques a pessoas que fazem declarações sobre suas crenças, que alguém escolheria condenar como “de ódio”.
Na verdade, a resolução pede “medidas para criminalizar” alguns comportamentos relacionados.
Sharona Schwartz no site Blaze notou que o vídeo promocional em língua alemã para a conferência começa com: “O declínio implacável do capitalismo começou. Chegou a hora de lutar contra a pobreza. Hora de destruir injustiças. Hora para o sistema correto”.
O tal sistema correto é identificado como o islamismo.
Num relatório publicado pelo instituto Stonegate, Kern disse que o “objetivo explícito” do Processo de Istambul é criminalizar críticas ao Islã.
Ele escreve, “De acordo com Steve Emerson, uma autoridade importante em redes extremistas islâmicas, Hizb ut-Tahir está emulando um processo de três estágios pelo qual os muçulmanos estabeleceram o primeiro califado islâmico após a morte do profeta Maomé, no ano 632. Durante o primeiro estágio, Hizb ut-Tahir constrói um grupo ao cultivar um pequeno número de apoiadores para se engajarem em recrutamento e propaganda. No segundo estágio (que Hibz ut-Tahrir está agora implementando na Europa e nos Estados Unidos), o grupo educa muçulmanos a fim de recrutarem um grupo maior de pessoas para se juntarem a Hizb ut-Tahrir e apoiarem sua revolução. Finalmente, tendo o apoio dos muçulmanos, Hizb ut-Tahrir age para estabelecer um governo islâmico governado pela sharia”.
Ele nota que a OIC há apenas duas semanas atrás patrocinou um simpósio em Bruxelas para falar sobre “anti-islamofobia”.
“A resolução 16/18, que foi adotada na sede do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra em março de 2011, é amplamente vista como um passo significativo à frente nos esforços da OIC para o avanço do conceito legal internacional de difamação do Islã”, ele informa.
Ele citou o relatório da Agência Internacional Islâmica, que declarou, “O fenômeno da islamofobia se encontra geralmente no Ocidente, mas está crescendo em países europeus em particular, de uma forma diferente do que ocorre nos EUA, a qual contribuiu para a elaboração da Resolução 16/18. A nova posição europeia representa o começo da mudança da sua reserva anterior ao longo dos anos com as tentativas da OIC para se opor à “difamação das religiões” no Conselho de Direitos Humanos e na Assembleia Geral das Organização das Nações Unidas.
WND escreveu anteriormente sobre a lei de Difamação Religiosa encaminhada pelos países islâmicos na ONU. Era “nada mais do que uma campanha para alcançar proteções especiais para o islamismo — uma ação para reprimir a liberdade de expressão”, de acordo com uma análise de Jay Sekulow do Centro Americano para Lei e Justiça.
De acordo com a organização Direitos Humanos Primeiro, o plano simplesmente viola as normas fundamentais de direito de expressão.
Tad Stahnke, da Direitos Humanos Primeiro, disse que o conceito é “infeliz para indivíduos sob risco de que seus direitos serão com certeza violados sob a desculpa de proibição de ‘difamação religiosa’, bem como para os padrões de normas internacionais sobre a liberdade de expressão”.
O assunto também foi tratado por Carl Moeller, diretor da Portas Abertas EUA, numa entrevista com WND na época, por causa da iminente ameaça para as liberdades na América.
“Essa é uma batalha pelas liberdades básicas”, ele alertou.
“[A ideia da ONU] é Orweliana em sua perversidade”, ele disse, “ao usar uma linguagem como a anti-difamação de uma religião. Soa como como uma linguagem obscura cujo significado é diferente do que se diz, digno do livro ‘1984’ de George Orwell, devido ao que de fato essa linguagem faz”.
Ele disse que as nações muçulmanas vão usar essa lei para apoiar seus ataques aos cristãos por declarações simples como suas convicções na divindade de Jesus Cristo, a qual os muçulmanos consideram uma afronta.
Pior seria o efeito “assustador” na linguagem que o plano da ONU criaria ao redor do mundo, ele disse.
“Essa lei será uma grande benção para aqueles que querem amordaçar dissidentes em seus países e nos regimes islâmicos”, ele disse. “Essa lei é um monumento às massas nos Estados Unidos e em outros lugares  quesão burras por não verem essa lei pelo que ela realmente é”.
Traduzido por Eliseu PLJ e Julio Severo de artigo do WND: Planning for Islamic caliphate to begin

5 comentários :

Anônimo disse...

