21 de outubro de 2011

A feminização da família

A feminização da família

William O. Einwechter
O feminismo é um movimento radical. Como tal, ele atinge até as raízes do relacionamento entre homem e mulher, e busca alterar a estrutura social e institucional, que é percebida como conflitante com as ideias e objetivos do feminismo. Janet Richards declara que “O feminismo é em sua natureza radical... nós protestamos primeiramente contra as instituições sociais... se considerarmos o passado não há dúvida de que toda a estrutura social foi planejada para manter a mulher inteiramente sob a dominação do homem.”[1] Sendo uma ideologia radical, o objetivo do feminismo é a revolução. Gloria Steinem fala pelas feministas quando diz: “Pregamos uma revolução, não apenas uma reforma. É uma mudança mais profunda que qualquer outra.”[2] As feministas querem criar uma “nova sociedade” onde as condições restritivas sociais do passado sejam para sempre removidas.[3] Quão bem sucedidas as feministas foram em promover sua agenda de revolução social? Davidson diz: “Hoje, o feminismo é a ideologia de gênero da nossa sociedade. Desde as universidades até as escolas públicas, da mídia até as Forças Armadas, o feminismo decide as questões, determina os termos do debate, e intimida oponentes em potencial ao ponto de fazer com que todos fiquem em silêncio absoluto.”[4]
A instituição social que o feminismo tem mirado como uma das mais opressivas a mulher é a família tradicional. Por “família tradicional” queremos dizer a estrutura familiar desenvolvida na sociedade Ocidental, sob a influência direta do Cristianismo e a Bíblia. Na família tradicional, o homem é o cabeça do lar e o responsável por prover as coisas necessárias para o sustento da vida. A mulher é a “mantenedora do lar”, e sua principal responsabilidade é o cuidado com as crianças. A família tradicional assim definida é de acordo com o plano bíblico para o lar. As feministas odeiam a família que é padronizada de acordo com a Palavra de Deus porque é contrária a tudo que aceitam como verdade. Portanto, seu objetivo é a destruição total da família tradicional. A feminista Roxanne Deunbar disse claramente: “Em última análise, queremos destruir os três pilares da sociedade de classes e castas — a família, a propriedade privada, e o estado.”[5] As feministas buscam subverter a família tradicional, e no seu lugar almejam uma instituição social radicalmente diferente que seja moldada segundo o dogma feminista.
Quando consideramos a natureza radical do feminismo e da sua agenda para subverter a família que é estruturada segundo o modelo bíblico, seria sábio parar um pouco e refletir o quão bem sucedidas as feministas têm sido em remodelar a família de acordo com o seu próprio desígnio. O fato é que na sociedade ocidental o feminismo tem sido enormemente bem sucedido em destruir a família tradicional. A feminização da família já foi estabelecida! Por “feminização da família” queremos dizer o moldar da família de acordo com as crenças e objetivos do feminismo. Essa feminização ocorreu nos últimos trinta anos e com pouca oposição dos homens. Os homens sumiram amedrontados com as acusações feministas de sexismo, repressão, tirania e exploração, como um covarde fugiria diante de acusações de determinado inimigo em campo de batalha. Nada parece ter aterrorizado tanto os homens do que penetrantes e irados olhares e palavras das militantes feministas.
Agora, quando dizemos que a feminização da família já foi estabelecida, não queremos dizer que as feministas alcançaram totalmente seus objetivos em relação à família. Queremos dizer, no entanto, que uma revolução na vida da família por influência feminista e de acordo com a ideologia feminista já foi estabelecida na sociedade ocidental. Hoje, a instituição social da família está mais alinhada com a visão de Betty Friedan do que com os ensinamentos do apóstolo Paulo. Isso representa um triunfo (pelo menos parcial) da visão radical feminista de revolução social.
A feminização da família é observada em pelo menos seis áreas:
1. O casamento foi desestabilizado, e o divórcio está em crescimento.
