9 de janeiro de 2012

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”

Conheça os líderes universitários que estão tentando redefinir a pedofilia como “intimidade intergeracional”

4 de janeiro de 2012 (Notícias Pró-Família) — A indignação e nojo que a maioria de nós sentiu quando ficamos sabendo das alegações de abuso sexual de meninos nas escolas de esporte da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse indicam que nossas normas culturais sobre o abuso sexual de menores estão intactas. Contudo, apenas uma década atrás um movimento paralelo começou em algumas universidades a redefinir a pedofilia como a mais inócua “intimidade sexual intergeracional”.
A publicação do livro “Harmful to Minors: The Perils of Protecting Children from Sex” (Prejudicial para Menores: Os Perigos de se Proteger Crianças do Sexo) prometeu aos leitores uma “reavaliação radical, atual e há muito esperada de como pensamos e agimos com relação à sexualidade de crianças e adolescentes”. O livro foi publicado pela editora da Universidade de Minnesota em 2003 (com prefácio de Joycelyn Elders, que havia sido ministra da Saúde do governo de Bill Clinton). Depois da publicação, a autora Judith Levine postou uma entrevista no site da universidade condenando abertamente o fato de que “há pessoas que estão promovendo uma agenda cristã conservadora que impedirá crianças menores de idade de terem acesso à expressão sexual”, e acrescentando que “realmente temos de proteger as crianças de perigos reais… mas isso não significa protegê-las de algumas fantasias de sua inocência sexual”.
Essa redefinição da inocência da infância como “fantasia” é a chave para enfraquecer a definição da perversão da pedofilia, que satura as universidades e outros lugares. Valendo-se da linguagem da teoria pós-moderna, aqueles que estão trabalhando para redefinir a pedofilia estão primeiramente redefinindo a infância, afirmando que a “infância” não é uma certeza biológica. Em vez disso, a infância é uma invenção que a sociedade construiu — um objeto produzido pela sociedade durante a história. Tal desconstrução da infância é produto dos esforços de um movimento de poderosos defensores da pedofilia apoiados por especialistas das universidades e por um grande número de escritores, pesquisadores e editores que estavam dispostos a questionar o que a maioria de nós vê como conduta tabu.
Os teóricos pós-modernos estão interessados principalmente em trabalhos escritos que evocam a natureza fragmentária da experiência e a complexidade da linguagem. Uma das fontes mais citadas para isso é o livro “Male Intergenerational Intimacy: Historical, Socio-Psychological and Legal Perspectives” (Intimidade Intergeracional Masculina: Perspectivas Históricas, Socio-Psicológicas e Legais). Essa coleção de artigos de especialistas acadêmicos — na maior parte europeus, mas alguns ligados a universidades dos EUA — fornece um argumento muito forte a favor do que eles chamam de “intimidade intergeracional”. Ken Plummer, um dos que contribuíram, escreve que “não mais podemos presumir que a infância é uma época de inocência simplesmente por causa da idade cronológica da criança”. Aliás, “uma criança de sete anos pode ter construído uma conjunto elaborado de compreensões e códigos sexuais que deixaria muitos adultos de boca aberta”.
Afirmando se apoiar no trabalho teórico dos historiadores sociais, das feministas socialistas, dos Foucauldianos e dos sociólogos construcionistas, Plummer prometeu construir uma “nova e fecunda maneira de ver a sexualidade e as crianças”. Dentro dessa perspectiva, há a suposição do desenvolvimento sexual linear e nenhuma infância real, apenas uma definição imposta a partir de forças externas.
Condenando abertamente as “perspectivas essencialistas da sexualidade”, esses escritores tentam remover as barreiras essencialistas da infância, abrindo a porta para os pedófilos pós-modernos verem tal conduta como parte da política da transgressão. Eles não mais são pervertidos; eles são simplesmente “cruzadores de barreiras” pós-modernos.
Em 1990, a Revista de Homossexualidade publicou uma edição dupla dedicada ao sexo entre adultos e crianças intitulada “Intimidade Intergeracional”. David Thorstad, ex-presidente da Aliança de Ativistas Gays de Nova Iorque e membro fundador da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (conhecida pela sigla em inglês NAMBLA: North American Man/Boy Love Association), escreve que “o amor por meninos ocorre em todas as vizinhanças hoje”. O movimento [de amor entre homens e meninos] continua, mas tornou-se clandestino desde que a NAMBLA se achou envolvida numa encrenca de 200 milhões de dólares devido a uma ação legal de direitos civis por causa de uma morte por negligência. A ação foi iniciada no Tribunal Regional Federal de Boston e afirma que os artigos no site da NAMBLA fizeram com que Charles Jaynes, membro da NAMBLA, torturasse, estuprasse e matasse um menino de 10 anos da cidade de Boston.
Não muito tempo atrás, os pedófilos pós-modernos receberam ajuda, para enfraquecer a definição de suas perversões, do Conselho Federal de Psicologia dos Estados Unidos (American Psychological Association). Em 1998, o CFP publicou um artigo em seu Boletim Psicológico que concluía que o abuso sexual contra crianças não provoca danos. Os autores recomendaram que a pedofilia deveria em vez disso ser tratada com um termo neutro como “sexo entre adultos e crianças”. A NAMBLA rapidamente postou a “boa notícia” em seu site, declarando que “a atual guerra contra os amantes de meninos não tem base na ciência”.
Parece que muitos pedófilos pós-modernos aceitaram a recomendação com muita seriedade. Por algum tempo, vivemos numa cultura em que o sexo entre homens e meninos era não só tolerado, mas também celebrado. E embora a revolta pública contra as alegações de estupros de meninos da Universidade Estadual Penn e da Universidade de Syracuse revele que a pedofilia masculina permanece um terreno questionado para a maioria, o sexo entre mulheres e meninas mal é registrado na tela do radar cultural, por causa do poder do movimento feminista.
O espetáculo teatral “Os Monólogos da Vagina”, por exemplo, é ainda um repertório dramático padrão nas produções estudantis nas universidades — inclusive na Universidade Estadual Penn e na Universidade de Syracuse. A peça original explora a história de uma menina alcançando sua “maturidade”, começando com uma menina de 13 anos gozando um caso sexual com uma mulher de 24 anos. Versões da peça publicadas posteriormente mudaram a idade da menina de 13 para 16 anos, e a peça continua a ser encenada. A produção de fevereiro do ano passado na Universidade de Syracuse foi inovada quando convidaram um elenco composto por membros da universidade para encenar a peça na universidade.
Embora a indignação com as recentes alegações de abuso sexual indicasse que o rótulo de pervertido permanecerá para a prática da pedofilia, a realidade está aí de que poderosos defensores da pedofilia, com acesso às editoras universitárias, continuarão sua campanha semântica e ideológica para enfraquecer a definição dessa forma de perversão.
Anne Hendershott é célebre professora da Universidade do Rei em Nova Iorque, EUA. Ela é autora de “The Politics of Deviance” (As Políticas da Perversão). Este artigo apareceu originalmente no Public Discourse e foi publicado com permissão.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Artigos relacionados no Blog Julio Severo:
Artigos sobre a NAMBLA:
Brasileiros que defendem a pedofilia homossexual:

