27 de novembro de 2011

The New York Times, um dos maiores jornais esquerdistas dos EUA, fala sobre Silas Malafaia

The New York Times, um dos maiores jornais esquerdistas dos EUA, fala sobre Silas Malafaia

Comentário de Julio Severo: Não gostei do tom debochador que o jornal esquerdista americano usou para falar de Malafaia, mas a mentalidade esquerdista é estreita e os impede de ver a realidade como ela é. O jornal erroneamente compara Malafaia a Pat Robertson, um conservador em outros tempos tão sólido que sugeriu que Hugo Chavez, o amigo de Dilma Rousseff e Lula, deveria ser morto. Embora Malafaia tenha, sobre o aborto e a agenda gay, a mesma posição dos verdadeiros conservadores, suas inclinações políticas o distanciam do conservadorismo legítimo, e tal fato foi reconhecido na própria entrevista em que ele confessou ter votado em Lula duas vezes e não ter nada pessoalmente contra Rousseff. Se ela não apoiasse o aborto e o homossexualismo, estaria tudo ok? É evidente que não. Além de um passado terrorista, ela não abre mão de sua ideologia socialista e de ligações com Hugo Chavez e Fidel Castro. Esse aspecto socialista repugnante não parece incomodar Malafaia. Eu continuarei, como escritor e blogueiro, apoiando Malafaia quando ele ataca a radical agenda do aborto e do homossexualismo. Mas nunca poderei seguir suas desastrosas inclinações políticas. Afinal, se ele abomina tanto o aborto e o homossexualismo, por que apoiou publicamente os políticos mais abortistas e homossexualistas da história do Brasil? É uma pena que ele não tenha a metade das convicções políticas de Michele Bachmann, a candidata à presidência dos EUA que verdadeiramente é pentecostal e conservadora.
Eis a entrevista completa:
Silas Malafaia: “Deus me chamou para ser pastor, e não vou trocar isso por um cargo político.”

