23 de novembro de 2011

Sexo seguro diplomático: Nada de asilo americano para gay saudita

Sexo seguro diplomático: Nada de asilo americano para gay saudita

Julio Severo
O governo de Obama rejeitou pedido de asilo de um homossexual da Arábia Saudita.
Numa reportagem, o jornal Jerusalem Post disse que Ali Ahmad Asseri “argumentou que se fosse fosse devolvido ao Reino da Arábia Saudita ele enfrentaria execução porque a forma radical de islamismo do país ordena a pena de morte para relações de mesmo sexo”.
De acordo com a imprensa, o governo de Obama negou o asilo para “evitar atrapalhar as relações dos EUA com a Arábia Saudita”. Perturbar marimbondos é menos perigoso do que perturbar uma nação muçulmana!
Não é o governo de Obama o mais radicalmente pró-sodomia da história dos EUA e do mundo? O governo americano sob este presidente pró-islâmico não fez o compromisso de lutar contra a “homofobia” onde quer que e sempre que aparecer?
Conceder asilo para Asseri mostraria ao mundo islâmico a seriedade do governo de Obama acerca de suas políticas mundiais que igualam a sodomia aos direitos humanos.
Ao contrário de muitos que buscam asilo, Asseri não mentiu: a Arábia Saudita realmente executa homossexuais. Pobre Asseri! Dizer a verdade não o ajudou.
Em contraste, o homossexual brasileiro Augusto Pereira de Souza, de 27 anos, não enfrentou nenhuma dificuldade semelhante para receber uma concessão de asilo por parte do governo de Obama. Suficiente lhe foi alegar que “o Brasil é um dos países mais violentos contra os homossexuais”. A única coisa que lhe foi necessária para obter asilo foi a falsidade.
Apesar das acusações de Pereira contra o Brasil como uma ameaça aos gays, Asseri poderia com toda a liberdade e segurança viver no Brasil. Aliás, suas aflições para obter asilo nos EUA estão sendo relatadas por um jornalista e blogueiro saudita-americano que vive no Brasil, o país “homofóbico”. Na Arábia Saudita, Asseri e o jornalista que o está defendendo seriam tratados de forma muito diferente do que o governo e a sociedade do Brasil os tratariam.
Por outro lado, Souza tem a liberdade de criticar e entrar no Brasil. Assim como nos EUA, no Brasil os meios de comunicação e os órgãos governamentais são descaradamente pró-sodomia e criticas aos cristãos e à sua “homofobia” são generalizadas e muitíssimo bem-vindas — contanto que tais críticas sejam dirigidas exclusivamente aos cristãos, jamais aos muçulmanos. O que Souza não pode fazer é criticar nem entrar na Arábia Saudita. Entrar ali significaria o fim de sua existência terrena. Pelo menos, o faria mudar de ideia sobre o “Brasil como um dos países mais violentos contra os homossexuais”.
Se a Arábia Saudita fosse tão cristã quanto Uganda, seria mais fácil para os EUA os acusarem de “homofobia” e concederem asilo ao gay saudita. Os cristãos são sempre alvos fáceis de acusações desonestas. Mas os EUA não podem se dar ao luxo de dar tratamento semelhante para a Arábia Saudita, que é tão radicalmente contra a sodomia quanto os EUA são a favor dela.
Stuart Appelbaum, um proeminente ativista gay de Nova Iorque, disse que se o governo de Obama se recusar a conceder asilo a Ali Ahmad Asseri por medo da reação da Arábia Saudita, então os EUA se tornarão cúmplices da morte dele. “É exatamente por causa do modo como Ahmad poderá ser tratado em sua volta para seu país homofóbico e brutal que os Estados Unidos deveriam lhe conceder asilo”, disse ele.
No que se refere à Arábia Saudita e sua lei islâmica, o governo de Obama nunca sacrificará seus interesses econômicos com as nações muçulmanas para defender a sodomia como um direito humano. É por isso que o governo de Obama acha mais seguro conceder asilo a um homossexual mentiroso do Brasil do que a um homossexual saudita que disse a verdade. Entre defender um ato sexual pervertido e não ofender aliados muçulmanos, não ofender é sexo seguro diplomático prioritário para um governo americano que tem o compromisso radical de proteger a sodomia.
Quando a homossexualidade atinge suas relações internacionais com as nações muçulmanas, o compromisso do governo americano é não ofender seus aliados muçulmanos que executam gays.
Versão em inglês deste artigo: Diplomatic safe sex: No US asylum to Saudi gay

6 comentários :

Anônimo disse...

Onde estão os tão raivozos gayzistas, heim! Onde está Luiz Motti e sua trupp plumas e paêtês para atacarem Obama por essa decisão?! E quanto aos grupos gayzistas por lá? É so blá, blá, blá?!

Obama, gayzistas, feministas e socialistas, mostrem suas caras deslavada.

Anônimo disse...

Júlio: "matou a cobra e mostrou o pau", como diz o ditado popular...no output OBAMA!

Paulo César Cândido

Anônimo disse...

É a prova de que, na verdade, não existe o tão propalado interesse em se defender os homossexuais. O real interesse de um governante marxista, como o Obama, é utilizar o homossexualismo, como também outras minorias histéricas e vitimistas, para perseguir o cristianismo. Nada mais.

Felipe.

Anônimo disse...

O governo Obama não é pró Islã ou pró Homossexuais... Ele é simplesmente pró Obama... Como bom político populista que tem sua liderança baseada somente em carisma, mas que não tem nenhum valor real, Obama está do lado apenas de quem pode lhe trazer benefícios políticos... Se ajudar os gays trazem bons frutos eleitorais para esse canalha, ele vai ajudar... Se não, ele entregar o cara para virar carne moída...
Obama é um político sujo, e até suas idas ao banheiro são pensando em manter sua aparência e angariar votos... Não tem competência nem para ser lixeiro e é incapaz de tomar decisões contra a opinião pública... É praticamente um "clone político" do Lula...

Uma pena que a principal nação da terra tenha entregado seu governo a um político tão medíocre e desprovido de qualidades de um líder...

Jabesmar disse...

Como seria bom se os "Gays Honestos" *** se dessem conta que a maioria dos ativistas só os querem usar como massa de manobra. Ou seja, são defensores dos seus próprios interesses. estão mais interessados nas gordas verbas provenientes das fundações internacionais do que no real bem estar dos que dizem defender. A exemplo do Obama que só pensa no seu próprio umbigo político e nos interesse dos EUA, eles estão pouco se lixando para a COERÊNCIA entre o que falam e o que fazem. Fica a Dica! (*** aqueles que colocam a coerência acima de bandeiras ideológicas etc.)

Helio Bandeira disse...

Obama, um ser demoniaco.