30 de junho de 2011

PLC 122 é sepultado: Brasil está enfim livre da tirania gay?

PLC 122 é sepultado: Brasil está enfim livre da tirania gay?

Julio Severo
Cumprindo sua palavra de que seria necessário criar um novo projeto anti-“homofobia”, a senadora petista Marta Suplicy tomou o primeiro passo, oficialmente sepultando o PLC 122, cujas ameaças eram bem conhecidas, inclusive num vídeo produzido por mim: http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g



O sepultamento ocorreu durante almoço hoje entre o senador Magno Malta e Suplicy. Participaram também da reunião os parlamentares evangélicos socialistas senador Walter Pinheiro (PT/BA), deputada federal Benedita da Silva (PT/RJ) e o deputado Gilmar Machado (PT/MG).
Antes do início da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais) em São Paulo na semana passada, Marta havia desabafado: “Estou tentando fazer um acerto para que não tenhamos tantos opositores ao projeto, mesmo que isso acarrete em algumas mudanças que não são boas. Estamos pensando em como fazer passar o conteúdo do PL 122, sem o número 122”.
A senadora reconheceu que a imagem do projeto de ditadura gay estava muito demonizada. “O nome ficou muito complicado de se aprovar, o que, no conteúdo, não é mais complicado. Temos um conteúdo mais ou menos acordado. O que está difícil de acordar é o que fazemos com esse número, porque demonizaram tanto que eles não sabem o que fazer agora para dizer que o demônio não é mais demônio”, declarou Marta Suplicy, referindo-se aos opositores do projeto.
Desde o início de 2007, com uma importante ajuda de católicos, tenho alertado o Brasil contra o PLC 122. Mas não posso dizer que podemos comemorar, pois a intenção da senadora nunca foi enterrar a obsessão política de impor uma ditadura gay no Brasil..
Do cemitério onde sepultaram o PLC 122 podem criar um novo projeto Frankenstein. Vontade petista para isso não falta.

Alianças Hetero-Gays causam câncer?

Alianças Hetero-Gays causam câncer?

22 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Aqueles que estão envolvidos na luta contra o câncer estão sempre em busca de fatores de risco — condutas que fazem com que alguém tenha mais probabilidade de ter câncer do que outra pessoa. Um estudo publicado em maio de 2011 na revista Câncer descobriu tal fator de risco. Num grande estudo, 8,25 por cento dos homens que se autoidentificaram como gays haviam sobrevivido a um câncer, versus 5,04 por cento dos homens que se autoidentificaram como heterossexuais.[1] Essa é uma diferença muito significativa e aqueles que a relataram pareciam surpresos, o que é realmente de surpreender, considerando que tal diferença é totalmente previsível.
Os homens gays têm mais probabilidade de fumar (que traz o risco de se pegar câncer dos pulmões), têm probabilidade muito maior de contrair uma doença sexualmente transmissível, tal como o vírus do papiloma humano (que traz o risco de câncer anal) ou hepatite (que traz o risco de câncer do fígado) ou HIV/AIDS (que traz o risco de vários diferentes cânceres). Eles têm maior probabilidade de iniciar a atividade sexual em idade mais jovem, usar drogas e consumir álcool demais, se deprimir ou sofrer de desordens psicológicas, e tudo isso afeta a saúde; e para completar, muitas vezes, adiam a busca por assistência médica. A resposta politicamente correta do estudo não foi evidentemente “talvez haja algo que não seja saudável no sexo gay”, mas em vez disso que “precisamos nos livrar da homofobia no sistema de saúde”. Isso é absurdo, pois há clínicas especialmente designadas para tratar de homens gays em grandes áreas urbanas e os centros de tratamento do HIV fazem um esforço imenso para serem sensíveis às questões de orientação sexual.
A recusa de enfrentar os fatos parece endêmica. Por exemplo, Liz Margolies, diretora executiva da Rede LGBT Nacional contra o Câncer, respondeu ao estudo se queixando de que uma falta de dados quantitativos sobre a relação entre a orientação sexual de um indivíduo e o risco de câncer é “um dos maiores problemas que temos” [2] Eu ficaria feliz de enviar para a senhorita Margolies links para muitos artigos com dados de até 30 anos atrás, todos documentando a ligação entre a conduta de homens gays e o câncer.
É claro que se os ativistas gays confessassem que há uma ligação direta entre a conduta gay e o câncer, eles teriam de confessar que as Alianças Hetero-Gays (AHGs), que eles estão promovendo nas escolas dos Estados Unidos, não estão protegendo a saúde dos estudantes, mas colocando-a em perigo. As AHGs incentivam os estudantes que sofrem de Desordem de Identidade de Gênero (DIG) ou vítimas de abuso sexual na infância ou apenas estudantes confusos a se autoidentificarem como gays ou bissexuais.
Outro estudo publicado — a pesquisa de Vigilância de Condutas de Riscos dos Jovens feita pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças — revelou evidências impressionantes de que estudantes que se autoidentificam como gays ou bissexuais têm muito mais probabilidade do que os estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco de saúde, inclusive fumo, uso de drogas e sexo com múltiplos parceiros. [3]
As AHGs fazem com que ser gay ou bissexual seja legal. As AHGs desestimulam estudantes sexualmente confusos de buscar aconselhamento por DIG e desprezam a ideia de que a atração de mesmo sexo num adolescente possa ser um estado transitório ou consequência de abuso sexual na infância. Como resultado, os estudantes que poderiam, em circunstâncias diferentes, ter vencido a confusão sexual que pode ocorrer na adolescência e poderiam ter saído como heterossexuais felizes experimentarão sexo homossexual e serão pegos em condutas de alto risco, algumas das quais os exporão a fatores que provocam câncer. Pode levar décadas para os cânceres aparecerem, mas são as AHGs que colocaram os estudantes nesse rumo perigoso.
Os promotores das AHGs argumentam que seus programas impedem resultados negativos e condutas de risco de saúde mediante educação e apoio, mas não há provas de um efeito positivo de longa duração. Estudo após estudo revela que a educação e apoio, ainda que intensivos, não impedem condutas de elevado risco.[4] O número de homens gays jovens que se tornam portadores do HIV continua aumentando.[5]
Um estudo relatado na Revista Médica Britânica comparou os homens gays que receberam “intervenção comportamental para reduzir infecções sexualmente transmitidas” com um grupo de controle que não recebeu nenhuma educação especial. Os pesquisadores constataram que “a intervenção tinha mais probabilidade de prejudicar”. Havia um “risco mais elevado de se adquirir uma infecção sexualmente transmissível entre participantes na intervenção…” Isso foi “algo que eles não esperavam… E claramente um causa para preocupação”. Os autores conjecturaram que “a intervenção criou nos participantes um senso mal colocado de confiança em sua capacidade de negociar situações sexuais de alto risco”. [6]
As AHGs são como amianto, que é um eficaz retardador de fogo, mas, décadas depois de uma exposição, provoca câncer.
Este artigo foi publicado com a permissão de daleoleary.wordpress.com
[1] Ultrike Boehmer, Xiaopeng Miao, Al Ozonoff, “Cancer survivorship and sexual orientation, Cancer, (May 2011).
[2] “Gay Men And Cancer: Study Shows Homosexual Males Nearly Twice As Likely To Be Cancer Survivors,”  http://www.huffingtonpost.com/2011/05/09/gay-men-cancer-study_n_859722.html
[3] Laura Kann et al, “Sexual Identity, Sex of Sexual Contacts, and Health-Risk Behaviors Among Students in Grades 9–12 — Youth Risk Behavior Surveillance, Selected Sites, United States, 2001–2009,” Morbidity and Mortality Weekly Report CDC, (June 6, 2011) 60
[4] Perry N. Halkitis Daniel Siconolfi, Megan Fumerton, Kristin Barlup, “Facilitators of Barebacking among Emergent Adult Gay and Bisexual Men: Implications for HIV Prevention” Journal of LGBT Health Research, (January 1, 2008) 4(1): pp. 11–26.
Ron Stall et al., “Association of co-occurring psychosocial health problems and increased vulnerability to HIV/AIDS among urban men who have sex with men,” American Journal of Public Health (2003) 93 (6): pp. 941.
[5] CDC, “HIV among gay, bisexual and other men who have sex with men (MSM),” (Sept. 2010).
[6] John Imrie et al, “A cognitive behavioural intervention to reduce sexually transmitted infections among gay men: Randomised trial,” “British Medical Journal,  (Jun 16, 2001); http://findarticles.com/p/articles/mi_m0999/is_7300_322/ai_n27568633/?tag=content
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

Genizah, Ultimato e Rio de Paz: Alianças que atrapalham o testemunho cristão e ajudam o socialismo

As dificuldades de conservadores calvinistas para denunciar colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas do esgoto cerebral de Karl Marx

Julio Severo
Meu texto sobre o tabloide sensacionalista Genizah e seu esquerdismo provocaram repercussão entre os leitores. Um dos articulistas do tabloide, um pastor calvinista que diz que é conservador, visitou o site Mídia Sem Máscara, onde meu artigo foi reproduzido, exclusivamente para defender o dono do Genizah, Danilo “Marqueteiro” Fernandes, e seu espaço de colunista ali.
Ele também usou o exemplo do filósofo Olavo de Carvalho para defender sua presença no tabloide. Afinal, se o Olavo pode trabalhar em mídias seculares abertamente hostis aos cristãos, por que esse calvinista conservador não pode ser colunista no Genizah?
Mas há alguma semelhança entre o pastor calvinista “conservador” e o Olavo? Quando os cristãos conservadores são atacados pela mídia, o Olavo sempre toma o lado dos cristãos conservadores, sem temer perder espaço nessa mídia.
Em 2007, quando meu blog foi interditado pelo Google por pressão dos ativistas gays, o Olavo não ficou em cima do muro. Ele escreveu um artigo no Jornal do Brasil denunciando os ataques contra mim, e meu blog foi restabelecido. Quando jornalistas esquerdistas como Luís Nassif me atacaram, novamente o Olavo se levantou para me defender.
Contudo, quando recentemente o Genizah debochou do Olavo e de mim, onde estava o colunista conservador do tabloide, que não escreveu nenhum texto de apoio a nós? Onde estava ele? Viajando? De férias?
Mas, quando denunciei novamente o esquerdismo do Genizah, o pastor calvinista conseguiu arrumar tempo para ir até o Mídia Sem Máscara postar comentários defendendo o Danilo.
A presença dele nesse tabloide sensacionalista tem exatamente essa finalidade — defesa do Genizah — e está dentro das conveniências estratégicas de marketing do Danilo, tendo o único objetivo de dar uma aparência de “pluralidade”, a fim de neutralizar a ação dos discordantes, que, ao verem ali um colunista que se diz conservador, caem no truque e pensam: “Não posso criticar o Genizah, pois um dos nossos está ali”.

A principal estrela vermelha do Genizah

Apesar das aparências, o esquerdismo do Genizah é patente nas palavras e ações de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42). O Greenpeace é esquerdista de cabo a rabo.
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que no passado era terrorista comunista e hoje defende a legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
A hipocrisia de Hermes foi ainda mais desmascarada quando ele cometeu o erro de lançar insultos ao Olavo de Carvalho como filósofo, recebendo dele uma resposta à altura.
O fato é que Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Inocentes úteis

O espaço que Danilo dá para alguns articulistas menos progressistas é o espaço que ele precisa para disfarçar e proteger as intenções do seu tabloide. Com uma mão, ele infecta, junto com Caio Fábio e outros progressistas, a igreja com seu vírus vermelho gospel. Com a outra, ele apresenta os colunistas inocentes úteis, para desviar a revolta dos ingênuos. Daí, quando dizem: “Olha o Genizah pregando socialismo! Vamos deixar esse blog!” Então o Danilo aparece dizendo: “Peraí, minha gente. Não me deixem. Tenho aqui um pastor calvinista ‘conservador’ com a cara de vocês! Vou postar um artiguinho meio conservador para manter vocês calminhos e grudados aqui.”

Os colunistas inocentes úteis têm uma função importante quando o Genizah é repudiado como esquerdista. No momento da crise com os leitores, eles são apresentados como prova da pluralidade e diversidade do tabloide. “Tão vendo? Não somos tão vermelhos”.
Judas era um traidor, vigarista e ladrão. Mas a presença dele entre os apóstolos de Jesus Cristo não fazia deles uma gangue de traidores, vigaristas e ladrões. Da mesma forma, a presença de um conservador num tabloide sensacionalista com vigaristas esquerdistas não os torna conservadores, santos e apostólicos — se é que o que há no Genizah é realmente conservador.
Danilo “Marqueteiro” Fernandes adora posar de calvinista apologético defensor da fé cristã, enquanto ao mesmo tempo faz promoção de textos de ideólogos políticos como Robinson Cavalcanti (fundador do Movimento Evangélico Progressista, a maior entidade evangélica esquerdista do Brasil, aliada de Lula nas duas eleições presidenciais), Ed René Kivitz, Caio Fábio e outros, um dos quais alertou contra os perigos dos “Olavos de Carvalho e Júlios Severos da vida”. Mas Danilo não é o único a sustentar um calvinismo progressista. Há também o dono da revista Ultimato e o dono do Rio de Paz. Ambos são calvinistas. Ambos têm o sangue “vermelho” correndo em suas veias e textos. Ambos têm seus inocentes úteis como “prova” de que não têm segundas intenções.
Quanto ao próprio Danilo, os frutos falam mais alto do que a cortina de fumaça “apologética”: seu liberalismo ajudou a prejudicar um jovem blogueiro com problemas sexuais, que acabou se tornando defensor da pedofilia.

Ajudando tiranos fortemente armados a desarmar os inocentes

O problema não é um, dois ou três escorregões esquerdistas, mas anos de envolvimento da Ultimato, Genizah e Rio de Paz nessa ideologia vermelha de encharcamento de sangue inocente, inclusive de cristãos.
Ultimato é a maior e mais antiga publicação evangélica esquerdista do Brasil, sempre pronta a ecoar e coletar apoio para causas socialistas como o desarmamento. Aliás, essa é a especialidade do Rio de Paz, que propõe que a população civil fique totalmente sem meios de se defender, sem se importar que tanto a Alemanha nazista quanto a União Soviética conseguiram alcançar essa meta antes de iniciarem suas campanhas estatais de subjugação e massacre de suas populações cativas. O desarmamento da população almejado pelo Rio de Paz é meta permanente do governo socialista do Brasil, cuja presidente tem ligações, em seu histórico e governo, com terroristas assassinos. De modo diferente, a meta do líder cristão verdadeiro é apoio ao desarmamento apenas dos criminosos, nunca dos cidadãos que precisam defender suas vidas e famílias.
A melhor solução contra a criminalidade e contra os tiranos é uma população que tenha todos os meios necessários para se defender. Ao calvinista Antonio Carlos Costa, dono do Rio de Paz, apresento o exemplo da Suíça, a terra de João Calvino, com sua tradição de armar toda a população civil. Anos atrás, respondendo a um convite do Rio de Paz, eu disse que só participaria de seu movimento se fosse plenamente garantido aos cidadãos seu direito de se defender e se o foco fosse o desarmamento apenas dos criminosos. Meu pedido jamais foi atendido.

Frei Betto, o queridinho do Genizah e Ultimato

O Rio de Paz tem só uma vantagem sobre seus companheiros de viajem. Até agora não citou nenhuma vez Frei Betto, que é sempre elogiado no Genizah e Ultimato. Betto, profundamente respeitado pelo esquerdista enrustido Hermes Fernandes, disse:
“Admito a descriminação do aborto em certos casos e sou plenamente a favor da mais ampla discussão em torno do aborto”.
“A Igreja precisa prestar atenção ao legado de três grandes judeus que fizeram história: Jesus, Marx e Freud”.
“Eu tenho certeza que um autêntico comunista é um cristão, embora não o saiba, e um autêntico cristão é um comunista, embora não o queira”.
“O governo brasileiro é amigo de Cuba, é um aliado. Acho que o Brasil tem que ajudar Cuba e tem a obrigação moral e política de apoiar a Revolução Cubana”.
“O Fidel [Castro] nunca diz que é ateu. É uma pessoa que respeita profundamente as religiões. Nunca em Cuba, uma Igreja foi fechada, em mais de 40 anos da revolução”.
“A minha espiritualidade está muito centrada no exemplo de Jesus, sou uma pessoa apaixonada pelo testemunho e pelo exemplo Dele. Mas me enriqueci muito espiritualmente com contribuições, principalmente do budismo”.
Em seu artigo intitulado “Lutar pela Implantação do Socialismo Até o Último Dia das Nossas Vidas”, Frei Betto declara ousadamente:
“Não podemos de maneira alguma ficar à espera que um novo iluminado surja para fazer uma obra melhor do que a de Karl Marx. A obra do Marx é de suma importância para nossa atuação revolucionária, como a obra do Gramsci, como a obra do Che Guevara, como a obra de tantos outros companheiros que embora sejam menos conhecidos, mas têm obras importantes e companheiros que hoje, me permitam dizer, publicam ensaios de transcendental importância para a nossa luta”.
Naturalmente, Betto é a favor do desarmamento e esse é um dos motivos por que ele ama Fidel Castro, ditador de uma ilha-prisão onde sua população de mendigos desarmados está à mercê de um tirano louco e sanguinário. O povo cubano é dócil e obediente como um medroso cão na coleira à mercê de um dono cruel e violento. E, naturalmente também, o Rio de Paz e sua campanha de desarmamento têm amplo apoio do governo da terrorista não arrependida Dilma Rousseff, do Genizah e todas as outras mídias evangélicas esquerdistas, inclusive a Ultimato. Parece nem lhes passar pela cabeça que o desarmamento da população civil é um dos pilares da tirania e do socialismo. Mesmo assim, é promovido pelo Rio de Paz, cujo dono se inspira em figuras esquerdistas antipáticas ao conservadorismo e amantes da subjugação da sociedade ao desarmamento tirânico.

Corporativismo calvinista

Apesar das incoerências do Rio de Paz com um autêntico calvinismo — sem mencionar autêntico Cristianismo —, um corporativismo calvinista estranho impede os calvinistas conservadores de denunciarem os óbvios males dos calvinistas Danilo “Marqueteiro” Fernandes, o dono da Ultimato e o dono do Rio de Paz. Mesmo sendo contra o desarmamento e outras ideias “progressistas”, alguns deles preferem nem ficar em cima do muro quando a questão envolve amizade, citando de forma elogiosa seus colegas calvinistas entorpecidos por ideias recicladas diretamente do esgoto cerebral de Karl Marx. A mesma boca que condena o desarmamento tirânico lisonjeia seus promotores, como se fosse possível criticar o nazismo e lisonjear Hitler ou criticar o comunismo e lisonjear Stálin, Fidel Castro e Marx. “Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?” (Tiago 3:11 ACF)
Esse corporativismo provoca confusão entre os leitores:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é conservador.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque o pastor da minha igreja a recomenda.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque um dos pastores é amigo do pastor da minha igreja.
O corporativismo calvinista provoca vacilação entre líderes calvinistas e outros líderes evangélicos:
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Genizah, mas não posso deixá-los, porque tem um articulista lá que é meu amigo.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo na revista Ultimato, mas não posso criticá-los, porque tem um articulista ali que prega na minha igreja.
* Eu vi esquerdismo e liberalismo no Rio de Paz, mas não posso apontar seus erros, porque tem um líder ali que dá palestras nos nossos congressos.
O que é que dá para dizer? Quem conhece o Evangelho precisa de Genizah, Ultimato e Rio de Paz?

Richard Wurmbrand, o pastor que foi torturado por amor ao Evangelho

Quando olho para o Evangelho, eu vejo Jesus. Só Jesus.
Mas quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, eu vejo marxismo, apesar da presença ali de um pastor calvinista que se diz conservador.
Quando olho para o marxismo, vejo mais de 100 milhões de homens, mulheres e crianças assassinados. É possível então um filho de Deus não sentir revolta contra uma ideologia que derramou tanto sangue inocente, inclusive de cristãos?
É por isso que não faço concessões aos protestantes que colaboram com o marxismo, mesmo quando há “conservadores” inocentes úteis no Genizah, Ultimato e Rio de Paz. Quando tive oportunidade de palestrar na VINACC anos atrás, proibi que os representantes da Ultimato vendessem suas revistas no salão de minhas palestras. Era mais do que justo fazer isso, pois a própria VINACC já havia assumido postura pública contra o comunismo.



Quando olho para o marxismo, vejo milhões de cristãos torturados e assassinados. O Rev. Richard Wurmbrand, pastor luterano de ascendência judaica, passou anos sendo torturado em prisões comunistas (assista aqui ao testemunho dele: http://www.youtube.com/watch?v=fWOJk_czoz4). Mais tarde ele escreveu sobre as ligações de Karl Marx com Satanás. Como então podem cristãos hoje alegar que são fiéis a Cristo e a ideias que vieram diretamente da cabeça de um satanista? Como pode haver líderes cristãos que conseguem dizer despreocupadamente “não vejo um regime socialista como um bicho-papão”? De forma oposta, esses mesmos líderes colocam no nível de bicho-papão os cristãos que denunciam as ilusões socialistas.
Quando olho para o Genizah, Ultimato e Rio de Paz, vejo essa incoerência. Pisando na ameaça do comunismo, que quase se concretizou no Brasil, e colocando em dúvida o testemunho do Pr. Enéas Tognini, que alertou o Brasil contra o comunismo, o Genizah canonizou protestantes comunistas com a ajuda de “documentos” do Conselho Mundial de Igrejas, organização notória por suas ligações comunistas e hoje por suas conexões com ativistas gays, adeptos de religiões afros e ativistas políticas contra Israel.
Como dá para aliar a lealdade a Cristo e ao Seu Sangue derramado por nós com uma ideologia que derramou tanto sangue cristão?

Não é hora para ficar calado

Enquanto os calvinistas conservadores vacilam em criticar seus colegas calvinistas do Genizah, Ultimato e Rio de Paz, as denominações calvinistas da Europa e EUA estão, para a vergonha do Evangelho, sucumbindo diante do movimento ideológico homossexual, ao mesmo tempo em que os islâmicos estão contando com a esquerda para derrotar e ocupar lugares antes ocupados pelo Cristianismo. Cada vez mais abraçando a ideologia esquerdista, os evangélicos procuram não frustrar as intenções islâmicas.
Os calvinistas conservadores do Brasil têm um excelente conhecimento teológico e filosófico, mas se não se dispõem a usá-lo na guerra cultural, entregam a vitória de bandeja aos calvinistas esquerdistas dotados de conhecimento teológico e filosófico liberal.
Eu me alio de coração aos calvinistas americanos que defendem e vivem o homeschooling, um movimento que rejeita o controle do Estado na vida de nossos filhos. Na guerra cultural, essa é uma resposta firme, corajosa e necessária ao Estado. Mas o calvinismo brasileiro ainda nem conseguiu confrontar e denunciar publicamente os esquerdistas que estão em seu próprio meio.
As alianças, ligações e amizades com liberais comprometem o testemunho cristão, enfraquecem e até anulam a voz profética e no fim promovem a apostasia, inclusive o socialismo, que está ajudando a construir o reino do Anticristo na terra.
Sobre o Genizah:
Sobre a revista Ultimato:
Sobre desarmamento:
Sobre esquerdismo entre evangélicos:
Igrejas calvinistas dos EUA e Europa sucumbindo diante do movimento homossexual:
Sobre comunismo:

29 de junho de 2011

O maior blog gay dos EUA lamenta: “SEMPRE PERDEMOS” quando os eleitores decidem sobre casamento

O maior blog gay dos EUA lamenta: “SEMPRE PERDEMOS” quando os eleitores decidem sobre casamento

29 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma famosa publicação gay online confessou a existência de um obstáculo persistente, mas pouco conhecido, para a legalização do “casamento” de mesmo sexo: os eleitores americanos.
Uma postagem no blog Queerty na segunda-feira concluiu que o silêncio do presidente Obama acerca do “casamento” gay é consequência de que ele reconhece que a maioria dos eleitores dos EUA se opõe a esse casamento.
“Até mesmo os organizadores LGBT concordam em que preferem aprovar leis de igualdade de casamento através do poder legislativo em vez de plebiscitos, porque nas votações SEMPRE PERDEMOS”, escreveu Daniel Villarreal no Queerty.
“As pessoas que se opõem às votações também gostam de dizer que se os Estados Unidos votassem acerca do casamento inter-racial na década de 1960, esse tipo de casamento poderia ainda ser ilegal também. Mas será que essa realmente é a nossa única defesa contra o argumento do voto?” continuou ele. “Se for, não é de admirar que Obama não tenha articulado um motivo para apoiar o casamento que não vá contra o processo democrático que tivesse nos negado nossos direitos”.
Antes que os legisladores de Nova Iorque tivessem aprovado um projeto de lei de “casamento” de mesmo sexo, uma pesquisa de opinião pública feita por QEV Analytics revelou que 57 por cento dos eleitores no estado apoiam o casamento como “somente” entre um homem e uma mulher. A mesma pesquisa de opinião pública, comissionada pela Organização Nacional de Casamento, revelou que 59 por cento favoreciam a colocação dessa questão em plebiscitos em vez de a deixarem para os legisladores.
Quando colocada para os legisladores, medidas para consagrar o verdadeiro casamento em lei ou em constituições estaduais ganharam a aprovação em todos os 30 estados [dos EUA] onde foram apresentadas.
Os dados das pesquisas de opinião pública nessa questão rotineiramente se mostram equivocados: uma pesquisa de setembro de 2008 revelou que as principais pesquisas de opinião pública de boca de urna em média reduzem de modo vasto os números do real apoio ao casamento tradicional nas eleições.
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As políticas antidiscriminação estão fazendo bullying contra as escolas e famílias cristãs?

As políticas antidiscriminação estão fazendo bullying contra as escolas e famílias cristãs?

23 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Será que as políticas antidiscriminação estão fazendo bullying contra as escolas e famílias cristãs? Essa é a pergunta que a assessora legal Faye Sonier da Associação Evangélica do Canadá fez numa recente postagem de blog, ecoando os pensamentos de muitos pais e organizações no Canadá.
“As crianças não deveriam sofrer bullying, não deveriam ser ridicularizadas, atacadas ou intimidadas sob nenhuma circunstância, ou por nenhuma razão, e as diretorias de escolas estão certas em lidar com esses problemas quando ocorrem”, disse Sonier. “Mas o que acontece quando são essas políticas que se tornam fonte de bullying?”
Secretarias de educação em todo o Canadá estão implementando políticas de “orientação sexual e identidade de gênero” focadas em antidiscriminação para com jovens que “são ou talvez sejam” homossexuais.
A secretaria de educação da cidade de Burnaby, no estado de Colúmbia Britânica, recentemente aprovou tal política, apesar de imensos protestos e pedidos de revisões por parte de milhares de estudantes e pais, e um debate semelhante está ocorrendo na cidade de Edmonton.
Uma polêmica acalorada também continua no Conselho Escolar Católico do Distrito de Toronto, o maior conselho católico de Ontário, com pais reivindicando emendas nas políticas de “Estratégia Educacional de Igualdade e Inclusão” que o governo provincial está impondo e que envolvem cláusulas contrárias aos ensinos católicos.
“Para prover aulas ‘saudáveis’”, disse Sonier, “as diretorias de escolas precisam reconhecer que não podem ignorar certas aulas de direitos humanos, tais como os direitos à liberdade de religião, consciência e autoridade dos pais, a fim de proteger o outro, o direito de ser livre de discriminação com base na orientação sexual”.
As políticas, acrescentou ela, se tornam “problemáticas” quando as aulas e escolas cristãs são obrigadas “não só a defender seus estudantes, mas também ‘defender’ várias orientações e estilos de vida contrários às convicções bíblicas”.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos protege a escolha dos pais e famílias na hora de escolher a educação de seus filhos, e a Lei de Direitos e Liberdade do Canadá contém proteções semelhantes. Contudo, muitos pais estão questionando onde esses direitos se encaixam, no contexto do debate “antidiscriminação”.
“É necessário equilíbrio”, concluiu Sonier. “As aulas e as famílias cristãs podem ensinar e realmente ensinam a importância do respeito, aceitação e cuidado pelos outros, e — enquanto mantiverem um compromisso de tratar de forma justa e igual todos os estudantes — deveriam estar em condições de assim fazer sem serem forçadas a abrir mão de suas convicções defendendo orientações ou estilos de vida sexuais que lhes violam a consciência”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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