30 de setembro de 2011

Ativistas homossexuais se gabam de vitória sobre grupos pró-família em campanha do PayPal

Ativistas homossexuais se gabam de vitória sobre grupos pró-família em campanha do PayPal

Clique aqui para assinar a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família
29 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Sites gayzistas estão se gabando de vitória numa campanha em andamento para induzir o PayPal, uma das maiores empresas de processamento de pagamentos do mundo, a eliminar cristãos pró-família de seu serviço.
A revista homossexual “On Top” relata que o PayPal eliminou de seu serviço [a entidade evangélica] Coral Ridge Ministries assim como Julio Severo, tradutor de LifeSiteNews e famoso blogueiro pró-família do Brasil.
A conta de Severo também foi congelada pelo PayPal, que diz que não lhe dará acesso aos recursos restantes na conta por metade de um ano.
A organização gayzista “All Out”, que está encabeçando a campanha com uma iniciativa de petição, se gaba de que “Nossa pressão está funcionando — o PayPal já suspendeu vários sites extremistas! Vamos continuar pressionando, de modo que o PayPal saiba que não desistiremos até que suspendam todos os sites extremistas!”
A petição do AllOut pede que o PayPal elimine seu serviço para organizações cristãs que se opõem ao estilo de vida e agenda política homossexual, afirmando que esses grupos pregam “ódio” e são “extremistas”.
A lista de grupos denunciados por AllOut mistura importantes organizações pró-família, como Tradição, Família e Propriedade (TFP) e Americanos a favor da Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH]) com o extremista Dove World Outreach Center, que provocou violência em países muçulmanos depois de ameaçar queimar publicamente o Corão.
Depois do início da campanha do AllOut, LifeSiteNews começou sua própria campanha para pedir ao PayPal que não discrimine cristãos pró-família por expressarem seus princípios religiosos e morais.
Embora a petição tenha coletado mais de 7.400 assinaturas, o PayPal continua a se mostrar evasivo a todas as tentativas de entregar assinaturas e fazer perguntas sobre suas políticas, que parecem favorecer ativistas homossexuais acima dos cristãos.
Informações de contato:
Assine a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família.
Telefone para a sede do PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Artigos relacionados no Blog Julio Severo:

29 de setembro de 2011

Petição contra discriminação do PayPal alcança 7.400 assinaturas — PayPal nega-se a se explicar

Petição contra discriminação do PayPal alcança 7.400 assinaturas — PayPal nega-se a se explicar

Clique aqui para assinar a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família
28 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Apesar do fato de que mais de 7.400 pessoas assinaram uma petição pedindo ao PayPal que não sucumba às pressões de ativistas homossexuais, que estão insistindo com a empresa para que elimine os ativistas cristãos de seu serviço, até o momento o PayPal não deu nenhuma resposta.
Enquanto isso, grupos homossexuais estão se gabando de que a campanha deles fez com que fossem eliminados do serviço do PayPal a entidade evangélica Coral Ridge Ministries assim como Julio Severo, que é tradutor de LifeSiteNews e blogueiro pró-família.
Além de ser desligado do serviço, Severo também foi informado de que os recursos financeiros em sua conta do PayPal ficarão congeladas por seis meses. Após esse período, a empresa diz que lhe dará informações de como retirar os recursos.
LifeSiteNews começou a coletar assinaturas em meados de setembro depois que a organização gayzista AllOut iniciou uma petição para pedir ao PayPal que revogasse as contas de organizações e indivíduos cristãos que se opõem ao estilo de vida e agenda política homossexual, afirmando que esses grupos pregam “ódio” e são “extremistas”.
A lista inclui importantes organizações pró-família, como Tradição, Família e Propriedade (TFP) e Americanos a favor da Verdade acerca da Homossexualidade (Americans for Truth About Homosexuality [AFTAH]) na mesma categoria do extremista Dove World Outreach Center, que recentemente provocou violência em países muçulmanos depois de ameaçar queimar publicamente o Corão.
LifeSiteNews tentou contatos com o PayPal por meio do endereço eletrônico fornecido pela empresa, e telefonou para o serviço ao cliente.
A resposta por e-mail do PayPal foi insistir em interagir apenas com os donos de contas no PayPal com queixa sobre suas próprias contas. A organização afirma que não pode abrir o anexo com a planilha eletrônica que contém as assinaturas da petição. O PayPal também afirma que Severo é uma “organização” não registrada, para justificar eliminá-lo do serviço.
Uma chamada telefônica ao serviço ao cliente deu como resultado que LifeSiteNews recebeu um número de telefone para ligar para o departamento de relações públicas do PayPal, o qual não retornou uma mensagem deixada em sua secretária eletrônica.
LifeSiteNews enviou e-mails para dois endereços do PayPal publicados na internet por um proeminente site anti-PayPal que afirma que eles se correspondem com Scott Thompson, presidente do PayPal, e com Mike Vergara, diretor sênior do departamento de proteção aos clientes. LifeSiteNews não recebeu nenhuma resposta.
Informações de contato:
Assine a petição ao PayPal para protestar contra a perseguição de cristãos pró-família.
Telefone para a sede do PayPal nos EUA: 1-402-935-2050
Envie um e-mail ao PayPal clicando aqui e selecionando “Email Us”. Pessoas que não têm conta no PayPal podem selecionar a opção à direita e receberão um formulário para preencher.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Artigos relacionados no Blog Julio Severo:

