30 de setembro de 2011

Ativistas homossexuais se gabam de vitória sobre grupos pró-família em campanha do PayPal

Ativistas homossexuais se gabam de vitória sobre grupos pró-família em campanha do PayPal

Clique aqui para assinar a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família
29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Sites gayzistas estão se gabando de vitória numa campanha em andamento para induzir o PayPal, uma das maiores empresas de processamento de pagamentos do mundo, a eliminar cristãos pró-família de seu serviço.
A revista homossexual “On Top” relata que o PayPal eliminou de seu serviço [a entidade evangélica] Coral Ridge Ministries assim como Julio Severo, tradutor de LifeSiteNews e famoso blogueiro pró-família do Brasil.
A conta de Severo também foi congelada pelo PayPal, que diz que não lhe dará acesso aos recursos restantes na conta por metade de um ano.
A organização gayzista “All Out”, que está encabeçando a campanha com uma iniciativa de petição, se gaba de que “Nossa pressão está funcionando — o PayPal já suspendeu vários sites extremistas! Vamos continuar pressionando, de modo que o PayPal saiba que não desistiremos até que suspendam todos os sites extremistas!”
A petição do AllOut pede que o PayPal elimine seu serviço para organizações cristãs que se opõem ao estilo de vida e agenda política homossexual, afirmando que esses grupos pregam “ódio” e são “extremistas”.
A lista de grupos denunciados por AllOut mistura importantes organizações pró-família, como Tradição, Família e Propriedade (TFP) e Americanos a favor da Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH]) com o extremista Dove World Outreach Center, que provocou violência em países muçulmanos depois de ameaçar queimar publicamente o Corão.
Depois do início da campanha do AllOut, LifeSiteNews começou sua própria campanha para pedir ao PayPal que não discrimine cristãos pró-família por expressarem seus princípios religiosos e morais.
Embora a petição tenha coletado mais de 7.400 assinaturas, o PayPal continua a se mostrar evasivo a todas as tentativas de entregar assinaturas e fazer perguntas sobre suas políticas, que parecem favorecer ativistas homossexuais acima dos cristãos.
Informações de contato:
Assine a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família.
Telefone para a sede do PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
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29 de setembro de 2011

Petição contra discriminação do PayPal alcança 7.400 assinaturas — PayPal nega-se a se explicar

Petição contra discriminação do PayPal alcança 7.400 assinaturas — PayPal nega-se a se explicar

Clique aqui para assinar a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família
28 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Apesar do fato de que mais de 7.400 pessoas assinaram uma petição pedindo ao PayPal que não sucumba às pressões de ativistas homossexuais, que estão insistindo com a empresa para que elimine os ativistas cristãos de seu serviço, até o momento o PayPal não deu nenhuma resposta.
Enquanto isso, grupos homossexuais estão se gabando de que a campanha deles fez com que fossem eliminados do serviço do PayPal a entidade evangélica Coral Ridge Ministries assim como Julio Severo, que é tradutor de LifeSiteNews e blogueiro pró-família.
Além de ser desligado do serviço, Severo também foi informado de que os recursos financeiros em sua conta do PayPal ficarão congeladas por seis meses. Após esse período, a empresa diz que lhe dará informações de como retirar os recursos.
LifeSiteNews começou a coletar assinaturas em meados de setembro depois que a organização gayzista AllOut iniciou uma petição para pedir ao PayPal que revogasse as contas de organizações e indivíduos cristãos que se opõem ao estilo de vida e agenda política homossexual, afirmando que esses grupos pregam “ódio” e são “extremistas”.
A lista inclui importantes organizações pró-família, como Tradição, Família e Propriedade (TFP) e Americanos a favor da Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH]) na mesma categoria do extremista Dove World Outreach Center, que recentemente provocou violência em países muçulmanos depois de ameaçar queimar publicamente o Corão.
LifeSiteNews tentou contatos com o PayPal por meio do endereço eletrônico fornecido pela empresa, e telefonou para o serviço ao cliente.
A resposta por e-mail do PayPal foi insistir em interagir apenas com os donos de contas no PayPal com queixa sobre suas próprias contas. A organização afirma que não pode abrir o anexo com a planilha eletrônica que contém as assinaturas da petição. O PayPal também afirma que Severo é uma “organização” não registrada, para justificar eliminá-lo do serviço.
Uma chamada telefônica ao serviço ao cliente deu como resultado que LifeSiteNews recebeu um número de telefone para ligar para o departamento de relações públicas do PayPal, o qual não retornou uma mensagem deixada em sua secretária eletrônica.
LifeSiteNews enviou e-mails para dois endereços do PayPal publicados na internet por um proeminente site anti-PayPal que afirma que eles se correspondem com Scott Thompson, presidente do PayPal, e com Mike Vergara, diretor sênior do departamento de proteção aos clientes. LifeSiteNews não recebeu nenhuma resposta.
Informações de contato:
Assine a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família.
Telefone para a sede do PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Mãe diz: abortar meu filho me tornou uma mãe melhor