Ah que falta que fazem as cruzadas...

Anônimo disse...

A maior estrategia muçulmana foi levantarem o Obama como presidente, ele é filho de muçulmano, por isso não se preocupa com cristãos torturados em países muçulmanos, e cada vez mais da poder a Hillary Clinton para promover o sistema anti-cristão, pois se vc discorda da ideologia gay é preso, e agora se discordar dos filhos de Maomé por torturarem cristãos e jogarem bombas onde eles sentirem vontade podemos ser presos também, o que mais me irrita é que não vejo uma mobilização dos pastores contra esses abusos, o silencio da maioria desses miseráveis pastores evangélicos brasileiros me revolta, esse negocio de rotular a igreja de presbiteriana, assembleana, batista e etc. De colocarem ideologias como calvinistas, arminianos e seja lá a idiotice que seja tem enfraquecido o reino de Deus por seculos, somente pessoas sem comunhão verdadeira com Cristo se preocupa com esse lixo de ideias mercantilistas protestante, a reforma trouxe a deformação de roma sobre outras formas pseudo-cristãs, precisamos de uma renovação de união, pois estamos sendo destruídos por levantarmos bandeiras inúteis, que a bandeira da cruz do calvário seja á unica, ou senão em breve teremos todo tipo de religião e seita urinando no cristianismo, parabéns Julio pela coragem em alertar o povo de Deus, Julio eu acredito em vc cara, Deus conta com vc, não desista, Deus é contigo!

David Konell

Jose Guilherme Schossland disse...

Caro Julio, se Obama representa a Babilônia, deveremos vê-lo como um vingador a exemplo de Nabucodonosor, um dos tarefeiros ou "servos" do Altíssimo. Um maléfico usado contra outros da mesma extirpe. Não confundamos portanto, contra quem se insurgirá e mesmo que assim não se reconheça Obama(Nabucodonosor), estar "a mando", senão contra os inimigos do próprio Altíssimo? Haveremos de restar como "pinçados" membros esparsos de Sua tribo, protegidos estando em nossa posição atual, ou também passaremos pelo "cadinho" nessa necessária purificação diante do Altíssimo?
Ciro é outro servo, para cumprir a Sua vontade. O Altíssimo chama Ciro de “meu pastor”!

Isaías 10.5-6 – Ai da Assíria, cetro da minha ira! A vara em sua mão é o instrumento do meu furor. Envio-a contra uma nação ímpia e contra o povo da minha indignação lhe dou ordens, para que dele roube a presa, e lhe tome o despojo, e o ponha para ser pisado aos pés, como a lama das ruas.

Assíria, cetro da minha ira. O Altíssimo está dizendo que usará a Assíria como Seu instrumento. Como vemos, mesmo aqueles que desprezam o povo do Altíssimo, são Seus instrumentos.
Separados e a ponderada quilométrica distância, prudentes e confiante de que tudo que está escrito se cumprirá, "expectemos-dores".

Anônimo disse...

Urgente Pastor youssef
Estamos pedindo orações pela vida do pastor Iraniano Youssef Nadarkhany, estou também disponibilizando um endereço eletrônico no qual voçê pode entar e assinar um abaixo assinado virtual pedindo para que o governo brasileiro intervenha no caso em favor do pastor. mas há até o momento mais assinaturas pedindo a transmissão do campeonato baiano pela tv do que pela vida do pastor. Somos mesmos cristãos ?
www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N21246

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXxXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Júlio ! Por favor ajude a divulgar essa petição pela Vida do Pastor youssef.

Nilton

Guilherme disse...

O planejamento iniciou-se bem antes: já em 1994, milhares de muçulmanos se reuniram EM LONDRES para uma conferência em que definiram a criação de um Estado Islâmico Global (fora a destruição de Israel, é claro... - pra não deixar dúvidas da inspiração demoníaca deles).

Escaneei e publiquei na internet a notícia, pra vocês conferirem.

http://gif15.blogspot.com.br/1994/08/muculmanos-reunidos-falam-em-estado.html