Mãe diz: abortar meu filho me tornou uma mãe melhor

Mãe diz: abortar meu filho me tornou uma mãe melhor

20 de setembro de 2011 (LiveAction.org/Notícias Pró-Família) — Em 13 de setembro de 2011, Ann Kingsleigh postou um artigo intitulado “How My Abortion Enabled Me to Be a Better Mother” (Como o Aborto que Fiz Me Possibilitou Ser uma Mãe Melhor). Ela confessa, em detalhes, como com a idade de 24 anos, já com uma criança nova, ela se encontrava sem marido, e grávida de um relacionamento obviamente casual.
Encho-me de compaixão e simpatia por Ann, e pela situação em que ela se encontrava, assim como me encho de compaixão por tantas mulheres que se encontram em semelhantes situações difíceis. Provavelmente, parece ofensivo para alguns refutar a opinião dela de que ela é uma mãe melhor desde que abortou um filho a fim de cuidar melhor de outro. A sabedoria e o bom senso popular ficariam pensando: “Como é que uma mulher em tal situação como essa, uma gravidez indesejada numa época em que ela já está sobrecarregada financeira e emocionalmente, não poderia considerar um aborto?” (Notei que Ann, como a maioria das mulheres em circunstâncias semelhantes, nem mesmo mencionou, nem de longe, a adoção.)
Contudo, estou aqui para dizer que, lamentavelmente, abortar uma criança a fim de cuidar de outra não torna uma mulher uma mãe melhor. Os problemas de Ann são mais antigos e mais profundos do que esse incidente de gravidez indesejada (que terminou de forma trágica). A situação difícil de Ann é o que se tornou uma consequência comum dos apuros das mulheres em nossa cultura ocidental, que mais e mais se proclama livre da moralidade, livre de uma vida de pureza e livre de dar satisfação a qualquer autoridade mais elevada ou um senso de certo e errado do que a própria consciência muitas vezes deficientemente formada.
Ann proclama seu senso dessa falsa liberdade nas sentenças finais de sua postagem, onde ela declara que está contente que tinha o “direito de escolher o que era certo” para sua família. Ann tem uma ideia interessante, e demasiadamente comum, acerca da verdade, direitos e liberdades. Mas escolher o aborto é realmente liberdade?
Não, o aborto de Ann foi a consequência de uma escravidão, de permitir que ela fosse usada e humilhada como mulher (tanto pela sociedade quanto pelos homens que ela escolheu ter na vida dela) e de ter o que ela percebia como falta de escolha, agora que ela havia feito muitas escolhas infelizes, surgidas de uma vida inteira de influências e experiências que formaram a mente dela, os valores morais dela e a mente dela.
O predomínio do aborto em nossa cultura, que é na verdade mortal de muitas maneiras, é o resultado inevitável de décadas de educação medíocre, espiritualidade falsa ou inexistente, cultura popular, raciocínio distorcido e uma mentalidade contraceptiva egoísta que está agora tão impregnada — e é aliás a moda predominante — em nossa sociedade e permanece em grande parte incontestada, exceto por algumas vozes solitárias. O aborto é muitas vezes a consequência de uniões sexuais sem sentido, egoístas, promíscuas e distorcidas, de tentar achar um atalho para o conforto, consolo e alegria do verdadeiro amor mútuo que dá vida e se doa no contexto de um casamento amoroso. O fato é, há princípios e leis que governam o mundo físico e espiritual, e rejeitá-los, por exemplo, mediante uma vida promíscua ou de outra forma negligente com nossa sexualidade, é nos abrir para o abuso, escravidão, doença e outros males (até mesmo o mal de matar o próprio filho), como vemos no exemplo de Ann.