Líder evangélico ergue-se nas guerras culturais do Brasil

Simon Romero
Os livros de Silas Malafaia, que vendem aos milhões no Brasil, têm títulos como “Como Derrotar as Estratégias de Satanás” e “Lições de um Vencedor”. O jatinho particular Gulfstream em que ele voa tem “A Serviço de Deus”, em inglês, inscrito na lataria.
Como evangelista de televisão, o Sr. Malafaia alcança espectadores em dezenas de países, incluindo os Estados Unidos, onde Daystar e Trinity Broadcasting Network transmitem suas pregações dubladas. Em mais de 30 anos de atuação, o Sr. Malafaia, 53, reuniu igrejas e prósperas empresas em torno de sua pregação pentecostal.
Ainda assim, ele poderia ter atraído pouca atenção fora de seus próprios seguidores se ele não tivesse entrado na versão brasileira das guerras “culturais”. Afinal, o Brasil tem líderes evangélicos que comandam impérios maiores, como Edir Macedo, cuja Igreja Universal do Reino de Deus controla a Rede Record, uma das maiores redes de televisão do Brasil. Outros, como Romildo Ribeiro Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus, são conhecidos por maior zelo missionário.
Mas é o Sr. Malafaia que recentemente atraiu a maior atenção, ao atacar verbalmente, de forma incisiva, uma ampla variedade de inimigos, incluindo os líderes do movimento de direitos homossexuais, os defensores do direito ao aborto e também apoiadores da descriminalização da maconha no Brasil.
Foto do New York Times: Silas Malafaia dá entrevista no quintal de um hotel antes de um evento
“Eu sou o inimigo público nº 1 do movimento gay no Brasil,” O Sr. Malafaia disse em uma entrevista neste mês aqui em Fortaleza, uma cidade no Nordeste do Brasil, onde ele chegou para dirigir um de seus eventos que ele descreve como “cruzada”, num episódio misturando Bíblia e música em frente de um público de aproximadamente 200.000 pessoas. Lágrimas escorriam pelos rostos de alguns dos participantes comovidos, enquanto outros dançavam conforme a atuação que serviu para a abertura que ele fez.
Antes de subir ao púlpito, ele descreveu como ele se tornou cobiçado em programas de entrevista da televisão como a parte do programa que discute, como numa disputa de boxe, contra líderes gays. Mas isso é apenas uma pequena parte de seu repertório, e a televisão é apenas um dos muitos meios de comunicação à disposição do Sr. Malafaia. No Twitter, ele tem quase 250 mil seguidores, e em vídeos distribuídos no YouTube, ele não só desce o chicote em inimigos liberais, mas também em jornalistas e líderes evangélicos rivais.
O que não é de surpreender é que sua proeminência crescente fez dele uma fonte de admiração e desconforto. Ele mobilizou milhares de pessoas para se manifestar na capital, Brasília, neste ano, contra um projeto de lei que visa ampliar legislação anti-discriminação para incluir a orientação sexual.
“Ele é como Pat Robertson, no sentido de ser um pioneiro ao mover a direita evangélica do Brasil para a esfera política nacional”, disse Andrew Chesnut, especialista em religiões latino-americanas da Universidade Commonwealth da Virginia, comparando o Sr. Malafaia ao evangelista conservador da televisão americana.
A elite do Brasil está tentando entender a ascensão de uma figura tão polarizadora, e como ele poderá influenciar a política da nação. Piauí, uma revista que é o equivalente tosco da revista The New Yorker nos Estados Unidos, publicou um longo artigo neste ano sobre como o Sr. Malafaia se ergueu da obscuridade no Rio de Janeiro, onde ele cresceu numa família militar, para o poder que ele agora ostenta.
Além do Sr. Malafaia, a ampla expansão de religiões evangélicas, especialmente o pentecostalismo, nas últimas décadas está alterando a política do Brasil. (Embora o pentecostalismo varie muito, os seus princípios no Brasil incluem a cura pela fé, profecia e exorcismo.) Líderes em Brasília são agora forçados a consultar-se sobre uma série de questões com uma bancada evangélica de legisladores com influência sólida.
Estima-se que de cada quatro brasileiros, um faça parte de igrejas evangélicas, e pentecostais como o Sr. Malafaia estão na vanguarda desse crescimento. Numa notável transformação religiosa, estudiosos dizem que embora o Brasil ainda tenha o maior número de católicos romanos no mundo, o Brasil está agora também competindo com os Estados Unidos ao ter uma das maiores populações pentecostais.
Nem todo mundo no Brasil está entusiasmado com essa mudança.
Num artigo de novembro, o jornalista Eliane Brum escreveu sobre a intolerância para com os ateus que tem sido demonstrada no Brasil por alguns adeptos de religiões de pessoas que “nasceram de novo”, descrevendo o que ela chamou de “disputa cada vez mais agressiva para as cotas de mercado” entre as grandes igrejas.
Nesse artigo, a Sra. Brum desencadeou uma onda de reações de pentecostais. E as palavras do Sr. Malafaia estavam entre as mais cáusticas
Durante a entrevista aqui, ele chamou a Sra. Brum de “vagabunda”, e repetiu sua afirmação de que “os ateus comunistas” na antiga União Soviética, Camboja e Vietnã foram responsáveis por mais mortes do que "qualquer guerra produzida por questões religiosas.”
Quer por intenção ou falta de opção, a linguagem agressiva dele tem frequentemente se tornado um espetáculo. Em novembro, reportagem da revista Época disse que o Sr. Malafaia, durante comentários acalorados sobre a possiblidade de adotar medidas legais contra Toni Reis, um proeminente defensor dos direitos homossexuais, disse que ele “fornicaria” Reis.
O Sr. Malafaia apresentou uma explicação de que ele tinha realmente dito que iria “funicar” o Sr. Reis. Embora os pesquisadores não tivessem conseguido encontrar a palavra do Sr. Malafaia em dicionários de referência, ele disse que era uma gíria que em termos gerais se traduzia como “repreender vigorosamente”.
A visibilidade que o Sr. Malafaia alcança com tais episódios está alimentando questionamentos sobre suas ambições políticas. Ele disse que não tinha vontade alguma de se candidatar a cargos políticos, pois isso poderia colocá-lo em obrigações com um partido político específico, limitando assim a visibilidade mais ampla que ele tem agora.
“Deus me chamou para ser pastor”, disse ele, “e não vou trocar isso por um cargo político.”
Mas a influência política é outra questão. O Sr. Malafaia disse que votou duas vezes no ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e durante anos teve acesso aos corredores do poder de Brasília. Mas ele também contou um fato curioso sobre a sucessora de Lula, a presidente Dilma Rousseff, que sugere como figuras evangélicas estão se tornando importantes nas eleições nacionais.
Ele disse que ela falou com ele por telefone por 15 minutos durante a campanha presidencial do ano passado, tentando atrair o seu apoio. Mas ele disse que recusou por causa de diferenças ideológicas com aspectos do governo do Partido dos Trabalhadores do Sr. Lula, um ex-líder sindical, e da Sra. Rousseff, ex-agente de um grupo de guerrilha urbana.
“Eu disse a ela: ‘Não tenho nada pessoal contra você. Eu acho você uma mulher inteligente e qualificada’”, disse ele. “Mas como posso votar em você se eu passei quatro anos lutando contra a facção de seu partido que apoia um projeto de lei para beneficiar gays, assim me prejudicando?”
O Sr. Malafaia, enquanto gesticulava, com os dedos com anéis de ouro adornados com diamantes incrustados, como se estivesse atacando o ar com punhais, passa tais contos em português estrondoso com abundante sotaque carioca.
Sua imagem deu-lhe um status de quase estrela do rock entre alguns que o apoiam.
“Eu não o reconheci sem bigode”, disse Erineide Mendonça, 39, uma empregada do hotel de Fortaleza onde o Sr. Malafaia estava hospedado, referindo-se ao bigode que era a marca registrada dele e que ele não raspava há muito tempo. “Mas reconheci a voz dele”, disse ela, pedindo para ser fotografada com o evangelista que ela adora.
Tanto o Sr. Malafaia quanto sua esposa Elizete foram treinados como psicólogos, e quando ele sobe ao púlpito, sua voz ecoa nas pregações carregadas de aulas de autoajuda e perseverança.
Um tema favorito envolve o sucesso e como alcançá-lo. Embora afirme que ainda vive uma vida relativamente humilde e nem sequer seja um milionário, ele não se desculpa por sua própria ascensão material. Aliás, ele a celebra, elogiando demasiadamente, por exemplo, o seu Mercedes-Benz — um presente, ele explica, de um amigo próspero.
Depois, há o jatinho Gulfstream, adquirido de segunda mão nos Estados Unidos, disse ele, não por ele mas pela sua organização religiosa sem fins lucrativos a um preço razoável.
“O papa voa num avião a jato”, disse ele, referindo-se ao avião fretado da Alitalia que transporta o bispo de Roma, e irritando-se com o que ele via como a hipocrisia com a qual os líderes evangélicos em ascensão no Brasil estão sendo obrigados a lutar. “Mas se um pastor viaja em algum jato velho, ele é considerado um ladrão.
Tradução: Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

12 comentários :

Anônimo disse...

Mais um boiola jornalista irritado com os gritos daqueles que desaprovam a viadagem, que bom ver bibas iradas, temos poucos defensores dos direitos da vida, da família e do evangelho, vamos orar por eles, apoia-los, e homenageá-los por sua fé e coragem, VIVA A JULIO SEVERO, VIVA A SILAS MALAFAIA, VIVA AO JAIR BOLSONARO!!!!

Julio não fique chateado com minha simples homenagem, é por que não temos muitas pessoas no meio evangélico que nos trazem alegria, e vc e o Malafaia me dão forças para protestar e vivificam meu orgulho cristão, amo vc em cristo Julio homem de Deus!

Ana Catarina - BH

Cilda disse...

Penso que um discípulo de Jesus deva ter uma conduta, no falar e no viver,
sóbria (como diz na pal.)!

Sandra M Ribeiro disse...

Todo grupo social tem um porta voz que aparece mais.
Porta voz escolhido pelo povo que representa ou que se apossou da vaga por falta de outros pretendentes mais qualificados.
Silas Malafaia tem feito muito bem este papel de porta-voz.
E vai continuar conquistando mais inflência e poder político, desde que não queira
ensinar eleitores a votar em candidatos de "novos" partidos -recheados com velhos e bolorentos ingredientes.
Despertar o meio evangêlico para sua importância política é muito bom. Desde que não se comprometa com políticos que não honram os valores cristãos.
Por que é exatamente por esta e outras -iguais a esta!- que muitos pastores perderam crédito.

claudiopimenta disse...

e realmente foi tendenciosa a materia

Jorge Bay disse...

