28 de fevereiro de 2011

Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias?

Em vez de questionar distribuição de kits gays para crianças de escola, jornal Estadão questiona distribuição de Bíblias em universidade evangélica

Julio Severo
A Universidade Mackenzie deveria parar de distribuir Bíblias para seus próprios estudantes? No que depender dos sentimentos do jornal Estadão, a resposta parece ser sim, de acordo com uma matéria tendenciosa que diz:
Os calouros da Universidade Presbiteriana Mackenzie ganharam no segundo dia de aulas um kit contendo mochila e uma Bíblia com o logotipo da instituição. “É desejo do Mackenzie que você encontre aqui não só conhecimento humano, mas que você conheça a Deus, relacione-se com ele e encontre alegria nesse relacionamento”, diz a universidade no texto de apresentação.
Além do Antigo e do Novo Testamento, o livro, em formato de bolso, traz informações sobre a Igreja Presbiteriana do Brasil, que controla o instituto responsável pelo colégio e pela universidade — descrita como “cristã, fiel à cosmovisão reformada e, ao mesmo tempo, comprometida com um ensino de qualidade, em ambiente de liberdade acadêmica e ausência de discriminação”.
Os novos alunos também foram recebidos pela direção, coordenações de curso e professores. Um dos que deram as boas-vindas foi o reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, chanceler do Mackenzie. Em novembro, a universidade publicou em seu site um manifesto assinado pelo líder religioso em que ele se posiciona contra a aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 122/2006, cujo objetivo é criminalizar a homofobia.
Após polêmica na internet e entre seus alunos, a universidade retirou do ar o texto do chanceler. Ele estava no site para “servir de orientação à comunidade acadêmica”. O manifesto desagradou ao Diretório Central dos Estudantes (DCE) do Mackenzie e motivou a realização de um protesto que reuniu cerca de 300 pessoas em frente ao câmpus da Rua Itambé, na região central de São Paulo.
O Estadão parece pensar que não faz sentido uma universidade evangélica distribuir Bíblias para seus estudantes. Nessa lógica, fará sentido uma laranjeira produzir laranjas? Fará sentido uma macieira produzir maçãs?
Mas o problema é mais profundo. O sentimento do Estadão é que já que o Mackenzie cedeu no manifesto anti-PLC 122, por que não também na distribuição de Bíblias? Aliás, o sentimento da mídia esquerdista em geral é que os cristãos têm a obrigação de ceder toda vez que algum grupo de gays, feministas, bruxos ou outros indivíduos politicamente corretos se sentir “ofendido”.
Quando nós nos sentimos ofendidos com as iniciativas agressivas deles para impor a agenda gay em nossos filhos, eles não cedem um centímetro. Mas quando eles se sentem ofendidos com nossas atitudes de proteger nossos filhos contra a agenda gay, eles ainda têm a cara de pau de exigir que cedamos quilômetros.
Ao contrário do Mackenzie, que retrocedeu em seu manifesto anti-PLC 122, provavelmente por causa das pressões e reclamações da forte ala esquerdista que há nessa instituição, os ativistas da agenda gay jamais recuam em suas posições imorais. Pena que entre eles não haja uma ala “conservadora” para fazer barulho e dizer: “Ei, vamos parar com isso! Retiremos tal projeto gay (ou manifesto gay). Estamos violentando a inocência das crianças!”
Kit gay
O famoso e infame kit gay, que o governo distribuirá nas escolas com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, ensinará as crianças a valorizar o sexo anal dos homossexuais. (Veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=lCsBc0tm6lc) Crianças de todo o Brasil estão para sofrer um sistemático estupro psicológico com a distribuição dos imorais kits gays nas escolas, e o Estadão está incomodado com a distribuição de Bíblias numa universidade evangélica?
O PLC 122, que é o maior projeto de lei anti-“homofobia” do Brasil, provocará paranoias muito maiores, usando igualmente a desculpa do combate à “discriminação” para impor todos os tipos de doutrinação homossexual em todos os níveis da sociedade. E o alvo principal da obsessão anti-“homofobia” são os que Toni Reis tachou de “religiosos fundamentalistas”.
O que é necessário fazer para sofrer o rótulo de “religioso fundamentalista”? Apenas dizer que o sexo homossexual é pecado. Nada mais. Basta dizer isso, e você entra automaticamente para a categoria de “homofóbico”, “fanático”, “preconceituoso”, “incitador de ódio e violência”, “incitador de assassinatos de homossexuais” e mil e um títulos dignos de filmes de terror. Se ficarmos calados, talvez eles parem de nos fazer encolher de medo com rotulações e estereótipos.  
Entretanto, se cedermos sempre às birras deles, chegará o tempo em que precisaremos lhes perguntar: “Eu ainda tenho permissão de dizer que sou cristão?”
“Sim”, dirá o governo e a mídia, “desde que seja sozinho no seu quarto, longe de sua esposa e filhos. Nem seu cachorro deve escutar isso! Por enquanto, você tem plena liberdade de expressão e religião de dizer isso para si mesmo”.
Os ativistas da agenda gay querem distância da Bíblia, pois esse é o único livro que orienta de forma enérgica os leitores a evitar todos os pecados.
Os autores — o próprio governo federal! — do kit gay querem levar crianças diretamente para o buraco do estupro psicológico e físico. O Autor da Bíblia não quer ninguém no buraco.
Por isso, enquanto é tempo — e mesmo fora de tempo —, distribuamos Bíblias, como muito bem fez o Mackenzie. E, enquanto ainda nos resta alguma liberdade de expressão, façamos, sem ceder e sem esmorecer, todos os tipos de manifestos e manifestações contra toda lei que, com o pretexto de combater o “preconceito” e a “homofobia”, quer calar os que discordam da agenda gay e impor selvagemente sobre as crianças uma perversa doutrinação pró-homossexualidade.