Mãe diz: abortar meu filho me tornou uma mãe melhor

20 de setembro de 2011 (LiveAction.org/Notícias Pró-Família) — Em 13 de setembro de 2011, Ann Kingsleigh postou um artigo intitulado “How My Abortion Enabled Me to Be a Better Mother” (Como o Aborto que Fiz Me Possibilitou Ser uma Mãe Melhor). Ela confessa, em detalhes, como com a idade de 24 anos, já com uma criança nova, ela se encontrava sem marido, e grávida de um relacionamento obviamente casual.
Encho-me de compaixão e simpatia por Ann, e pela situação em que ela se encontrava, assim como me encho de compaixão por tantas mulheres que se encontram em semelhantes situações difíceis. Provavelmente, parece ofensivo para alguns refutar a opinião dela de que ela é uma mãe melhor desde que abortou um filho a fim de cuidar melhor de outro. A sabedoria e o bom senso popular ficariam pensando: “Como é que uma mulher em tal situação como essa, uma gravidez indesejada numa época em que ela já está sobrecarregada financeira e emocionalmente, não poderia considerar um aborto?” (Notei que Ann, como a maioria das mulheres em circunstâncias semelhantes, nem mesmo mencionou, nem de longe, a adoção.)
Contudo, estou aqui para dizer que, lamentavelmente, abortar uma criança a fim de cuidar de outra não torna uma mulher uma mãe melhor. Os problemas de Ann são mais antigos e mais profundos do que esse incidente de gravidez indesejada (que terminou de forma trágica). A situação difícil de Ann é o que se tornou uma consequência comum dos apuros das mulheres em nossa cultura ocidental, que mais e mais se proclama livre da moralidade, livre de uma vida de pureza e livre de dar satisfação a qualquer autoridade mais elevada ou um senso de certo e errado do que a própria consciência muitas vezes deficientemente formada.
Ann proclama seu senso dessa falsa liberdade nas sentenças finais de sua postagem, onde ela declara que está contente que tinha o “direito de escolher o que era certo” para sua família. Ann tem uma ideia interessante, e demasiadamente comum, acerca da verdade, direitos e liberdades. Mas escolher o aborto é realmente liberdade?
Não, o aborto de Ann foi a consequência de uma escravidão, de permitir que ela fosse usada e humilhada como mulher (tanto pela sociedade quanto pelos homens que ela escolheu ter na vida dela) e de ter o que ela percebia como falta de escolha, agora que ela havia feito muitas escolhas infelizes, surgidas de uma vida inteira de influências e experiências que formaram a mente dela, os valores morais dela e a mente dela.
O predomínio do aborto em nossa cultura, que é na verdade mortal de muitas maneiras, é o resultado inevitável de décadas de educação medíocre, espiritualidade falsa ou inexistente, cultura popular, raciocínio distorcido e uma mentalidade contraceptiva egoísta que está agora tão impregnada — e é aliás a moda predominante — em nossa sociedade e permanece em grande parte incontestada, exceto por algumas vozes solitárias. O aborto é muitas vezes a consequência de uniões sexuais sem sentido, egoístas, promíscuas e distorcidas, de tentar achar um atalho para o conforto, consolo e alegria do verdadeiro amor mútuo que dá vida e se doa no contexto de um casamento amoroso. O fato é, há princípios e leis que governam o mundo físico e espiritual, e rejeitá-los, por exemplo, mediante uma vida promíscua ou de outra forma negligente com nossa sexualidade, é nos abrir para o abuso, escravidão, doença e outros males (até mesmo o mal de matar o próprio filho), como vemos no exemplo de Ann.
Em todas as partes da postagem de Ann, vejo que a mente dela foi bastante formada pelas ideias acerca do casamento, da felicidade, do apoio, dos direitos e da liberdade transmitidas pelos meios de comunicação e pela indústria do entretenimento. A própria mãe dela, por exemplo, com um depravado senso de compaixão, a ajudou a passar pelo procedimento médico do aborto. Que mais dá para se dizer acerca da provável criação moral que ela recebeu? Além disso, posso ver que Ann não acredita que a verdade existe, conforme se revelou em sua “última oração desesperada para qualquer poder mais elevado que estivesse escutando” e na proclamação de que ela estava grata que tinha o direito de escolher o que era “certo para nossa família”, como se “direito” dependesse de circunstâncias, situações e sentimentos, em vez de uma realidade objetiva de certo e errado, de verdade.
