3 de janeiro de 2012

O Conselho Tutelar e a Lei Anti-Palmada

O Conselho Tutelar e a Lei Anti-Palmada

Julio Severo
Uma leitora do meu blog me escreveu:
Recentemente ouvi perplexa o relato de um amigo muito, muito, muito pobre a quem tenho dado ajuda, falando sobre a Palavra de Cristo e dando um pouco de ajuda material, conforme Deus me concede.  Ele me contou que tenta disciplinar o filho para que não siga por caminhos errados, principalmente tráfico de drogas, que é o maior perigo. O garoto é um bom menino, mas muito, muito levado e astucioso e bem teimoso. Meu amigo recebeu uma visita da Polícia Militar e um chamado ao Conselho Tutelar para esclarecer porque havia dado palmadas no filho, que tem pouco mais de 10 anos. Depois disso, o garoto em certo dia foi dormir com uma faca debaixo do travesseiro, dizendo que se o pai lhe batesse usaria a faca, deixando todos em casa atemorizados! É terrível!
Diante das consequências desastrosas dessas leis que estão sendo impostas para controlar a vida privada dos brasileiros e nos desestabilizar socialmente precisamos realmente orar muito.
Maria Auxiliadora
Esse é um caso isolado?
Em 2008, conversei com um pastor do Rio Grande do Sul que me contou que, ao aplicar disciplina física em seu filho desobediente de 4 anos, o menino prontamente ameaçou denunciá-lo. Quando o pai lhe perguntou onde ele havia aprendido isso, o menino mencionou a escolinha. Não havia, então, uma Lei Anti-Palmada em vigor. Mas quem foi que disse que os Conselhos Tutelares, que atuam nas escolas públicas, precisam de lei para ameaçar os pais?
No mesmo ano, um pastor de Teresópolis, RJ, me contou experiência semelhante com seu filho: ao discipliná-lo, o pai pastor foi ameaçado. O menino também disse que a escola o havia ensinado a denunciar.
Ainda em 2008, estive com uma líder católica pró-vida, que me contou como teve de renunciar ao seu trabalho de professora de escola pública, por não aguentar mais ver agentes do Conselho Tutelar vindo à escola para ensinar as crianças que elas poderiam fazer o que quisessem, tanto em casa quanto na escola. As aulas incluíam instruções de como denunciar os pais.
Sem nenhuma Lei Anti-Palmada, os Conselhos Tutelares estão há anos treinando as crianças a desprezar e denunciar a autoridade corretiva dos pais. Com a Lei Anti-Palmada, os Conselhos Tutelares apenas aplicarão formalmente o que já vinham por alguns anos aplicando informalmente, ganhando muito mais poder para induzir a população a denunciar. A colunista Lya Luft, na edição de 04/01/2012 da revista Veja (p.18), pergunta:
“Quem vai, sobretudo, denunciar? Penso que haverá filas de acusadores: a vizinha invejosa, a funcionária ofendida, a ex-mulher vingativa, o ex-marido raivoso. Receio que… se aplicada, vá desencadear uma onda de confusões, inseguranças, injustiças, intromissões indevidas. Aberta a porta para um controle nada democrático, uma ditatorial interferência do estado na vida familiar e nas relações pessoais mais próximas”.
Se os Conselhos Tutelares tivessem uma função minimamente útil, poderiam, na atual condição em que o Brasil está, fazer pelo menos duas coisas:
* Combater o aborto propositado, pois o aborto é assassinato de crianças inocentes.
* Combater toda tentativa de grupos homossexuais de introduzir o kit gay nas escolas.
Entretanto, em todo o embate contra o kit gay, que ameaça deixar inocentes crianças à mercê da doutrinação homossexual, os Conselhos Tutelares não tiveram nenhuma presença de oposição contra as más intenções do Estado.
Com relação ao aborto, houve um caso, em Pernambuco, no qual um Conselho Tutelar, sob a direção de bons católicos, interveio para deter que dois bebês gêmeos fossem abortados. Mas o caso, que ocorreu em 2009, teve um final infeliz, pois o ministro contra a Saúde, com todo o poderia do governo federal, interveio para que o Conselho Tutelar local não pudesse salvar os gêmeos.
Os Conselhos Tutelares têm a missão essencialmente pérfida de impor a tirania estatal dentro dos lares. Mas há exceções. E quando há, o governo trabalha para neutralizar Conselhos Tutelares que estão sob a direção de pessoas com valores morais ou cristãos.
Na Lei Anti-Palmada, o governo quer apenas impor para todo o Brasil o que já vinha sendo imposto através dos Conselhos Tutelares. Mesmo que a Lei Anti-Palmada não seja aprovada, os pais têm pouquíssima proteção contra Conselhos Tutelares que recebem denúncias anônimas de “maus tratos” — que podem ser definidos conforme os conselheiros tutelares decidirem.

