7 de outubro de 2011

Retrospectiva: Steve Jobs é um gênio, mas até mesmo os gênios precisam nascer

Retrospectiva: Steve Jobs é um gênio, mas até mesmo os gênios precisam nascer

Nota: LifeSiteNews.com originalmente publicou este artigo em 14 de setembro. Mas em vista da morte de Steve Jobs ontem, 5 de outubro, o tema merece mais atenção, e estamos republicando o artigo.
14 setembro de 2011 (MercatorNet/Notícias Pró-Família) — Elogios em honra de Steve Jobs estão brotando abundantemente desde a semana passada depois que ele renunciou como presidente da Apple, a empresa da qual ele foi co-fundador na década de 1970 e que fez chover sobre o mundo aparelhos mágicos, deixando o mundo encantado. Ele tem sido aclamado como “o Thomas Edison deste século”, “o Leonardo da Vinci de nossa época” e, menos grandiosamente, “um Marshall McLuhan dos últimos dias”. O próprio Jobs havia indicado comparações com figuras tão diversas quanto Gandhi e Bob Dylan. Talvez o escritor que o reduza ao tamanho da “única estrela do rock do mundo da tecnologia de informação” tenha alguma intenção a manifestar, mas a opinião da maioria parece ser que o homem é um gênio.
Steve Jobs
O que os meios de comunicação omitiram, no geral, é de onde veio todo esse gênio. Há histórias que mencionam a origem de sua família, mas elas foram de importância secundária para a retrospectiva da carreira extraordinária de Jobs. Contudo, nenhuma desses dramas poderia ter ocorrido se uma jovem estudante solteira, em 1955, não tivesse oferecido para adoção seu bebê, que não havia sido planejado.
Se seu pai não tivesse feito objeções ao seu namorado sírio, Joanne Simpson poderia ter se casado com Abdulfattah John Jandali imediatamente (em vez de mais tarde, depois que seu pai morreu) e a história de Steve Jobs poderia ter sido completamente diferente. Ele poderia ainda ter sido um gênio, mas ele jamais poderia ter se encontrado com Steve Wozniak, frequentado aulas de caligrafia ou fundado a Apple. Ele poderia ter sido um brilhante advogado ou político — ou um medíocre. Não sabemos.
O que sabemos é que milhões de pessoas ao redor do mundo se apaixonaram pelas criações da Apple: o Macintosh (foi o primeiro computador que já usei e seu mouse e ícones pareciam sempre tão bonitinhos), o iMac, o iPod, o iTunes, o iPhone e o iPad. Que a Apple sob a liderança dele foi de dois caras numa garagem para uma empresa de 2 bilhões de dólares no Vale do Silicon em 10 anos. Que atualmente a Apple emprega 50.000 pessoas. Que nos últimos 14 anos, desde que Jobs voltou à empresa, seu senso do que torna a tecnologia desejável levou de um triunfo a outro, até que no começo deste mês a Apple ultrapassou a Exxon Mobil para se tornar a empresa mais valiosa do mundo.
E não nos esqueçamos do Pixar, o projeto de Hollywood de Jobs que faz incontáveis milhões sorrirem com filmes de sucesso de animação computadorizada tais como Toy Story e Procurando Nemo.
É claro que nem todos amam Steve Jobs. Desde os colegas que tramaram sua saída da Apple em 1986 aos usuários do iPad que não conseguem usar o Adobe Flash Player em seu dispositivo favorito, ele transtornou muitas pessoas com o passar dos anos. Ele tem sido chamado de convencido, teimoso, esquentado, um micro-gerente, alguém que toma o crédito pelas invenções de outras pessoas, que dirige por aí sem placas de licença e estaciona seu Mercedes em espaços reservados para deficientes físicos. As indústrias musicais e editoriais somente com relutância aceitaram seus termos monolíticos de dar acesso a seus produtos por meio dos aparelhos da Apple. Sua prática de dar valor retroativo às opções de compras de ações provocaram escândalo — e escandosa foi também a ausência dele no cenário filantrópico (a única exceção foi uma doação de 100.000 dólares para a campanha a favor do casamento gay e contra a Proposta 8 na Califórnia em 2008).
Entretanto, até mesmo os que o criticavam reconhecem a astúcia dele, seu senso excepcional indicando para onde a tecnologia pode avançar em seguida, e quando deveria avançar. Conforme a revista Fortune disse três anos atrás, Jobs não era só considerado como o mais bem-sucedido presidente de uma empresa, mas ele havia “até mesmo se tornado um guru cultural global, moldando quais entretenimentos vemos, como ouvimos música e que tipos de objetos usamos para trabalhar e brincar. Ele mudou o jogo para indústrias inteiras”.
O mundo teria uma aparência muito diferente sem Steve Jobs. No entanto, se ele tivesse sido concebido 20 mais tarde, depois da decisão Roe versus Wade [que legalizou o aborto no Supremo Tribunal dos Estados Unidos] e com outra famosa empresa americana — a Federação de Planejamento Familiar — fazendo um negócio dinâmico na realização de abortos, não se sabe se ele teria tido chance de escapar do aborto. Na década de 1950, porém, o aborto era ilegal e provavelmente Joanne Simpson nunca pensou nisso. Quando as coisas se complicaram no lar dela, ela discretamente viajou para a cidade de San Francisco para ter o bebê e entregá-lo em adoção.
Eis a história conforme Steve Jobs a contou numa cerimônia de entrega de diplomas na Universidade Stanford em junho de 2005. Sua mãe biológica, ele disse,
