2 de novembro de 2011

Empresa bioética estudando possível ligação entre vacinas de células de bebês abortados e autismo

Empresa bioética estudando possível ligação entre vacinas de células de bebês abortados e autismo

SEATTLE, WA, EUA, 25 de outubro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Há anos, pessoas pró-vida que fazem doações enfrentam um dilema cada vez mais comum: um desejo de apoiar dignas pesquisas biomédicas para encontrar curas para doenças como o câncer e cardiopatia sem violar suas convicções morais e pró-vida.
“Infelizmente, a maioria das pessoas ficaria chocada se soubesse da extensão em que tecidos fetais frescos e linhas de células de bebês abortados são usados em pesquisas biomédicas”, diz Debi Vinnedge, diretora-executiva de Filhos de Deus pela Vida, uma organização que defende os direitos dos consumidores nas questões envolvendo as indústrias farmacêuticas. “Aliás, seu uso está tão alastrado que realmente existem poucas, se é que existe alguma, instituições para as quais as pessoas que são a favor da vida possam fazer doações em boa consciência”.
Até agora. O Instituto Farmacêutico Sã Escolha (IFSE) de Seattle, Washington, diz que é o único instituto de pesquisas biomédicas sem fins lucrativos que se recusa a usar qualquer método moralmente condenável em qualquer passo durante o processo das pesquisas.
Fundado pela Dra. Theresa Deisher, cientista mundialmente famosa por pesquisas com células-tronco adultas, a missão da organização é “dedicada a fornecer pesquisas científicas, conscientização e recursos para incentivar medicamentos e tratamentos seguros, morais e pró-vida”. A organização está também investigando as consequências para a saúde envolvendo o DNA de bebês abortados e contaminantes celulares nos medicamentos.
E isso inclui a “questão quente” das vacinas infantis. De acordo com seu site, www.soundchoice.org, 90% das crianças vacinadas nos últimos 10 anos provavelmente foram na maioria das vezes vacinadas com componentes de DNA de bebês abortados. De acordo com a Dra. Deisher, há evidência que indica que os contaminantes de DNA fetal podem levar a sérias consequências de saúde e podem estar contribuindo para o aumento na leucemia infantil, autismo e outras desordens no sistema imunológico.
“O IFSE tem feito as pesquisas para mostrar isso”, disse a Dra. Deisher. “Medimos o nível de DNA fetal nas vacinas e estamos agora pesquisando as consequências. Até mesmo o FDA [a Vigilância Sanitária dos EUA] já reconheceu os perigos de se ter contaminantes de DNA fetal presentes em nossas vacinas. Só não sabemos ainda até que ponto é perigoso, mas é irresponsável não fazer as pesquisas para descobrir isso”.
“Os equipamentos e materiais de pesquisa necessários são muito caros”, diz Vinnedge. “Mas não tão caros quanto seria para a sociedade e para as famílias afetadas pelo autismo se não puderem continuar suas pesquisas devido a falta de verbas”.
Judie Brown, presidente da Liga da Vida Americana, uma organização que desmascara as pesquisas moralmente condenáveis feitas por algumas das maiores entidades filantrópicas de pesquisas médicas, concorda. “Frequentemente recebemos perguntas de pessoas pró-vida que querem fazer doações. Elas fazem perguntas sobre essa ou aquela organização de pesquisa médica, inclusive algumas das maiores e mais populares entidades filantrópicas do país. Essas pessoas que fazem doações ficam desiludidas quando ficam sabendo que células de bebês abortados ou células embrionárias são usadas por suas entidades filantrópicas favoritas para pesquisas médicas. Mas, graças ao IFSE, não temos mais esses problemas éticos”.
Brown resume tudo desse jeito: “Se apoiarmos o Instituto Farmacêutico Sã Escolha, estaremos apoiando uma entidade filantrópica digna de nossas doações. Eles estão fazendo um trabalho fantástico”.
Recentemente o IFSE introduziu uma nova linha de mercadoria usando o emblema “Produto Pró-Vida”, uma estratégia de atestado que está sendo colocada para as empresas cujos produtos não são desenvolvidos, descobertos ou contaminados com materiais de bebês abortados ou embrionários. Os consumidores ficarão com a consciência tranquila quando virem esse selo de aprovação nos cosméticos e medicamentos que estão comprando.
Toda a renda da venda dos produtos comercializados irá para o financiamento de seus programas de pesquisas com base em valores morais. Para mais informações, visite o site deles em www.soundchoice.org, onde você poderá também fazer uma doação online e encomendar uma mercadoria com o emblema “Produto Pró-Vida” ou o novo DVD da Dra. Deisher sobre as vacinas de bebês abortados.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Um comentário :

Anônimo disse...

Que horror não tem nem o que dizer isso BARBARIDADE sem precedentes aff!!!! Ester Costa