14 de fevereiro de 2012

Concebida em estupro incestuoso, mas criada por Deus: o incrível testemunho de Kristi Hofferber

Concebida em estupro incestuoso, mas criada por Deus: o incrível testemunho de Kristi Hofferber

Peter Baklinski, com John Jalsevac
13 de fevereiro de 2012 (LifeSiteNews.com) Se você se vê como ‘pró-vida’ exceto em casos de estupro e incesto, você terá de olhar Kristi Hofferber nos olhos e dizer a ela que a mãe dela deveria tê-la abortado. E quase aconteceu.

Kristi Hofferber

Num extraordinário e comovente testemunho pessoal publicado em inglês hoje por LifeSiteNews, Kristi explica que ela cresceu num lar cristão feliz, sua única queixa sendo um constante e crescente sentimento de desconforto que surgiu do fato de que ela ficou sabendo que havia sido adotada. Esse sentimento de desconforto finalmente a levou a buscar os fatos sobre seus pais biológicos logo depois que ela fez 30 anos.
Ela nunca poderia se preparar para o que ela descobriu.
Depois de dizer a seus pais adotivos que ela queria saber mais sobre seus pais biológicos, eles a fizeram se sentar e lhe disseram os fatos horrorosos de sua concepção: que sua mãe biológica era frequentemente estuprada pelo próprio pai demente e incestuoso durante os anos de sua adolescência. O resultado foram seis gravidezes: cinco delas terminaram em aborto. No meio dessas circunstâncias horrendas, só Kristi foi inexplicavelmente poupada, quase não escapando do destino cruel de seus irmãos e irmãs.
“Fiquei muda!” relata Kristi. “Precisei usar todas as minhas forças para não perder meu autocontrole. Antes, eu tinha uns dez questionamentos na cabeça; agora eu tinha centenas”.
Para ler o testemunho completo de Kristi em inglês, clique aqui.
Mesmo depois de ficar sabendo dos fatos de sua concepção, Kristi diz que se sentiu compelida a tentar descobrir mais, e talvez até fazer contato com sua mãe biológica. Depois de fazer algumas pesquisas na internet ela pôde fazer o contato, e logo depois, preparar um encontro emocional com sua mãe biológica.
“Minha mãe biológica ficou muito surpresa que eu tivesse escolhido procurá-la mesmo depois de saber a verdade sobre meu pai biológico”, escreve Kristi. “É nesse ponto que revelei para ela minha fé e como eu me sentia sobre quem eu era. Ele pode ter o mesmo DNA que eu tenho, mas quem me criou foi Deus. Não importa as circunstâncias, é a vontade e propósito de Deus que eu fosse concebida. Não quero nada de meu pai biológico, nem nunca vou querer”.
Kristi diz que no final, ela está simplesmente grata de estar viva.
“Encolho-me de medo quando alguém diz que é pró-vida, menos nos casos de estupro e incesto”, Kristi disse para WND recentemente. “Então dou um passo a frente e digo: ‘Peraí. Fui concebida em incesto, e sou tão humana quanto você”.
Kristi se entristece que a maioria das crianças concebidas em circunstâncias semelhantes às dela acabam pagando o preço máximo pelos pecados de seus pais.
“A opção do aborto permitiu que ele punisse meus inocentes irmãos e irmãs com a morte. Isso é errado de muitos modos. Deus tem um plano para toda criança individual, inclusive as crianças que, como eu, foram concebidas em incesto e estupro. Fazer um aborto como escolha legal machuca a todos os envolvidos”, disse ela.
Kristi não se define por seu DNA biológico, mas pelo amor de sua mãe biológica e pelo amor que ela sabe que Deus tem por ela.
“Deus é meu pai”, diz ela. “Não importa quem seja meu pai biológico”.
“Ele pode ter o mesmo DNA que eu tenho, mas quem me criou foi Deus. Não importa as circunstâncias, é a vontade e propósito de Deus que eu fosse concebida”.
Kristi é um testemunho vivo de que até mesmo nos casos de estupro e incesto, cada bebê em gestação é criado com um propósito. “Conforme meu testemunho revela, Deus pode pegar algo ruim e transformá-lo num oportunidade para fazer coisas miraculosas”.
“Recebi o dom da vida numa circunstância difícil e acredito que toda criança concebida merece o mesmo, sem exceção”.
Kristi está casada com um pastor evangélico. Eles têm orgulho de serem pais adotivos. O pai biológico de Kristi, o qual aterrorizou a mãe dela durante décadas, morreu no ano passado.