A “demonização” feminista do casamento fez do divórcio algo “socialmente e psicologicamente aceitável, através da ideia de que é uma possível solução para uma instituição defeituosa e já em seu leito de morte.”[6] O ensinamento bíblico de que o casamento é uma instituição divina e pactual que une homem e mulher para o resto da vida através de um voto sagrado (Gen. 2:18-24; Mat. 19:3-9) foi repudiado pela sociedade moderna. O conceito bíblico foi substituído pela noção de que o casamento é uma mera instituição humana, e por isso imperfeita, e que o divórcio é uma forma aceitável de lidar com qualquer problema associado ao casamento.
2. A liderança masculina na família foi substituída por uma organização “igualitária” onde marido e esposa “compartilham” as responsabilidades da liderança na família.
A ideia bíblica de que o homem é o cabeça da família (1 Cor. 11:3-12; Ef. 5:22-23) e senhor do seu lar (1 Pe. 3:5-6) é considerada pelas feministas algo tirânico e bárbaro, um vestígio do homem primitivo e sua habilidade de dominar fisicamente sua parceira. Nos nossos dias, a esmagadora maioria de tanto de homens quanto mulheres zombam da noção de que a esposa deve se submeter à autoridade do marido.
3. O papel do homem como provedor foi rejeitado, e introduzido um novo modelo de responsabilidade econômica compartilhada.
A visão da nossa era é que a mulher não tem menor responsabilidade do que o homem no dever de prover as necessidades financeiras da família. As feministas creem que o ensinamento bíblico de que o homem é o provedor da família (1 Tim. 5:9) é parte de uma conspiração masculina para manter as mulheres sob seu domínio por meio de medidas que as tornem economicamente dependentes dos homens.
4. A mulher como uma dona do lar de tempo integral é zombada, e a mulher que trabalha fora buscando realização e independência é agora a norma cultural.
O mandamento bíblico para que a mulher seja “dona do lar” (Tito 2:4-5) ou é desconhecido ou ignorado. Pessoas com a mentalidade feminista consideram algo indigno que uma mulher fique em casa e limite suas atividades à esfera do lar e da família. Uma carreira profissional é considerada mais conveniente e significante para as esposas e mães de hoje.
5. A norma bíblica da mulher como cuidadora de suas crianças foi substituída pelo ideal feminista de uma mãe que trabalha fora e deixa seus filhos na creche para que ela possa cuidar de outros assuntos importantes.
A responsabilidade do papel da mãe é vista em termos muito diferentes do que no passado. O chamado bíblico para a mãe estar com suas crianças, amá-las, treiná-las, ensiná-las, e protegê-las (1 Tim. 2:15; 5:14) é rejeitado pela visão feminista de uma mulher que foi libertada de tais limitações sobre sua individualidade e realização própria.
6. A ideia de que uma família grande é uma “bênção” é rejeitada por uma noção de que uma família pequena de um ou dois filhos (e para alguns, nenhum filho) é muito melhor.
O conceito de “planejamento familiar” objetivando reduzir o número de crianças num lar é defendido por quase todos. O ensino bíblico de que uma família grande é sinal de bênçãos e da soberania de Deus (Salmo 127; 128) é ignorado por famílias modernas, até mesmo aquelas se proclamam como cristãs. A visão feminista que nós determinamos o número de crianças que nós teremos, e que nós somos soberanos sobre esse assunto é agora aceita sem questionamento. E é claro, essa suposta soberania humana sobre a vida e o nascimento leva à justificação do aborto, que é o maior controle de natalidade de todos.
Sim, a feminização da família foi estabelecida no Ocidente! O conceito cristão de família foi substituído pela ideia feminista de família: o divórcio fácil substituiu a visão pactual do casamento; o igualitarismo substituiu a liderança masculina; o homem e a mulher como provedores em parceria substituiu o homem como provedor; a esposa e mãe que trabalha fora do lar substituiu a mulher como dona do lar; a mãe como uma empregada profissional substituiu a mãe como cuidadora de suas crianças; “planejamento familiar” e “controle de natalidade” substituíram a grande família.
Dois fatores contribuíram significantemente para o sucesso do feminismo na subversão da estrutura e prática familiar que é baseada na Bíblia.