12 comentários :

Anônimo disse...

Vamos reformular o título do artigo os líderes universitários "endemoniados", estão tentando favorecer e normalizar uma violência de práticas de abuso sexual chamada: PEDOFILIA é um "crime" violação da honra e integridade física, psicológica de um ser humano que está começando a sua vida aff.
Esse pessoal, não tem noção do que eles estão mexendo com pequeninos as crianças são do SENHOR JESUS CRISTO, e nenhum pertubado do diabo com suas patas imundas pervertidas encostaram nelas não tem lei, psicólogo, cientista que tem direitoooooo que mudará isso DEUS VIVO, proteja todas as crianças nesse mundo inteiro que as investidas de satanás não sejem concretizadas essa minha oração escrita. Ester!!!!!

Anônimo disse...

Marx via o proletariado como o principal elemento de força revolucionária, porém principalmente a partir da década de 50, sob a inspiração da escola de Frankfurt e das obras de Herbert Marcuse, o elemento motriz revolucionário passou a identificar-se com qualquer grupo social constituído por indivíduos social e culturalmente insatisfeitos com a civilização judaico cristã (inimiga e alvo comum por parte dos movimentos revolucionários), entre eles os criminosos e pervertidos sexuais. Daí podemos compreender o porquê da sociedade atual ter chegado a tal nível de degeneração. A inversão de valores chega a tal ponto dos agressores e criminosos serem considerados vítimas e vice-versa. A situação geral, é claro, então só tende a piorar, com absurdos cada vez maiores sendo instituídos como sendo a nova forma de moralidade, sujeitando, por consequência, a moralidade judaico cristã sob o rótulo de reacionarismo e até mesmo de pensamento doentio ou maligno. Vemos então o quanto a bíblia é precisa ao se referir a estes agentes do mal travestidos de bons e nobres revolucionários quando diz: “ ai dos que ao mal chamam bem e ao bem chamam mal, a escuridade de luz e à luz escuridade, ao amargo doce e ao doce amargo”.

