31 de março de 2011

Escola católica bloqueia palestra de ex-homossexual por “homofobia”

Escola católica bloqueia palestra de ex-homossexual por “homofobia”

CABOOLTURE, Austrália, 31 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma escola secundária católica da Austrália tirou sua permissão para a realização de um evento que apresentaria um palestrante ex-homossexual na escola, dizendo que o apresentador não está em sintonia com os valores cristãos e que “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia”.
Ann Rebgetz, diretora do Colégio St. Columban, escreveu numa declaração que o Centro Cristão de Milagres, a organização que tinha a intenção de fazer o evento, pediu permissão para realizar uma “reunião” na escola secundária, sem informar a escola sobre a “natureza da ‘reunião’”.
O Centro Cristão de Milagres (CCM), uma organização ministerial mundial ligada a igrejas cristãs que tem como objetivo a “evangelização global”, fez anúncio do palestrante americano, Adam Hood, como, “Um homem heterossexual que costumava ser homossexual”.
Os anúncios de jornais diziam que Hood “daria seu testemunho de como ele foi liberto da homossexualidade e agora leva uma forte vida cristã com sua esposa e família”.
“Será que um homossexual pode ser livre de pensamentos, atrações e sentimentos de mesmo sexo? Adam Hood diz que ‘sim’”, diz o anúncio.
“Ver o anúncio nos jornais foi a primeira vez que o colégio ficou ciente da verdadeira natureza do evento”, disse Ann Rebgetz. “Tirei minha permissão para a realização da reunião na propriedade do colégio, e notifiquei os organizadores de que a natureza da reunião não estava em sintonia com os valores cristãos do colégio”.
A escola “agiu em boa fé” ao concordar em “fornecer um local para uma organização que se proclama como cristã realizar seu evento”, disse Rebgetz, mas o CCM “deliberadamente escondeu da escola a verdadeira natureza do evento”. Rebgetz ecoou as palavras do diretor executivo de educação católica, dizendo “a Igreja Católica abomina todas as formas de homofobia e não fornecerá um local para os homófobos realizarem seu evento e despejarem suas opiniões”.
O site do CCM declara: “Desejamos trazer a Boa Notícia do poder salvador, curador, libertador e restaurador de Jesus Cristo a todos os homens, mulheres e crianças, tanto em Palavra quanto na demonstração sobrenatural do poder de Deus”.
Rebgetz concluiu: “Não estamos de forma alguma ligados ao Centro Cristão de Milagres, não apoiamos as opiniões deles e não permitiremos que essa organização use nossas instalações”.
Informações de contato:
St Columbans’s College
100 McKean Street
PO Box 1254
Caboolture Q 4510
E-mail: Use this form.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Cápsula do tempo: Mike Wallace surra Margaret Sanger em entrevista de 1957