O primeiro fator é a covardia dos homens; sim, até mesmo homens cristãos. Até certo ponto é compreensível (mesmo assim vergonhoso) que homens não-cristãos se acovardassem diante das feministas e seus ataques contra eles e a família tradicional. Mas que homens cristãos, que têm a Palavra de Deus, igualmente tenham se rendido é realmente lamentável. Deus chamou o homens para defenderam a Sua verdade no mundo e viverem Seus preceitos. Mas uma olhada no lar evangélico cristão comum revelará que até mesmos eles foram em grande parte feminizados. Feministas radicais e anticristãs transformaram nossos lares, e os homens cristãos quase não fizeram objeção a isso, nem disputaram por esse santo território, que é o padrão familiar bíblico. Além disso, maridos e pais cristãos também demonstraram covardia ao serem incapazes de liderar e assumir a responsabilidade que Deus entregou a eles. Eles estiveram mais que dispostos a abrir mão da carga total de liderança e provisão para suas famílias; eles estiveram mais que alegres de compartilhar (ou despejar) essas cargas com (ou sobre) suas esposas. A família foi feminizada porque homens cristãos abandonaram seus postos.
O segundo fator é o silêncio e a passividade da igreja. A feminização da família ocorreu em boa parte porque a igreja na maior parte do tempo esteve em silêncio sobre a questão. A igreja não resistiu os ataques feministas com a espada da Palavra de Deus. Ao invés disso, e vergonhosamente, a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas. A igreja vem sendo cúmplice ao ensinar coisas como um casamento igualitário, “planejamento familiar”, e por apoiar a ideia de mulheres profissionais e mães trabalhando fora. Muito da culpa deve ser depositada aos pés de pastores e anciãos que ou foram enganados ou se acovardaram de pregar ou se posicionar pela verdade concernente à família como Deus a revelou na Sua Santa Palavra. Feministas tem sido bem sucedidas em alterar a família porque a igreja falhou em viver e ensinar a doutrina bíblica positiva sobre a família e não expôs, denunciou, e respondeu as mentiras das feministas.
Qual deve ser a nossa resposta como cristãos diante da feminização da família? Nossa resposta começa com o reconhecimento de que isso aconteceu. Negar o fato não nos fará bem algum. Então, devemos assumir a tarefa de “desfeminização” da família e da “recristianização” da família. Essa tarefa é o dever de cada família cristã individualmente; mas é principalmente o dever de maridos e pais cristãos que foram escolhidos por Deus como líderes de seu lar. Homens devem liderar através de preceitos e exemplos na erradicação de todos os aspectos da influência feminista da vida e estrutura de suas famílias, e a restaurar segundo o padrão bíblico. Homens devem ser homens e tomar sobre si a carga total da responsabilidade confiada a eles por Deus. Homens devem parar de se intimidar com a retórica feminista e devem promover a ordem de Deus em suas famílias sem receio.
A tarefa de reconstrução da família de acordo com a Palavra de Deus também faz necessário que a igreja ensine fielmente o que a Bíblia diz sobre a família, e em muitos casos, a alterarem a estrutura de suas igrejas e ministérios (que também foram feminizados) para fortalecerem a família em vez de miná-la. Faz-se necessário que pastores e anciãos respeitam a instituição pactual da família, e parem de entregar o senhorio de suas famílias, e parem de perseguir aqueles homens que buscam uma “desfeminização” das suas próprias famílias. Faz-se necessário que pastores e anciãos sejam um exemplo para o rebanho na “desfeminização” das suas próprias famílias. E faz-se necessário que professores e pregadores com a coragem e a convicção de João Knox e João Calvino exponham as mentiras venenosas do dogma feminista e declararem e defendam o padrão bíblico para a família desde o púlpito.
1. Citado por Michael Levin em Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade) (New Brunswick, 1988), p. 19.
2. Idem.
3. Idem.
4. Nicholas Davidson, “Prefácio,” em Gender Sanity (Sanidade de Gênero), ed. Nicholas Davidson (New York, 1989), p. vi.
5. Citado por Rita Kramer em “The Establishment of Feminism,” (Estabelecendo o Feminismo) Gender Sanity (Sanidade de Gênero), p. 12 (ênfase acrescentada).
6. Levin, Feminism and Freedom (Feminismo e Liberdade), p. 277.
Tradução: Isaac Barcellos
Divulgação: www.juliosevero.com