Em todas as partes da postagem de Ann, vejo que a mente dela foi bastante formada pelas ideias acerca do casamento, da felicidade, do apoio, dos direitos e da liberdade transmitidas pelos meios de comunicação e pela indústria do entretenimento. A própria mãe dela, por exemplo, com um depravado senso de compaixão, a ajudou a passar pelo procedimento médico do aborto. Que mais dá para se dizer acerca da provável criação moral que ela recebeu? Além disso, posso ver que Ann não acredita que a verdade existe, conforme se revelou em sua “última oração desesperada para qualquer poder mais elevado que estivesse escutando” e na proclamação de que ela estava grata que tinha o direito de escolher o que era “certo para nossa família”, como se “direito” dependesse de circunstâncias, situações e sentimentos, em vez de uma realidade objetiva de certo e errado, de verdade.
Além disso, Ann afirma que seu parceiro (o pai do bebê indesejado) era “incrível” e “dava muito apoio” (com o que os que comentaram muito concordaram). Esse é o nível de decadência que atingiu a sociedade. Um homem usou a ela e o corpo dela como objeto de prazer (assim como ela fez com ele e o corpo dele), então a levou de carro a uma clínica, pagou-a para abortar a criança dele e subsequentemente terminou o relacionamento. Esse é um homem incrível? Não, um homem incrível é um que entende o verdadeiro amor, que respeita uma mulher o suficiente para não tirar dela o que ela não deveria dar, e um que tem controle sobre seus instintos e desejos, não pondo a mulher que ele ama e seus filhos potenciais em tal situação difícil, até que tenham sido feitos votos e promessas de amar e cuidar um do outro e dos filhos um do outro, haja o que houver. Esse seria, e é, um homem incrível.
É claro que Ann escolheu o aborto porque sentia que não tinha outra escolha. Sua escolha não foi feita por liberdade, foi feita por escravidão. Ann, uma no meio de milhões entre milhões, é escrava do pensamento, atitudes e mentalidades em nossa sociedade que ajudaram a provocar essa experiência toda e suas situações difíceis: que o sexo é simplesmente para o prazer e pode ser gozado a qualquer momento que alguém queira, que os homens não precisam ser responsáveis ou se casarem com uma mulher para gozar o sexo com ela e vice-versa, e que o único pecado envolvendo o sexo é não se proteger de forma adequada contra doenças ou uma gravidez indesejada. Essas ideias e filosofias são entronizadas, institucionalizadas, promovidas e perpetuadas por organizações tais como a Federação de Planejamento Familiar, nossos governos federais e locais, nossos sistemas de saúde, os grandes meios de comunicação e assim por diante, para um povo que cada vez mais as aceita quase que inquestionavelmente.
Ann, encontrando-se grávida de uma união egoísta (conforme se evidencia pelo fato de que o marido dela a deixou logo que as coisas não mais eram gratificantes para ele) e outra criança resultante de uma segunda união egoísta, e não tendo a fé, força ou recursos para saber o que fazer nessa altura — agora que a casa construída na areia havia se desmoronado por causa da água que irrompeu contra ela — tem o que ela percebe como nenhuma escolha senão abortar seu filho.
Se ela permanecer em seu atual caminho, imagino que algum dia Ann se sentará com sua filha e lhe dirá acerca da escolha muito difícil que teve de fazer, e como é importante que as mulheres tenham essa escolha. E ela perpetuará a escravidão e o cativeiro pelos quais ela mesma se tornou vítima. E esse cativeiro será passado para a próxima geração (que, tragicamente, já ocorreu de forma bastante concreta para seu segundo filho).
Aborto é morte. Ann pode se sentir bem agora com ele, pois ela está aliviada. Contudo, a verdade triste é que isso acabará voltando para ela. Ela terá de lidar com isso cedo ou tarde, pois uma mulher não consegue ficar sem as marcas de um aborto que ela provocou contra seu próprio filho. Fico contente que Ann achou alguma estabilidade financeira e uma carreira que ela ama e está gozando seu filho mais velho. Estou feliz. Mas lamento o preço grande que tudo isso custou a ela — que uma vida preciosa e insubstituível foi extinta. Não tinha de ser desse jeito.
Este artigo foi publicado com a permissão de LiveAction.org
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Este homem foi condenado à morte no Irã por ser cristão. Ele pode se salvar: basta renunciar a Cristo