Além disso, Ann afirma que seu parceiro (o pai do bebê indesejado) era “incrível” e “dava muito apoio” (com o que os que comentaram muito concordaram). Esse é o nível de decadência que atingiu a sociedade. Um homem usou a ela e o corpo dela como objeto de prazer (assim como ela fez com ele e o corpo dele), então a levou de carro a uma clínica, pagou-a para abortar a criança dele e subsequentemente terminou o relacionamento. Esse é um homem incrível? Não, um homem incrível é um que entende o verdadeiro amor, que respeita uma mulher o suficiente para não tirar dela o que ela não deveria dar, e um que tem controle sobre seus instintos e desejos, não pondo a mulher que ele ama e seus filhos potenciais em tal situação difícil, até que tenham sido feitos votos e promessas de amar e cuidar um do outro e dos filhos um do outro, haja o que houver. Esse seria, e é, um homem incrível.
É claro que Ann escolheu o aborto porque sentia que não tinha outra escolha. Sua escolha não foi feita por liberdade, foi feita por escravidão. Ann, uma no meio de milhões entre milhões, é escrava do pensamento, atitudes e mentalidades em nossa sociedade que ajudaram a provocar essa experiência toda e suas situações difíceis: que o sexo é simplesmente para o prazer e pode ser gozado a qualquer momento que alguém queira, que os homens não precisam ser responsáveis ou se casarem com uma mulher para gozar o sexo com ela e vice-versa, e que o único pecado envolvendo o sexo é não se proteger de forma adequada contra doenças ou uma gravidez indesejada. Essas ideias e filosofias são entronizadas, institucionalizadas, promovidas e perpetuadas por organizações tais como a Federação de Planejamento Familiar, nossos governos federais e locais, nossos sistemas de saúde, os grandes meios de comunicação e assim por diante, para um povo que cada vez mais as aceita quase que inquestionavelmente.
Ann, encontrando-se grávida de uma união egoísta (conforme se evidencia pelo fato de que o marido dela a deixou logo que as coisas não mais eram gratificantes para ele) e outra criança resultante de uma segunda união egoísta, e não tendo a fé, força ou recursos para saber o que fazer nessa altura — agora que a casa construída na areia havia se desmoronado por causa da água que irrompeu contra ela — tem o que ela percebe como nenhuma escolha senão abortar seu filho.
Se ela permanecer em seu atual caminho, imagino que algum dia Ann se sentará com sua filha e lhe dirá acerca da escolha muito difícil que teve de fazer, e como é importante que as mulheres tenham essa escolha. E ela perpetuará a escravidão e o cativeiro pelos quais ela mesma se tornou vítima. E esse cativeiro será passado para a próxima geração (que, tragicamente, já ocorreu de forma bastante concreta para seu segundo filho).
Aborto é morte. Ann pode se sentir bem agora com ele, pois ela está aliviada. Contudo, a verdade triste é que isso acabará voltando para ela. Ela terá de lidar com isso cedo ou tarde, pois uma mulher não consegue ficar sem as marcas de um aborto que ela provocou contra seu próprio filho. Fico contente que Ann achou alguma estabilidade financeira e uma carreira que ela ama e está gozando seu filho mais velho. Estou feliz. Mas lamento o preço grande que tudo isso custou a ela — que uma vida preciosa e insubstituível foi extinta. Não tinha de ser desse jeito.
Este artigo foi publicado com a permissão de LiveAction.org
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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FBI suspeito de usar tática de intimidação contra Olavo de Carvalho

FBI suspeito de usar tática de intimidação contra Olavo de Carvalho

Busca-se explicação de “aviso” sobre investigação envolvendo discurso de ódio

Bob Unruh
© 2011 WND
Um instituto de pesquisa e educação muito conhecido que inclui alguns dos maiores pensadores, líderes e ativistas de direitos humanos do hemisfério ocidental está solicitando que o FBI revele se houve alegações e investigação de “discurso de ódio” lançadas contra um de seus proeminentes membros.
Os membros incluem o Juiz Tom Parker, do Supremo Tribunal do Alabama; o ex-presidente de Honduras Roberto Micheletti; o Prof. Herbert Titus e o Dr. Edwin Vieira, ambos escritores, litigantes e eruditos constitucionais; a Dra. Judith Reisman, autora do livro “Sexual Sabotage”, conhecida internacionalmente por desmascarar crimes sexuais e a pesquisa sexual fraudulenta de Alfred Kinsey, o pai da revolução sexual; o Dr. Ted Baehr, que publica MovieGuide; o Prof. Paul Gottfried, historiador, filósofo político e autor prolífico sobre a política contemporânea; Alejandro Peña Esclusa, um dos principais oponentes de Hugo Chavez, recentemente solto da prisão domiciliar; o Col. Alfonso Plazas Vega, uma das principais figuras na luta contra as guerrilhas marxistas no comércio ilegal de drogas no hemisfério ocidental e outros.
Olavo de Carvalho
O presidente do Instituto é Olavo de Carvalho, um filósofo e escritor brasileiro que está nos EUA depois de ter ensinado filosofia política na Universidade Católica do Paraná até 2005.
É contra Carvalho que as alegações e afirmação de uma visita de agentes do FBI foram levantadas, de acordo com John Haskins, membro de alto escalão especialista em Compreensão Pública de Direito, Propaganda e Revolução Cultural, falando pelo Instituto.
O Professor Carvalho escreveu dezenas de livros sobre assuntos filosóficos e políticos, é um respeitado colunista semanal com muitos fãs no Brasil e um palestrante público cada vez mais popular neste país. Sua expansão mais recente é um programa de rádio online.
De acordo com sua biografia no Instituto, a tônica de seu trabalho é a defesa da consciência mais profunda do homem contra a tirania da autoridade coletiva — principalmente quando tal tirania se baseia numa ideologia “científica”.
“Para Olavo de Carvalho a objetividade do conhecimento e a consciência individual se unem por um elo indissolúvel, do qual se perde vista quando os critérios de validação do conhecimento são reduzidos a um conjunto impessoal e uniforme de formulas designadas para serem usadas pela classe acadêmica”.
O Instituto foi informado de que alguém que no passado foi conselheira de Olavo, cujo nome foi mantido anônimo, mencionou uma visita de dois agentes do FBI que disseram a ela que Carvalho estava sob investigação por propagar “discurso de ódio” contra os homossexuais e contra ativistas a favor do aborto.
Haskins confirmou que Carvalho ligou para a sede do FBI, e foi encaminhado para o escritório de Miami, onde um agente sugeriu que a organização pode ter sido vítima de indivíduos se fazendo passar por agentes do FBI.
Outro agente então acrescentou que sem os nomes desses “falsos agentes”, não daria para se fazer nada. Mas os “agentes” não haviam deixado nenhum cartão pessoal, confirmou Carvalho.
Haskins disse que a organização está também enviando um pedido por escrito.
Ele comentou que Carvalho nunca escreveu sobre esses assuntos em inglês, e nunca nada que poderia ser considerado “ódio”, levantando a questão de se tal intimidação, qualquer que fosse sua fonte, poderia realmente ser apontada contra o Instituto de modo geral, por muitas razões.
Outros membros têm escrito sobre o aborto assim como sobre as ameaças abusivas do movimento de militância homossexual à liberdade de expressão, religião, associação e direitos dos pais. Pelo menos quatro membros também têm escrito nos meios de comunicação nacionais ou dado palestras desafiando a legalidade de Obama ocupando a presidência com base no requisito da Constituição sobre cidadania natural.