Rick Perry, governador do Texas, faz discurso comovente no Comício pela Vida no Texas

Rick Perry, governador do Texas, faz discurso comovente no Comício pela Vida no Texas

AUSTIN, Texas, EUA, 26 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Rick Perry, o governador do Texas, fez uma defesa apaixonada dos bebês em gestação no Comício pela Vida, que ocorre anualmente no estado, em 22 de janeiro. O governador prometeu uma lista de reformas legislativas designadas para “salvar vidas”, inclusive ultrassons obrigatórios que mostrem às mulheres seus bebês em gestação no útero antes da realização dos abortos. (Veja o vídeo do discurso do governador Perry aqui: http://www.youtube.com/watch?v=gXmdHzUT2Yc)



“Quase 40 anos se passaram desde que a tragédia de Roe versus Wade foi decidida pelo Supremo Tribunal dos Estados Unidos, e desde então, cinquenta milhões, cinquenta milhões de crianças, perderam suas chances”, Perry disse para a multidão.
“Esse é um número catastrófico. Esse número é o dobro da população deste estado inteiro. É muito difícil imaginar pessoas de boa consciência escolhendo ficar de braços cruzados em tudo isso, mas no Texas estamos agindo. Temos trabalhado ativamente contra essa decisão Roe versus Wade. Temos feito grandes avanços para proteger os bebês em gestação”.
Perry comentou que o Texas agora exige notificação dos pais e consentimento dos pais, e exige que as mulheres recebam informações sobre o desenvolvimento fetal e alternativas ao aborto antes de receberem um procedimento de aborto (veja o panfleto educativo do Texas “Woman’s Right to Know” [O Direito da Mulher à Informação], disponível em inglês aqui e uma lista de recursos alternativos aqui).
Perry também comentou que o estado do Texas está “também fornecendo financiamento para pesquisas e tratamentos de células-tronco adultas, não embrionárias. Veja, no Texas, estamos provando que podemos conduzir pesquisas médicas do mais alto nível sem comprometer os valores que engrandecem o nosso país”.
Anunciando que ele está “designando o projeto de lei do ultrassom como item de emergência para a 87ª sessão legislativa”, o governador explicou que “uma mulher que busca um aborto tem de receber um ultrassom, garantindo que ela compreenda o total impacto de sua decisão, uma decisão que poderá deixar cicatrizes físicas e outras pelo resto da vida dela”.
“Quando você considera a magnitude dessa decisão, garantindo que alguém compreenda o que verdadeiramente está em risco, parece ser um passo pequeno, em minha opinião. Aqueles de nós aqui que sabem quando alguém tem todas as informações, a escolha certa será feita, a escolha da vida”, acrescentou ele.
“Vejam, os dispositivos de legislação de emergência permitem que a Assembleia Legislativa aja sem demora com relação a esse importante projeto”, Perry continuou, “pois sabemos que quando o assunto é salvar vidas, todo minuto e dia conta”. Ele também prometeu que “mais projetos de lei” seriam introduzidos logo “para tapar brechas nas leis existentes” e para “acrescentar mais proteção para as crianças” no Texas.
O governador exortou a multidão reunida a “a continuar expressando suas opiniões, exorto vocês a manterem sua postura de defender aqueles que não podem se defender”, pois tal trabalho está “salvando vidas”.
“Vocês são a chave para fazer uma diferença e para qualquer uma daquelas 81.000 vidas jovens que poderão ser abortadas no Texas neste ano, vocês podem fazer toda a diferença no mundo. Não podemos nos dar ao luxo de desistir da boa luta, até o dia em que Roe versus Wade não for nada mais do que uma vergonhosa nota de pé de página na história da nossa nação”, concluiu ele.
Leia o texto completo do discurso aqui.
Veja o discurso no YouTube aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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27 de fevereiro de 2011