Reinaldo Azevedo
Não há um só país de maioria cristã, e já há muitos anos, que persiga outras religiões. Ao contrário: elas são protegidas. Praticamente todos os casos de perseguição a minorias religiosas têm como protagonistas correntes do islamismo — ou governos mesmo. Não obstante, são políticos de países cristãos — e Barack Obama é o melhor mau exemplo disto — que vivem declarando, como se pedissem desculpas, que o Ocidente nada tem contra o Islã etc. e tal. Ora, é claro que não! Por isso os islâmicos estão em toda parte. Os cristãos, eles sim, são perseguidos — aliás, é hoje a religião mais perseguida da Terra, inclusive por certo laicismo que certamente considera Bento 16 uma figura menos aceitável do que, sei lá, o aiatolá Khamenei…
Pastor Yousef Nadarkhani, condenado à morte no Irã. Motivo: ele é cristão
O pastor iraniano Yousef Nadarkhani foi preso em 2009, acusado de “apostasia” — renunciou ao islamismo—, e foi condenado à morte. Deram-lhe, segundo a aplicação da sharia, três chances de renunciar à sua fé, de renunciar a Jesus Cristo. Ele já se recusou a fazê-lo duas vezes — a segunda aconteceu hoje. Amanhã (dia 29) é sua última chance. Se insistir em se declarar cristão, a sentença de morte estará confirmada. Seria a primeira execução por apostasia no país desde 1990. Grupos cristãos mundo afora se mobilizam em favor de sua libertação. A chamada “grande imprensa”, a nossa inclusive, não dá a mínima. Um país islâmico eventualmente matar um cristão só por ele ser cristão não é notícia. Se a polícia pedir um documento a um islâmico num país ocidental, isso logo vira exemplo de “preconceito” e “perseguição religiosa”.
Yousef Nadarkhani é um de milhares de perseguidos no país. Sete líderes da fé Baha’i tiveram recentemente sua pena de prisão aumentada para 20 anos. Não faz tempo, centenas de sufis foram açoitados em praça pública. Eles formam uma corrente mística do Islã rejeitada por quase todas as outras correntes — a sharia proíbe a sua manifestação em diversos países.
Há no Irã templos das antigas igrejas armênia e assíria, que vêm lá dos primórdios do cristianismo. Elas têm sido preservadas. Mas os evangélicos começaram a incomodar. Firouz Khandjani, porta-voz da Igreja Evangélica do Irã, teve de deixar o país. Está exilado na Turquia, mas afirmou à Fox News que está sendo ameaçado por agentes iranianos naquele país.
Divulgação: www.juliosevero.com

28 de setembro de 2011

Estamos perdendo para a guerra cultural gay

Estamos perdendo para a guerra cultural gay

Scott Lively
Muitos cristãos somente agora estão acordando para a seriedade da ameaça que representa à nossa sociedade o movimento homossexual. Mas infelizmente, para todos nós, apenas o som dos trompetes anunciando a vitória dos ativistas gays tirou os cristãos do seu sono. Os muros de guarda foram quebrados e invadidos, a cidade está em chamas, e os guerreiros triunfantes da cultura gay estão puxando uma longa corda de jovens prisioneiros pelo pescoço em direção à floresta. E o mais perturbador é que muitos dos capturados, incluindo alguns filhos desses cristãos ainda sonolentos, parecem felizes.
Venho alertando há muito tempo que a agenda homossexual não busca tolerância, mas controle. É claro, começou com um apelo por tolerância, mas imediatamente passou a exigir aceitação, e em seu devido tempo, à celebração de tudo que representa o homossexualismo.
Mas não foi suficiente que autoridades públicas eminentes em todas as grandes cidades liderassem as paradas do “Orgulho Gay”. Não, a agenda continuou a avançar para um novo patamar, exigindo participação forçada na cultura gay. Hoje boa parte dos Estados Unidos está no limiar da comemoração/coerção, graças à Califórnia com seu novo currículo escolar determinado por lei, bastante agressivo na defesa do homossexualismo.
Nem mesmo o estado conservador do Texas está imune. Esta semana mesmo a Fox News cobriu a história de um garoto de 14 anos suspenso da escola por dizer em uma conversa com um colega que o homossexualismo era errado. O professor furioso que exigiu punição do garoto supostamente colou no mural da sala de aula uma foto de dois homens se beijando, e frequentemente direciona as discussões de sala para a questão do homossexualismo.
Precisou da intervenção de um escritório de advocacia pública cristão para fazer com que a escola voltasse atrás na suspensão. Mas quantos alunos desse mesmo professor assimilaram seus valores como normais ao longo dos anos, longe da desconfiança dos pais?
E o mais importante: quantas outras salas de aula nos EUA são conduzidas por esse tipo de gente? Seu grupo ativista, Gay Lesbian Straight Teachers Network (Rede de Professores Gays, Lésbicas e Heteros, que mais tarde alterou seu nome para education network, ou “rede educacional” para esconder a ligação ativista gay) teve poder suficiente para lançar seu fundador Kevin Jennings como responsável da Casa Branca de Obama pela “segurança das escolas” por algum tempo. Eu diria que sua agenda já influencia praticamente todas as salas de aula.
Sou velho o suficiente para me lembrar do debate sobre a mera possibilidade de permitir que homossexuais se tornassem professores, quem dirá punir alunos por discordar da defesa das suas escolhas sexuais em sala de aula. Lembro-me bem dos protestos pró-homossexualismo, que diziam que “gays e lésbicas só querem o direito de ficar em paz. Eles NUNCA iriam interpor suas vidas privadas em sala de aula”. Todos mentiram, e nós acreditamos; agora nossos filhos e netos estão sendo forçados a celebrar a “cultura” gay sob pena de serem punidos pela lei.
Essa é a última tacada dos gays. É o estágio final da sua agenda, que sempre teve como objetivo assumir o controle e o poder de punir a dissidência: esmagar e punir os críticos. Eles ainda só têm esse poder em alguns lugares, mas estão se movimentando rápido para consegui-lo em todos; e a inércia está em favor deles. E sempre que eles a tiverem, eles irão usá-la.
Isso me traz, por fim, ao assunto do “casamento gay”. Mas o quê? De que forma o “casamento gay” tem alguma coisa a ver com a propaganda homossexual nas escolas, ou com pais cristãos acordando tarde demais para ver que seus filhos estão sendo doutrinados?
É a mesma questão, meus amigos. Casamento gay, currículo gay, paradas gays, programas de TV gays, soldados gays, adoção gay, doenças gays, recrutamento gay e por aí vai. Tantas questões aparentemente distintas que na verdade são uma só: o fenômeno artificial, anormal e destrutivo, tanto na esfera privada quanto na social, do pecado homossexual. Somos alertados de forma clara e enfática na Bíblia. Vimos seu poder perversor na história. Estamos literalmente vendo sua ética de anarquia sexual suplantar o modelo bíblico de família como sistema de valores que orienta a nossa sociedade.
Não vou acrescentar aqui o quanto eu amo os homossexuais, embora odeie seu pecado. Por uma questão de ordem pública, não deveria importar o que eu penso dos perpetradores, mas que estou dizendo a verdade sobre sua agenda. Não quero reforçar a ideia ridícula de que os cristãos precisam oferecer uma ressalva para provar que não são motivador por ódio. De qualquer forma, isso não iria abrandar a hostilidade deles contra mim. Acredite.
Não estou dizendo que não existe esperança de os cristãos superarem o desafio à sua frente. Absolutamente nada é impossível para Deus. O que estou dizendo é que não existe possibilidade de ganharmos, principalmente nesse estado de coisas, se nossos “heróis” continuarem se complicando com a “definição de casamento” e labutando querendo provar que não são movidos por ódio, cedendo a um e outro ponto da agenda gay não relacionado a casamento.
Precisamos nos manter firmes e sem defensivas na dura verdade de que o homossexualismo não é um fenômeno social benigno ou moralmente neutro. É uma insidiosa e contagiosa forma de perversão sexual condenada por Deus como uma abominação. Eu me encolho enquanto escrevo estas palavras, porque sei a fúria que estou chamando para mim mesmo. Mas ainda assim, alguém precisa dizer isso aberta e publicamente, pois é a verdade, e somente ela pode nos libertar do politicamente correto que nos aprisionou até agora.
A agenda homossexual representa uma ameaça existencial à civilização cristã, e estamos no fim da guerra, perdendo feio. Tudo depende de você, leitor cristão. Entre para valer no “jogo”, imediatamente, ou diga adeus a tudo.
Dr. Scott Lively é advogado, pastor e autor de vários livros sobre a agenda homossexual, incluindo “The Pink Swastika: Homosexuality in the Nazy Party” (de coautoria com o pesquisador judeu Kevin E. Abrams).
Traduzido por Luis Gustavo Gentil
Fonte em português: www.juliosevero.com