Cápsula do tempo: Mike Wallace surra Margaret Sanger em entrevista de 1957

3 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Em 1957, uma idosa Margaret Sanger, fundadora da Federação de Planejamento Familiar e do movimento internacional de controle da natalidade, concordou em dar uma entrevista para Mike Wallace do noticiário televisivo da CBS News. Em contraste total com a recepção favorável que Sanger poderia esperar receber hoje numa entrevista de rede de televisão, Wallace surrou Sanger com perguntas difíceis e a pegou em contradições, enquanto Sanger se contorcia, se inquietava e negava declarações que ela tinha feito apenas uma semana antes em discussões da pré-entrevista com a equipe da CBS.
Essa entrevista fascinante e às vezes assustadora feita com Sanger pode ser vista no site do Centro Harry Ransom, que está localizado na Universidade do Texas, e que publicou todas as partes da Entrevista de Mike Wallace de 1957 a 1958. Na entrevista, Sanger explica suas opiniões sobre uma variedade de tópicos, inclusive controle da natalidade, eugenia, crescimento populacional, homossexualidade, casamento e religião.
Entre os momentos reveladores está a explicação de Sanger daquilo que ela considera o “maior pecado”: ter filhos que violam os padrões eugênicos dela, e “não ter nenhuma chance… de ser um ser humano de modo prático”.
Ao ser perguntada se ela crê no pecado, Sanger diz a Wallace: “Penso que o maior pecado do mundo é trazer filhos ao mundo, filhos com a doença de seus pais, filhos que não tenham nenhuma chance no mundo de serem seres humanos de um modo prático, delinquentes, presidiários, todos os tipos de coisas, simplesmente marcados ao nascerem. Esse é para mim o maior pecado que as pessoas podem cometer”.
Contudo, pressionada por Wallace sobre suas convicções acerca do “pecado”, Sanger inicialmente se recusa a responder, e então hesita em reconhecer a infidelidade conjugal como pecado. “Não sei sobre infidelidade, pois tem tantos aspectos para essa questão, o tipo de convicções que alguém tem. Não dá para eu generalizar”, diz ela, depois que Wallace insiste em que ela responda à pergunta.
Sanger hesita ainda mais quando Wallace começa a citar declarações que ela havia feito publicamente, até mesmo para a equipe dele, afirmando que ela havia sido citada de forma errada. De início, Sanger rejeita a afirmação feita na revista feminina Redbook, em referência à contracepção, de que a “imunidade da gravidez incentiva a promiscuidade sexual, principalmente quando pessoas solteiras podem com muita facilidade ter acesso a dispositivos [de controle da natalidade]”. Mas Wallace então lê as próprias palavras de Sanger escritas num artigo no jornal Philadelphia Daily News em 1942, incentivando o uso do controle da natalidade para evitar “filhos ilegítimos”.
“Você não estava promovendo a moralidade cristã, mas em vez disso medidas para que as mulheres solteiras evitassem ter filhos ilegítimos”, Wallace diz a ela. “Duvido disso”, Sanger responde rudemente. “Não creio que algum dia eu tivesse feito tal comentário”. Sanger também nega ter dito a um membro da equipe da CBS que “a lei deveria proibir todas as igrejas de proibir a disseminação do controle da natalidade, até mesmo entre seus próprios membros”. “Não acho que eu tivesse dito exatamente desse jeito”, protesta ela.
Considerando o papel de Margaret Sanger como fundadora da Federação de Planejamento Familiar, poderíamos esperar que a entrevista mencionasse o aborto, mas o tópico só foi tratado de modo passageiro. Quando a entrevista foi conduzida em 1957, o aborto era ilegal em todas as partes dos Estados Unidos, e Sanger sempre afirmou se opor à prática, exatamente como fazia a Federação de Planejamento Familiar naquela época. Entretanto, a Federação de Planejamento Familiar iria se tornar, após a morte de Sanger em 1966, o maior fornecedor de abortos no mundo, focando principalmente nos grupos empobrecidos aos quais ela certa vez havia se referido como “lixo humano”.
Ao ser perguntada sobre se cria em Deus, “num sentido de um ser divino que recompensa ou castiga após a morte”, Sanger responde: “Tenho uma atitude diferente acerca do divino. Sinto que temos divindade dentro de nós. E quanto mais expressamos a boa parte de nossas vidas, mais o divino dentro de nós se expressa”. Ela afirmava ser anglicana.
Veja a entrevista completa em inglês aqui.
NOTA: para entender a real Margaret Sanger, em contraste com a impressão às vezes desonesta e incompleta dada nas respostas dela na entrevista a Wallace, veja o livro “Killer Angel” (Anjo assassino), biografia escrita pelo [pastor presbiteriano] George Grant.
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30 de março de 2011

Quer deter o aborto (sem mencionar o racismo e a intolerância)? Pare de financiar a Federação de Planejamento Familiar!

Quer deter o aborto (sem mencionar o racismo e a intolerância)? Pare de financiar a Federação de Planejamento Familiar!