23 comentários :

Anônimo disse...

Concordo plenamente com o que está escrito neste arquivo e sobretudo com a palavra de Deus. Sofro todos os dias por discordar da maneira que as mulheres são obrigadas a viver atualmente, trabalhando fora e deixando os filhos por aí, a fim de que tornem-se aquilo que o mundo deseja. Sim, somos obrigadas, vai falar alguma coisa ao seu esposo, aos seus amigos e conhecidos... somos discriminadas e ridicularizadas, chamadas até de folgadas e vagabundas. Acho que chegamos num momento de muita angustia e tristeza, pois parece impossível reverter a podridão em nossa sociedade.

Anônimo disse...

Muito bom esse esclarecimento sobre esse "movimento feminismo" essa e realidade vieram de mulheres do "mundo" foram usadas pelo "diabo".
"O mundo jáz do maligno" é uma questão lógica isso tudo foi criado pelo diabo estou tirando essa triste conclusão.
O pior disso tudo que muitas "Mulheres de Deus" já acabaram se levando por esses pensamentos feministas vc vê comportamentos estão mudando muitas com arrogância e uma certa agressividade, auto suficiente, tolas, dona da verdade sei lá muito esquisito.
Eu esse espírito maligno já entrou sorretariamente se instalou na IGREJA DE CRISTO tá destruindo muitas mulheres jovens solteiras e casadas tbm dentro da igreja sou muito observadora percebo muito o comportamento do meu próximo e como agem e falam.
Quem é verdadeiramente uma MULHER DE DEUS nasceu de novo ela realmente não tem para onde correr tem ficar na PALAVRA DE DEUS, meditar e orar até entender e ter clara compreensão dos própositos de DEUS para sua vida.
Guardar a nossa mente e coração se bobear a gente acaba abrindo brecha e acabar se contaminando com as "sugestões malignas" só para nós confudir aparentemente parecem inocentes e revolucionárias temos que pegar exemplos mulheres da BÍBLIA SAGRADA TRAZER PARA NOSSA VIDA.
MULHER DE DEUS TEM QUE SER FEMININA E NÃO FEMINISTA SÓ SENHOR JESUS CRISTO NA NOSSA VIDA MESMO.
Ester Costa!!!!!

Fernanda disse...

Em primeiro lugar gostaria de dizer que não sou feminista e tenho repúdio por esse tipo de ideologia. Desde criança tenho um sonho, que é o de trabalhar como juíza de Direito.
Me pergunto que esse sonho e esse dom que me foi dado, foi dado por Deus, o próprio Deus, fez crescer em mim a vontade de ajudar o próximo dessa forma. Nunca tive intenção de viver inteiramente como dona de casa. Na verdade, qdo criança, chorava por temer esse futuro pra mim.
Meu sonho de ser juíza não é algo imoral ou ilícito. É algo que me maravilha, que me impele a praticar a justiça e ajudar ao próximo segundo os preceitos de Deus. E Deus se alegra com que pratica a justiça e o Direito.
Porque? Se Ele me deu inteligência e fez brotar esse sonho dentro de mim, não devo fazê-lo? Porque não posso ser uma juíza? Mulheres nasceram para fazer apenas uma coisa a vida inteira? Deus nos dá dons para não serem usados? Toda mulher já nasce com essa sentença? Ser apenas dona de casa?
Não é questão de desmerecer quem o é. Mas é questão de demonizar quem deseja fazer outra coisa, coisa esta que não é imoral, nem é crime.
Deus não devia ter dado inteligência à mulher então. E se assim é, como vc diz, pra quê levar as meninas para a escola para aprender física, geografia ou história, se no final elas só servem pra cuidar de criança?