Além disso, o Instituto tem contatos com Julio Severo, o jornalista brasileiro cujas exposições dos excessos da militância homossexual e sua opressão aos que discordam de certo modo colocaram o site dele sob evidente monitoração por parte de funcionários do Ministério de Segurança Nacional, embora Severo não viva nos EUA sob a jurisdição deles.
Haskins disse que “alguns minutos gastos na página de nossos membros revelam que o Instituto é totalmente diferente entre as organizações de especialistas e instituições educacionais fora da corrente do politicamente correto em que o Instituto reuniu pessoas de altos postos que são visceralmente odiadas pela esquerda em muitos países e que podem dar testemunho de que existe um elevado grau de coordenação internacional em medidas para silenciá-las ou até prendê-las. Essa situação torna muito difícil ter certeza de quem poderia estar dando essas ordens se o FBI está realmente tentando intimidar um ou mais de nós”.
Haskins explicou que Carvalho, que o governo dos EUA aprovou para viver e trabalhar nos EUA sob circunstâncias excepcionais como um “Estrangeiro com Capacidades Especiais”, apesar disso, poderia se tornar alvo de punições especiais, tais como objeções à sua condição de residente nos EUA.
Haskins descreveu o cenário sob o qual o relato de uma alegada visita do FBI chegou ao Instituto como “bizarra”, e o aviso foi que Carvalho recuasse em seu trabalho de defender seus valores. O Prof. Carvalho foi processado pelo então presidente do Brasil, e fugiu do Brasil para os Estados Unidos depois de anos de ameaças de morte da esquerda.
A sede do FBI disse para WND que não sabia de nada do alegado incidente, embora algo pudesse ter sido organizado por agentes locais, mas isso despertou para Haskins a possibilidade de uma equipe embusteira do FBI a solta.
Ele disse que a estratégia é tornar pública a informação sobre o aviso e seu objetivo.
A questão de “ódio” e “discurso de ódio” tem sido um assunto complicado nos Estados Unidos desde antes da eleição de Brack Obama em 2008. Foi colocada à força nas manchetes em grande parte por organizações e ativistas homossexuais que começaram a condenar aqueles que discordavam deles como perpetradores de “ódio”.
Aliás, eles foram a principal força por trás da tão chamada lei federal de “crimes de ódio” sancionada por Obama logo após ele ter se tornado presidente. Essencialmente, essa lei criminaliza os pensamentos nos Estados Unidos, levantando penalidades para certos delitos se há “ódio” contra a vítima.
Eric Holder, Procurador Geral da Justiça, tinha alguns comentários reveladores sobre o plano, quando foi questionado sobre ele numa audiência do Congresso.
Quando indagado pelo Senador Sen. Jeff Sessions, R-Ala., sobre uma situação em que um homossexual atacou um pastor evangélico depois que o pastor pregou sobre suas convicções religiosas e a perspectiva da Bíblia sobre a homossexualidade, a lei de “crimes de ódio” protegeria o pastor?
Holder disse “não”.
“A lei não cobriria necessariamente esse tipo de caso. Estamos falando de crimes que têm uma base histórica. Grupos que têm sido alvos de violência como consequência da cor de sua pele, sua orientação sexual, é disso que a lei trata — ela só dá cobertura para essas situações”.
Mas e quanto a um homossexual atacando um pastor por causa dos ensinos da Bíblia?
“Não temos indicação de que o ataque tenha sido motivado pelo desejo do indivíduo de ferir alguém que estava num desses grupos protegidos. A lei não cobriria isso”, declarou Holder.
Tom Tancredo, colunista do WND e ex-deputado federal, mais tarde comentou que aqueles que têm outros padrões pelos quais vivem também estão sendo descritos como “odiadores”.
Ele citou aqueles que argumentam que as leis de imigração dos EUA deveriam ser cumpridas.
