15 de fevereiro de 2012

Estamos lutando contra legislação pró-vida no Congresso Nacional, governo brasileiro assegura à ONU

Estamos lutando contra legislação pró-vida no Congresso Nacional, governo brasileiro assegura à ONU

14 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Num relatório que está apresentando a um comitê da ONU nesta semana na Suíça, o governo brasileiro lamenta que “O afastamento de posições conservadoras em relação ao papel de homens e mulheres em nossa sociedade está ocorrendo mais lentamente do que se desejaria”.
O relatório, que será apresentado ao Comitê para a Eliminação de Discriminações contra as Mulheres pela recém-nomeada ministra pró-aborto de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, também explicará a tentativa do governo de esmagar um projeto de lei que defende a vida chamado Estatuto do Nascituro, que proibiria o assassinato de crianças em gestação em todas as circunstâncias.
Eleonora Menicucci: na ONU para defender o aborto em nome do governo do Brasil
“É fundamental que o projeto seja rejeitado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania”, escreve o governo de Dilma.
O Comitê para a Eliminação de Discriminações contra as Mulheres, que é conhecido por pressionar os países a legalizar o aborto, solicitou que o Brasil prestasse contas de “medidas específicas adotadas para lidar com o problema dos abortos inseguros”, ao que o governo responde em parte que realizou abortos em 60 mulheres que foram estupradas em 2010.
O conteúdo do relatório é visto como outro sinal de que a “oposição” da presidente brasileira Dilma Rousseff ao aborto, “oposição” que ela proclamou durante a eleição presidencial de 2010, não era séria.
Dilma, ex-membro de uma organização terrorista comunista que lutava para derrubar o governo do Brasil nas décadas de 1960 e 1970, tem um histórico de apoio à descriminalização do aborto antes de sua corrida presidencial.
Contudo, Dilma se viu forçada a assinar um documento de compromisso de não apresentar legislação abortista ou homossexualista durante seu mandato presidencial para elevar seus números cada vez mais baixos nas pesquisas eleitorais depois que evangélicos e católicos começaram a alertar seus fiéis sobre o histórico dela.

4 comentários :

JCavalheiro disse...

De um governo que distribui cartilhas em escolas propagando e incentivando o homossexualismo não se poderia esperar coisa melhor. Numa sociedade em que a vida de um pássaro, de um animal qualquer ou de uma árvore vale mais do que a vida de um cidadão; onde leis são criadas visando garantir o direitos da marginalidade, coisas piores ainda poderão ser esperadas. Nossas vozes e forças parecem demasiadamente fracas contra uma avalanche de torpeza que se instalou no poder central buscando destruir todo e qualquer princípio de moral conservador. Oremos a Deus para que nos guarde e nos dê sabedoria para escolhermos as armas certas para imunizar a Igreja e a família de todo o mal destrutivo de tais propósitos ditos liberais.
Abraços de...

Pr. João Q. Cavalheiro

Roberto disse...

Vejam só, que submissão do governo, desses medíocres que estão no governo, a toda poderosa ONU.

Como se o Brasil, país soberano e livre tivesse que "prestar certas contas" ao amontoado de tecnocratas, burocratas da agência.

Emitir relatórios descrevendo suas ações, o que fez, o que não fez, o que fará (que a agência quer que faça)...

Ainda vá lá se isso acontecesse como mera participação do Brasil no concerto das nações como integrante visando o andamento normal das relações internacionais, o desenvolvimento e a harmonia.

Mas não! Isso cheira mais subalternismo, relação entre desiguais em que o Brasil e outros países têm que fazer as vontades, cumprir as "diretrizes", alcançar as metas...

Isso se torna mais escandaloso ainda por a matéria dessa relação ser a respeito da facilitação, alastramento de um ato tão criminoso, desumano como o aborto.

Que eu saiba, mesmo que muitos talvez queiram isso, ainda não chegamos oficialmente a um "governo mundial" encabeçada pela ONU, mas extra-oficialmente ela parece estender seus tentáculos na administração interna dos países.

E aí dona Dilma, sua função será confundida como mero fantoche dos interesses internacionais?

Anônimo disse...

Em nome de Jesus Cristo, o meu país Brasil que eu amo nasci nessa terra vai resistir e BARRAR as coisas ANTIDEUS como esse movimento da legalização do aborto a ONU pode bater o pé esperniar isso vcs não vão ganhar NÃO. Ester!!!!!!

Betopernambuco disse...

No Brasil precisa entrar um HOMEN de pulso,,,nao importa que seja ditadura,,,contanto que lute contra o crime qualquer que seja ele,,,Ja' foi provado que os brasileiros nao sabem conviver com democracia, I Have a dream