Fernanda disse...

Também gostaria de dizer que a bíblia não prega que a mulher deve necessariamente ser apenas dona de casa em toda a sua vida. Não lembro bem aonde, mas em salmos ou provérbios existe uma passagem com o título: a boa dona de casa ou boa esposa, algo assim.
E essa mulher realmente é atenta a tudo dentro da casa, é cooperativa e sábia. Massss também essa mulher sabe pegar o sustento de fora.

Fernanda disse...

Por fim, quero dizer mais uma coisa. De fato, esse modelo de família realmente contribuiu historicamente para a infelicidade da mulher. Pois os maridos, por serem a única fonte de renda da família, passaram a tratá-las como seres inferiores. A imagem da mulher na sociedade assim ficou, como um ser inferior. Eles sem a menor cerimônia achavam de lei possuir várias amantes, pois eram os chefes da casa. A mulher não podia se separar, mesmo com imenso sofrimento por essa situação, pq não tinha como se manter sem o marido. A mulher passou a viver numa prisão domiciliar sim...Vivendo sob o jugo e os desmandos de maridos tirânicos e sem nada poder fazer para se libertar. O ponto errado nisso tudo, é que vc ignora o sofrimento advindo desse pensamento de onipotência masculina. Como a mulher ficou zombada pela sociedade, de fato ficou! Eu não prego o divórcio, acho que devemos realmente aguentar nosso parceiro e evitar ao máximo. Mas o divórcio passou a existir por causa do intenso sofrimento das mulheres, não como algo inventado para subversão do modelo familiar. Hoje, acredito que há uma banalização sim por parte dessas feministas, e isso é errado. Mas o divórcio só surgiu pq a humilhação e o sofrimento eram grandes, até mais insuportáveis que a pecha de divorciada. Acho que o escritor, como homem, não possui a empatia e a humildade para olhar o outro lado da questão.
Se prestarem atenção, vcs não possuem o menor pudor para decretar que a vida de toda a mulher é de viver exclusivamente para dentro de casa. Se ela trabalha, no que isso atrapalha a tão iluminada onipotência de vocês homens? Vcs ficam tão ameaçados assim com a simples vontade de uma pessoa querer por em prática um dom?

Anônimo disse...

Graça e Paz!

A mensagem fala de uma verdade que muitos dizem conhecer, mas poucos discenem.
Gostaria apenas de acrescentar, quando o texto diz:"a igreja abandonou seu posto diante da investida feminista, e na verdade até absorveu várias ideias feministas." Além de absorver varias ideias feministas,como já foi dito, aceitou a imposição do movimento para enquadrar as "feministas evangélicas", dando-lhes posições e cargos, como: pastoras, bispas e outros, contrariando assim a Palavra de Deus.

Que o Senhor tenha misericórdia do seu povo.

Fernanda disse...