Tinha o forte sentimento de que eu deveria ser adotado por pessoas com diploma universitário. Por isso, tudo estava preparado para eu ser adotado no nascimento por um advogado e sua esposa. Exceto que quando estourei a placenta eles decidiram no último minuto que realmente queriam uma menina. Portanto, meus pais, que estavam na lista de espera, receberam uma chamada no meio da noite perguntando: “Temos um inesperado bebê do sexo masculino; vocês o querem?” Eles disseram: “Claro que sim”. Minha mãe biológica mais tarde descobriu que minha mãe jamais tinha concluído a faculdade e que meu pai jamais concluíra o ensino secundário. Ela se recusou a assinar os documentos finais de adoção. Ela só cedeu meses mais tarde quando meus pais prometeram que algum dia eu iria para a faculdade.
Apesar de sua predominância no império da Apple, Jobs sempre dependeu do talento e lealdade de outras pessoas bem como das pessoas ligadas a ele. Em sua mãe biológica encontramos a mais importante dessas pessoas — uma mulher que não só respeitou a vida de seu filho, mas também queria lhe dar a melhor chance na vida que ela poderia pensar em sua situação difícil. Ela pensou no assunto, declarou suas condições e assumiu a responsabilidade pelo que ela havia começado.
Já nas universidades de hoje, nadando em contraceptivos e propaganda de sexo seguro, uma moça que engravidar vai encontrar uma oferta pronta de aborto e provavelmente a aceitará sem parar para pensar em quais opções ela realmente tem.
Quantas pessoas de talento nunca viram a luz do dia porque as pessoas agora têm certeza de que uma gravidez inesperada é necessariamente um bebê indesejado?
É verdade que cinquenta e seis anos atrás o bebê que ficou conhecido como Steve Jobs foi rejeitado no último minuto pelo casal de advogados que havia assinado os documentos para adotar o bebê da senhorita Simpson. Mas havia um casal da classe trabalhadora, Clara e Paul Jobs, que apenas queriam um bebê. Ponto final. Eles eram gente boa que, quando chegou a oportunidade, estavam preparados para fazer os sacrifícios necessários para mandá-lo à universidade. Ainda há muitas pessoas semelhantes por ai, só que não têm a chance de adotar porque a maioria dos bebês inconvenientes são destruídos. Casais inférteis têm de viajar para o exterior para encontrar uma criança, às vezes por processos muito duvidosos. Que diferença poucas décadas podem fazer; que diferença triste.
Em seu discurso aos estudantes da Universidade Stanford Steve Jobs disse três histórias: a primeira era sobre a capacidade de fazer descobertas felizes e inesperadas por acaso. Essa capacidade, disse ele, “completou o quebra-cabeça” entre sua decisão de abandonar a faculdade e projetar o primeiro computador Macintosh. A segunda foi sobre “amor e perda” — principalmente sobre o amor por seu trabalho que inspirou e energizou sua vida profissional. Crucialmente, foi também o que lhe deu condições para iniciar de novo depois de ser “demitido” de sua própria empresa em 1986 e se tornar “um fracasso muito público”.
Na época eu não entendia, mas resultou que minha demissão da Apple foi a melhor coisa que poderia já ocorrer a mim. O peso de fazer sucesso foi substituído pela leveza de ser alguém que estava começando de novo, com menos certeza sobre tudo. Libertou-me para entrar num dos períodos mais criativos da minha vida.
Isso incluiu seu casamento com Laurene Powell, com quem ele teve três filhos.
Tenho quase certeza de que isso jamais teria acontecido se eu não tivesse sido demitido da Apple. Foi um remédio de gosto horrível, mas suponho que o paciente precisava dele. Às vezes a vida nos joga um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me manteve prosseguindo foi que eu amava o que fazia. Você precisa encontrar o que você ama.
A terceira história era um pouco parecida com a segunda. Foi também sobre perda: sobre ficar com câncer, confrontar sua própria mortalidade e decidir o que ele queria fazer com o resto de sua vida.
Lembrando que estarei morto logo é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas da vida. Porque quase tudo — todas as expectações externas, todo orgulho, todo medo de vergonha ou fracasso — essas coisas simplesmente se dissolvem em face da morte, deixando apenas o que é verdadeiramente importante. Lembrando que você vai morrer é o melhor jeito de eu saber evitar a armadilha de pensar que temos algo a perder. Já estamos nus. Não há motivo nenhum para não seguir seu coração.
Desde então, com um descanso temporário devido à sua doença, ele liderou a Apple a novas alturas de inovações e superioridade no mercado, fazendo da empresa o exemplo mais espetacular de uma economia cada vez mais debilitada.
É fantasioso pensar que o exemplo deixado por sua mãe biológica o ajudou não só a começar de novo depois daquele episódio inicial de fracasso público, mas também a confrontar a possibilidade de uma morte precoce com realismo e até mesmo otimismo? Provavelmente. Contudo, há um espírito similar que se faz evidente no modo como mãe e filho lidaram com suas respectivas crises. Coloque o foco na vida e prossiga na vida, é o que eles parecem nos ensinar.
Pense diferente, a campanha publicitária da Apple no final da década de 1990 encorajava. Se há uma questão em que os líderes civis e políticos de hoje precisam pensar de forma diferente é sobre o valor de um ser humano. A ânsia de impedir nascimentos que tem estado sobre eles durante os 60 anos passados produziu uma economia doente e uma falta notável de líderes realmente visionários. Eles deveriam pensar cuidadosamente no fenômeno de Steve Jobs e aprender.
Carolyn Moynihan é vice-editora de MercatorNet. Este artigo apareceu originalmente no MercatorNet e foi publicado aqui com permissão
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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8 comentários :