Psicólogos e assistentes sociais: os monitores estatais das famílias também têm problemas

Se a Lei Anti-Palmada de Dilma Rousseff for aprovada, o governo vai ter de contratar uma legião de “profissionais” em psicologia, que terão o trabalho de reeducar as famílias infratoras do “delito” da palmada. E haverá a necessidade de contratar uma multidão enorme de assistentes sociais para lidar com milhões de pais infratores.
Portanto, a ideia do governo petista matará pelo menos três coelhos numa cajadada só:
1. Produzirá talvez dezenas ou até centenas de milhares de vagas nos milhares de conselhos tutelares de todo o Brasil, cumprindo assim promessas eleitorais de que o governo geraria milhares de empregos.
2. Inchará enormemente o contingente de agentes estatais, cuja única utilidade será policiar as famílias, enquanto milhares e milhares de meninos e meninas vivem nas ruas, abandonados, prostituídos, sem lar e sem nenhum agente para cuidar deles. Já viu algum conselheiro tutelar subindo os morros de tráfico de drogas no Rio para intimar os traficantes que judiam, exploram, corrompem, estupram e matam crianças?
3. Enfraquecerá a autoridade do principal rival (depois de Deus) do Estado na vida dos indivíduos: a família. Com a autoridade da família minada, será muito mais fácil o Estado e o marxismo conseguirem conquistar a lealdade de milhões de homens e mulheres.
O plano anti-família do governo de Dilma será incorporado ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que depende dos conselhos tutelares e seus funcionários e assistentes sociais. Sem um inchamento sem precedente de funcionários nessa máquina estatal, será impossível o governo alcançar milhões de famílias brasileiras com sua nova política anti-palmada.
Não seria errado eles interferirem em lares onde um homem beberrão chega em casa agredindo a mulher, filhos, gato, cachorro, etc. Mas a política anti-palmada de Dilma não tem como alvo esse tipo de violência, mas sim castigos corretivos com palmadas, chineladas, etc.
Quando um filho desobedecer, o pai e a mãe deverão tremer de medo, tentar negociar e, no fracasso das negociações, satisfazer todas as vontades da criança birrenta, que estará preparada e treinada pela escola e pelos meios de comunicação a denunciar qualquer tentativa de lhe dar o mais leve tapinha no traseiro. Pais e mães andarão nas pontas dos pés, encolhidos de medo, enquanto assistentes sociais andarão à vontade à procura da mais leve denúncia, a fim de justificar a própria existência de seus empregos pagos por nossos impostos.
Contudo, além de não terem autoridade moral para invadir e quebrar a autoridade de pais que disciplinam, é preciso questionar: os assistentes sociais dos conselhos tutelares têm famílias em estado melhor do que as famílias que eles importunam?
Conheci pessoalmente a família de uma assistente social que ocupava uma posição de destaque numa prefeitura importante. Formada em psicologia e de forte tradição católica, seu filho de 5 anos falava palavrões, judiava dos animais domésticos e seus convívio principal, quando não estava na escola, era com a empregada doméstica. O filho mais velho dela, com uns 20 anos, havia abandonado toda tradição cristã para se tornar fã incondicional de Che Guevara, drogas e sexo livre. Mesmo assim, a mãe se sacrificava em seu trabalho estatal para sustentar os estudos universitários dele, inclusive moradia e alimentação.
Com sua própria família, ela era mole ao extremo, mas profissionalmente ela era dura e inflexível. Seus filhos nunca viram a cor de uma vara de marmelo, pois seu único modo de lidar com a má conduta dos filhos era conversando e aconselhando. Mas, apesar de todos os conselhos e “castigos” (Mãe: “você vai ficar uma semana sem ver TV”. Filho: “Ah, mãe! Quer dizer que durante uma semana inteira só poderei brincar no computador? Oh, acho que não vou suportar esse castigo tão pesado!”), tanto filho menor quanto filho maior prosseguiam no que faziam: o filho menor, destruindo todos os brinquedos dele e os brinquedos de sua irmã de oito anos. O filho mais velho, quando os pais davam uma saída, trazia uma garota, alguns amigos, cerveja e drogas para “se divertirem” nas próprias camas dos pais e irmãos. E só Deus sabe o que está por trás das elevadas despesas que ele dá agora que está estudando numa universidade do exterior.
Ela é uma pessoa boa, mas o sistema estatal, juntamente com a contaminação de conceitos psicológicos anti-bíblicos, a tragaram de tal forma que nem sua família escapou ilesa.
Conheci outras assistentes sociais, que não tinham compromisso cristão, em estado muito pior. Enquanto estavam ocupadas se intrometendo na vida familiar dos outros, tinham suas famílias destroçadas por adultério, filhos rebeldes e descontrolados.
Creio que ninguém — seja católico, evangélico, etc. — pode esperar a bênção de Deus num serviço estatal criado para gerar caos e confusão nas famílias — a não ser que a meta seja sabotar ou pelo menos amenizar os estragos estatais.