Ah..Quase esqueci...rs...Das mães que conheci, mães de amiguinhas de colégio e conhecidas. A maioria das mães que trabalhavam fora e cuidavam dos filhos, eram pessoas equilibradas e felizes. Conheço uma mãe professora universitária, criou 4 filhos na cidade enquanto o marido cuidava da fazenda: 2 médicos, 1 dentista e 1 advogado. Ela era a tranquilidade em pessoa, seus filhos são pessoas honestas e profissionais respeitados. Outra mãe de amiga, tinha um cargo muito importante, e cuidava da casa e das filhas. Sempre foi a gentileza em pessoa, alegre e sorridente, cuidou muito bem de tudo. Minha própria tia, enfermeira, os dois filhos são educadíssimos e estudiosos, são tb religiosos. E assim vai...juízas, médicas, comerciantes, etc...Mas já muitas mães que se restrigiram apenas ao lar acabaram se tornando amargas e reclamonas, cobradoras, dependentes e exigentes demais com seu marido. Até pq não entendem o valor e o stress do trabalho, acabam ficando um pouco infantilizadas. Minha prima tem muito orgulho da mãe enfermeira. Na minha experiência local, de ex. próximos, não vejo a menor diferença entre filhos de mães que trabalham e das que não trabalham. Pois a felicidade e boa vontade de educar é da própria pessoa, e não em decorrência dela trabalhar fora ou não.
E não se preocupe, não quero abalar sua masculinidade e virilidade com minhas opiniões.

Fernanda disse...

Finalizando: para o senhor, não devo realizar um sonho de ser juíza porque estou destruindo o modelo de família e estou desobedecendo a Deus.
Assim sendo, mulheres não podem fazer faculdade. Aliás até podem, mas serão desacreditadas imediatamente por estarem lá.

Edigar Caires disse...

Bom dia em Cristo.

Muito esclarecedor este artigo, a situação a qual chegou as famílias é terrível. A família e não a igreja foi a primeira instituição criada por DEUS, digo sempre que o caráter das pessoas é formada no seio da familiar e não na religião, na escola ou qualquer lugar que seja, mas pena que a maioria das pessoas que diz seguir JESUS CRISTO estão negligenciando esta verdade.
Parabéns irmão Júlio por tomar uma posição como esta mesmo sabendo que está indo contra a ' maré '.

Eu sempre recebo criticas e sou chamado de termos como quadrado, cafona, fundamentalista, ultrapassado, troglodita entre outros apenas por defender minha opinião sobre este assunto. Várias pessoas que leram o artigo que disponibilizo o link abaixo sempre me pergunta em que século estou vivendo, mas eu sempre respondo que as coisas e a sociedade mudam, mas DEUS, sua PALAVRA e suas NORMAS não, pois são eternas.

Novamente peço a DEUS que o abençoe e proteja juntamente com sua família.

http://www.edigarcaires.com.br/familia_jezabel.php

Fiquem na paz

Julio Severo disse...

Olá, Fernanda! Li seus comentários. Agora, peço-lhe ler meu seguinte artigo:

As mulheres e o futuro da humanidade

http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/as-mulheres-e-o-futuro-da-humanidade.html

Chamelly Sobreira disse...

Está de parabéns pelo artigo, Julio! Eu, como mulher, concordo plenamente com tudo que foi escrito. As mulheres estão em uma situação decadente de que ''tudo podem e tudo devem fazer'', não tem tempo pra mais nada. Estão igual loucas, É trabalho em 1° lugar, trabalho em 2° lugar, trabalho em 3° lugar, filho, casa, marido, e por último, Deus. Umas nem se importam, deixam de ir pra igreja no domingo pra adiantar os trabalhos da casa que ficaram por fazer durante a semana, claro, por causa do importantíssimo trabalho. O marido coitado, não tem vez.

É a decadência do mundo, da família.

Parabéns mais uma vez. Ah, o artigo ''As mulheres e o futuro da humanidade'' é ótimo também.

AquelAS que zombam do que Deus diz, que devemos SIM ser submissas, não escravas, ao marido, estão simplesmente ignorando a palavra de Deus, e sendo as sábias, não de provérbios, mas desse mundo diabólico.

Anônimo disse...

hoje eu vejo que a mulher brasileira se tornou mais vulgar, interesseira, promiscua......

Anônimo disse...