edu disse...

uma pessoa que deixa essa terra exaltada pelos homens nao deve ser um bom sinal para nós cristão.
Com um patrimonio de 5Bl de dolares, nao doou nada para filantropia,qdo reassumiu a apple, cancelou os projetos entao existentes.

Sem contar no porquê da maça, segundo ele um simbolo supremo da liberdade do conhecimento que veio com o pecado original.

Imagino o que ele terá em suas mãos quando se encontrar com o Senhor....
eu agora que quero fazer muito mais, fazer não brinquedos tecnologicos, mas fazer aquilo que vai ecoar na eternidade.

Anônimo disse...

Se nossas mães tivessem tomado decisao contrária aos nossos nascimentos, eu não estaria lendo seu artigo sobre o Jobs. Meu nome é Meire e entrei como anônimo, porque eu não consigo fazer o login da conta google para me identificar.

Anônimo disse...

Edu,

Já li em algum lugar que o logotipo da Apple é uma homenagem a Alan Turing, considerado hoje o pai da informática. Ele era reconhecidamente homossexual e dizem que morreu após ingerir uma maçã envenenada. Deve ser por isso que o logotipo da Apple tinha as cores do movimento gay e que o Jobs era tão chegado à causa a ponto de doar 100 mil dólares.

Felipe.

Anônimo disse...

Não só isso, acho que não é apenas por isso caro Felipe, vou mais a fundo e descobrir se esse Alan fazia parte de algum outro movimento, como teosóficos, ou algo do tipo
a Maçã não tem nada a ver com o fruto do conhecimento do bem e do mal documentado na Bíblia, pois na Bíblia Deus não deixa claro qual é o fruto, então a maçã não deve ter essa interpretação porque é uma interpretação secular, por tanto quem a criou criou para enganar os incautos que ao se referir a maçã como esse fruto proibido não estão falando da verdadeira arvore da ciência e do conhecimento do bem e do mal, mas sim estarão sendo condicionados mesmo sem saber, a promover um paganismo secular, algo que deram um sentido Bíblico mas que foi criado apenas para desviar o foco e se espalhar como se fosse uma verdade.

