8 de janeiro de 2012

Medicina de ponta mostra que células do bebê trazem cura para as mães

Medicina de ponta mostra que células do bebê trazem cura para as mães

4 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família) — Um argumento pró-aborto típico se apoia na premissa de que o bebê dentro do útero de sua mãe ataca a integridade física dela. O bebê em desenvolvimento é visto nesse ponto de vista como um intruso, um parasita, uma ameaça à autonomia da mãe. De acordo com essa perspectiva, a mulher grávida é vista como estando sob ocupação. O único jeito de ela continuar a exercer seu interesse na integridade física, diz esse argumento, é ser libertada por meio da eliminação e expulsão do invasor.
Mas a ciência pinta um quadro vastamente diferente sobre o relacionamento real entre um bebê no útero e sua mãe, mostrando que, longe de ser um parasita, o bebê em gestação pode curar sua mãe pelo resto da vida dela, pois as células benéficas do bebê passam para o corpo da mãe durante a gravidez.
Jena Pinctott, escritora científica, explora esse relacionamento em seu livro que foi lançado em outubro de 2011: “Do Chocolate Lovers Have Sweeter Babies?: The Surprising Science of Pregnancy” (As Amantes de Chocolate Têm Bebês Mais Doces? A Surpreendente Ciência da Gravidez).
A ciência vem estudando o fenômeno do microquimerismo das células fetais por mais de 30 anos, depois que pesquisadores da Universidade de Stanford ficaram chocados em 1979 ao descobrir o sangue de uma mãe grávida contendo células com cromossomos sexuais Y. Considerando que as mulheres só têm cromossomos X, eles concluíram que as células só podiam ter entrado no corpo dela a partir do bebê do sexo masculino que ela estava carregando.
Valendo-se de estudos de biologia, genética reprodutiva e epigenética, Pinctott fez um esboço em seu livro do que a ciência aprendeu desde a descoberta de Stanford.
“Durante a gravidez”, escreveu ela, “as células dão um jeito de atravessar a placenta em ambas as direções. As células do feto entram na sua mãe, e as células da mãe entram no feto”.
Os cientistas descobriram, disse ela, que as células fetais de um bebê aparecem mais vezes nos seios saudáveis de uma mãe e menos vezes numa mulher que tem câncer no seio (43 versus 14 por cento).
Pinctott indicou que à medida que a quantidade de células fetais no corpo de uma mãe aumentam, a atividade de doenças de autoimunidade tais como artrite reumatoide e esclerose múltipla diminuem. Ela chamou a evidência de “tentadora” de que as células do bebê em gestação podem oferecer para a mãe mais resistência contra certas doenças.
Certo tipo de células fetais que entra no corpo da mãe é as células-tronco do bebê. As células-tronco têm o que Pinctott chama de “propriedades mágicas” em que elas podem “se transformar” em outros tipos de células por meio de um processo chamado diferenciação. As células-tronco fetais do bebê podem realmente se tornar as próprias células da mãe que completam seu fígado, coração ou cérebro.
No que qualquer especialista em ética poderia declarar como legítima “terapia de células-tronco embrionárias”, as células-tronco fetais do bebê migram para os lugares machucados da mãe e se oferecem como remédio de cura, se tornando parte do próprio corpo da mãe. Pinctott escreve que tais células foram encontradas em “tireoides e fígados enfermos e se transformaram em células de tireoide e fígado respectivamente”.
Pinctott chama a evidência de “impressionante” de que as células fetais de um bebê “reparam e rejuvenescem as mães”.
O especialista em genética Dr. Kirby Johnson, do Centro Médico Tufts de Boston, e a professora Carol Artlett, pesquisadora da Universidade Thomas Jefferson da Filadélfia, apoiam as ideias de Pinctott. A pesquisa deles mostra que quando uma mulher engravida, ela adquire um exército de células protetoras — o que se poderia chamar de um presente vindo de seu bebê — que permanece com ela durante décadas, talvez até o fim da vida dela.
Johnson e Artlett conversaram com Robert Krulwich da Rádio Pública Nacional numa entrevista de 2006. Na pesquisa deles, Johnson descobriu que uma colher de chá de sangue de uma mãe grávida continha “dezenas, talvez até centenas de células… do bebê”. A ciência tem mostrado que no final da gravidez de uma mãe, até 6 por cento do DNA no plasma de sangue dela vem do bebê.
“Achávamos que elas [as células fetais no corpo da mãe] seriam atacadas sem demora. Achávamos que seriam eliminadas em questão de horas, ou mesmo dias. O que descobrimos é que esse não é o caso, de forma alguma”, disse Johnson.
Artlett apontou que ainda que uma mulher tenha um aborto espontâneo ou deliberadamente aborte seu bebê, as células do bebê em gestação, apesar disso, permanecem com a mãe, até mesmo por décadas.
Johnson e Artlett defendem a hipótese de que as células fetais do bebê têm um propósito benéfico, de não prejudicar a mãe, mas protegê-la, defendê-la e curá-la pelo resto da vida dela, especialmente quando ela fica gravemente enferma.
“Há muita evidência agora começando a se tornar conhecida de que essas células podem realmente ser curadoras”, disse Artlett.
Durante a entrevista, Johnson contou o caso de uma mulher que foi internada num hospital de Boston com sintomas de hepatite. Ela era usuária de drogas intravenosas com histórico de cinco gravidezes: um nascimento, dois abortos espontâneos e dois abortos provocados. Johnson especulou que ela estaria carregando muitas células fetais.
No processo de examiná-la, a equipe médica realizou uma biópsia do fígado. Uma amostra do fígado dela foi enviada para um laboratório para ver se alguma célula fetal havia se ajuntado à área enferma do fígado dela. O que eles descobriram foi de surpreender.
“Encontramos centenas… e centenas de células fetais”, disse Johnson, acrescentando que eles viram “literalmente coberturas de células, áreas inteiras que pareciam normais”.
Os cientistas estão ainda tentando apurar o que faz com que as células do bebê trabalhem no corpo da mãe dessa forma sinergética.
Pinctott fica tentando imaginar quantas pessoas deixaram seu DNA no corpo das mães. “Qualquer bebê que tenhamos concebido”, conclui ela.
Pinctott vê algo “belo” nisso. “Muito tempo depois do parto, nós mães continuamos a levar nossos filhos, pelo menos em certo sentido. Nossos bebês se tornam parte de nós, exatamente como nós somos parte deles. As barreiras foram derrubas; os limites não são mais fixados”.
Talvez não seja nada poético dizer junto com Pinctott que um bebê vive uma existência inteira no coração e mente da mãe.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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11 comentários :