Conselheiro tutelar pede socorro para Julio Severo

Em 2009, recebi mensagem desesperada de um conselheiro tutelar do Ceará pedindo ajuda. Sob a responsabilidade dele estava uma menina de uns 10 anos, grávida, mas o governo tirou a criança de sua responsabilidade, pois sendo católico, ele não queria prosseguir na disposição estatal de encaminhar a menina para a realização de um aborto.
Como é que um conselho tutelar poderá denunciar e agir contra tal medida cruel quando seu perpetrador é o próprio governo? É fácil agir contra indefesos pais e mães disciplinadores, mas seja qual for o crime contra as crianças que o governo cometa, há isenção, desde abuso psicológico de alunos em escolas públicas com aulas pornográficas de educação sexual até distribuição de camisinhas para crianças de 10 anos de idade! Nem mesmo os piores pedófilos do passado poderiam imaginar que um dia teríamos um governo que facilitaria suas atividades de abuso sexual.
Se os conselhos tutelares tivessem sido criados para realmente proteger as crianças, o governo federal estaria em apuros ao tentar legalizar o assassinato de bebês e adoção de crianças por duplas de pervertidos homossexuais. Ou ainda não enxergamos que o aborto é o pior tipo de crime contra as crianças? Tal crime deverá ser justificado e ignorado quando o Estado o aprova?

Conselhos Tutelares foram criados para colocar os interesses estatais acima dos direitos dos pais e das crianças