27 de setembro de 2011

Polícia inglesa diz a dono de café: Pare de mostrar DVDs da Bíblia, ou vamos ter que prendê-lo

Polícia inglesa diz a dono de café: Pare de mostrar DVDs da Bíblia, ou vamos ter que prendê-lo

Ross Slater e Jonathan Petre
A polícia ameaçou o dono cristão de um café com prisão, pela exibição de trechos da Bíblia em uma tela de TV.
Jamie Murray foi avisado por dois policiais para parar de tocar DVDs do Novo Testamento em seu café após uma queixa de um cliente de que ele estava incitando o ódio contra os homossexuais.
Murray, de 31 anos, ficou chocado depois de ser interrogado por quase uma hora pelos agentes policiais, que chegaram sem aviso prévio ao seu local de trabalho.
Ele disse que tinha desligado o DVD da Bíblia depois de uma “inquisição agressiva” durante a qual ele achou que ia ser preso e “arrastado para fora do café como um criminoso”.
Mas ele acrescentou: “Eu já verifiquei meus direitos e eu não vou ser intimidado pela polícia e pelo lobby da polícia comunitária para parar de exibir a Bíblia silenciosamente no meu café. É uma loucura. Os cristãos têm de lutar por aquilo em que acreditam”
O café Sal e Luz em Blackpool há anos mostrou repetidamente todas as 26 horas de duração da Bíblia, um conjunto de 15 DVDs produzido nos EUA no qual um narrador lê todo o Novo Testamento, em uma TV de tela plana pequena na parede de trás do café.
O som está baixo, mas as palavras aparecem na tela com uma série de imagens.
O café, que foi inaugurado há oito anos, também se orgulha de ser um oásis de calma em uma área de alta criminalidade de Blackpool.
Murray disse que os dois policiais uniformizados da Polícia de Lancashire chegaram na hora do almoço na segunda-feira, no horário mais movimentado do café. June Dorrian, a policial comunitária responsável por aquela vizinhança, disse-lhe que tinha sido feita uma queixa e que ele violara o Ato de Ordem Pública nº 1986.
Murray disse: “Eu disse a eles que tudo o que apareceu na tela foram as palavras do Novo Testamento. Não há nenhum som, apenas as palavras na tela e imagens simples ao fundo de ovelhas pastando ou velas queimando. Eu pensei que poderia haver alguma confusão, mas eles disseram que estavam aqui para explicar a lei para mim e como eu a tinha quebrado.
Eu disse,” Você está realmente me dizendo que eu posso ir pra prisão por mostrar a Bíblia?” E a policial fitou o olhar em mim e disse: “Se você transmitir material que ofenda nos termos da Lei de Ordem Pública, então teremos de tomar medidas mais sérias. Você não pode quebrar a lei.”
Murray, que trabalhou em um abrigo para mendigos por cinco anos antes de assumir o café há três meses, disse ter percebido que a única maneira de apaziguar a polícia era desligar a Bíblia.
“Eu estava preocupado em ser algemado e levado para fora da loja na frente de meus clientes. Não iria parecer bom então eu pensei que era melhor obedecer. Parecia uma traição. Eles saíram da loja e disseram-me que continuariam a acompanhar se estávamos exibindo material de ódio. Em nenhum momento falaram comigo como se eu fosse um cidadão cumpridor da lei tentando ganhar a vida. Eu me senti como um criminoso. “