Ministros das Relações Exteriores da UE anunciam declaração fraca e tardia contra a violência anticristã

Ministros das Relações Exteriores da UE anunciam declaração fraca e tardia contra a violência anticristã

BRUXELAS, Bélgica, 24 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia foram fortemente criticados quando se recusaram no mês passado a mencionar cristãos ou Cristianismo numa versão preliminar de uma declaração que condena a violência anticristã no Oriente Médio e Ásia.
Nesta semana, o Conselho de Assuntos Exteriores da UE divulgou uma declaração que menciona cristãos uma única vez num texto de aproximadamente 500 palavras e inclui peregrinos muçulmanos e outras comunidades religiosas na mesma sentença.
A declaração “Conclusions on intolerance, discrimination and violence on the basis of religion or belief” (Conclusões sobre intolerância, discriminação e violência na base da religião ou convicção), disse o grupo Vigilância da Dignidade Europeia (VDE), falha ao não lidar com a natureza dos ataques violentos contra os cristãos que estão se tornando mais comuns em muitos países dominados pelo islamismo no mundo inteiro.
Criticando pesadamente a declaração “cuidadosamente redigida” e “politicamente correta”, o grupo da UE de defesa dos direitos civis disse que a “única referência às vítimas cristãs é mal o mínimo”.
“Uma mensagem mais corajosa por parte da União Europeia teria condenado de forma inequívoca as atrocidades cometidas exclusivamente contra os cristãos”, disse a VDE.
“Tal declaração teria sido muito bem recebida tanto pelos cidadãos europeus quanto pelas organizações que trabalham em favor de liberdades fundamentais, e teria sido abraçada pelas minorias cristãs vitimadas no Oriente Médio que precisam do contínuo apoio e solidariedade da UE”.
Os cinco ministros das Relações Exteriores e a Alta Representante da UE baronesa Catherine Ashton foram acusados de se prostrar diante dos modismos politicamente corretos. A acusação foi feita por membros do Parlamento da UE, inclusive Franco Frattini, ministro das Relações Exteriores da Itália, que disse que a versão preliminar da declaração mostrava “excesso de secularismo” e pediu, com o apoio do ministro francês, que fosse removida.
David Casa, parlamentar de Malta, disse: “Como é que é possível condenar de forma correta essas atrocidades sem fazer nenhuma menção dos alvos [dessas atrocidades]?”
“Se temos a intenção de gastar o dinheiro dos que pagam o imposto de renda para pagar pedaços de papel rascunhado declarando que as pessoas não deveriam ser mortas à bomba em geral, então deveríamos todos fazer as malas e ir para casa”.
A declaração desta semana dos ministros de Relações Exteriores vem depois de duas outras, que não hesitaram em mencionar os cristãos, feitas pelo Conselho da Europa e pelo Parlamento da UE em 20 de janeiro.
Nos últimos dois anos, violentos ataques contra os cristãos nos países dominados pelo islamismo no Oriente Médio se intensificaram, e populações cristãs que no passado estavam florescendo em países tais como Iraque estão em perigo de desaparecerem à medida que mais pessoas fogem. Ataques e discriminação sancionada muitas vezes pelo governo ocorrem regularmente no Iraque, Egito e Paquistão.
Na cidade de Belém, que no passado era uma das mais antigas populações cristãs do mundo, apenas uma fração do antigo número de cristãos permanece. Em 1947, 75 por cento da população de Belém eram cristãos, mas o número diminuiu para 23 por cento em 1998 devido à “emigração”, de acordo com o prefeito da cidade em 2005. Tanto muçulmanos quanto cristãos estão emigrando, disse Victor Batarseh, “mas é mais evidente entre os cristãos, pois eles já são uma minoria”.
Hoje, os cristãos compõem menos de 4 por cento da população da Margem Ocidental. Os especialistas predizem que a atual população de cerca de 12 milhões de cristãos no Oriente Médio poderá definhar para menos de 6 milhões em 2025.
O Departamento de Estado dos EUA divulgou um aviso de segurança para os cidadãos dos EUA que estão viajando para o Egito que menciona o ataque à bomba, feito em 1 de janeiro, contra uma igreja cristã copta que matou 23 pessoas e feriu mais de 100. No mês passado, um cristão foi morto a tiros e cinco mulheres foram feridas, e ataques à bomba na Nigéria ocorridos na véspera de Natal mataram pelo menos 32 pessoas.
No Paquistão, o governador do Punjab foi assassinado depois que pediu que uma mulher cristã, sentenciada à morte por blasfêmia contra o islamismo, fosse perdoada. O assassino de Salman Taseer, seu guarda-costas Malik Mumtaz Qadri, disse que foi a oposição de Taseer à lei anti-blasfêmia que incitou seu ato. De acordo com as reportagens, Qadri foi recebido pelos apoiadores com uma chuvarada de pétalas de rosas ao entrar no tribunal para seu julgamento.
Seis pereceram num ataque à bomba no dia de Natal numa igreja católica na ilha de Jolo nas Filipinas e uma série de ataques à bomba na véspera de Ano Novo no Iraque deixou dois mortos e pelo menos 13 feridos.
Os ministros da UE não são os únicos que estão sendo criticados por falta de ação. Nina Shea, diretora do Centro de Liberdade Religiosa do Instituto Hudson, disse para a FoxNews.com que as populações cristãs do mundo estão sofrendo em parte devido a uma falta de ação decisiva por parte do governo dos EUA.
Shea disse que quando o governo de Obama enviou uma mensagem de condolência depois de um ataque à bomba contra uma igreja no Iraque em 31 de outubro — o qual deixou 58 pessoas mortas e pelo menos 78 feridas — era uma mensagem que continha “uma condolência geral para os iraquianos que nem chegou a mencionar a palavra cristãos ou igrejas, muito embora tivesse sido um culto lotado de domingo para cristãos que foi explodido”.
Para mais informações sobre violência e discriminação anticristã, visite o site: www.vozdosmartires.com.br
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26 de fevereiro de 2011