Anônimo disse...

Júlio, as contas suas nos bancos, ainda estão ativas para te enviar contribuição?
A sua conta no PayPal voltou já? Por qual banco posso fazer uma contribuição???
Agradeço desde já a informação, e que você continue com este trabalho muito importante que Deus lhe conferiu.

Julio Severo disse...

A conta do PayPal foi fechada definitivamente, por pressão dos grupos gays. Mas minha conta do Itaú ainda está ativa: http://juliosevero.blogspot.com/2006/10/colaborando-com-este-blog.html

Obrigado pelo apoio.

ismael disse...

pois é, e as feministas de plantão tentando cada vez mais separar o insuperável: a mãe e o filho na gestação.
Feminismo podre!

swedenborg disse...

Caro Julio, força no seu trabalho. Te envio um link com um artigo que me deixou nauseado, e olha que isso não é algo que ocorre frequentemente com minha pessoa:

http://www.lifesitenews.com/news/meet-the-academics-who-are-trying-to-redefine-pedophilia-as-intergeneration

até que ponto essa gente chegou.Agora não querem "só" descriminalizar a pedofilia, agora querem torná-la praticamente obrigatória, um verdadeiro preceito de saúde infantil, como escovar os dentes e comer legumes.
Sodoma e Gomorra pereceram por bem menos.
Abraço.

Anônimo disse...

Absurdo, os abortistas estão cada vez mais perdendo sua humanidade.

