9 de novembro de 2011

Nike, Microsoft e Google apoiam derrubada de Lei de Defesa do Casamento

Nike, Microsoft e Google apoiam derrubada de Lei de Defesa do Casamento

BOSTON, EUA, 7 de novembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Uma ação judicial que poderá anular a Lei de Defesa do Casamento (LDC) recebeu o apoio de grandes empresas americanas, que entraram com um depoimento se opondo a essa lei federal num tribunal federal nesta semana.
Um depoimento amicus curiae apresentado na quinta-feira passada no caso do Estado de Massachusetts versus Ministério da Saúde dos EUA (Department of Health and Human Services) argumenta que a LDC, que protege o casamento entre um homem e uma mulher na lei federal, impõe cargas paralisantes sobre os empregadores.
A Nike é apenas uma das dezenas de empresas americanas que estão se opondo à Lei de Defesa do Casamento.
Setenta empregadores estão representados na ação amicus curiae, inclusive Microsoft, Starbucks, Google, NIKE, Levi Strauss and Co., CBS, Aetna, Blue Cross Blue Shield of Mass., Time Warner Cable, Xerox, Zipcar e Stonyfield Farm. As cidades de Nova Iorque, Boston e Cambridge também estão representadas.
O documento acusa que a LDC causa “custos desnecessários e complexidade administrativa” para os empregadores localizados em estados em que o “casamento” de mesmo sexo é reconhecido pela lei.
Já que o “casamento” de mesmo sexo é reconhecido como legal em alguns estados, mas não é reconhecido pelo governo federal, os empregadores são obrigados a enfrentar uma complexa situação tributária para duplas homossexuais “casadas”, diz a ação.
A ação também se queixa de que a lei prejudica a disposição de ânimo no ambiente de trabalho e a capacidade de uma empresa recrutar empregados gays, fazendo com que a empresa se torne “a face” da “discriminação” governamental.
“Os empregadores são obrigados a tratar um empregado casado diferente do outro, quando os dois são casados, e cada casamento é igualmente legítimo diante da lei”, diz a ação. “O peso do regulamento da LDC é intensamente sentido por empresas que conduzem operações ou fazem negócios em jurisdições que autorizam ou reconhecem o casamento de mesmo sexo”.
A ação judicial de Massachusetts é um dos muitos desafios à lei federal pendentes em tribunais em todo o país. Contudo, a iniciativa de Massachusetts vem recebendo atenção nacional pelo fato de que é a primeira a alcançar o nível federal de recurso, e em seguida haveria um recurso ao Supremo Tribunal, conforme reportagem do jornal San Francisco Chronicle.
A lei pró-família está sob ataque por parte do governo federal também, pois o governo de Obama tem se recusado a defender a lei, argumentando a favor de sua derrubada.
Membros do Partido Democrático na Câmara dos Deputados e no Senado também tentaram derrubar a lei no Poder Legislativo, e alguns democratas também entraram com depoimentos amicus curiae no caso de Massachusetts.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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14 comentários :

Anônimo disse...

Alguém dúvida que a guerra santa já começou esse movimento anti- natural do homossexualsimo e suas vertentes contrária a Deus e a instituição do casamento constituído por DEUS VIVO do
HOMEM & MULHER e formação da família sendo ameaçada e coagida eles querem colocar uma mordaça e forçar a todos aceitá-los sem questioná-los e ir contra as suas práticas dizendo pra nós vcs não ter o direito de dar suas opiniões aff
MUITO DEMOCRÁTICO ISSO NÃO UMA MINORIA QUERENDO SUFOCAR A MAIORIA PARA NÉ. Ester Costa!!!!

Anônimo disse...

Boicotar Nike e Google não é difícil, mas e boicotar a Microsoft?

O irmão Julio tem algum palpite?

Anônimo disse...

Poxa é verdade, a Microsoft é complicado demais! a meus amigos não tem jeito, quando uma empresa que só pensa no lucro, e em atingir metas e fazer politicas pseudo sociais para atender aos valores podres perpetrados pelo direitos humanos, direitos de destruir tudo o que é natural e santo. não adianta não, até empresa de Iogurte da lugar essas representações para que o casamento do mesmo sexo seja legal, não porque o dono dessa empresas pensem ter uma divida moral (se é que apoiar isso é algo moral) com os cidadãos pervertidos LGBT e órgãos comedores de dinheiro ONGS para defesa da safadeza homossexual, muito pelo contrário, como no congresso e em alguns estados grupos esquerdistas e parasitas estatais fazem de tudo para receber apoio internacional $ para implementar, ou pressionar o Estado a levar essa politicas a frente

vamos ver no que vai dar abraço

Ronie Peterson

Julio Severo disse...