ONU promove prostituição como redução de danos

ONU promove prostituição como redução de danos

NOVA IORQUE, EUA, 24 de fevereiro de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Uma agência da ONU está vigorosamente financiando a plena legalização da prostituição com o apoio de Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU. A agência até fez parceria com uma organização que defende a prostituição para presidir conjuntamente um grupo consultivo da ONU sobre HIV e “trabalho de sexo”.
A UNAIDS, um programa conjunto das maiores agências da ONU, está promovendo programas de “trabalho de sexo” com o pretexto de reduzir danos no combate ao HIV/AIDS e impedir discriminação contra grupos vulneráveis.
Uma organização financiada pela UNAIDS é a Rede de Projetos de Trabalho de Sexo (cuja sigla em inglês é NSWP). A NSWP é o site destacado no polêmico Grupo de Trabalho Jovem, um projeto financiado pelo governo dos EUA. A NSWP é descrita como uma “aliança de organizações e trabalhadoras do sexo que fornecem serviços para trabalhadoras do sexo e promovem a saúde e direitos humanos das trabalhadoras do sexo”.
Em seu site, a NSWP realmente leva crédito pelo termo “trabalhadora do sexo” substituindo “prostituta”. “Mais do que mero rótulo politicamente correto”, diz a NSWP, “essa mudança de linguagem teve o importante efeito de avançar a compreensão mundial do trabalho do sexo para um modelo de trabalho que mostra soluções para muitos dos problemas que as trabalhadoras do sexo enfrentam. A mudança também questiona o estigma do trabalho do sexo e representa maior reconhecimento das trabalhadoras do sexo como portadoras de direitos, com a capacidade de fazer uma diferença”.
Uma das mais importantes publicações da NSWP é “Making Sex Work Safe” (Dando Segurança ao Trabalho do Sexo). A introdução da publicação declara: “Em geral, as trabalhadoras do sexo têm números elevados de parceiros sexuais. Mas isso em si não aumenta necessariamente as chances de se infectar com o HIV. Se houver uso sistemático de camisinhas, as trabalhadoras do sexo não contrairão o HIV — não importa quantos clientes elas tenham. Isso significa que o trabalho do sexo pode ser seguro”. 
A Seção 5 de Dando Segurança ao Trabalho do Sexo se chama “Safe Commercial Sex” (Sexo Comercial Seguro), e mostra a foto explícita de um educador demonstrando o uso de camisinha em sexo oral. A seção oferece o conselho de que “as trabalhadoras do sexo precisam de muitas técnicas e conhecimentos que as ajudem a maximizar sua renda e reduzir exposição ao HIV”.
Em maio de 2009, a NSWP foi nomeada co-presidente do Grupo Consultivo da UNAIDS sobre HIV e Trabalho de Sexo com a UNAIDS. No começo daquele ano, a NSWP teve papel muito importante na publicação de uma versão revisada do Memorando de Orientação da UNAIDS sobre HIV e Trabalho de Sexo.
A introdução do memorando de orientação frisa um discurso que o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon fez para a conferência internacional da AIDS em 2008 em que ele pediu a descriminalização do trabalho de sexo, uso de drogas e sexo homossexual. “… Na maioria dos países, permanece a discriminação legal contra as mulheres, contra os homens que têm sexo com homens, contra os usuários de drogas e contra as minorias étnicas”, disse Ban. “Isso tem de mudar… Em países sem leis para proteger as trabalhadoras do sexo, os usuários de drogas e homens que têm sexo com homens, só uma fração da população tem acesso à prevenção”.