Murray disse que não tinha sido dada nenhuma indicação de quem se queixou ou quais versículos do Novo Testamento causaram a ofensa, mas ele acha que pode ter sido uma reação ao livro de Romanos, que tinha sido passado na semana anterior. O livro toma a forma de uma carta do apóstolo Paulo ao povo de Roma, em que ele vocifera contra todo tipo de impiedade.
Nos versículos 26-27 do capítulo um, diz: “Pelo que Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro”
Os versos levam 30 segundos para rodar e a tradução da Bíblia usada é a Versão Inglês Contemporânea (CEV) de 2005, um texto simples em Inglês pela Sociedade Bíblica Americana.
Especialistas da Sociedade Britânica da Bíblia, cujo patrono é a Rainha, o descreveram como um texto muito respeitado que, embora utilizando uma linguagem simples, reflete bastante o significado do original.
O Instituto Cristão, que está apoiando o Sr. Murray, disse que seus advogados tinham dito que ele tem liberdade para mostrar a Bíblia de qualquer maneira que ele escolher, e eles estão preparando uma queixa contra a polícia. O porta-voz do Instituto Mike Judge disse: “Eu não tenho nenhum problema com a polícia investigando uma queixa, mas uma vez que perceberam que eram apenas as palavras da Bíblia que estavam sendo mostradas na tela, então eles deveriam ter ido embora. Eles nem sequer olharam para o DVD considerado ‘ofensivo’. Eles simplesmente disseram a Murray que ele tinha que parar de mostrar a Bíblia e avisaram que iriam continuar a acompanhar o que ele estava fazendo. Isso é intimidatório e completamente inaceitável. É um problema por todo o país de que a polícia está sob pressão política enorme para ser vista respondendo a qualquer coisa homofóbica.”
A polícia de Lancashire disse que havia recebido uma denúncia na tarde de sábado de um cliente do sexo feminino que estava “profundamente ofendida” pelas palavras que ela havia visto na tela.
Um porta-voz disse que eles tinham o “dever” de responder à reclamação e teriam concluído que o café poderia estar violando a Seção 29E da Lei de Ordem Pública, que adverte que as pessoas que mostram imagens ou sons que despertam o ódio contra os homossexuais poderiam ser culpadas de um crime.
No entanto, também diz que as críticas sobre a conduta sexual “não devem ser tomadas em si mesmo como ameaçadoras ou destinadas a incitar o ódio”.
Um porta-voz da polícia disse: “Em nenhum momento o policial pediu ao dono do café para remover quaisquer materiais ou prendeu o homem e fizemos uma abordagem objetiva e de bom senso ao lidar com a queixa. Acreditamos que a nossa resposta e a ação que tomamos foram completamente proporcionais e nossos oficiais estão sempre disponíveis caso o dono do café queira discutir o assunto ou precise de algum conselho no futuro. A polícia é respeitosa quanto a todos os pontos de vista religiosos. No entanto, nós temos a responsabilidade de nos certificarmos de que o material que as comunidades podem achar profundamente ofensivo ou inflamatório não está sendo exibido em público. Nenhuma queixa foi recebida sobre a conduta do funcionário em questão e estamos satisfeitos de que eles realizavam suas funções de forma profissional”.
Título original em inglês:
Traduzido por Eliseu P. L. J.
Fonte em português: www.juliosevero.com