Gente, é muito difícil boicotar a Microsoft, cujo dono apoia descaradamente a sodomia e o assassinato de crianças inocentes por meio do aborto, mas os brasileiros estão fazendo algo que é muito semelhante a um boicote. Eles estão comprando versões piratas dos produtos da Microsoft. Durante muitos anos, onde quer que eu fosse no Brasil, raramente vi uma versão genuína do Windows. Por todo lado, as pessoas estavam usando versões piratas.

Anônimo disse...

Além da orientação do irmão Julio, sujiro o uso do seguinte provedor de busca e-mails e muito +:

www.yippy.com

E pra quê Nike com tantas outras boas marcas esportivos?

Abs

Anônimo disse...

Anônimo,

Não entendi as palavras do Júlio Severo como orientação para utilizarmos produtos piratas. Ele apenas afirmou, a título de informação, que a Microsoft já vem sofrendo um tipo de boicote pela pirataria. Com efeito, diante de Deus, acredito, a apologia a pirataria seria algo tão errado quanto as atitudes dessas empresas em apoiarem a imoralidade sexual.

Felipe.

Anônimo disse...

Amigo Júlio, quanto à sua observação: “Gente, é muito difícil boicotar a Microsoft “, já existe sim alternativas mais do que viáveis que substituem, em algumas vezes, até mesmo com larga vantagem, o sistema de Bill Gates, como o Linux por exemplo. Poderia sugerir aos amigos que experimentassem, por exemplo, o Ubuntu (sistema totalmente livre, gratuito e funcional), o Biglinux (excelente sistema operacional baseado no Ubuntu, adaptado às necessidades de usuários brasileiros), o Metamorphose Linux (excelente sistema também brasileiro em cuja customização inclui inclusive uma bíblia eletrônica), entre outros. É importante salientar que estes sistemas operacionais além de serem completamente funcionais às necessidades de usuários finais, vem em geral com uma série de programas pré instalados complementares adequados às necessidades do dia a dia, ou então podendo ser instalados à conveniência e gosto dos mesmos. Cito aqui alguns exemplos de programas compatíveis com o Linux: LibreOffice (suite de aplicativos de escritório compatível com Microsoft Office), TheGimp (programa profissional de edição e tratamento de imagens), SMplayer, Kaffeine,Toten (visualizador de filmes e vídeos), Amarok, Audacious, Rhythmbox (player de músicas), Mozilla Firefox, Opera, Chrome (navegadores Web), Thunderbird, Evolution (clientes de e-mail), AMSN (o mesmo que MSN), Audacity (edição de àudio), Cinelerra, Kdenlive (edição de vídeo), Inkscape (desenho vetorial), Blender, Wings 3D, Misfit, Qcad (projetos de engenharia) Rosegarden (editor de partituras), além de outros milhares de excelentes programas. E o mais importante, tudo legalmente livre e gratuito. Bem, deixo aí minha singela sugestão. Um excelente dia a todos.

Magno

Julio Severo disse...

Conversei certa vez com um técnico que usa o Linux desde que saiu, mas ele me confessou que no final o Linux sai muito mais caro, pois não tem todas as vantagens que tem o Windows. O Linux, assim, é barato e, como diz o ditado, o barato sempre sai caro.

Anônimo disse...