Uma recente matéria sobre a UNAIDS retrata um projeto da Guiana, também financiado pelo governo dos EUA e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que patrocina trabalhadoras do sexo para promoverem práticas satisfatórias de prevenção ao HIV. A matéria declara que a “OIT tem a intenção de reproduzir essa parceria com outras organizações de trabalhadoras do sexo para alcançar diferentes grupos de trabalhadores em todo o país”.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
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25 de fevereiro de 2011

Famoso geofísico rejeita teoria do aquecimento global, diz que o mundo está à beira de “mini-era glacial”

Famoso geofísico rejeita teoria do aquecimento global, diz que o mundo está à beira de “mini-era glacial”

CIDADE DO MÉXICO, México, 18 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um famoso geofísico mexicano diz que apesar das predições de aquecimento global baseadas em modelos produzido em computador, o mundo pode estar à beira de um período frio de oitenta anos semelhante à “pequena era glacial” que a Europa experimentou do ano 1300 a 1800 A.D..
Víctor Manuel Velasco, do Instituto de Geofísica da Universidade do México, diz que as recentes condições de inverno são semelhantes às da “pequena era glacial”, e em particular o “Mínimo de Maunder”, um período durante o qual a atividade de manchas solares caiu de forma significativa. Ele também nota que a Terra está em situação similar hoje em relação ao resto do sistema solar, um fato que ele considera como importante para o clima.
“Estamos falando sobre o período entre 1645 e 1715, que é conhecido como o Mínimo de Maunder, um período em que as manchas solares praticamente desapareceram da superfície do sol, e em que nosso planeta ocupou uma posição semelhante à que ocupa hoje, com respeito ao centro de gravidade de nosso sistema [solar]”. Velasco disse numa entrevista publicada pela universidade.
Velasco descartou modelos produzidos por computador que são usados para predizer o aquecimento global como consequência de emissões de dióxido de carbono feitas pelo homem, notando que “hoje estamos experimentando uma revolução científica em que por um lado há supercomputadores e por outro, a inteligência humana. Só os seres humanos criam conhecimento e ciência, e aqueles que colocam as esperanças em computadores estão fazendo um diagnóstico incorreto”.
“Será a natureza que demonstrará qual teoria é a correta. Contudo, a Terra está ficando mais fria”, acrescentou ele.
Embora a atividade de manchas solares tenha sido mais elevada em recentes décadas, o que está em correlação com temperaturas globais mais elevadas, recentemente tem mostrado sinais de queda. O ano de 2009 marcou um ponto particularmente baixo no ciclo de manchas solares, representando o “mínimo solar mais profundo em aproximadamente um século”, de acordo com a NASA.
Velasco diz que vem estudando a relação entre atividade solar e clima desde 2002, e “nossas observações nos levaram a predizer, em 2008, que o clima começaria a ficar mais frio por volta de 2010, e a natureza está começando a demonstrar se a predição estava certa ou não”.
O geofísico crê que uma “mini-era glacial” começou em 2010 que durará entre 60 e 80 anos, e diz que “não existe um consenso científico com relação à influência e responsabilidade do homem no aquecimento global”, de acordo com um comunicado à imprensa da Universidade do México descrevendo as opiniões dele.
Velasco é um dos muitos cientistas que questionam as conclusões do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (PIMC) da ONU, um órgão político que tem sido a principal força por trás da promoção da hipótese de aquecimento global catastrófico. A teoria é adorada por organizações que buscam justificar medidas de controle populacional, tais como aborto, contracepção e esterilização.
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24 de fevereiro de 2011

Morre aos 84 anos Bernard Nathanson, ex-médico aborteiro e um dos maiores líderes pró-vida

Morre aos 84 anos Bernard Nathanson, ex-médico aborteiro e um dos maiores líderes pró-vida

21 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Bernard Nathanson, ex-aborteiro que se tornou um dos mais importantes ativistas pró-vida e talvez mais conhecido por seu papel na criação do vídeo pró-vida The Silent Scream (O Grito Silencioso), morreu com a idade de 84 nesta manhã depois de uma longa batalha contra o câncer, conforme reportagem do National Catholic Register.
No passado, Nathanson estava profundamente entrincheirado no movimento pró-aborto dos EUA, tendo sido um dos fundadores da Liga Nacional dos Direitos ao Aborto (cuja sigla em inglês é NARAL) e supervisionou 75.000 abortos como diretor de uma clínica de aborto.
A famosa conversão de Nathanson para o movimento pró-vida foi provocada pelo aparecimento da máquina de ultrassom no começo da década de 1970. Ele relatou como ficou comovido de reconhecer a humanidade da criança em gestação depois de ter assistido a um bebê em gestação recuar de um aparelho de sucção de aborto antes de ser sugado do útero de sua mãe.
Nathanson intitulou o vídeo desse incidente O Grito Silencioso e começou a usá-lo para divulgar a mensagem pró-vida.
Numa entrevista ao jornal Washington Times em 2009 ele explicou: “Minha mudança para o movimento pró-vida não teve nada a ver com religião”. Em vez disso, ele mudou de opinião puramente “com base nas evidências científicas… com base na fetologia e estudos de ultrassom”. No entanto, ele subsequentemente se converteu à fé católica.
Em sua reportagem, o Register diz que a madrinha de batismo de Nathanson, a ativista pró-vida Joan Andrews Bell, falou com o ex-aborteiro no começo deste mês quando ele já estava fraco demais para falar prolongadamente.
“Ele disse que estava rezando por nós, e eu lhe disse que o amávamos e estávamos rezando por ele também”, disse ela.
“Ele será lembrando como uma homem que defendia os bebês com muito vigor”, continuou ela. “Um fator sobressaiu, conhecendo-o durante os anos, e esse era que ele sofria profundamente pelo que ela havia feito em termos de aborto. Lembro-me de que havia períodos em que ele estava jejuando; ele passava muito tempo jejuando para compensar pelo que fez”.
“Ele era como São Paulo, que era um grande perseguidor da Igreja, mas quando viu a luz de Cristo, ele foi talvez o maior apóstolo do Evangelho. O Dr. Nathanson era assim depois de sua conversão. Ele foi ao mundo inteiro falando sobre os bebês e os males do aborto. Ser a madrinha de batismo dele foi uma coisa estupenda, vê-lo vir a Cristo”.
Depois de sua conversão Nathanson expôs o fato de que ele e a NARAL muitas vezes mentiam sobre fatos e estatísticas fundamentais na campanha para promover a legalização e aceitação do aborto, dizendo que eles eram “culpados de ludibriação em massa”.
Num programa de radio de 2008 ele explicou: “Nós afirmávamos que entre cinco e dez mil mulheres morriam de abortos clandestinos por ano. A estatística real era mais próxima de 200 a 300”.
“Afirmávamos que havia um milhão de abortos ilegais por ano nos Estados Unidos”, continuou ele, “e a estatística real era próxima de 200.000. Portanto, éramos culpados de ludibriação em massa”.
No mesmo programa de 2008 Nathanson lamentou que cada vez mais o aborto estivesse sendo usado como uma forma de controle da natalidade: “Um dos mitos com os quais o público era alimentado por meio dos meios de comunicação era que a legalização do aborto só significaria que o aborto que ocorria ilegalmente seria feito legalmente. Mas na verdade o aborto está hoje sendo usado principalmente como método de controle de natalidade no mundo inteiro e nos EUA também”.
Nathanson é o autor de vários livros, inclusive Aborting America (EUA Aborteiros), e sua autobiografia, The Hand of God (A Mão de Deus).
No livro Hand of God ele relatou como ele abortou um de seus próprios filhos; ele disse: “Sou um daqueles que ajudaram a introduzir essa era de barbarismo”.
Entretanto, Nathanson é amplamente reconhecido como um das forças mais influentes e poderosas no movimento pró-vida nas últimas décadas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Mãe de 12 é presa na Alemanha por recusar matricular filhos em aulas de educação sexual

Mãe de 12 é presa na Alemanha por recusar matricular filhos em aulas de educação sexual

ALEMANHA, 23 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma mãe de doze filhos foi sentenciada a 43 dias de cadeia na cidade alemã de Salzkotten por recusar matricular seus filhos no programa de educação sexual de uma escola local de ensino fundamental, de acordo com dois sites católicos de notícias, Kath.net e Katholishes.info.
A mulher, cujo nome não foi revelado nos artigos, é uma batista que se opõe ao programa com base em suas convicções religiosas. O casal diz que seus direitos sob a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, da qual a Alemanha é signatária, estão sendo ignorados.
Eles citam o artigo 2 do primeiro protocolo da convenção, o qual declara: “O Estado respeitará o direito de os pais garantirem tal educação e ensino em conformidade com suas próprias convicções religiosas e filosóficas”. A escola local de ensino fundamental, conforme as reportagens, tem ignorado esse direito desde 2005, e está sendo apoiada pelo judiciário.
O marido da mulher diz que “sua esposa está sentindo muita falta de sua família, mas se consola em Deus” de acordo com Kath.net, cuja reportagem também diz que as crianças mais novas “estão sentindo falta de sua mãe”, mas que sofrer injustiça é parte da experiência de ser cristão.
A perseguição de alemães que dão aulas escolares em casa para os filhos ou rejeitam a educação sexual do governo é um fenômeno permanente. Em abril do ano passado o site Kopp Online fez uma reportagem de vários casos de mães alemãs que residem em Salzkotten que tiveram de passar uma semana na cadeia por recusarem o programa local de educação sexual para seus filhos. Outra reportagem tratou de perseguição semelhante na mesma cidade, que está localizada no distrito de Paderborn, em dezembro de 2009.
Em janeiro de 2010 uma família alemã ganhou asilo nos Estados Unidos depois de anos de perseguição por parte do governo alemão por dar aulas escolares para seus filhos em casa.
Informações de contato:
Embaixada da Alemanha no Brasil
SES - Avenida das Nações, Qd. 807, lote 25
70415-900 Brasília - DF
Caixa Postal 030 - 70359-970 Brasília - DF
Tel: (61) 3442-7000
(61) 3442-7079 (assuntos consulares)
Fax: (61) 3443-7508
Formulário de contato via internet: http://www.brasil.diplo.de/Vertretung/brasilien/pt/02__Brasilia/Kontaktformular/Kontakt.html
Embaixada da Alemanha em Portugal
Campo dos Mártires da Pátria, 38
1169-043 Lisboa/ Portugal
Tel.: (00351-) 21 881 0210
Fax: (00351-) 21 885 3846
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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23 de fevereiro de 2011

Em experiência de quase morte, menino diz “o céu é real”

Em experiência de quase morte, menino diz “o céu é real”

Natalie Tysdal
IMPERIAL, Nebraska, EUA — Parece uma estória que um menino teve num sonho, mas para entender o que Colton Burpo diz você tem de ouvir o que ele conta que lhe aconteceu.
Tudo começou durante uma viagem ao Colorado. (Para assistir ao vídeo, siga este link: http://www.youtube.com/watch?v=z1VEXX3o9TQ)