a pouco descobri por um irmão o significado esotérico do uso da maçã como Simbolo, o que não tem nada a ver com a Bíblia.

o significado é o órgão sexual Feminino aberto e com uma semente no meio, quando se corta a maçã ao meio em duas bandas, olhando para o meio dela da para se notar essa semelhança, o órgão genital feminino e a semente no meio

o poder gerador, satanistas adoram o sexo como um ritual de elevação do espirito, ou seja possessão
ainda temos que descobrir muito mais sobre o tal Alan, e sobre o Jobs, de uma coisa é certa não a nada de bom nele

bom é isso abraço Julio, boa semana e tudo de bom



Ronie Peterson

José Rezende disse...

A Paz de Cristo para todos,Irmãos a Palavra de Deus tem uma passagem conhecida de todos nós em (Mateus 16:26) De que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma... que adianta irmãos a glória deste mundo que nós sabemos que é dada por satánas, Deus deixou livre arbítrio ao homem escolher se quer viver na eternidade com Êle ou não. O que vai contar nesta vida é o que fizemos para o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o homem mais sábio deste mundo seja ele quem for Bill Gates, Steve Jobs... para o Nosso Deus todo Poderoso não é nada, pode ser o homem mais rico deste mundo se ele não tiver Jesus como Senhor de sua vida ele não tem nada,vou usar uma passagem da Bíblia para descrever essas pessoas que dizem que não precisam de Deus porque são ricas, prestem atenção o que Deus diz:(Apocalipse 3:14-22) Por quanto dizes: Rico sou, estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que é um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não sejas manifesta a sua nudez,e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quantos amo: sê pois zeloso, e arrepende-te. Eis que estou a porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo. Ah se essas pessoas que tem dinheiro pudessem enter essa passagem da Bíblia, com certeza náo morreriam perdidas sem Cristo, nosso corpo perece mas a nossa alma é eterna. Você que tem dinheiro mas não tem um tempo para Deus onde você quer passar a eternidade? só tem dois caminhos o da vida e o da morte, o da salvação e o da perdição. Somos nós que escolhemos onde queremos viver na eternidade se com Cristo ou sem Cristo a escolha é sua, foi por isso que Deus deixou livre arbítrio ao homem escolher, não adianta ser bonzinho fazer obras de caridade dar esmolas, nada disso adianta se você não tiver Cristo como Senhor de sua vida, você está irremediávelmente perdido. Pense nisso! Jesus está voltando você está preparado para a sua volta?

Kátia Tribiolli disse...

Para nós como "meros mortais" Steve Jobs foi sem sombra de dúvida um GÊNIO e um "pai da informática".

Percebe-se a falta de caridade de alguém "de posses", porém isto não nos habilita a julgá-lo, desconsiderando-se, é claro, a doação em prol ao casamento homossexual - pois isto é verdadeiramente vergonhoso.

Mas é preciso ser sábio e aprender com tudo e com todos. É totalmente visível os ensinos da vida de Steve Jobs. Alguém que "talvez" nem deveria ter nascido... Graças à sua mãe nasceu. E ela reconhecendo suas "impossibilidades" o deu em adoção para aqueles que se comprometeram a dar o seu melhor a ele!

Aprendamos com Jobs e sua mãe! A ter amor pela vida e lutar por ela, e sempre realizando o nosso melhor mesmo quando tudo parecer difícil.

Isto me lembra uma frase de Charles Chaplin: "O fácil fiz ontem, o difícil faço hoje e o impossível farei amanhã."

Que Deus abençoe a cada um de nós (e quem sabe não nos encontraremos Jobs no céu? - Mesmo que não saibamos ele pode sim ter aceitado Jesus!)

A tempo: esta história nos mostra também como existe outra saída para uma gravidez indesejada, poupando a vida da criança!

A propósito: eu também gostaria de saber: Como deve se sentir o casal que o rejeitou como filho?!?

A paz do Senhor!

José Rezende disse...

Respondendo a Kátia Tribiolli.
Provávelmente você não conhece a Bíblia, se conhecesse não falaria tamanha toulice, a Palavra de Deus é bem clara quem aceita Jesus já passou da morte para a vida e quem não aceita já está condenado. Essa desculpa de que não devemos jugá-lo é conversa de quem ainda não aceitou a Jesus Cristo como único Senhor e Salvador de sua vida, a Bíblia diz pelos frutos se conhece a árvore. Talvez você é daquelas pessoas que só porque falam se Deus quiser,ai meu Deus do Céu... por isso acham que estão salvas, cuidado procura aceitar á Jesus e vá ler a Bíblia antes de sair falando do que você não tem conhecimento. Se não daqui á puco você vai achar que Hitler foi pro céu. dá liçença meu. Minha amada procure Jesus para a sua vida ok? Jesus te ama e eu também. Jesus está voltando você está preparada?

