12 de fevereiro de 2012

Dilma Rousseff atiça fogo na questão do aborto ao nomear ministra pró-aborto

Dilma Rousseff atiça fogo na questão do aborto ao nomear ministra pró-aborto

9 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) — Dilma Rousseff, presidente do Brasil, está provocando especulações sobre suas intenções depois de nomear uma nova ministra pró-aborto para representar as mulheres do Brasil, pouco mais de um ano depois de quase perder a eleição presidencial por causa da questão do aborto.
Eleonora Menicucci, adepta incondicional do PT e amiga de Dilma, esteve na mesma cela de prisão com a hoje presidente durante sua prisão sob o regime militar do Brasil na década de 1970, quando foram presas por seu envolvimento em atividades terroristas e revolucionárias como militantes socialistas.
Eleonora Menicucci: bissexual, já matou dois de seus filhos e hoje é pró-aborto
Menicucci tem também a mesma posição de Dilma e do PT de apoiar a legalização do aborto, uma posição que Dilma foi forçada a abandonar durante as eleições presidenciais de 2010, quando sua coroação pelo presidente de saída Lula quase foi frustrada por uma campanha contra ela promovida por cristãos pró-vida e pró-família. Dilma acabou ganhando as eleições depois de assinar um documento se comprometendo a não iniciar leis pró-aborto ou pró-homossexualismo.
Dilma tem permanecido de boca fechada sobre a questão do aborto desde sua eleição, mas a nomeação de Menicucci levanta suspeitas de que as opiniões pró-aborto dela não permanecerão dormentes durante seu governo. Embora a antecessora dela na Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, também tivesse histórico de expressar posturas pró-aborto, Menicucci confessou para o jornal Folha de S. Paulo que ela mesma já fez dois abortos, uma atitude evidente de zombaria contra as leis do Brasil que proíbem todos os abortos induzidos, a não ser em casos de estupro.
Ela também reconheceu sua própria ambiguidade sexual, declarando numa entrevista de 2007: “Me relaciono com homens e mulheres e tenho muito orgulho de minha filha, que é gay e teve uma filha por inseminação artificial”.
Menicucci diz que considera a questão do aborto como uma questão que pertence ao legislativo em vez do executivo, mas está atrevida em sua fidelidade à posição pró-aborto, se recusando a se distanciar das declarações que fez antes.
“A minha posição pessoal a partir de hoje não interessa. Minha posição pessoal já dei em entrevistas, sobretudo nos anos 70, 80 e 90, quando o feminismo precisava marcar posições. Não me arrependo, é minha história”, ela declarou recentemente para a imprensa. Ela também fez uma defesa do assassinato legalizado de bebês em gestação, ecoando declarações de promotores do aborto de que o procedimento mortal é necessário para a “saúde pública”.
“Como sanitarista, eu tenho de dizer que é uma questão de saúde pública, não é uma questão ideológica”, disse Menicucci. “Nenhuma pessoa de gestão que tenha sensibilidade, que ouça os números, não admite que as mulheres continuem morrendo em decorrência de aborto”.

Indignação, mas pouca surpresa

A escolha de Menicucci por Dilma Rousseff foi recebida com indignação, mas com pouca surpresa por parte dos conservadores e ativistas pró-vida do Brasil.
Reinaldo Azevedo, colunista conservador amplamente lido, escreveu em seu blog que Dilma “enganou” os líderes evangélicos com sua promessa de não apoiar agendas abortistas e homossexualistas, escrevendo que “não era só uma tática” e acrescentando: “Agora é questão se ‘ganhar a sociedade’ com o proselitismo. Dilma escolheu para a pasta uma militante da causa”.
“Presidente Dilma nomeou uma ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres conforme sua imagem e semelhança”, Pe. Luiz Lodi da Cruz, um líder pró-vida, disse para LifeSiteNews, acrescentando que ela é uma “feminista radical”, e “uma defensora ardorosa da descriminalização do aborto” que “praticou o lesbianismo”.
“A nomeação de Eleonora, que tomará posse na sexta-feira, é um sinal da coerência da presidente”, disse Lodi. “Sendo membro de um partido que tem um compromisso com o aborto (o PT), Dilma se sentiu obrigada a se apresentar como ‘católica’, defensora da ‘vida’ e até devota de ‘Nossa Senhora de Aparecida’, a fim de não perder as eleições de 2010. Agora, com a nomeação de sua secretária, com o status de ministra de Estado, Dilma faz justiça à sua tradição pró-aborto e anti-família”.
Fonte em português: www.juliosevero.com

7 comentários :

Wellington disse...

De um governo pró-aborto, pró-homossexualismo, anti-vida, anti-família, e, principalmente, anti-cristão, ninguém jamais vai poder esperar que venha algo de bom.

Eu nem me espantei quando eu vi quem Dilma escolheu. Considerando que essa "ministra" já foi "companheira" de Dilma na época do governo militar, nada mais justo do que uma terrorista ajudar outra, ou seja, está tudo em casa (ou, como eles dizem, "entre amigos").

Não tenho nenhum medo de dizer: o nosso país é governado por terroristas. Dilma e seus comparsas do PT (e também os de outros partidos que pensam e agem igual) são verdadeiros terroristas (talvez iguais ou piores que os da Al Qaeda)!

ÉLQUISSON disse...

O comentário do Wellington foi perfeito. Realmente, estamos sendo governado por terroristas. Só o passado de Dilma e dessa "ministra" já diz tudo.

E a comparação que o Wellington fez do PT com a Al Qaeda não é nenhum exagero. Talvez a única diferença entre ambos seria a seguinte: a Al Qaeda não tinha o poder político nas mãos, mas, apesar disso, o pessoal dela fazia (e ainda faz) atentados terroristas em vários lugares do mundo (como foi o caso do 11 de setembro).

No caso do PT, ele chega a ser igual ou pior que a Al Qaeda. Aliás, diga-se de passagem, o PT é a versão brasileira da Al Qaeda. Só essa política pró-aborto já diz tudo.

Não vejo a hora de extirparmos esse câncer maligno chamado PT do nosso governo. Aliás, a própria sigla (PT) já diz o que ele realmente é:

PT = Partido Terrorista

Alguém concorda comigo? Se alguém quiser se manifestar, fique à vontade.

Anônimo disse...

Amigo Júlio, boa tarde!

Muito bem presidente Dilma! Pela sua sabedoria, por saber enganar o quem gosta de ser enganados e depois ficar se fingindo de vitímas - me refiro a todos os evangélicos que votaram nela fingindo acreditar no que ela prometeu.
Dilma não é errada... Errados e culpados é quem acredita em Dilma ou em algum político da quadrilha-PT. Agora temos que suportar Dilma por mais três anos no mínimo. Evangélicos: para que serve a cabeça? Dentro da cabeça existe um cérebro... Será que alguém acredita em governo Dilma? Ou é a continuidade do (des)governo Lula?
Em 2014 ela vai querere ser reeleita e vai prometer ser de novo contra o aborto e o PLC-122... Todos os evangélicos vão (fingir) acreditar e votar nela...
Ela assinou algum documento se compromentendo - nem ela assinando eu acredito nela - a ser contra qualquer lei pró aborto?
Dilma não chegou a presidencia na força. Colocaram ela lá! Quando houve o 2º turno e mentira de Lula caiu - dizia que 86% de aprovação, se tivesse mesmo Dilma ganharia no primeiro turno - eu pensei que ela iria perder a eleição e o "câncer PT" sairia do poder. Me enganei!
Ela prometeu e os evangélicos acreditaram que ela derrente, de uam hora para outra mudou e virou cristã. Sinceramente! Até parece que todos os evangélocos são analfabeto e recebem o Bolsa Família! Quero enteder e não posso!

Do amigo baiano,
lúcio

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

Já tinha postado este meu comentário em artigos anteriores, mas, devido ao teor deste artigo, faço questão de colocar novamente o mesmo comentário aqui.

Diz um ditado popular que "o povo tem o governo que merece". Nunca, aqui no Brasil, isso ficou tão evidente, ou melhor, nunca esse mesmo ditado se confirmou de maneira tão clara como nestes últimos anos.

Basta fazermos uma análise dos governos de Lula (anterior) e de Dilma (atual). Além de serem do mesmo partido (PT), ambos são rigorosamente iguais em todos os aspectos. Senão, vejamos alguns dos pontos que eles têm em comum:

- Promoção de políticas de apoio aos "direitos humanos" (leia-se privilégio para os homossexuais e perseguição aos cristãos);

- Discriminalização do aborto, já que o aborto é somente um "caso de saúde pública" (ou seja, o aborto, para eles, não é um crime contra uma vida inocente e indefesa);

- Censura à liberdade de imprensa (e ainda dizem, com a maior cara de pau, que vivemos num país democrático!);

- Tolerância às religiões afro–descendentes, sob o argumento de que elas fazem parte da nossa cultura, e, portanto, não podem ser discriminadas (como o diabo dessas mesmas religiões se disfarça em anjo de luz, só falta eles dizerem que todas essas religiões são de Deus);

- Distribuição de "kits educativos" nas escolas, com a alegação de combater a homofobia (uma forma bem sutil de fazer com que as nossas crianças sejam induzidas ao homossexualismo, promovido pelo ministro Fernando Haddad e por toda a corja do governo e dos homossexuais);

- Homenagem às "vítimas" do regime militar (ninguém jamais procurou saber o passado de Dilma Rousseff e dessa "ministra").