É quase o auge da decadência humana: matar fetos em nome de políticas públicas e direitos femininos.

Anônimo disse...

Bom dia! Irmão,umas novidades ultra boas duplamente queria Senhor puder dar essa sugestão vc escreva sobre porque a gente favor da VIDA e dos babys na vida de um casal?
E contra toda essa cultura e ideologia opressora de "poderosos", sem temor de Deus a incentivar métodos contracepção impede a vinda das criancinhas resultando favor ao aborto fiquei surpreendida vê a mão de Deus Vivo já, está agindo nos meios de comunicação aqui no BR mostrando a sua VONTADE e seu PROPÓSITO, para com o ser humano a cerca que filhos são bençãos não interessa quantos? Ele que decide?.

Ocorreu ontem domingo no programa da record no Domingo Espetacular teve duas reportagens vídeos no site do programa 08/01/2012"Conheça a história da mulher que espera quadrigêmeos no interior de SP".

Irmão, incrível história da moça Verônica Vieira tem 25 anos de idade casada 7 anos já tem um filho de 4 anos Cauê é pedagoga e seu marido cleber metarlúgico detalhe nessa história ele fez vasectomia óbvio não queria ter mais filhos.
Chorando fez declaração de amor a esposa confia nela filhos são dele reconhecendo que Deus mostrou a vontade dele e sobreana e não a nossa vontade essa foi tapa na cara do diabo e os favor da contracepção e do planejamento familiar etc a favor do aborto.
Seria impossível a esposa dele engravidar de novo?
E ainda por cima de quadrigêmos, nauturalmente sem tratamento fertilização isso se chama MILAGRE DIVINO DA FERTILIDADE E MULTIPLICAÇÃO DADA POR DEUS VIVO. E impressionante como o mundo é a mídia fica estarecido?
A gestação 9 meses tá pra nascer é de gêmeos univetelinos ou seja, idênticos um único espermatozóide fecundo um único óvulo deu origem a 4 embriões são mesma carga genética (iguais) e mesmo sexo feminino.
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Cont... Ester!!!!!

Anônimo disse...

Cont..
As gurias já tem nome são as Marias.... são M. Eduarda, M. Clara, M. Fernanda, M.Vitória desse casal Verônica e Cleber.
Outra reportagem passaram ontem mesmo tbm outro de uma casal americanos traduzido fui lá no site ainda não encontrei que a mulher teve sextúplos.
Abraços, irmão Júlio e sua família ótima semana com Senhor Jesus Cristo nossa vida tudo irá sempre tudo muito bem!!!!!! Ester

Blog Hobby Trem disse...

O MILAGRE DA VIDA!!!!

MEU DEUS, QUE LINDO!!!! AO VER ISSO, MENOS MEDO DA MORTE EU TENHO!

O HOMEM INJETA CÉLULAS, CROMOSSOMOS NA MULHER, O BEBÊ É GERADO E AS CÉLULAS DE SUA GERAÇÃO ACABAM COMPENSANDO A MAMÃE.

MÚLTIPLICAÇÃO DA ENERGIA SAGRADA DA VIDA: ISSO É A FAMÍLIA!

OOOOHOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!

OBRIGADO, DEUS!

Marisa disse...

Eu melhorei da minha asma depois de engravidar... Não fiquei curada, mas parei de passar noites seguidas no pronto-socorro, o que para mim já foi um alívio.
meu obstetra dizia que, a cada gravidez a mulher ganhava uma saúde nova em folha. Que bom saber q ele tinhs razão!

Gabriel Nunes disse...

Será por isso que em geral as mulheres vivem mais que os homens!?

Anônimo disse...

TA LOOOOOOOOOOONGE o ser humano entender completamente o processo da maternidade. Seu envolvimento carnal e espiritual. A fecundacao e o nascer de um bebe e' muuuuuito mais complexo,,,do que nossa mente ainda infantil tenta entender. Num futuro pro'ximo, o mal contra qualquer ser vivo aqui nesse planeta, sera' julgado como um crime contra a humanidade. Os comunistas demorarao um pouco mais que no's para entender isso. Betopernambuco