18 de dezembro de 2011

Sob Obama, EUA importarão gays

Sob Obama, EUA importarão gays

William J. Murray
Em 6 de dezembro, numa conferência em Genebra que teve o comparecimento de diplomatas do mundo inteiro, a secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton comparou a luta pela “igualdade gay” à aprovação de leis de direitos para as mulheres e igualdade racial. Ela disse que as “tradições” culturais ou religiosas não são uma desculpa para discriminação contra homossexuais. “Direitos gays são direitos humanos, e direitos humanos são direitos gays”, disse ela.
“Ser gay jamais deveria ser crime”, Clinton declarou e concluiu que “Os gays nascem e pertencem a todas as sociedades do mundo”.
Ao mesmo tempo, em Washington, D.C., o presidente Obama estava ordenando que todos os órgãos dos EUA que operam no exterior, inclusive o Departamento de Estado e a Agência de Desenvolvimento Internacional, usem a assistência externa para ajudar gays e lésbicas que estão enfrentando violações dos direitos humanos. Ele ordenou que os órgãos dos EUA “protejam” vulneráveis gays e lésbicas que são refugiados e buscam asilo. Numa declaração dada com o memorando, Obama disse: “A luta para acabar com a discriminação contra lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros é um desafio mundial e parte fundamental do compromisso dos Estados Unidos para promover direitos humanos”.
Na verdade, o que o presidente Obama fez foi ordenar que as embaixadas, consulados e agências dos EUA importem homossexuais do mundo inteiro que estão sob ameaça. Portanto, qualquer indivíduo que entrar numa embaixada americana em qualquer lugar do mundo onde as atividades homossexuais, inclusive o “casamento gay”, são ilegais e afirmar ser homossexual será colocado na frente da fila para emigrar para os Estados Unidos.
Estranhamente, Obama já havia colocado os refugiados muçulmanos na frente da fila. Os cristãos nos países muçulmanos sabem muito bem que não têm chance de nem mesmo serem considerados para receber condição de imigrante para entrar nos Estados Unidos, mesmo quando já têm parentes nos EUA. Mas o governo de Obama está importando centenas de milhares de “refugiados” muçulmanos, estabelecendo-os nas regiões mais evangélicas dos EUA a fim de deteriorar o chamado Cinturão Bíblico, uma região tradicionalmente inimiga do partido esquerdista de Obama. Os refugiados muçulmanos e os homossexuais têm agora posição especial para imigrar para os Estados Unidos.
Tradução e adaptação: www.juliosevero.com
Fonte: WND

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