“Sem dúvida, as três organizações mais proeminentes e respeitadas de redução da imigração são a Federação para a Reforma da Imigração Americana (FRIA), Numbers USA e o Centro de Estudos de Imigração”, ele escreveu.
Mas ele notou que o Centro de Lei de Pobreza do Sul (CLPS), uma organização de linha esquerdista que frequentemente lança ataques contra organizações conservadoras e que se orientam pela Constituição, “chama a FRIA de grupo de ódio. Embora os dois últimos grupos não estejam na lista de ‘grupos de ódio’, o CLPS os chama de parte de um ‘movimento de pressão nativista’ e diz que eles todos têm motivações raciais por trás de sua oposição à imigração em massa. O CLPS até chama Progressistas em favor da Reforma da Imigração, uma organização presidida por um afro-americano esquerdista, um ‘grupo de fachada’ com ‘laços com nacionalistas brancos’, o que quer que isso signifique”.
O caso não termina aí. Obama, depois de ter criado um site “bandeira” durante a campanha eleitoral de 2008 onde as pessoas eram instruídas a monitorar o discurso e opiniões de seus amigos e vizinhos e denunciá-los, agora lançou um site AttackWatch (Monitore os Ataques) para a campanha de 2012, com metas semelhantes.
Membros esquerdistas do Congresso frequentemente atacam como “racistas” ou “odiadores” aqueles que fazem pressão para que o governo dos EUA seja devolvido à forma limitada de organização que os fundadores haviam idealizado.
Organizações cristãs têm também sido alvos de investigações de empresas como o PayPal por alegado “ódio” quando defendem normas bíblicas.
O Centro Legal ThomasMore desafiou a lei federal de “crimes de ódio” nos tribunais, e Robert Muise, o principal advogado, disse: “Essa nova lei federal promove dois conceitos orwellianos. Primeiro, cria uma classe especial de indivíduos que são ‘mais iguais do que os outros’ com base em nada mais do que uma conduta sexual depravada. Segundo, cria ‘crimes de pensamento’ ao criminalizar certas ideias, convicções e opiniões, e o envolvimento de tais ideias, convicções e opiniões num crime o tornará digno de processos legais federais. Consequentemente, as autoridades governamentais estão afirmando que têm o poder de decidir quais pensamentos são crime sob a legislação federal e quais não são”.
O Centro Legal revelou que todos os 50 estados [dos EUA] já têm leis criminais que punem a violência contra os outros, o próprio Holder confessou que não há nenhuma evidência de que “crimes de ódio” não tenham sido punidos a nível estadual, e em 2008, dos 1,38 milhão de crimes violentos registrados, 243 lidavam com a orientação sexual da vítima.
A Lei de Crimes de Ódio foi apelidada por seus críticos como “Lei de Proteção aos Pedófilos” depois que uma emenda que explicitamente proibia os pedófilos de serem protegidos pela lei foi derrotada pela maioria dos congressistas do Partido Democrático. Aliás, durante o debate no Congresso, os apoiadores argumentaram que todas as “filias”, ou estilos de vida sexuais alternativos, deveriam ser protegidas.
Obama sancionou a “Lei de Prevenção aos Crimes de Ódio Matthew Shepard e James Byrd” em outubro de 2009 depois que parlamentares do Partido Democrático estrategicamente a amarraram a um indispensável projeto de lei de verbas para a defesa de 680 bilhões de dólares.
A lei trata com tolerância zero qualquer ato que possa estar ligado a qualquer crítica à homossexualidade ou até mesmo a “percepção” da homossexualidade. Conforme o Congresso a debateu, houve promessas de que não seria usada para tratar com tolerância zero a liberdade de expressão.
O projeto de lei sancionado por Obama teve a oposição da Comissão de Direitos Civis dos EUA, que a chamou de “ameaça” às liberdades civis. A comissão argumentou que a lei permite que as autoridades federais tragam acusações contra indivíduos ainda que já tenham sido inocentados por um tribunal estadual.
Traduzido por: www.juliosevero.com
Fonte em português: www.juliosevero.com