4 comentários :

Anônimo disse...

Viu quando ser humano não desobedece a Deus e a sua palavra não sendo a favor de fazer aborto.
Olha o que ele faz o que foi fruto de uma maldição se converte em BENÇÃO NAS MÃOS DE DEUS.Ester!!!!!

Anônimo disse...

A fé cristã, assim como os verdadeiros direitos humanos, devem se basear na ideia de defesa à vida desde à concepção até à velhice. Aborto é eliminação de uma vida, e isso é fato. Porém não devemos confundir mulheres que agem por conveniência própria, como no caso daquelas, que assumindo uma conduta irresponsável com relação ao sexo, engravidam e depois não querem assumir a responsabilidade de seus atos, optando então pelo aborto sob o pretexto de que não gostariam de ter um filho naquele momento, com mulheres que tenham sofrido violência sexual, como se estas estivessem no mesmo nível daquelas. Além das mulheres hedonistas e irresponsáveis, existe um outro tipo de praticante de aborto que ainda é pior, o do tipo ideólogico, o qual se enquadra na categoria de seguidores de ideologias destrutivas e assassinas, justificadoras da disseminação do aborto, como no caso dos marxistas e feministas. Quanto a tipos como estes não deve existir nenhum tipo de contemplação, pois são ASSASSINOS no estrito sentido do termo. Abortistas então são indivíduos que por ideologia, como o feminismo ou o marxismo, tem o aborto como uma causa não apenas pessoal, mas política. Por outro lado, mulheres que sofrem violência sexual devem ser tratadas com compreensão e amor cristão, mesmo quando em seu desespero manifestam o desejo de abortar. É claro que a igreja deve sempre apontar para o ideal mais altruísta e correto, porém sem deixar de compreender que uma mulher nesta condição, em que desgraçadamente foi violentada por um monstro estuprador, e para completar mais ainda sua tragédia pessoal, descobre estar grávida do mesmo, não está em condições psicológicas de fazer avaliações racionais ou mesmo teológicas. Na doutrina cristã aprendemos que a verdade e o amor são interdependentes, uma vez que o amor expresso sem a verdade resulta em apologia ao erro, enquanto que a verdade dita sem amor resulta em legalismo hipócrita. Ao lidarmos com uma mulher que tenha passado pela violência de estupro, ainda mais quando o mesmo resulta em gravidez, devemos em primeiro lugar buscar a Deus em oração pedindo muita sabedoria no que dizer, assim como humildade para compreender, com amor cristão, a uma mulher que se sente praticamente destruída, e não somente ela, mas também sua família. A verdade é que respostas para dar a alguém que tenha passado por tal situação não são fáceis, portanto a direção do Espírito Santo é fundamental. Mas creio que o próprio Senhor Jesus dará o caminho certo, conforme sua vontade, a qual ele revelará e confortará o coração de tal pessoa, mesmo que esteja morto de esperança, pois como Jesus disse à Marta e Maria, irmãs de Lázaro: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crer em mim, ainda que esteja morto viverá”

Ronaldo

oandarilho01 disse...

Boa tarde.
Soube hoje que o PL 416/11 (Programa de Prevenção ao Aborto e Abandono de Incapaz) passou p/CCJ e vai p/uma próxima comissão.

É um projeto de deputados do RJ (entre os autores estão Marcio Pacheco e Myrian Rios) que visa a criação de estabelecimentos e programas para amparar grávidas, convencendo-as a abandonar a hipótese do aborto e até facilitar a adoção do bebê por outras famílias no caso de a mãe não querer/poder cuidar.

Vale a pena conhecer, divulgar e suscitar o apoio junto aos políticos de outras regiões. Para maiores informações, pode-se visitar a página de facebook do deputado Janio Mendes, um dos autores: https://t.co/YsgPCn9W

Será uma grande contribuição nossa, na condição de eleitorado.

Bruno Linhares

Marco Teles disse...

Embora o incesto seja condenável na lei de Deus, biblicamente, não podemos dizer que ele justifique o aborto.

Apesar de viverem antes da lei, Abraão e Sara eram irmãos e seu filho Isaque foi prometido por Deus.

Claro que atualmente vivemos sob a Graça que é mais excelente do que a lei, portanto o incesto continua inadmissível, e as crianças são bênção de Deus, cujas vidas devem ser preservadas dos abortistas que contaminam nossa política.