Enfim, estas são apenas algumas das muitas semelhanças entre os governos de Lula e o de Dilma.

E por que o povo, mesmo sabendo disso tudo, ainda assim vota neles? Por uma razão muito simples: recebendo a "ajuda" (Bolsa–Família) do governo, quem não quer ser sempre beneficiado pelo mesmo governo de alguma forma?‏ Isso lembra aquela máxima do antigo Império Romano: "Dai pão e circo ao povo, que o império sobrevive".

Não tenho nenhum medo de dizer: a nossa política está tão podre e tão corrompida, que nem mesmo os políticos da bancada evangélica não são dignos da nossa confiança (e, muito menos, merecedores do nosso voto).

Se o povo tivesse vergonha na cara, não colocaria corruptos no poder em troca de qualquer tipo de assistencialismo (até porque isso, infelizmente, já se tornou um ciclo vicioso difícil de ser quebrado). Uma coisa é certa: enquanto prevalecer este quadro, ou melhor, enquanto o povo ainda continuar adotando esta mentalidade clientelista (isto é, de só votar em troca de algum tipo de ajuda), o nosso país vai estar sempre sendo governado por corruptos.

Que estas palavras sirvam de alerta para que todos sejam mais cuidadosos nas próximas eleições!

Anônimo disse...

Coloca engação nisso a "presidenta" não vai desistir das causas que ela defendem ANTIDEUS mesmo só deu tempo porque ela queria ganhar a eleição para presidência né aff. Ester!!!!!

ÉLQUISSON disse...

O presbítero Valdomiro falou uma coisa que me chamou a atenção:

"... o povo tem o governo que merece..."

Certa vez, eu assisti a um filme onde um homem, em troca de fama e riqueza, vendia a própria alma ao diabo.

E o que o comentário do presbítero Valdomiro tem a ver com isso? Tudo a ver!

Vamos aos fatos:

Os políticos corruptos (tanto os do PT, como também os de outros partidos) oferecem o Bolsa–Família para o povo pobre durante as campanhas eleitorais. Como esse mesmo povo não tem conscientização política, todos aceitam isso com a maior naturalidade (como se isso fosse uma coisa correta). Ninguém suspeita que, agindo assim, está vendendo a própria alma. Isso cria um ciclo vicioso: o povo se torna escravo daquele que lhe oferece tal benefício, e, por falta de opções, não vê outra saída senão votar nos mesmos políticos que lhe oferecem a mesma "ajuda". Em suma: aceitar esse Bolsa–Família é como vender a alma ao diabo. Enquanto o povo não acordar e não quebrar esse pacto que fez com o diabo (que é o Bolsa-Família), nunca vamos tirar os políticos corruptos do poder.

Sabem qual é a verdade? O povo brasileiro é masoquista. O que significa isso? Masoquista é aquele que gosta de sofrer. O povo sabe que vai eleger um político corrupto, mas, mesmo assim, elege. Por quê? Porque não quer perder o Bolsa–Família (ou outro benefício que é oferecido).

E digo mais: temos que saber usar a arma de que dispomos (que é o voto). Por que eu digo isso? Porque existem coisas que somos nós que resolvemos (não é Deus). No caso, trata-se de saber votar. Não podemos pedir a Deus para resolver um problema (como este do voto) que nós mesmos podemos resolver.

Por que a questão do voto não pode ser resolvida por Deus? Por uma razão muito simples: um anjo não possui título eleitoral. Um anjo não vai descer do Céu para escolher o nosso candidato. Somos nós mesmos que vamos fazer isso.

Uma coisa é certa: temos que assumir as conseqüências das escolhas que fizermos. Se votarmos errado, nós mesmos seremos culpados. Depois, ninguém venha querer fazer campanha de oração para que Deus tire do poder um político corrupto que nós mesmos elegemos!

Aproveito para dar mais algumas sugestões:

- O povo tem que ser suficientemente esclarecido através dos verdadeiros servos de Deus para não se deixar manipular por nenhum órgão informativo "oficial" (leia-se Rede Globo);

- Orar a Deus, pedindo discernimento na hora de votar (para não ser enganado por lobos em pele de cordeiro que sempre aparecem em todas as campanhas eleitorais);

- Cobrar de quem for eleito que cumpra as promessas feitas durante a campanha;

- Mobilizar o povo para protestar todas as vezes que for necessário.

Não estou dizendo que isso vai acabar de uma vez com a sujeira da nossa política, mas já é o primeiro passo para uma conscientização política do povo em geral. Isso para que o governo saiba que nem todo mundo pode ser facilmente manipulado.

Espero que estas sugestões sejam analisadas por pessoas de bom senso, para termos um povo esclarecido o suficiente em termos de conscientização política.

Anônimo disse...

É... o aborto vai ser legalizado, o SUS vai fazer e sabe quem vai pagar a conta?