A maldade estatal é clara: se membros de um conselho tutelar optarem, para o bem-estar da criança, protegê-la do aborto e de pervertidos homossexuais, o governo intervirá para impor sua vontade, protegendo-a em vez disso dos conselheiros tutelares que querem protegê-la! Mas se esses mesmos conselheiros intervirem para dizer a um casal “por ordem do governo, vocês estão proibidos de dar palmadas”, o governo dará total apoio a esse conselho tutelar. E o projeto anti-palmada do governo de Dilma Rousseff estará sendo incorporado ao ECA exatamente para fazer dos conselhos tutelares órgãos de implacável monitoração às famílias.
Pouquíssimas pessoas enxergam os perigos do ECA. Dois anos atrás, participei de um programa de TV debatendo o ECA. De um lado, estavam um conselheiro tutelar, uma psicóloga de conselho tutelar e uma psicóloga apoiadora do ECA. Do outro, estava eu e meu convidado, o Dr. Heitor De Paola. Como até mesmo entre católicos e evangélicos é muito difícil encontrar pessoas que compreendam as ameaças do ECA, fui obrigado a convidar o Dr. Heitor, que é ateu, para me ajudar no programa. Ele chegou ao estúdio levemente bêbado, mas mesmo assim falou muito melhor do que todos os defensores do ECA.
Na saída do estúdio, o pai de um dos conselheiros tutelares chegou até mim e disse: “Sou o pai de… que debateu com você neste programa, mas concordo com tudo o que você disse!”
Quanto aos problemas internos da minha amiga assistente social, na minha opinião não se pode aplicar castigos físicos num menino que mal vê sua mãe carreirista, que se orgulha de ter “domado” o marido. O dia em que ela “domar” a situação do seu lar, ela deixará de sustentar as farras de seu filho mais velho a fim de cuidar de seu filho mais novo.
Eu disse pessoalmente a ela que ela precisava estar mais próxima de seu menino de 5 anos, e que seu mau comportamento — inclusive jogar filhotes de cachorro no chão, gatos na piscina, xingar e jogar objetos em sua bisavó de 90 anos, desafiar adultos — merecia castigo físico. Sua resposta foi enfurecer-se comigo! Para ela, que é psicóloga, a criança só tem entendimento do certo e do errado a partir dos 7 anos. Bem, pelo menos o filho dela de 20 anos já deve estar em idade suficiente para entender o que está fazendo. Por que então não ordenar que ele mesmo trabalhe para sustentar sozinho seus excessos e farras?
Foi triste ver um lar tão desgovernado. Mais triste ainda é saber que assistentes sociais com lares desgovernados é que terão autoridade para empinar o nariz para impor as vontades e caprichos estatais sobre milhões de famílias, pois o Estado quer decretar o fim da liberdade de castigar birras. A impunidade que reina no governo do PT, acobertando gravíssimas corrupções, agora será estendida a todas as crianças e adolescentes do Brasil.
Com a lei anti-palmada, bastará um telefonema anônimo, e a família denunciada de dar uma palmada ou chinelada vai para tratamento psiquiátrico à força. Vara de marmelo? Levará automaticamente para a cadeia todos os seguidores das “nefastas” instruções de criação de filhos no livro de Provérbios.
Sem uma lei formal, os Conselhos Tutelares já estão agindo há muito tempo como se já existisse uma Lei Anti-Palmada. Com a formalização da lei, o inferno estatal será despejado dentro dos lares. É a lei do cão, operando com ou sem lei, para cumprir os interesses do Estado intrusivo e manter as famílias aterrorizadas e enfraquecidas.
E quando as famílias estão enfraquecidas, o controle governamental sobre os filhos — e sua formação como futuros cidadãos programados para servir a um Estado de alma marxista — fica garantido.

15 comentários :

Anônimo disse...

Que absurdo copiei esse seu texto irmão estou assustada com o tão grave está por detrás da LEI DA PALMADA, ECA, ASSISTENTES SOCIAIS, nossa to verdadeiramente petrificada querem tirar a autoridade de disciplinar os filhos que Deus dá aos casais heteros tem sempre deixar claro né.
Porque quem se torna PAI E MÃE, sempre vê isso como Missão de vida que Deus vivo concede fará então quem é segue a PALVARA DE DEUS e da FÉ CRISTÃ aff.
Dou graças a Deus aos meus pais pelas chineladas, palmadas no bumbum e até cintadas que eu tomei quando criança eu era birrenta minha mãe me conta mais esqueci das minhas peraltices a correção na infância só foi POSITIVO não morri por causa disso ao contrário eu hoje os AGRADEÇO me lembro eu chorava e ir para quarto minha mãe dizia o seu choro é de hoje pode chorar lugar bem quientinho no seu quarto e na sua cama olha irmão ficava chateada e chorando depois até dormia esquecia aquele NÃO ficava chateada, revoltada, raiva passava depois os filhos precisam se FRUSTAR e depois refletir realmente
Não será meu choro de amanhã eu te perder quando ela dizia simplismente na fase adolescência um NÃO vc não vai para casa da coleguinha de escola dormir e passear não conheço a sua família e seus hábitos e seus caráter, olha tentavam convencer a minha mãe dizia não ela não vai tenho responsabilidade a chamavam de super mãe a tá maldosa etc...
hoje a gente vê noticiários policiais sobre pedofilia de adultos que abusam de crianças e adolescentes óbvio são menores de idade os pais hoje moles e alienados negligentes hoje coms eus filhos a solta a Deus dará é algo hoje mais falado sobre os "pedófilos" minha mãe nunca confiou em ngm nem em familiares pra vc ter uma noção pra cuidar de mim e do meu irmão mais novo.