Na graça do Pai Celestial
Magno

Fabiano disse...

Isto porque é em um país de primeiro mundo, heim?!
Agora, se o Obama for reeleito, eu não duvido nada que essa aberração seja aprovada. Aliás, não só aprovada, como exigida que o mundo siga o "bom exemplo" dele. E o país das bananas, como sempre, vai imitar os yankees.
A pl122 é só uma porta de entrada semiaberta para que os podofilos venham a revindicar o "direito deles" também.
Muito bem colocada a frase do nosso amigo Magno, aí de cima:
A inversão de valores chega a tal ponto dos agressores e criminosos serem considerados vítimas e vice-versa.

Anônimo disse...

"Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!" (Isaias 5:20)

Felipe.

Elaine Cândida disse...

Por um lado, impressiona, pela inversão de valores e distorção da realidade dos fatos.

Mas por outro lado, aumenta nossa esperança acerca da iminente volta de Cristo, já que é mesmo o cumprimento da Sua Palavra e um sinal da Sua segunda vinda.

Só não vamos cruzar os braços e calar nossos lábios diante desses demônios que correm soltos por aí, inculcando essas mentiras nas mentes dos incautos.

Deus nos ajude nessa missão de denunciar o pecado e pregar a verdade!

Paz do Senhor seja com você e com sua família, irmão Júlio.

Elaine Cândida

Anônimo disse...

O pós-modernismo é usado pra estragar e inverter tudo conforme a vontade dos políticos e dos intelectuais que estão por trás deles. E como a vontade deles é doente...

Não deixem esse movimento ganhar força e derrubar a lei de pedofilia. Pedofilia é crime e dá cadeia, sempre que algum doente desses tentar se dar bem pelo pós-modernismo lembrem eles disso!

Saga disse...

http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2011/12/por-que-elas-desejam-os-gays.html

Aqui Severo. Link interessante.

Em relativamente pouco tempo, a midia anticristã normalizou o lesbianismo entre as jovens. Eu mesmo já vi várias "lesbicas temporarias" quando estava no ensino médio. Ou "meninas heteros que ficam com garotas" etc etc.

Existem previsões que o mundo não-cristão caminha para a "bissexualidade".

Mas voltando a matéria da Época. Ve? Agora todo mundo fica com todo mundo. Rumo ao "Pansexualismo".

Fabiano disse...

Já nos desarmaram, estão trocando a nossa identidade sexual, tentando matar nossos filhos, mesmo antes de nascer, tiraram nossa autoridade dentro do nosso próprio lar... Agora, como se não satisfeitos, querem abusar sexualmente de nossas crianças.
Eu sempre digo: FELIZ DAQUELE QUE NÃO ENTREGOU SUA ARMA.

Anônimo disse...

Ta aí, Sodoma e Gomorra ressurgiram das cinzas. Apenas cidadãos diferentes, mas os hábitos são os mesmos. Só que desta vez a praga vai ser bem mais terrível do que a que foi lançada sobre as antigas Sodoma e Gomorra.

Anônimo disse...

Nao ha nada novo debaixo do sol.

Saulo

Jarbas Siqueira Paranhos disse...

Realmente a humanidade está profundamente doente! Dizer que pedofilia é orientação sexual é igual dizer que ser estuprador é também só uma opção sexual! Os doentes do sexo precisam sempre criar impacto e chamar a atenção sobre si mesmos devido a carência emocional e sexual crônica promovida pelas suas preferências. Como o homossexualismo não choca mais ninguém partiram agora para a promoção da pedofilia! Lamentável sobre todos os aspectos!!

Anônimo disse...

Acadêmicos são uma praga sofística desde a morte de Sócrates, pois é da Grécia que vem nosso modelo de academia.

Essa maldição da inversão dos valores vai continuar a avançar até o momento em que a população, indignada, lançar-se furiosa contra esses grupos que tentam passar a idéia de que o criminoso é melhor que a vítima, de que as crianças não possuem alma, de que os homens-machos são monstros e de que nossas inquietações espirituais devem ser engolidas em prol de causas materialistas e ateístas.