No tocante à sua observação: “Conversei certa vez com um técnico que usa o Linux desde que saiu, mas ele me confessou que no final o Linux sai muito mais caro, pois não tem todas as vantagens que tem o Windows. “, Bem amigo, depende muito do tipo de aplicabilidade do sistema na prática. Por exemplo: Uma empresa que decidisse implantar o Linux em sua estrutura teria que além do custo de licenciamento (em geral plenamente gratuito no caso do Linux) se importar também com o suporte técnico, pois aí sim o custo poderia ser maior, uma vez que técnicos com conhecimento de Linux, assim como de outros sistemas menos conhecidos pelo público como QNX, BSD, SOLARIS e até mesmo o MacOs, são em bem menos número do que os técnicos especialistas em sistema Windows. Neste ponto vale a lei de oferta e procura, ou seja, se o profissional é mais raro, também será mais valorizado e caro no mercado, mas isso é para o setor corporativo. Para o usuário final as distribuições Linux são, hoje em geral, bem fáceis e amigáveis, inclusive na instalação e customização, além de terem como suporte diversos fóruns e artigos espalhados na rede sobre como configurar e usar o sistema. Um erro muito frequente que se vê por aí é o de pessoas que tiveram uma ou outra dificuldade com o sistema Linux, principalmente na época em que era preciso usar modo texto para quase tudo, geralmente lá pela década de noventa, e hoje ainda pensam que Linux é coisa só para nerds com inteligência superdotada. (mas bem antes do Windows usava-se modo texto também. Lembra-se do DOS?) Outro aspecto importante a ser considerado é quanto ao tipo de uso e aplicações que irão ser utilizadas no computador. Por exemplo: Se o seu objetivo for usar o seu computador para jogos de última geração, o Linux não é o sistema mais indicado. Se o objetivo for o de usar programas com Autocad ou outros que funcionam apenas em sistema Windows, o Linux também não é indicado. Existe até a possibilidade de rodar programas de plataforma Windows no linux através de máquinas virtuais como o virtualbox ou até mesmo diretamente no ambiente gráfico do Linux mediante programas como o Wine, mas a performance pode deixar a desejar em alguns casos. Outro cuidado importante é quanto à compra de componentes do computador evitando aqueles que somente possuem assinatura proprietária de um determinado sistema operacional. Agora, se o seu caso não é o de nenhum desses específicos, o Linux está plenamente pronto para você e além de super amigável. Basear-se em apenas um conselho negativo não seria muito bom neste sentido, pois como diria o mestre Olavo de Carvalho: Pesquise, estude, e nunca se dê por satisfeito em obter conhecimento. Aí sim você poderá tecer conclusões com maior segurança. O que eu, particularmente, aconselharia a você Júlio, se for de seu interesse, seria ir começando a usar o Linux em caráter experimental, você pode baixá-lo gratuitamente e procurar usá-lo, acostumando-se naturalmente ao sistema, simplesmente usando-o como se estivesse começando a usar o Windows (afinal de contas nós não nascemos sabendo usar Windows, não é mesmo?) Existem basicamente três ambientes gráficos: o Gnome, o Kde (utilizado no BigLinux e no MetamorPhose) e o Unity (utilizado no Ubuntu), basta testar e ver qual é o de sua preferência. Você pode instalar o Linux em um HD, instalar em uma partição do HD, ou até mesmo usá-lo sem instalar no HD, bastando rodá-lo pelo CD-DVD ou mesmo por um Pendrive.

Estou enviando alguns links dos relacionados aos programas que mencionei:

(Ubuntu)
http://www.ubuntu-br.org/

(Metamorphose Linux)
http://metamorphoselinux.net/

(Biglinux)
http://www.biglinux.com.br/

(LibreOffice Brasil)
http://broffice.org/

Um forte abraço e que o Senhor te abençoe abundantemente.
Magno

Anônimo disse...

Linux é complicado e não é bom para desktop. O Linux é do jeito que "eles" querem ( e não como nós queremos ). Você acha que vai surgir um sistema operacional de graça, que vai derrubar o windows ( hahaha ) ?

carloshenrique disse...

Já que o Sr. Anônimo, cujo nome não sei, falou que o Linux é complicado, pergunto para o dito:
1. Já usou linux alguma vez na vida para dizer que é complicado?
2. Quando foi a última vez que usou Linux para dizer que é complicado?
3. Sabe o que é distribuição ou idstro?
4. Que distribuição já usou? Cite-as e cite às versões e o ano em que às usou.

Responde-me estas quatro perguntas anônimo.
E quanto a mim uso Linux desde 20 de julho desse presente ano, e não vejo nada de complicado. Atualmente estou a utilizar a versão 11.10 do Ubuntu. E, não somente eu uso aqui em casa, assim como meu pai e como o meu irmão que quando aqui vem usa o linux, e não há complicação alguma. Fácil de instalar programas e de utilização. Se quero algum programa vou simplesmente na central de Programas do Ubuntu, escolho o programa, clico em instalar, e só digito a senha, e o programa é automaticamente baixado e instalado sem eu precisar de fazer mais nada.
E recomendo a leitura do seguinte texto: http://www.fuctura.com.br/2010/09/ubunteiros-%E2%80%94-uns-nativos-outros-egressos-do-windows/

Anônimo disse...

Ao Sr. Anônimo que disse:

“Linux é complicado e não é bom para desktop”

Esta colocação demostra o pensamento típico do qual mencionei anteriormente, segundo o qual muitos acham que Linux é coisa só para nerds. Ora, o Linux, assim como todo sistema operacional que existe, teve um momento em seu ciclo de desenvolvimento em que os procedimentos quanto ao uso e configuração eram de fato bastante complicados. Quase tudo era feito em modo texto através de comandos que exigiam um conhecimento médio a avançado do usuário. Mas engana-se que esta situação foi uma característica apenas do Linux. Aqueles que conheceram o Windows ou o MacOs em suas versões mais antigas, também passaram por muitos perrengues neste sentido. Aos que são um pouco mais velhos, sabe-se que, por exemplo, antigamente tínhamos que aprender o MsDos (sistema operacional da Microsoft operado através de modo texto) e o Basic (linguagem de programação) para se operar um computador. Em sua fase atual, como bem ressaltou nosso amigo Carlos Henrique, o Linux não tem praticamente nada de complicado, podendo ser utilizado com extrema facilidade até por crianças. Agora, é lógico que o Linux possui distribuições que são voltadas para o setor corporativo e aplicações de cunho mais técnico, como o de servidores e banco de dados, mas também o Windows o possui como na versão Server e .Net voltadas para servidores e desenvolvimento onde procedimentos mais complicados, inclusive a intervenção em modo texto é muitas vezes necessária. E é por esse motivo que indiquei distribuições voltadas para usuários finais, que são tão fáceis, a ponto de serem simplesmente utilizadas por qualquer pessoa com um conhecimento mínimo.