Que quando eu entrei na adolescência que a fase crucial não me perdi para prostituição( para praticar sexo livre), não me rebelei, não tive vontade para ir bailes pra ficar com um e com outro ou entrar no mundo da drogas e tudo que não presta nesse mundo ilusório e passageiro governado por satanás e claro tbm.
Sempre ali na casa de Deus desde criança e adolescente mesmo sem vontade leva para IGREJA e olha só me converti com 18 anos de idade tomei a decisão total para entregar a minha vida ao SENHOR JESUS CRISTO é hoje só agradeço as orações, correções, os nãosss que tomei de minha mãe e meu pai que eu vejo o que aconteceu com as pessoas da minha idade hoje e como vivem sem TEMOR DE DEUS, e fazendo a vontade do diabo eu só agradeço pela vida dos meus pais.
Detalhe podia como todo jovem faz ir morar sozinha poderia ser independente comprar meu apartamento vou te dizer não tenho essa vontade gosto de estar em minha casa e junto com os meus pais eu me sinto segura e até hoje me aconselham na verdade eu que peço e necessito de conselhos e observações deles depois de Deus que primero lugar em minha vida quem me am são meus pai eu pratico tá na bíblia mandamento:
"Eu honro meu pai e minha mãe", eles me deram a vida independente de suas falhas e erros que a gente passa por tempestades dentro da família mais temos condições de superar tudo isso lógico só com SENHOR JESUS CRISTO, no nosso barco que superamos não com a força de nós mesmos sem ele não somos nada ao contrário naufragamos. Ester

Euclides disse...

Olá Júlio,

quero comentar algo com você, que tem muitos leitores, e, quem sabe, diminuir um pouco a sanha das crianças sobre os pais com uma medida que parece surtir efeito em alguns casos. É paliativa, mas segura um pouco a ameaça do Conselho Tutelar. Veja só:

- o filho ameaça os pais de denunciá-los para o CT.
- os pais, amarrados pela lei, e amedrontados sob o risco de perder a guarda da criança e ainda serem processados criminalmente, não encontram solução para aplicar disciplina sem o componente do temor da autoridade.

A SAÍDA ESTRATÉGICA:
- O pai ou a mãe explicam à criança: "Se você me denunciar, eu vou ser processado. Com isso, o estado vai tomar você de mim e vai colocá-lo num albergue para menores onde você vai apanhar de verdade, e não vai ter ninguém para ajudar, até que encontrem uma família para cuidar de você. Pessoas estranhas vão cuidar de você e ninguém sabe como vai ser isso. O albergue é um lugar cheio de pulgas e piolhos com gente de todo tipo. É isso que você quer? Se é, vai lá e faça a sua denúncia. Quem vai sofrer mais é você mesmo".

Se possível, antes que qualquer ação da criança chegue ao ponto da necessidade de disciplina, é melhor levá-la discretamente a algum lugar terrível, sujo e com gente mal encarada e dizer a ela que aquele é o lugar onde ficam as crianças que denunciam os pais ao Conselho Tutelar. Um amigo meu fez o seguinte: levou o filho, calmamente - como quem está buscando um documento - para ver como é uma delegacia com as celas e disse: "Aqui ficam os que denunciam os pais ao Conselho Tutelar". O menino tomou mais juízo e parou com as ameaças.

O estado provê os piores lugares para as crianças e elas não entendem isso porque não vêm como é. Se virem algumas dessas belas 'mansões' estatais, sabendo que podem ir para lá mesmo, a situação começa a mudar. É paliativo, sem dúvida, e não resolve o principal problema que é a falta de disciplina imposta pelo estado, essa aberração comunista diabólica.

Se você achar que é interessante divulgar, fique à vontade. Eu achei que pode ter algum resultado, ainda que pequeno. O objetivo da disciplina é incutir temor da autoridade que, em última análise, é o Senhor. Se isso é alcançado dessa forma, pode ajudar um pouco os pais nessa hora difícil que o estado impôs sobre todos nós. Um lugar desses pode ser assemelhado ao inferno, e isso pode funcionar também.

Abração e um excelente 2012 nas mãos do Senhor!

Anônimo disse...

Na última reunião de pais do ano de 2011 ouvi, perplexa, o relato de uma mãe. A filha de 10 anos, uma menina meiga e atenciosa, passou a se comportar agressivamente em casa, desde a separação dos pais.
Numa tarde, brincando com o irmão na rua, os dois riscaram o carro de um vizinho que, enfurecido, tomou satisfações com o pai das crianças. O pai optou por uma punição diferente, visto que as conversas se mostraram inúteis, e bateu nos filhos, leia-se: o pai não espancou as crianças, apenas optou por este tipo de correção.
Duas adolescentes que estavam na rua ligaram para a PM e, em menos de 15 minutos, 7 viaturas estacionaram no local e os policiais invadiram a casa dos pais (mesmo separados eles convivem juntos). Os policiais trataram os pais como criminosos e um deles incitou o pai para luta corporal. Depois de muitas explicações os pais foram liberados e os filhos, diante de qualquer chamada de atenção dos pais, exultam triunfantes gritando: vá em frente e eu chamo a polícia!

Anônimo disse...

Diante de uma situação caótica como esta, onde criminosos e psicopatas tomaram o poder de nossa nação, e agora tomam gradativamente conta das famílias, só resta uma coisa a fazer quando um filho(a) ameaçar com a “lei da palmada” aos pais que lhe quiserem disciplinar: Simplesmente chegar ao filho(a) desobediente e dizer-lhe “– você não quer me obedecer? Ok! Ah, quer dizer então que você ousa me ameaçar com a “lei da palmada” do “papai Estado”? Pois eu vou lhe dizer o que vai acontecer: Eu vou lhe castigar, sim, porque aqui não tem pai e nem mãe trouxas e você, se quiser, irá me denunciar ao conselho tutelar, e eu, é claro, serei punido e até mesmo preso. Só que a partir daí, já que você quis colocar o Estado contra seu papai e sua mamãe, o Estado então é que será o teu pai e mãe, pois entregaremos a sua guarda definitivamente para o “papai Estado”, e você está pensando que o “papai Estado” terá o amor e cuidado por você que nós, os teus verdadeiros pais, temos? Pois vou lhe dizer o que o “papai Estado” fará: Ele vai te colocar em um depósito de crianças desobedientes como você, sim, ele vai te colocar em alguma FEBEM ou Instituto Padre Severino, onde com certeza você vai levar muita porrada dos outros moleques desobedientes e maus e até mesmo ser violentado por eles. É isso que você quer? Então vá em frente, desonre e entregue teu pai e tua mãe ao “papai Estado” e depois assuma as consequências de teus atos, pois assim que os representantes do “papai Estado” pisarem aqui em casa para nos ameaçar, no mesmo instante lhes diremos que eles podem te levar embora para NUNCA mais devolver, e vou dizer que definitivamente eu estou te entregando à custódia do Estado para que ELE TE CRIE E EDUQUE, já que o “papai Estado” sabe tudo sobre como educar os filhos dos outros, pois nós pais não estamos a fim de, nem por lei, nem por decreto de governo vagabundo nenhum, de ter que aturar um(a) mini ditadorzinho ou traidorzinho formado por ideologia perversa de governo vagabundo nenhum contra os próprios pais dentro de casa. Então vá e faça o que achar que deve fazer bem depressa, sabendo portanto que só o fará uma vez só, sem volta, sem retorno, a decisão é tua!.” Agora imaginemos se todos os pais do Brasil agissem assim. Esse governo estaria, sem dúvida, em maus lençóis, pois onde arranjariam lugar para “cuidar” de tanta criança, com a devida “educação de boa qualidade” do ECA? Com certeza, acho que revogariam essa porcaria de lei em CARÁTER DE URGÊNCIA.

Miguel

Anônimo disse...

Tentei agora compartilha esse post no Facebook e não foi aceito, ou seja, foi censurado!!! É um absurdo!!! Divulguem isso!!!

Joffre The Giant disse...

Quando vivi de adolescente no Canadá já era assim, os pais ficavam mortos de pavor das autoridades, os filhos sempre ameaçando ligar as autoridades. E não era nem necessário provar que bateu, era só pedir ao estado ser levado de casa e o estado não só faria isso mas também dava mesada.

Roberto disse...

Que absurdo Júlio Severo!
Parabéns por esse post!
O que será da boa ordem familiar se essa tal Lei das Palmadas passar?
Hoje tem aluno desrespeitando e agredindo professor, também querem filhos desrespeitando e agredindo os pais??
Que gente sem noção, asquerosa!

Chamelly Sobreira disse...

Julio, estou chocada. Estou vendo um filme agora na globo, são quase 01:00h da manhã de 04/01/2012, e acabou de passar um comercial com a Camnpanha: Não bata. Eduque. Direitos da Criança.
QUE ABSURDOOO. DÁ NOJO VER ESSA SOCIEDADE INDO PRO FUNDO DO POÇO.

é CAMPANHA CONTRA A FALSA HOMOFOBIA, É CAMPANHA PELOS DIREITOS DA CRIANÇA, DAQUI A POUCO TEM CAMPANHA A FAVOR DO ABORTO, PELO DIREITOS DAS MULHERES.

Não sei nem o que dizer...

Chamelly Sobreira disse...

O vídeo que está circulando na tv

http://www.youtube.com/watch?v=a0MRsanwx-Q

Tenha nojo você também.

ana maria zaiden disse...

Em relação ao relato de Maria Auxiliadora é visível que este garoto não é tão bom assim e, nem tão bem educado pelos pais, apesar de serem pobres demais. Na atual conjuntura das famílias, não apenas brasileiras, vê-se com horror um profundo desrespeito, indiferença, e desprezo pela autoridade dos pais. Nossas famílias há muito já estão destroçadas, maltratadas e abandonadas à própria sorte. E tudo isso começou com a aprovação do DIVÓRCIO no Brasil. Aliás, eu vou mais longe. Com a introdução da TELEVISÃO, o ÍDOLO de todas as famílias, nos lares brasileiros. Este ÍDOLO chega a todas as casas, das mais pobres às mais ricas. INDISCRIMINADAMENTE. Eis o grande responsável pelos distúrbios e contradições nos seios familiares. A LEI DA PALMADA é apenas “mais um atrativo” do governo para desestabilizar a autoridade dos pais. Outras leis serão inventadas e disponibilizadas no mercado da educação. Nós estamos apenas no início das grandes tribulações que assolarão todos os recônditos da terra. Antes do fim ainda veremos horrores sobre a terra.
A nós cabe rezar. Rezar muito. Ledo engano de quem pensa que reza muito. Rezamos muito pouco. Muito pouco mesmo. Devemos dobrar nossos joelhos em orações constantes. Elevar nossos corações ao ALTÍSSIMO. Nós fomos criados por DEUS para habitarmos na terra com o coração voltado para ELE. E que ELE abençoe todos os retos de coração e tenha MISERICÓRDIA daqueles que promovem a desvalorização das FAMÍLIAS.

Patrícia Gomes disse...

Bom dia! Recebi o link desta postagem de um amigo que considero muito e estou impressionada com a quantidade de tolices que o senhor escreveu. Infelizmente é muito mal informado, mas como os artigos falam apenas sua opinião e não tem obrigação jornalista cabe aos leitores fazerem pesquisas e análises críticas. Uma das coisas mais difícieis de se conseguir no Brasil é um aborto legal e JAMAIS um conselheiro tutelar seria a pessoa a fazer tal encaminhamento. Não afirmo que esteja mentindo, mas há duas opções: o senhor acreditou na história do rapaz sem pesquisar ou o senhor criou a história como exemplo. Sinto muitíssimo, foi um péssimo exemplo, pois isso jamais aconteceria. Como há muita gente orando pelo senhor, serei uma a pedir que Deus lhe dê sabedoria.

Julio Severo disse...

Patrícia, o caso de aborto em Recife, onde o governo federal internferiu na decisão de membros católicos do Conselho Tutelar, ficou famoso internacionalmenente. Se você tivesse feito uma mínima pesquisa no Google, teria visto as muitas reportagens sobre o assunto. Só um exemplo: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/grupo-pro-aborto-internacional.html

Julio Severo disse...

Mais um artigo, Patrícia:


O caso dos bebês gêmeos abortados em Recife:
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/o-caso-dos-bebes-gemeos-abortados-em.html

Se depois desse você continuar achando que é difícil o governo realizar um aborto, só lhe resta conversar com Lula e com Dilma Rousseff. Boa sorte!

Pr. Marcio Gil disse...

Veja só...Sou pai,esposo, pastor, teólogo, professor e Conselheiro Tutelar. Noto que o ECA é útil e a depender do Conselheiro pode ser usado com extremo desequilíbrio. Também, vejo o perigo no ECA. Basta você dar uma olhada nos artigos que trata da liberdade:
"Art. 16 - O direito à liberdade compreende os seguintes aspectos:
I - ir, vir e estar nos logradouros públicos e espaços comunitários, ressalvadas as
restrições legais;
Il - opinião e expressão;
lIl - crença e culto religioso"

Estes direitos são colocados de forma solta sem ter o contexto da relação com os pais para lhes dar limite. O ECA diz que os pais são os responsáveis e que esta guarda(Artigo 33 § 3º) leva o menor a ter dependência dos mesmos. O ECA não traz os direitos dos pais e nem os deveres dos menores. Os pais estão reféns dos filhos. Vou mostrar exemplo prático: Uma adolescente rebelde,não obedece aos pais que lhes determina a não andar em más companhias e nem a chegar tarde. Ela nunca obedece e os pais sem alternativa, pois trabalham e não tem nenhuma condição de pagar alguém para ficar ela, vão trabalhar e a deixa em casa, fecham a porta e levam a chave. A adolescente telefona para Policia e a policia para nós, Conselheiros Tutelares. Então vamos na sua casa e ela diz que está em carcere privado. Diante de tal situação fica complicado para os pais... Na prática acontece o seguinte: se o pai bate é violênca fisica, se gritar é violência simbólica(psicóliga), prender em casa é carcere privado. Então, os pais estão reféns do menor. Se enviamos o menor para um acompanhamento psicologico e o menor não for, os pais estão sujeitos a serem responsabilizados, mas o menor acaba fazendo o quiser. Cada dia que passa está se tornando um desgosto ser pai. Há vários outros exemplos, inclusive na questão religiosa.

"LABAREDAS DE FOGO" disse...

Venho notando que depois que se iniciou esse movimento contra o uso da “vara”, muitos pais estão receosos de usarem umas “palmadas” para corrigirem seus filhos em público. Mas o que eu presenciei hoje, e vou contar, foi bem marcante, parece até uma parábola, e penso até, que depois de reescrita por alguém com maior capacidade, possa ser parte de uma cartilha que poderia ser criada para contratacar campanhas desse tipo.
Estávamos, eu e minha família, em frente ao local onde ficam os ursos no Zoológico, quando reparei que um menino de mais ou menos cinco anos tentava subir no parapeito, com risco de cair bem na frente, ou pior sobre, dois enormes ursos; seu pai, depois de várias tentativas infrutíferas de controlar o menino, entendeu que aquele era o momento certo em que apenas umas palmadas, trariam o efeito necessário. Pude perceber que por duas vezes o pai foi de encontro ao menino com essa intenção, mas, hesitante, e olhando para ver se pessoas o patrulhavam, não o fez. Imediatamente foi tomado por um semblante de pavor diante de uma situação de desamparo, pois não tinha mais nada a fazer. Quem é pai e já passou por momentos semelhantes a esse, sabe que não estou exagerando.
Com a experiência de ser pai de quatro filhos posso dizer que aquele pai, que também tinha outros filhos mais velhos ao seu lado, já deve ter solucionado outras situações graves, com certeza até com risco de morte, apenas com uma “palmada”.
Já ouvi centenas de testemunhos sobre os benefícios que as “palmadas” trouxeram para muitas vidas; benefícios que duram para toda a vida. Nunca ouvi ao contrário. Não confundam “palmadas” ou “vara” com espancamento. O último só pratica quem não ama seus filhos ou está com a mente adoecida; os anteriores são o oposto, sempre movidos pelo amor, como sempre reagiram, pessoas normais. O problema é que a sociedade está adoecida. E muito!
A maioria das leis desse tipo, muito antes de serem aprovadas, deixam seus rastros de destruição. Só o nosso Senhor pode nos ajudar!