FRONT ROYAL, Virginia, EUA, 21 de março de 2011 (pop.org/Notícias Pró-Família) — Todos nós vimos as gravações. Funcionários da Federação de Planejamento Familiar foram recentemente pegos em vídeo se engajando em atividades ilegais: colaborando com o tráfico sexual de menores de idade, acobertando estupro estatutário e até mesmo treinando meninas menores de idade a evitar revelar a idade dos homens adultos que as engravidaram.
Sabemos também que a Federação de Planejamento Familiar é — sempre foi e sempre será — uma organização de aborto. Seus médicos aborteiros cometeram 337 mil abortos em 2009, ou mais de um para cada quatro abortos feitos nos EUA durante o curso daquele mesmo ano. De cada 100 mulheres grávidas que entram numa clínica da Federação de Planejamento Familiar, 98 saem com o útero vazio.
Em conclusão, sabemos que o negócio de aborto da Federação de Planejamento Familiar é muito, muito lucrativo. Essa organização faz um “negócio” de um bilhão de dólares por ano. Só o aborto representa mais de um terço desse rendimento, muito embora apenas uma de cada 10 pacientes chegue até eles atrás de aborto. Outro terço do rendimento vem de você e de mim na forma de verbas e contratos governamentais. Como consequência dessa exploração, essa organização construiu aproximadamente um bilhão em ativos, tornando-a uma das mais ricas companhias “sem fins lucrativos” da história dos EUA, ao mesmo tempo em que ela empobreceu mais o resto de nós ao eliminar milhões de pessoas da nossa população. 1
Mas o que talvez você não saiba é que a Federação de Planejamento Familiar dos Estados Unidos é um grande protagonista no movimento internacional de controle populacional em sua própria força. A cada ano essa organização manda dezenas de milhares de dólares ao exterior para financiar campanhas de aborto, sem mencionar iniciativas legais e sociais para pressionar em favor da legalização do aborto em países com leis pró-vida, tais como as Filipinas.
Nisso a organização continua a seguir nos passos de sua fundadora, Margaret Sanger, que tinha total desprezo pelas “raças asiáticas”, conforme ela e seus amigos do movimento eugênico as chamavam. Durante sua vida inteira, ela propôs que o número de asiáticos fosse drasticamente reduzido. Mas as preferências de Sanger iam além de raça. Em seu livro de 1922 “Pivot of Civilization” (Eixo da Civilização) ela descaradamente recomendou o extermínio de “ervas daninhas… que invadem o jardim humano”; a segregação dos “retardados e dos desajustados”; e a esterilização das “raças geneticamente inferiores”. Foi mais tarde que ela selecionou os chineses como alvo de sua atenção, escrevendo em sua autobiografia sobre “a incessante fertilidade dos milhões de [chineses que] se espalham como praga”. 
Não dá para se duvidar que Sanger teria ficado descontroladamente entusiasmada com a política de um só filho da China, pois seu livro “Code to Stop Overproduction of Children” (Código para Deter a Produção Excessiva de Bebês), publicado em 1934, decretou que “nenhuma mulher poderá ter o direito legal de ter um bebê sem autorização oficial… nenhuma autorização oficial será válida para se ter mais que um bebê”. Quanto à eliminação seletiva que o governo da China faz de bebês deficientes e abandonados, ela teria ficado encantada que Pequim tivesse dado ouvidos às recomendações que ela vinha fazendo por décadas exatamente em favor de tais políticas eugênicas.
Sanger não era alguém de sutilezas em tais questões. Sem rodeios, ela definiu o “controle da natalidade”, um termo que ela havia inventado, como “o processo para extirpar indivíduos fisicamente desqualificados” com o objetivo de “criar um super-homem”. Ela muitas vezes opinava que “a coisa mais misericordiosa que uma família grande pode fazer para seus bebês é matá-los” e que “todos os nossos problemas são a consequência do excesso de procriação na classe operária”. Gente, ela estava se referindo a você e a mim.
Sanger frequentemente dava destaque para racistas e eugenicistas em sua revista, Birth Control Review (Examinando o Controle da Natalidade). Lothrop Stoddard, que era um dos colaboradores e também atuava na diretoria da entidade de Sanger, escreveu em seu livro “The Rising Tide of Color Against White World-Supremacy” (A Crescente Maré de Negros Contra a Supremacia do Mundo dos Brancos) que “temos de nos opor, de forma decidida, à infiltração asiática de áreas da raça branca e à inundação asiática das áreas não brancas, mas igualmente regiões não asiáticas habitadas pelas raças realmente inferiores”. Cada edição de Birth Control Review vinha repleta de tais ideias.
Mas Sanger não estava contente em meramente publicar propaganda racista; a revista também fazia propostas de políticas concretas, tais como a criação de “comunidades de retardados”, a produção forçada de filhos por parte dos indivíduos “qualificados” e a esterilização compulsória e até mesmo a eliminação dos “desqualificados”.
As próprias opiniões racistas de Sanger eram mal diferentes em seu ultraje. Em 1939 ela e Clarence Gamble fizeram uma proposta infame chamada “Birth Control and the Negro” (O Controle da Natalidade e os Negros), que afirmava que “as áreas mais pobres, principalmente no Sul… estão produzindo de forma alarmante mais do que sua parte [merecida] de futuras gerações”. A “religião de controle da natalidade” dela, conforme ela escreveu, “aliviaria o peso financeiro de se cuidar, com verbas públicas… de bebês destinados a se tornarem uma carga para si mesmos, para suas famílias e no final das contas para a nação”.
A guerra dos EUA contra a Alemanha, junto com as narrativas sombrias de como os nazistas estavam colocando em prática as teorias dela sobre “ervas daninhas humanas” e “raças geneticamente inferiores”, apavoraram Sanger, que mudou o nome e a retórica de sua organização. O “controle da natalidade”, com seu tom de coerção, virou “planejamento familiar”. Os “desqualificados” e os “deficientes” se tornaram meramente “os pobres”. A Liga Americana de Controle da Natalidade virou a Federação de Planejamento Familiar dos Estados Unidos.
Depois da morte de Sanger em 1966, a Federação de Planejamento Familiar se sentiu tão confiante em que tinha de forma segura enterrado seu passado que começou a se gabar do “legado de Margaret Sanger”. E começou a entregar de modo esperto prêmios batizados com o nome de Maggie [o diminuitivo do nome dela] para inocentes que muitas vezes não tinham a menor suspeita das reais opiniões dela. A primeira pessoa a receber tal prêmio foi Martin Luther King — que claramente não tinha ideia alguma de que Sanger havia inaugurado um projeto para “libertar” o povo dele — “libertá-los” de sua própria descendência. “Nós não queremos que vaze a informação de que queremos exterminar a população negra e o pastor evangélico é o homem ideal para dissipar confusões se algum membro mais rebelde da população negra chegar a suspeitar [de nossas intenções]”, Sanger havia antes escrito para Gamble.
A boa notícia é que a aura de respeitabilidade de Sanger — e a da Federação de Planejamento Familiar — finalmente se desgastaram.
É hora de cortar para sempre do orçamente federal essa organização racista, sugadora de dinheiro e que só pensa em aborto.
Notas finais:
1. Para mais detalhes, veja o documento em inglês “Defunding Planned Parenthood Fact Sheet” desenvolvido pela Fundação Chiaroscuro.
Veja artigo relacionado em inglês em LifeSiteNews:
Este artigo é o boletim semanal de 21 de março de 2011 do Instituto de Pesquisa Populacional. Foi publicado com permissão.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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29 de março de 2011

De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

De “cristão revoltado” a homossexual defensor da pedofilia

Repleto de esquerdistas e liberalóides teológicos, blog Genizah deturpa o conceito cristão de apologética e rebaixa o nível do debate teológico, mas as consequências começam a aparecer

Julio Severo
Vocês conheciam o blog “O cristão revoltado”? Seu dono, Isaías Medeiros, era um seguidor fiel do Blog Julio Severo anos atrás, apoiando e reproduzindo vários artigos conservadores, e eu mesmo cheguei a reproduzir em meu blog um grande artigo dele, “Geração de ofendidos”. Mas então, influenciado por alguns “blogs apologéticos” que estavam em hostilidade pública contra o Blog Julio Severo, Isaías resolveu fechar seu blog, renunciando também ao seu antigo perfil conservador, para criar um perfil totalmente liberal em 2010, no qual se declarou homossexual*.
Em 2011, o passo dele foi muito mais longe: ele assume seu lugar nas fileiras dos militantes homossexuais que defendem o sexo entre homens e meninos. Em seu artigo “Pedofilia: a verdade por trás dos mitos”, ele trata da questão do sexo entre adultos e crianças apoiando-se em Paulo Ghiraldelli Jr., outro defensor da pedofilia já denunciado em meu blog.
O antigo perfil conservador de Isaías, no blog “O cristão revoltado”, que ele deletou da internet, trazia esta descrição: “[C. R.] O Cristão Revoltado! Um cristão fundamentalista, um conservador de direita e, necessariamente, um anti-comunista. Inimigo da Teologia da Libertação, da Prosperidade e dos teólogos liberais e hereges (uma redundância). Portanto, aqui você verá abordagens da religião, da política e da sociedade do ponto de vista de um cristão fundamentalista, de direita e politicamente incorreto”*.
No seu blog de 2010, “Um pouco além do óbvio”, Isaías assina “Isa Medeiros”, declara-se homossexual, milita a favor da causa gay, chama o travesti de “mulher ideal”, conta como se deu sua “conversão” à causa e à prática homossexual e chama de hipócritas (como seu mestre, Danilo Fernandes) os cristãos “religiosos”, afirmando que Jesus jamais condenou os gays e que, ao contrário do que se pensa, teria tido um caso homossexual com João, “o apóstolo que Jesus amava”*.

Genizah adula Isaías

Logo que Isaías começou a se distanciar de posições conservadoras, Danilo Fernandes comemorou, saudando-o com uma carta aberta no Genizah, cheia de elogios à sua nova postura... O início da carta: “Irmão Isaias Medeiros,Minha admiração por você é grande, pela grandeza de seu caráter que fica evidente no exercício de humildade, um dos maiores frutos do Espirito e, prova inconteste, de uma vida separada ao serviço do Senhor. Como lhe disse antes, já era seu admirador em Cristo e, agora, já o reconheço perfeitamente nas minhas próprias lutas pessoais, nas lutas dos irmãos, enfim nesta trajetória de aprendizado dos que seguem sendo instruídos por Cristo, pela ação do verdadeiro…” O final da carta? Não sei, pois Danilo logo tratou de apagá-la de seu blog, assim que concluiu ser a onda liberalizante de Isaías liberal demais para sua teologia liberal. Enfim, Danilo renunciou à carta adulatória, e em seu lugar postou trechos da carta de Paulo aos Romanos e aos Gálatas http://www.genizahvirtual.com/2009/12/carta-aberta-ao-isaias-aquele-que-um.html *
Do blog “Um pouco além do óbvio” Isaías foi para o atual blog “Preguiça Mental”, onde ele defende o sexo entre adultos e crianças, mergulhando fundo no submundo da sem-vergonhice gay, ligando-se a vários blogs gays ou pobremente enrustidos, inclusive o PavaBlog, que defende a graça liberal de Philip Yancey.
Tanto liberalismo o levou aonde? A um outro artigo que ele escreveu recentemente, intitulado “Faz sentido falar em combate à pedofilia em pleno século XXI?”, onde ele diz:
“Desde que alguém chegou a conclusão de que amor e sexo entre jovens e adultos são sempre traumáticos para os primeiros, parte da sociedade ocidental iniciou uma paranóica caça às bruxas no sentido de banir este tipo de relação. Hoje, pessoas que se envolvem com menores são estigmatizadas, presas e entregues aos malfeitores para sofrerem a “justiça” dos homens”.
“Os jovens devem ter o direito de serem felizes e de decidirem quem e quando desejam amar, sem a censura prévia dos seus pais ou do Estado. Só assim se saberá se realmente faz sentido ou não continuar falando em combate à pedofilia em pleno século XXI”.
Como não poderia deixar de ser, o atual site de Isaías também contém deboche anticristão e pró-homossexualismo, um dos quais está no post “Cientistas isolam o ‘gene cristão’. Cura do Cristianismo está prevista para a próxima década”, que Isaías disse ter visto primeiro no Pavablog, através de recomendação de um blog homossexual marxista. É a grande corrente homossexual onde a religião do liberalismo une “evangélicos” e ateus marxistas.
O estímulo de Danilo foi muito bem-sucedido em tirar Isaías de seu conservadorismo principiante para levá-lo, em pouquíssimo tempo, às águas de um liberal iniciante. Mas nem Danilo poderia imaginar que tão depressa Isaías se transportaria para um liberalismo de águas muito mais profundas e escuras.
É um rastro que deixa uma lição inconfundível e dolorosa para o Genizah e para todos nós. O liberalismo desencaminha e corrompe a alma das pessoas, sejam cristãs ou não. Além disso, a apologética é um trabalho difícil que deve ser feito com seriedade, maturidade, sensibilidade, prudência e espiritualidade. Afinal, de que adianta o Danilo e seu Genizah se gabarem de serem calvinistas e reformados, e ao mesmo tempo darem espaço para textos de Ricardo Gondim, um socialista convicto, e Caio Fábio, que declarou que ajudou a aproximar Lula dos evangélicos?

O esquerdismo do Genizah

O esquerdismo do Genizah fica patente também nas palavras de Hermes Fernandes, um de seus principais colunistas. Hermes, que prefere ser tratado de “bispo”, já “recebeu o Greenpeace para dar palestras em sua igreja”, segundo informação do próprio Genizah.
De acordo com o livro “The Hidden Dangers of the Rainbow” (Os perigos ocultos do arco-íris), escrito pela Dra. Constance E. Cumbey, o Greenpeace de forma pública e arrogante se anuncia como a “Nova Era” (p. 42).
Em 2008, Hermes declarou apoio público a Fernando Gabeira, político homossexual que é a favor da legalização da prostituição, maconha, homossexualismo e aborto.
Apesar dessas conexões, ele jura: “Não sou partidário nem da esquerda, nem da direita”. Mas também desabafa no Genizah:
“Não vejo o regime socialista como um bicho-papão”.
“Conheço o trabalho de alguns expoentes da Teologia da Libertação, e os respeito profundamente. Entre eles, Rubem Alves, Frei Betto, Leonardo Boff, e outros. Se lêssemos suas obras desprovidos de preconceito, encontraríamos verdadeiras pérolas”.
Algumas das “pérolas” do Frei Betto encontram-se disponíveis no meu blog.
Com toda essa carga esquerdista que não ousa sair do armário, o Genizah tem razões ideológicas de sobra para atacar cristãos conservadores por todo e qualquer motivo.
Eu repreendi publicamente o Genizah por ter feito um deboche anticristão contra o Pr. Pat Robertson, que é muito mais conservador do que o Genizah e todos os seus aliados juntos. Nem o filósofo Olavo de Carvalho, que não é evangélico, escaparia da “raivinha liberal do Danilo”. Eu pelo menos não escapei de seus deboches e ataques.

Apologeta “Embaixador da Paz”?

Embora meu blog não tenha finalidade apologética, trabalhei alguns anos com reconhecidos e sérios especialistas em apologética, com vários artigos meus publicados na revista Defesa da Fé, inclusive quatro matérias de capa, quando o Pr. Jamierson Oliveira era o diretor da revista. Nos seus bons tempos passados, a Defesa da Fé era a maior publicação apologética do Brasil.
Não me identifico com a teologia calvinista — principalmente o estranho calvinismo do Danilo Fernandes —, mas me alinho com o ativismo moral, ético, social e político dos calvinistas americanos, na sua forma mais conservadora. Meus grandes amigos calvinistas e reformados, que nunca se aliariam nem publicariam textos de Ricardo Gondim ou Caio Fábio, estão envolvidos com o movimento de educação escolar em casa e defendem muitas questões conservadoras que não passam nem de longe pelo Genizah. Mas estão sempre presentes no meu blog, inclusive no meu blog especialmente dedicado à educação escolar em casa.
Mesmo numa questão tão séria quanto a do PLC 122, que ameaça trazer perseguição religiosa a todo o Brasil, o Genizah adota posição liberal muitíssimo semelhante à de Bráulia Ribeiro, colunista do Genizah já refutada por mim. Em seu marxismo que finge neutralidade política, Hermes Fernandes declara sobre o PLC 122: “Faz-se um escarcel danado para que os crentes pensem que a tal ‘ditadura gay’ vai obrigar às igrejas a aceitarem e celebrarem o casamento entre pessoas do mesmo sexo”. A esquerda trata as ameaças do PLC 122 como mero delírio. Por que o Genizah agiria diferente?
O fato é que o “bispo” Hermes está agradando aos poderosos. Em 11 de maio de 2008, um tal de Comitê da Paz Mundial, que o blog pessoal do Hermes disse que é um órgão ligado à ONU, lhe deu o título de “Embaixador da Paz” (veja as fotos aqui). No mesmo ano, o Bispo Manoel Ferreira esteve em Washington DC para participar de uma conferência da paz ligada ao Rev. Moon e à ONU. “Embaixador da Paz” é um título amplamente concedido também pelo Rev. Moon, que tem extensas ligações com a ONU.
Esses dois títulos de “Embaixador da Paz” têm alguma ligação? Pelo que dá para ver, só a ONU, que é em si já é sinal suficiente de confusão. Outras confusões, inclusive doutrinárias, do “bispo” Hermes estão documentadas aqui no blog Teóphilo Noturno.
Portanto, em vez de conservadorismo cristão, o que se vê no Genizah é um carnaval de liberais, em que seus articulistas se sentem à vontade para dizer que seus “mentores são Ricardo Gondim, Caio Fábio, Ariovaldo Ramos e Ed René Kivitz”. Junto com Robinson Cavalcanti e Paul Freston, esses figurões são a nata da versão evangélica da repugnante Teologia da Libertação.

Genizah e Isaías Medeiros

O que fazer agora? Dizer aos liberais que seu liberalismo produz consequências? Perguntar-lhes que tipo de calvinismo é esse que eles estão praticando que se opõe frontalmente ao rígido conservadorismo de João Calvino?
Não dá para dizer que os liberais são responsáveis por tudo o que Isaías Medeiros é hoje. Mas quem pode afirmar que a “graça” esquerdista do Genizah não trouxe desgraça para Isaías, que precisava de libertação, não de adulação liberal?
É claro que sob a influência do Genizah o Isaías poderia também ter se tornado um “Embaixador da Paz”. Mas não foi o que aconteceu.
Quem pode argumentar que a ideologia de Danilo e Hermes Fernandes não teve nenhum papel na transformação de Isaías de blogueiro conservador principiante para liberal confuso, e agora para homossexual que defende o sexo entre adultos e crianças?
Luiz Mott, o maior líder homossexual do Brasil, é acusado de defender a pedofilia. Em entrevista à revista Veja anos atrás, ele confessou que o esquerdismo foi a ideologia que o ensinou a aceitar a homossexualidade como normal.
Então, quem pode dizer que o esquerdismo não leva a aberrações? Quem pode afirmar que Isaías Medeiros é a única vítima do esquerdismo do Genizah?
Se não houver real arrependimento e mudança, cedo ou tarde Danilo e Hermes Fernandes colherão de seus amargos frutos.
* Com informações do Blog da Maya.
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

28 de março de 2011

Pastor brasileiro condenado à prisão por bater em filhas fica louco

Pastor brasileiro condenado à prisão por bater em filhas fica louco

AMAZONAS, Brasil, 28 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um pastor brasileiro da região do Amazonas ficou mentalmente doente depois de ser preso por bater em suas duas filhas, de acordo com reportagens dos meios de comunicação locais. Até recentemente, conforme noticiaram as reportagens, o pastor estava algemado a uma cama de hospital presidiário, onde ele era forçado até mesmo a fazer necessidade em frente dos funcionários.
Jeremias Rocha permaneceu preso durante meses por bater em suas filhas, na total ausência de de evidências ou até mesmo uma condenação
Jeremias Albuquerque Rocha, que acabou de completar 26 anos, era um atuante pastor evangélico na cidade de Carauari até maio do ano passado, quando uma agente do conselho tutelar o denunciou por bater em suas filhas, pelo que ele foi acusado de “tortura”.
Apesar de que nenhuma evidência física tivesse sido apresentada ao juiz, Rocha foi colocado em detenção preventiva, numa cela de prisão tão cheia de presos que ele era forçado a ficar de pé o dia inteiro, e tinha de dormir agachado no chão, que estava coberto de papelão.
Passaram-se meses sem nenhuma solução. Em nenhum momento se apresentou algum relatório médico documentando qualquer marca física [no caso de suas filhas] nem houve nenhum exame físico confirmando ferimentos — provas que a lei exige. Em agosto, Rocha havia, conforme as reportagens, começado a chorar e desmaiar dentro de sua cela. Quando foi levado a um hospital próximo e diagnosticado com doença mental, o juiz Jânio Tutomu Takeda se recusou a acreditar no diagnóstico, afirmando que Rocha estava “fingindo”, e ordenou que ele fosse algemado à cama do hospital.
As reportagens mostraram que o juiz Takeda rejeitou os relatórios dos médicos enquanto a situação de Rocha estava se deteriorando. Em 9 de dezembro, os médicos deram dois relatórios sobre Rocha, diagnosticando-o com “graves ataques de pânico e profunda depressão, tentativas suicidas” e recomendando que lhe retirassem as algemas e que ele fosse transferido para uma instituição psiquiátrica especializada. Outro relatório foi dado em 21 de janeiro deste ano, notando a grave situação de Rocha e recomendando prisão domiciliar ou remoção para uma unidade especializada.
Apesar dos pedidos de seus médicos, Rocha continuou algemado à cama até 2 de fevereiro, quando seu pai entrou com pedido de habeas corpus e uma queixa formal diante da comissão de direitos humanos do Amazonas. Embora as algemas tivessem sido removidas, as reportagens mostraram que ele ainda tem marcas nos pulsos e pés e permanece em situação grave.
“Na semana passada, mais precisamente no dia 3 de março, Jeremias Albuquerque Rocha, que há dois anos era ministro evangélico em Carauari, um município 786 km distante de Manaus, completou 26 anos de idade, mas ele esteve alheio a data”, conforme reportagem feita no começo deste mês pelo jornal Portal do Holanda. “Jeremias não lembrou do próprio aniversário, mal lembra do seu nome. Seu estado é catatônico, olhar preso ao teto ou ao chão, fica permanentemente calado, a não ser nos momentos em que entra em pânico, aos berros pede para não lhe colocarem algemas ou passa horas tendo repetidas crises de choro convulsivo”.
Quando Epitácio da Silva Almeida, o presidente da Comissão de Direitos Humanos do Amazonas, chegou em 3 de março para examinar Rocha e investigar o caso, o juiz Takeda de repente anunciou que ele já tinha dado a sentença em fevereiro, embora as reportagens tivessem mostrado que os autos processuais não foram achados em parte alguma e o veredicto jamais tivesse sido anunciado. Takeda disse que condenou Rocha e o sentenciou a seis anos e meio de prisão.
Almeida diz que planeja iniciar representação legal contra Takeda, e o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, João Simões, também prometeu tomar medidas legais no caso, depois de sua própria investigação.
Nota do tradutor: Em reação a esse caso bárbaro, LifeSiteNews, responsável por Notícias Pró-Família, está em sua edição internacional em inglês convocando os leitores internacionais a fazerem contato com as embaixadas do Brasil no mundo inteiro. Se você vive em outra parte do mundo e quer se manifestar, faça contato com as embaixadas brasileiras aqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Silas Malafaia, “homofobia” e apoio cristão

Silas Malafaia, “homofobia” e apoio cristão

O que fazer quando aquele que defende a família é criticado por questões financeiras?

Julio Severo
Noticiei recentemente que a Justiça brasileira está investigando Silas Malafaia por “homofobia” — como se criticar o homossexualismo fosse algum crime previsto na legislação brasileira.
Há uma paranoia de motivação exclusivamente ideológica de usar o termo “homofobia” para perseguir os cristãos. Teoricamente, dizem que “homofobia” é agredir homossexuais, mas esse termo é abundantemente usado para ameaçar quem nada tem a ver com violência: cristãos pacíficos que pregam o que Deus diz sobre homens fazendo sexo com outros homens. Esses cristãos nunca maltratariam uma mosca, mas mesmo assim são acusados de “homofóbicos”, sendo covardemente igualados a assassinos ou agressores de homossexuais.
É essa igualação lunática que Silas Malafaia e muitos outros cristãos estão sofrendo — inclusive eu. Entretanto, nem eu, nem Silas Malafaia somos culpados de agredir ou matar homossexuais. Mas os ativistas gays e seus aliados marxistas estão tão desesperados para aprovar o PLC 122 que lançam toda e qualquer acusação contra os que se opõem à sodomia.
Mesmo antes da aprovação do PLC 122, eles demonstram ódio e agressividade contra os cristãos, linchando o nome e a reputação de todos os que não se prostram diante da sacrossanta sodomia. Suas atitudes violentas não deixam a menor dúvida de que, depois de aprovado, eles usarão o PLC 122 como carta branca para impor sua ditadura gay e para praticar uma inquisição legal e moral. (Veja neste vídeo as ameaças do PLC 122: http://www.youtube.com/watch?v=7vvdpiQDQLI)



É por isso que Silas Malafaia e outros cristãos precisam de apoio contra as acusações de “homofobia”. Essas acusações difamatórias e maldosas colocam em perigo a todos nós. Contudo, neste calor da batalha, muitos cristãos perguntam: “Como posso apoiar Silas quando alguns de seus programas apresentaram pastores americanos que prometeram bênçãos em troca de altas ofertas?” Outros questionam o destino dessas ofertas e o caríssimo jatinho que Silas comprou.
Não tenho respostas perfeitas, nem concordo com esse tipo de negociação religiosa. Mas reconheço que mesmo com suas imperfeições, Malafaia está fazendo muito mais pela defesa da família do que seus piores críticos. Aliás, o primeiro requisito do testemunho acusatório é que o acusador tenha reputação acima de dúvidas. Necessariamente, para ter credibilidade, o acusador precisa ter caráter idôneo e íntegro. O maior crítico de Malafaia, Caio Fábio, tem um histórico de vida manchado por escândalos familiares, sexuais e financeiros — e vive hoje uma vida regalada às custas de adeptos religiosos que cegamente o seguem e servem.
Além disso, há outra questão que me mostrou, em nível pessoal, a falta de credibilidade do maior crítico de Malafaia. Quando me atacou num vídeo, Caio Fábio disse sobre mim coisas que nunca se passaram na minha vida. A fofoca e a mentira se manifestam como um monstro incontrolável no “ministério” dele. De forma oposta, Malafaia não ocupa seu programa de TV tentando bancar o rei das fofocas — trono já ocupado por seu maior opositor.
No entanto, para evitar outros críticos e manter um bom testemunho, se eu fosse Malafaia, não permitiria mais que nenhum pastor americano prometesse milagres em troca de dinheiro em meu programa de TV. Eu também venderia o jatinho.
Os ativistas gays não podem acusá-lo de “corrupto”, pois o governo federal vem engordando os grupos homossexuais com verbas recheadas de dinheiro vindo diretamente do nosso bolso. A diferença é clara: se o programa de Malafaia promete milagre em troca de oferta, você não é obrigado a dar. Se você não der, não haverá intimação nem prisão.
Em contraste, se o governo disser que vai dar verbas milionárias para grupos homossexuais, você não tem o direito nem a liberdade de dizer: “Não com o meu dinheiro! Não quero que o meu imposto seja usado para essa sujeira!” Se você se recusar a entregar seu dinheiro ao governo, você ganhará cadeia.
Se você se recusar a dar uma oferta a Malafaia, você jamais será preso. Você pode dizer a ele a hora que quiser: “Não com meu dinheiro!” Você tem o direito e a liberdade de recusar tantas vezes quantas quiser. Mas no caso do governo e suas verbas gays, uma simples e única recusa pode lhe custar caro, pois você não tem nenhuma liberdade nem direito de recusar financiar grupos homossexuais quando o governo assim decide.
A vasta maioria dos cristãos nunca deu um centavo para Malafaia. Mas todos eles, inclusive seus críticos, já deram e estão dando muito dinheiro — através de impostos — para paradas gays, kits gays e para a compra de gel lubrificante para sexo anal.
As despesas dos ativistas gays aos cofres públicos não param. O jornalista Matthew Hoffman revela uma dessas despesas:
O Senado do Brasil recentemente aprovou um enorme orçamento de 300 milhões de reais para combater a “homofobia”, um termo que inclui críticas ao estilo de vida homossexual.
As verbas serão gastas como parte de um programa homossexualista nacional do governo, “Brasil Sem Homofobia”, que canaliza parte do dinheiro diretamente para organizações homossexuais.
As verbas também deverão ser usadas para custear iniciativas legislativas para criar direitos especiais para os homossexuais no Brasil. Uma iniciativa tal, a “Lei da Homofobia”, também conhecida como PLC 122/06, tornará crime criticar a conduta homossexual no Brasil.
Adivinhe quem está pagando involuntariamente a conta dos 300 milhões de reais? Se você citou Luiz Mott, o rei do movimento homossexual brasileiro, errou.
Portanto, aqueles que são duros com Malafaia, por causa de dinheiro que ele não força ninguém a dar nem o usa para promover orgias homossexuais, deveriam ser muito mais duros com o governo, que nos força a dar dinheiro e o usa para todos os tipos de orgias.
Aqueles que o atacam deveriam se perguntar: será que tenho feito mais do que ele para defender a família?
Quem em toda a televisão brasileira tem atacado o PLC 122 mais do que ele? (Veja aqui neste vídeo a excelente participação dele no programa do Ratinho: http://www.youtube.com/watch?v=fN8S5I9ZYQ4)



Os evangélicos progressistas, adeptos da Teologia da Libertação, também não podem acusar Malafaia de “corrupto”, pois eles mesmos ajudaram a colocar no governo o PT, que tanto tem roubado da população para ajudar os “pobres” homossexuais com paradas gays, kits gays e para a compra de gel lubrificante para sexo anal. Além disso, nunca conheci um evangélico progressista que não fosse, em menor ou maior grau, favorável ao PLC 122.
Repito: Não concordo com Malafaia na questão financeira, mas concordo com a defesa da família — uma defesa que seus críticos não têm mostrado.
Espero que ele se conserte na questão financeira — e também na questão política, inclusive se desfazendo de conexões políticas impróprias a um cristão. Espero também que ele não faça como a IURD.
Recordo que no começo da década de 1990, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), seguidora da Teologia da Prosperidade, era uma grande combatente contra o aborto e contra o PT. Depois, a IURD pró-vida se deixou seduzir pelo esquerdismo e entrou para o rebanho dos evangélicos progressistas. Hoje, a IURD e seu fundador são grandes defensores do aborto e do PT.
A IURD voltou atrás. Espero que Malafaia não faça o mesmo.
Seja como for, você não precisa apoiar a Teologia da Prosperidade de Malafaia. Eu pelo menos não apoio.
Você não é obrigado a dar nenhuma oferta exorbitante ao programa de TV dele. Eu nunca dei.
Você também não precisa apoiá-lo em suas escolhas políticas pessoais. Quando ele apoiou Lula e Serra nas eleições passadas, eu não o segui. Não concordo com suas ligações políticas. Mas, pelo menos na questão da família, ele tem acertado, e por isso eu o apoio.
Que todos aqueles que criticam Malafaia busquem a hombridade de fazer muito mais do que ele tem feito. Que eles façam defesas da família. Que eles façam oposição forte à agenda do aborto e do homossexualismo. Que eles façam tudo o que ele já fez em programas tais como o do Ratinho.
Mesmo tendo muitas divergências com Malafaia, não é hora de criticá-lo, mas de apoiá-lo em sua postura cristã sobre a homossexualidade, pois se a “homofobia” pode ser usada como arma de repressão contra ele, pode também ser usada contra qualquer um de nós.