Colton se queixou de uma dor no estômago, que o levou a uma ida ao médico e um diagnóstico de gripe. Depois, a família Burpo foi para casa, que fica na pequena cidade de Imperial, no Nebraska, onde outro médico descartou indicações de que Colton estivesse sofrendo de apendicite.
Mal se passaram dois dias, Todd e Sonja Burpo tiveram de levar urgente seu filho inerte a outro centro médico, onde ele foi imediatamente conduzido à cirurgia. O cirurgião de Colton estima que o apêndice do menino havia se rompido cinco dias antes de ser diagnosticado de forma adequada.
Todd se lembra de pensar: “Como pais, estávamos nos sentindo muito mal. O que foi que fizemos de errado?”
Enquanto Colton estava na cirurgia, Todd e Sonja oravam em quartos separados. Eles achavam que seu filho estava morrendo e se culpavam.
Miraculosamente, depois de uma recuperação difícil e outra cirurgia, Colton sobreviveu. Mas seu testemunho está longe de terminar.
Havia coisas que Colton fez e coisas que ele disse depois da cirurgia que estavam fora do normal, mas nada disso fazia sentido até que passaram em frente do hospital quatro meses depois da cirurgia.
Seu pai perguntou para Colton, em tom de brincadeira, se ele queria voltar ao hospital.
A resposta de Colton? “Sabe, papai, os anjos cantaram para mim enquanto eu estava ali”, disse o menino.
Todd se lembra de olhar para o espelho e ver a face de seu filho totalmente séria, sem nenhum sorriso ou noção de que ele estivesse brincando em retribuição.
Todd olhou para sua esposa e perguntou: “Alguma vez conversamos sobre anjos com você antes?”
Colton afirma que enquanto estava na mesa de operação ele foi para o céu e que ele conheceu seu bisavô Pop. Colton diz que seu avô não se parecia com o homem na foto de sua casa, mas em vez disso parecia o homem na foto que havia sido enviada meses depois por sua avó, um jovem sem óculos.
Mas talvez a parte mais chocante do testemunho de Colton seja o bebê sobre o qual ele nunca soube.
Um dia enquanto Colton estava brincando ele foi até sua mãe, e do nada perguntou: “Mamãe, tenho duas irmãs. Você teve um bebê que morreu na sua barriga, não é?”
Sonja ficou chocada e de boca aberta com o que seu menininho havia acabado de dizer. Quando ela lhe perguntou quem havia contado para ele, ele disse: “Ela mesma me disse, mamãe. Ela disse que morreu na sua barriga”.
Todd e Sonja nunca haviam dito para seu filho acerca do aborto espontâneo que Sonja tivera antes de Colton nascer. Afinal, esse era um assunto que estava muito além da capacidade de compreensão de um menino de quatro anos.
Colton também disse para sua mãe que ela era uma menina e “parecia conhecida e começou a me dar abraços e ela estava feliz de ter alguém da família dela lá em cima”.
Com o tempo as visões dele se tornaram mais fáceis de acreditar. Ele descreveu Jesus, e até falou sobre o Armagedom e como Deus lhe disse que seu pai lutaria nesta batalha final. Embora Todd fosse pastor, ele diz que nunca conversou detalhes dessa natureza com seu filho, que nem estava ainda em idade escolar.
Depois de anos de estórias e novos detalhes, os amigos de Todd e membros de sua igreja começaram a pedir-lhe que registrasse suas estórias. Eles incentivaram Todd a escrever um livro, que não era algo que ele quisesse fazer ou tivesse alguma ideia de como fazer.
Ele se lembra de orar sobre o assunto, e disse que só o faria se a oportunidade lhe fosse muito favorável. Não muito tempo depois de sua oração, uma editora ligou para ele.
Agora as estórias do céu contadas por Colton estão documentadas num livro intitulado “Heaven is for Real” (O Céu É Real).
Foram impressos 500.000 exemplares do livro e já se fala em fazer um filme. Sonja diz que é muito para sua família de cidade pequena, mas eles estão vendo sua história fazer uma diferença em muitas vidas. 
Quanto a Colton, ele tem agora 11 anos de idade e adora cantar, praticar esportes e tocar trompete. Seu pai diz que sua experiência no céu não mudou seu filho, mas pelo fato de que Colton era tão novo quando tudo aconteceu definiu sua vida.
Quando lhe perguntam o motivo por que ele pensa que seu filho e sua família tiveram essa experiência, Todd diz: “Não sei a razão por que Deus nos escolheu. Se tivéssemos uma chance de votar quando vimos nosso filho sofrendo e a ponto de morrer, nós teríamos votado “não”. Não queríamos aquilo. Somos apenas pessoas normais para quem Deus fez um milagre”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Fox31.com
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Veja também artigo de WND sobre o mesmo assunto, com links no final que contêm material importante sobre esse assunto.
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