Julio,
Queria dar uma sugestão: Você poderia fazer uma matéria, tipo um estudo Bíblico, deixando claro para nós que acompanhamos o seu blog, do que significa ser um "cristão pentecostal conservador", ou seja, quais são suas crenças e posicionamentos principais, fundamentadas na Palavra. De minha parte, tenho me esforçado, buscando a Deus de todo coração, em oração e na Palavra de Deus, para que minha vida esteja pautada de acordo com a Verdade Bíblica. Deus de muitas formas tem me guiado e ensinado, pois Ele não deixa confundido os que confiam Nele e O Buscam com sinceridade. Mesmo assim, tenho tido certas dificuldades a respeito de certos posicionamentos que tenho que tomar para acertar melhor o alvo. Talvez eu não seja o único a passar por isso. Mas tudo isso se resolve através do conhecimento que nos é revelado e pode ser resolvido assim, de forma simples. Para alguns como eu, falte talvez alguns esclarecimentos para que possamos ser mais eficientes na obra do Senhor e na defesa do Evangelho. Eu poderia pesquisar sobre isso na Internet e em livros. Não que não possa fazê-lo, mas você é muito bem informado e pode nos preparar melhor para a guerra. Fica essa sugestão! Eu tenho um humilde blog, onde faço algumas postagens quando posso. O nome do blog é cristaosmilitantes.blogspot.com
Se em vez de escrever algo no seu blog, você preferir me mandar algo por email, o meu é jdabay@gmail.com
mas ainda acho superinteressante um estudo desse tipo, para auxiliar todos que acompanham e apoiam sua luta pela causa de Cristo. Fique na Paz do Senhor Jesus Cristo!!! Jorge bay

Anônimo disse...

Só não vamos esquecer, que os blogueiros Cristãos também são a voz que soa para alertar as malignidades do governo pró-sodomia, e que Silas malafaia sem a divulgação dos blogueiros, nunca iria alcançar muito mais do que ele pensa alcançar, aqui levantamos os seus pontos fortes, mas nunca vi ele mencionar um blog se quer que divulga os vídeos dele para outro público alvo!

Nosso líder é Cristo, nossa meta é militar pela família e a verdade do evangelho, não temos líder nessa causa, só Cristo

Eng Emerson Eduardo Rodrigues disse...

ATENÇÃO AO QUE SEU FILHO OUVE: LUAN SANTANA E A APOLOGIA AO HOMOSSEXUALISMO


Você que é pai/mãe e deseja um futuro digno para seu filho, fique atento a esse post. Falo aqui em nome dos justos, os quais, diante desses absurdos que vem acontecendo com o mundo, se sentem indignados todos os dias.

Como alguns sabem, o tal Luan Santana é o cantor "modinha" do momento promovido exaustivamente pela mídia (sempre promovendo o homossexualismo) como "fenômeno entre os jovens".

Não posso afirmar se ele é gay ou não, mas afirmo que algumas das músicas desse elemento incentivam explicitamente o homossexualismo. Vamos então analisar uma delas:

AMAR NÃO É PECADO

"Eu não sei, de onde vem, essa força que me leva pra você
Eu só sei, que faz bem, mas confesso que no fundo eu duvidei"

Nessa primeira estrofe o aludido compositor ou intérprete, diz que sente algo estranho por alguém, alguém que o atrai mas não sabe como, porque acha estranho demais, é tão tal que ele duvidou do que seria aquilo. Se fosse um sentimento de uma menina por um menino, nada teria de surpresa em se atrair pelo sexo oposto, pois é normal.

"Tive medo, e em segredo, guardei o sentimento e me sufoquei
Mas agora, é a hora, eu vou gritar pra todo mundo de uma vez"

Teve medo e em segredo guardou sentimentos a ponto de se sufocar? Mas quem iria ter medo de se apaixonar por alguém do sexo oposto a ponto de se sufocar, com medo do que o mundo ache ou deixe de achar?

Claramente é uma alusão de alguém que estava no armário, e depois de tanto sufoco, saiu do armário e gritando pra todo mundo de uma vez que é gay.

"Eu tô apaixonado
Eu tô contando tudo e não tô nem ligando pro que vão dizer"

A paixão aqui é tamanha, que está contanto a todos que está apaixonado. Mas quem discriminaria, ou quem falaria algo negativo a respeito de uma paixão normal, entre um menino e uma menina?

Claro, pois a preocupação do intérprete é com o que as pessoas iriam receber a tal notícia, por que não irá ligar com o que tipo de reação a sociedade irá receber a maneira de ser do adolescente.

"Amar não é pecado
E se eu tiver errado, que se dane o mundo, eu só quero você"

Bom, esse é o refrão. “Amar não é pecado” é um chavão em que os gays, de forma geral, utilizam para justificar a natureza com que aderem com tanta veemência a pratica homossexual. Esse chavão é utilizado quando bate de frente com as evidências divinas de que Deus não aprova tal prática, considerando assim, o próprio Deus, como pecado gravíssimo, passível de morte, na Lei (Lv 20.13) e depois da lei (Rm 1.24-32).