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Reinaldo Azevedo
Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…
Pastor Yousef Nadarkhani, condenado à morte no Irã. Motivo: ele é cristão
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã (dia 29) é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.
Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.
Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.
Divulgação: www.juliosevero.com

28 de setembro de 2011

Estamos perdendo para a guerra cultural gay

Estamos perdendo para a guerra cultural gay

Scott Lively
Muitos cristãos somente agora estão acordando para a seriedade da ameaça que representa à nossa sociedade o movimento homossexual. Mas infelizmente, para todos nós, apenas o som dos trompetes anunciando a vitória dos ativistas gays tirou os cristãos do seu sono. Os muros de guarda foram quebrados e invadidos, a cidade está em chamas, e os guerreiros triunfantes da cultura gay estão puxando uma longa corda de jovens prisioneiros pelo pescoço em direção à floresta. E o mais perturbador é que muitos dos capturados, incluindo alguns filhos desses cristãos ainda sonolentos, parecem felizes.
Venho alertando há muito tempo que a agenda homossexual não busca tolerância, mas controle. É claro, começou com um apelo por tolerância, mas imediatamente passou a exigir aceitação, e em seu devido tempo, à celebração de tudo que representa o homossexualismo.
Mas não foi suficiente que autoridades públicas eminentes em todas as grandes cidades liderassem as paradas do “Orgulho Gay”. Não, a agenda continuou a avançar para um novo patamar, exigindo participação forçada na cultura gay. Hoje boa parte dos Estados Unidos está no limiar da comemoração/coerção, graças à Califórnia com seu novo currículo escolar determinado por lei, bastante agressivo na defesa do homossexualismo.
Nem mesmo o estado conservador do Texas está imune. Esta semana mesmo a Fox News cobriu a história de um garoto de 14 anos suspenso da escola por dizer em uma conversa com um colega que o homossexualismo era errado. O professor furioso que exigiu punição do garoto supostamente colou no mural da sala de aula uma foto de dois homens se beijando, e frequentemente direciona as discussões de sala para a questão do homossexualismo.
Precisou da intervenção de um escritório de advocacia pública cristão para fazer com que a escola voltasse atrás na suspensão. Mas quantos alunos desse mesmo professor assimilaram seus valores como normais ao longo dos anos, longe da desconfiança dos pais?
E o mais importante: quantas outras salas de aula nos EUA são conduzidas por esse tipo de gente? Seu grupo ativista, Gay Lesbian Straight Teachers Network (Rede de Professores Gays, Lésbicas e Heteros, que mais tarde alterou seu nome para education network, ou “rede educacional” para esconder a ligação ativista gay) teve poder suficiente para lançar seu fundador Kevin Jennings como responsável da Casa Branca de Obama pela “segurança das escolas” por algum tempo. Eu diria que sua agenda já influencia praticamente todas as salas de aula.
Sou velho o suficiente para me lembrar do debate sobre a mera possibilidade de permitir que homossexuais se tornassem professores, quem dirá punir alunos por discordar da defesa das suas escolhas sexuais em sala de aula. Lembro-me bem dos protestos pró-homossexualismo, que diziam que “gays e lésbicas só querem o direito de ficar em paz. Eles NUNCA iriam interpor suas vidas privadas em sala de aula”. Todos mentiram, e nós acreditamos; agora nossos filhos e netos estão sendo forçados a celebrar a “cultura” gay sob pena de serem punidos pela lei.
Essa é a última tacada dos gays. É o estágio final da sua agenda, que sempre teve como objetivo assumir o controle e o poder de punir a dissidência: esmagar e punir os críticos. Eles ainda só têm esse poder em alguns lugares, mas estão se movimentando rápido para consegui-lo em todos; e a inércia está em favor deles. E sempre que eles a tiverem, eles irão usá-la.
Isso me traz, por fim, ao assunto do “casamento gay”. Mas o quê? De que forma o “casamento gay” tem alguma coisa a ver com a propaganda homossexual nas escolas, ou com pais cristãos acordando tarde demais para ver que seus filhos estão sendo doutrinados?
É a mesma questão, meus amigos. Casamento gay, currículo gay, paradas gays, programas de TV gays, soldados gays, adoção gay, doenças gays, recrutamento gay e por aí vai. Tantas questões aparentemente distintas que na verdade são uma só: o fenômeno artificial, anormal e destrutivo, tanto na esfera privada quanto na social, do pecado homossexual. Somos alertados de forma clara e enfática na Bíblia. Vimos seu poder perversor na história. Estamos literalmente vendo sua ética de anarquia sexual suplantar o modelo bíblico de família como sistema de valores que orienta a nossa sociedade.
Não vou acrescentar aqui o quanto eu amo os homossexuais, embora odeie seu pecado. Por uma questão de ordem pública, não deveria importar o que eu penso dos perpetradores, mas que estou dizendo a verdade sobre sua agenda. Não quero reforçar a ideia ridícula de que os cristãos precisam oferecer uma ressalva para provar que não são motivador por ódio. De qualquer forma, isso não iria abrandar a hostilidade deles contra mim. Acredite.
Não estou dizendo que não existe esperança de os cristãos superarem o desafio à sua frente. Absolutamente nada é impossível para Deus. O que estou dizendo é que não existe possibilidade de ganharmos, principalmente nesse estado de coisas, se nossos “heróis” continuarem se complicando com a “definição de casamento” e labutando querendo provar que não são movidos por ódio, cedendo a um e outro ponto da agenda gay não relacionado a casamento.
Precisamos nos manter firmes e sem defensivas na dura verdade de que o homossexualismo não é um fenômeno social benigno ou moralmente neutro. É uma insidiosa e contagiosa forma de perversão sexual condenada por Deus como uma abominação. Eu me encolho enquanto escrevo estas palavras, porque sei a fúria que estou chamando para mim mesmo. Mas ainda assim, alguém precisa dizer isso aberta e publicamente, pois é a verdade, e somente ela pode nos libertar do politicamente correto que nos aprisionou até agora.
A agenda homossexual representa uma ameaça existencial à civilização cristã, e estamos no fim da guerra, perdendo feio. Tudo depende de você, leitor cristão. Entre para valer no “jogo”, imediatamente, ou diga adeus a tudo.
Dr. Scott Lively é advogado, pastor e autor de vários livros sobre a agenda homossexual, incluindo “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazy Party” (de coautoria com o pesquisador judeu Kevin E. Abrams).
Traduzido por Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com