“O Linux é do jeito que "eles" querem ( e não como nós queremos ). “

Muito pelo contrário. Sistemas como Windows e MacOS é que são do jeito que “eles” querem, e não do jeito que nós queremos. Por exemplo, o Windows e MacOS tem seus os códigos fontes fechados, elaborados e auditáveis apenas por seus fabricantes. No caso do Linux, assim como de outros softwares livres, o código fonte é aberto à comunidade de desenvolvedores livres, sendo portanto plenamente acessível e auditável por usuários mais avançados do sistema, isso significa maior liberdade e segurança no que concerne ao uso mais consciente do sistema, pois ao utilizar um programa de código fechado, os usuários não tem a possibilidade de saber, por exemplo, se determinado software possui em seu código fonte, linhas de código escondidas que poderiam, por exemplo, monitorar ou enviar dados de navegação do usuário a órgãos governamentais ou empresas, ou ainda códigos maliciosos como spyware ou outros “presentinhos” virtuais inconvenientes. Seria mais ou menos como o consumidor saber que tipo de substância compõe um alimento que adquire, ao invés de comer qualquer alimento apenas porque tem gosto bom, tem um bonito rótulo e uma bela propaganda. Portanto deve-se salientar que no caso do Linux, que é de código aberto, o usuário tem uma consciência muito maior do que está usando, diferente de outros sistemas de código fechado os quais o usuário tem que acreditar em sua confiabilidade apenas baseado na palavra do fabricante.

(continua)

Anônimo disse...

(continuando comentário anterior)

“Você acha que vai surgir um sistema operacional de graça, que vai derrubar o windows ( hahaha )?”

Essa colocação não tem relevância, pois não temos a pretensão de derrubar a Microsoft nem empresa alguma de informática, (se bem que o Windows até poderiam derrubar, bastando os velhos vírus para isso. Rsrs..., ) mas pelo contrário, na verdade é que o Linux, assim como o MacOs, o Solaris e outros sistemas operacionais, como demostrado, se mostram, cada vez mais, como alternativas válidas ao mercado informático. E graças a Deus que existem essa alternativas, e de fato torcemos para que elas cresçam cada vez mais e tenham um bom lugar no mercado, ou então teremos sempre o monopólio de uma empresa neste setor, e monopólio corporativo é tanto ou mais perverso que comunismo, pois a sanha de poder totalitário existe na medida em que o poder exageradamente concentrado nas mãos de homens ou empresas sempre torna-se um poder perverso refletindo a ambição pecaminosa presente no coração humano. Poder absoluto, meu querido, só é bom, perfeito e agradável nas mãos de Deus e de ninguém mais.

Na graça do Senhor Jesus,
Magno

Altamir Gomes disse...

Aproveitando para apontar um erro no comentário de Júlio Severo, se me permite. O Linux é fruto do trabalho voluntário de diversas pessoas espalhadas pelo mundo.

O trabalho do médico Albert Schweitzer, assim como o dos colaboradores do Linux, era voluntário. O Dr. Schweitzer prestava um serviço voluntário e de qualidade a seus pacientes.

Um trabalho voluntário jamais sai "barato", uma vez que custa o suor e o sacrifício de pessoas. No caso do Linux, o trabalho é redobrado pelo fato de que assim como em todos os outros lugares, há espiões, governos, organizações comunistas e outros tentando infiltrar-se e a seus objetivos escusos nas fontes* do Linux incessantemente.

Observe que é muito mais fácil para esses comunistas e os demais infiltrarem grandes empresas privadas, vide as organizações Ford e Rockefeller, governos e a seus sistemas do que a um sistema aberto como o Linux, uma vez que as grandes empresas não compartilham e nem justificam as fontes do que produzem, mantendo-as em segredo e os governos empilham arquivos secretos aos quais quase ninguém terá acesso. O Linux disponibiliza suas fontes para que todos confiram sua legitimidade.

*fontes, em computação, são as listas de comandos a serem executados pela máquina escritas por um programador

Att,