José rezende disse...

A Paz de Jesus Cristo.

Caro irmão Júlio, fico impressionado e ao mesmo tempo triste quando leio ou ouço principalmente de pessoas que se dizem "cristãs evangélicas" usando como exemplo frases ditas por pessoas que não tem e nunca tiveram o menor compromisso com a Palavra de Deus. Pessoas usando frases ditas por Charles Chaplin, José Saramago... se fosse listar as pessoas que nunca tiveram compromisso nenhum com Deus com certeza não caberia aqui nesta postagem. Júlio você sabe quem foi Charles Chaplin? Ateu, e José Saramago também, eu pergunto porque eu como cristão usaria frases ditas por pessoas que negaram e negam a existência de Deus?
Talvez alguém diga ah! isso não tem nada demais,e eu digo tem sim e muito. Será que quando eu dou importância a essas frases "bonitas" eu não estou deixando de dar importância a Bíblia que tem muito mais a me ensinar e eu passar o que eu aprendo para as pessoas como exemplo? talvez alguém diga que sou radical ou que estou querendo me aparecer, mas é assim que sou. Para mim a Bíblia é tudo, é minha regra de fé e conduta se estou exagerando por falar o que penso e creio, quem vai dizer se estou errado ou não, é o meu Deus e meu Salvador e meu Senhor Jesus Cristo o qual me salvou o qual eu devo tudo, e sem Ele não sou nada. O arrebatamento da igreja está cada vez mais próximo, a qualquer momento a trombeta vai soar, essa ordem está para ser emitida por Deus, como está a tua vida meu irmão e minha irmã em Cristo, você tem feito por onde ser arrebatado (a) aqui desta terra quando Jesus vier buscar a sua igreja? ou você está mais preocupado (a) com as coisas deste mundo? cuidado a Bíblia diz que temos que orar e vigiar. Você minha irmã que adora uma novela que não perde uma, cuidado! satanás tem usado muito as novelas para desviar os crentes do seu propósito de servir a Deus, novelas nogentas recheadas de satanismo, Espiritismo, feitiçaria, homossexualismo e todo o tipo de imoralidade e imundície, satanás não está brincando com ninguém, talvez alguma irmã ou irmão diga olha eu assisto novelas mas cumpro o meu dever com Deus vou a igreja não perco um culto... só que o problema não é só esse, quando eu ou você assistimos uma novela ou coisa do gênero como malhação e outras bobagens eu estou trazendo para dentro de minha casa maldição. Pensem nisso! Estamos vivendo dias terríveis penosos dias de densas trevas, satanás jogando e atirando seus dardos inflamados para todo os lados, ele não respeita ninguém, não respeita idósos, jovens, crianças, adultos... ninguém. Ele é sujo e nojento. A meta do diabo é matar roubar e destruir, muita gente tem feito pacto com ele, muitos atores e atrizes cantores e cantoras, mas depois pagam um preço terrível muitas das vezes com a prória vida. O diabo não dá nada pra ninguém é uma tremenda mentira, o diabo é mentiroso e pai da mentira, você dá uma brecha para ele, e ele entra na tua vida sem pedir liçença e faz uma arroaça, o diabo é o pai da morte tudo o que ele toca ele mata, ele enferma, ele destrói ele não da nada pra ninguém, Jesus Cristo é o Pai da vida Ele cura, Ele sara, Ele liberta, Ele salva, Ele quer te levar para o céu, olha a diferença. É por isso que o verdadeiro cristão não deve assistir novelas e muito menos programas de "entretenimento" tipo Faustão, Gúgu, etc. Nós temos várias opções, primeiro vamos ler mais a Bíblia, tem vários vídeos evangélicos para assistir-mos, pregações evangélicas, filmes evangélicos, noticiários, documentários e tantos outros. Nós só ficamos com mente vazias se quiser-mos, assim como satanás tem trabalhado para destruir o povo de Deus, Deus através de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo tem nos dado escape basta clamarmos a Ele.
(I Coríntios 10:23)"Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam".