29 de dezembro de 2011

Uganda: muçulmanos demonstram a natureza pacífica da sua ideologia atirando ácido no rosto de pastor evangélico

Uganda: muçulmanos demonstram a natureza pacífica da sua ideologia atirando ácido no rosto de pastor evangélico

Líderes cristãos de Uganda condenaram um ataque muçulmano contra um pastor local. O pastor, que teve ácido atirado no rosto à véspera do Natal, ficou com o olho direito cego e um dos lado do rosto desfigurado.
Suspeita-se que o ataque ao Pr. Umar Mulinde da Igreja Vida do Evangelho em Kampala, Uganda, deva-se ao fato de que ele se converteu do islamismo para o Cristianismo. Segundo a New Vision, não só o pai de Mulinde foi líder islâmico, como ele também vem de uma rígida família muçulmana. O pastor era um sheik antes de abraçar o Cristianismo — decisão que gerou muita comoção na sua comunidade.
O ataque ocorreu por volta das 21h na véspera do Natal, e logo após, o pastor foi levado de emergência para o International Hospital Kampala pelos membros da igreja.
O estado do pastor, porém, estabilizou-se o suficiente para ele poder compartilhar detalhes do ocorrido:
Fui atacado por um homem que alegou ser cristão. Ele chamou-me em voz alta dizendo “pastor, pastor!” Quando me virei, ele despejou ácido em cima do mim, queimando-me parte do rosto. À medida que eu me afastava do atacante, outro homem atirou-me líquido nas costas e fugiu gritando “Allah Akbar” (Alá é grande).
O pastor revelou que já por algum tempo recebia ameaças, mas que nunca as levou a sério — até agora.
Divulgação: www.juliosevero.com

7 comentários :

Luciano de Paula Lourenço disse...

Este é o único perfil do islã: meramente satânico. A Bíblia diz que “o diabo veio para matar roubar e destruir"(João 10:10), o Islã é a sua marca registrada, criado por satanás exclusivamente para fazer o mal. Um prova contundente que o deus do islã é diametralmente diferente do Deus criador dos Céus e da Terra, que é o nosso Deus Verdadeiro.
Maldito seja o islamismo, cujos seguidores são covardes, que abusam de inocentes crianças, definham o caráter e a personalidade das indefesas mulheres e pessoas de bens.

Anônimo disse...

É revoltante esses fanáticos muçulmanos usarem o santo nome de Deus ao perpetrarem esse atos abomináveis!

"Fui atacado por um homem que alegou ser cristão. Ele chamou-me em voz alta dizendo “pastor, pastor!” Quando me virei, ele despejou ácido em cima do mim, queimando-me parte do rosto. À medida que eu me afastava do atacante, outro homem atirou-me líquido nas costas e fugiu gritando “Allah Akbar” (Alá é grande)."
A 12 de setembro de 2006, Bento XVI falou sobre como é inaceitável tentar impor a fé por meios violentos. Na verdade, a fé pode apenas ser oferecida. A pessoa é livre para aceitar ou não a fé. Jesus Cristo sempre convidada os seus interlocutores a fazer atos de fé. Nunca obrigou ninguém a nada. Certa vez, os discípulos queriam fazer descer fogo do céu para castigar uma cidade que não recebeu Cristo, quando a caminho de Jerusalém, mas Cristo não aceitou a proposta dos discípulos e eles seguiram adiante. Abaixo o trecho do discurso de Bento XVI:

No sétimo colóquio (διάλεξις – controvérsia) publicado pelo Prof. Khoury, o imperador aborda o tema da jihād, da guerra santa. O imperador sabia seguramente que, na sura 2, 256, lê-se: «Nenhuma coacção nas coisas de fé». Esta é provavelmente uma das suras do período inicial – segundo uma parte dos peritos – quando o próprio Maomé se encontrava ainda sem poder e ameaçado. Naturalmente, sobre a guerra santa, o imperador conhecia também as disposições que se foram desenvolvendo posteriormente e se fixaram no Alcorão. Sem se deter em pormenores como a diferença de tratamento entre os que possuem o «Livro» e os «incrédulos», ele, de modo surpreendentemente brusco – tão brusco que para nós é inaceitável –, dirige-se ao seu interlocutor simplesmente com a pergunta central sobre a relação entre religião e violência em geral, dizendo: «Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava».[3] O imperador, depois de se ter pronunciado de modo tão ríspido, passa a explicar minuciosamente os motivos pelos quais não é razoável a difusão da fé mediante a violência. Esta está em contraste com a natureza de Deus e a natureza da alma. Diz ele: «Deus não se compraz com o sangue; não agir segundo a razão – «σὺν λόγω» – é contrário à natureza de Deus. A fé é fruto da alma, não do corpo. Por conseguinte, quem desejar conduzir alguém à fé tem necessidade da capacidade de falar bem e de raciocinar correctamente, e não da violência nem da ameaça... Para convencer uma alma racional não é necessário dispor do próprio braço, nem de instrumentos para ferir ou de qualquer outro meio com que se possa ameaçar de morte uma pessoa...».[4]

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/speeches/2006/september/documents/hf_ben-xvi_spe_20060912_university-regensburg_po.html

ALEX ANTUNES

Anônimo disse...

Algumas palavras de São Tomás de Aquino sobre a natureza "selvagem e violenta" do islamismo.

Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino:

“Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. ....
“Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas. Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. ....
“Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei.
“Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele; ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos.
“Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”.
“Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6.

Fonte: http://gloriadaidademedia.blogspot.com

Anônimo disse...

Por começar que satanás (Supostamente o anjo Gabriel) trouxe outra revelação pro analfabeto Maomé, o deus do Islã Allah (deusa lua da fertilidade) se tornou o deus daquela revelação satânica que o porco Maomé trouxe para pregar por aí, a fio da espada. desde então o Islã prega aniquilação dos Judeus, e erradicação do Cristãos, do qual eles negam ser o Jesus o Filho de Deus, e o próprio Deus, alegando apenas salvação pelas obras, obras tais que são feitas em derramamento de sangue estupro assassinato e por aí vai

O deus que aceita o sacrifício humano em pró de sua causa, o deus allah (deusa lua da fertilidade) é nada mais nada menos do que satanás, o inimigo de Deus, aquele que nesse fim dos tempos, ira reger as nações árabes para a aniquilação total, por no final, se juntar contra nação de Israel

Ronie Peterson

Frau disse...

Agora pergunte se saiu alguma noticia nos jornais? Claro que nao, mais um cristao atacado por muculmanos nao é noticia importante. Se fosse o contrário a corja verde, puxa saco e comunista estaria gritando por justica.
Esta na hora do mundo cristao sair do seu "conforto" para lutar por seus irmaos em perigo.

Ten NoKatsu Dojo disse...

Basta ouvir ex-muçulmanos convertidos ao Evangelho para saber o que realmente é ensinado no Islã.

Anônimo disse...

Imagens podem ser vistas aqui:

http://www.newvision.co.ug/news/315086-Suspect-in-Pastor-Mulinde-acid-attack-arrested.html