Todos têm consciência de que isso seja pecado, e inaceitável a maioria como algo normal, por isso que ele exata a expressão “que se dane o mundo”.

Então, termino aqui a minha rápida análise da tão famosa e conhecida música, que da ênfase a onda de homossexualismo que está se exaltando em todo lugar com o PL 122, kits gays, etc. Nas novelas dos canais abertos, estão dando muito ibope a cerca do assunto, influenciando assim a melhor aceitação dessas práticas, querendo convencer o telespectador de que isso seja normal.

Lembrando também de uma musica americana da Katy Perry (I Kissed A Girl) que já vi muitos jovens cantando, onde a intérprete faz a alusão de que já beijou uma garota e gostou disso, e beijou somente para experimentar, e exaltou que espera que seu namorado não se importe com o ocorrido.

Foi assim que os Emos começaram, e depois jovens viadinhos começaram a brotar por todos os lados. Muito cuidado!

Renan Rovaris disse...

Interessante comentário do Severo. Eu acrescentaria uma coisa às desastrosas inclinações de Malafaia: sua inerente tendência para a teologia da prosperidade. Isso, de fato, é lamentável para um pastor.

Anônimo disse...

Eu nasci metodista. Continuo metodista. Vou morrer metodista.

Sempre duvidei de "pentecostais".

Meu pai os apelidava de "pentecostistas", aqueles que para parecerem cheios do "espírito" balbuciavam fonemas ininteligíveis não havendo ali ninguém que traduzisse.

DA mesma forma que desprezávamos pentecostistas, tinham igual desapreço por instrumentos musicais estridentes, como guitaras elétricas e seus correlatos.

A música tinha um papel secundário nos ritos de culto.

Levita não era sinônimo de músico. Tínha-se um grande cuidado no equilíbrio entre os hinos de louvor e a Palavra proferida.

Nunca entre os membros de minha igrela local vi alguém cair ridiculamente no chão nem girar feito um macumbeiro ordinário possesso.

Hoje o crente parece macumbeiro: Cai, grita, berra, gira feito pião dentre outras coisas que não dá para enumerar aqui.

Protestante ficavana sua. De casa pro trabalho do trabalho pra casa. ÀS quartas estudos bíblicos, às sextas reuniões de oração e uma vez ao mês uma vigília.

Hoje, não! Reuniões às 3, ás 4 ás 5ás 6, às 7 até 9 da noite.

eu estou de saco cheio...Deixei de ir às Igrejas. Até mesmo à minha querida denominação deixei de frequentar.

Meu saco não aguenta mais de tanto ver vira-lata pardacento sem o mínimo de instrução se auto-intitular pastor.

Não piso mais em igreja nenhuma. "Qundo dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estarei com eles".

Tomo ceia sozinho, com minha esposa e filhos.

Dane-se..

Minha igreja sou eu e minha família mais ninguém. Até a volta do messias.

Anônimo disse...

Uma vez certa feita, no blog de um amigo ele disse algo muito sério que espero que vocês levem em conta!
ele disse: É na Palavra de Deus que vamos encontrar base para dizermos não ao aborto, não ao homossexualismo, mas também não para o “cai-cai” e não para coisas absurdas como “bíblias ungidas” (a serem vendidas por 911 reais) ou deturpação horrenda semelhante!"

Lembrem-se disso, Malafaia da ponto dentro quando denuncia a militância gay, mas ele também precisa ser admoestado para parar de destruir a vida espiritual de seus fiéis com essa aberrações. se não admoestarmos ele, então essa militância que não é só politica, mas também Cristã, estará totalmente perdida

Tiago Cardoso disse...

Julio, qual sua opinião sobre as principais emissoras ditas cristãs dos Estados Unidos:

TBN - Trinity Broadcasting Network
do Paul Crouch;

DTN - Daystar Television Network
do Marcus Lamb.

Qual profere mais blasfêmias com seus mestres apóstatas, divulgado incansavelmente os enganos demoníacos da Confissão Positiva e Teologia da Prosperidade?

E sobre a CBN - Christian Broadcasting Network do Pat Robertson?

************

Esperamos que o Pr. Silas Malafaia continue a desmascarar os intentos dos abortistas e da agenda homossexual.

E que se livre das correntes do Império de Mamon.

*************

Julio, agradecemos pelo seu ótimo trabalho denunciando os perigos daqueles que são contra a vida e a família.

Felipe(soldado de cristo) disse...

Eu sempre defenderei o malafaia quanto a sua conduta contra o aborto e o homossexualismo. Mas abomino sua visão politica e sua teologia