Boa noite, irmão severo cheguei agora do trabalho esse artigo não saiu da minha cabeça dia inteiro foi uma "BOMBA" conceito da mulher trabalhar fora já se instalou no Brasil e tbm nas igrejas evangélicas isso é um FATO.
Bom também e que vc não aliviou a sua classe masculina né e falou na real dos "Homens de Deus", aparentemente convertidos e fora os que não são né aí chove no molhado.
Uma coisa posso te garantir tá, faltando HOMEM DE H MAÍSCULO E ATITUDE sim e até os dentro da igreja ponto.
Vou te dizer na verdade mulherada na igreja maioria tá "solteira" eu sou do time enquanto pessoa certa não aparecer uso aquele velho ditado:
"Melhor sozinha do que mal acompanhada" porque tá fraquíssimo de ter boas qualidades e de caráter tbm shiiii.
Por isso hoje as mulheres solteiras trabalham e estudam se realizar profissionalmente.
Eu vejo ngm me conta a mulher casada com dois filhos conhecida minha tem que trabalhar o "dobrado" negócio dela próprio para ajudar o marido dela o cara folgado não gosta de trabalhar de vez em "quando", eles são da "igreja" to falando de casal evangélico fica tudo boa parte nas costas da mulher o sustento a se não trabalha tem que depender de sogros e estressada etc.. isso não acho justo e correto essa minha opinião.
Irmão vamos orar mais porque negócio tá feio. Ester Costa!!!!

Anônimo disse...

Fernanda, as crianças de ontem, são os adultos de hoje, assim como as crianças de hoje, serão os adultos de amanhã; no que estão se transformando os jovens de hoje?
Vemos tanta desobediência, violência, drogas, promiscuidade, falta de amor, de família na vida deles, dá dó.
Claro que existem exceções, como os seus conhecidos, mas perceba a grande parte das crianças: são fihos da creche, das babás, das avós (se for da avó ainda estão bem), e por aí vai, menos filhos da mãe. Conheço mulheres que lutaram tanto prá engravidar, que tinham um grande sonho de ter filhos, aí, depois de tantos tratamentos, conseguiram e adivinha onde estão os filhos agora?
Na creche, claro, pois a mãe, não podia largar o sonho de trabalhar fora.

Anônimo disse...

Caro Júlio. Sempre acompanho o seu blog e sei que você traz informações relevantes para a família. Mas sou mulher,cristã e solteira aos 30 anos. Não estou solteira por opção, por achar o máximo ter carreira profissional. O problema é que como falou a Ester a situação nas igrejas está complicada. Não posso deixar de investir na minha vida profissional, assim como milhares de cristãs também não podem. Não desmereço as irmãs que se dedicam exclusivamente ao lar, mas esta não pode ser a realidade de muitas mulheres. Veja o meu caso, o meu pai deixou a minha família quando éramos muito pequenos e se não fosse o caso de minha mãe ter formação profissional teríamos passado fome. Isto mesmo! Infelizmente, muitos homens não honrarão o compromisso de amar a esposa e esta se verá em uma situação muito difícil em caso de separação. Estamos em um mundo caído. E outra coisa a Bíblia não proíbe que a mulher trabalhe, mas sem duvida a prioridade deve ser a família. No livro de provérbios, a mulher virtuosa é vista como alguém que adquire uma vinha, uma atividade comercial. Com certeza a responsabilidade de prover maior é do homem, o que não significa que a mulher não possa ter outras atividades desde que não negligencice a sua família, especialmente se os filhos forem pequenos.

Gabriella.

yuna007 disse...

divorcio só aumentando, natalidade praticamente extinta...hoje brasil é só mais uma sociedade hedonista..

Anônimo disse...

A exceção de mulheres casadas e que podem ser muito bem sustentadas pelos seus maridos, concordo que elas sejam do lar, caso contrário, sou a favor de que as mulheres optem por trabalhar para ajudar na manutenção de suas famílias e a si próprias.

Mulheres em vários países da Europa, Japão, EUA dentre outros países, exerceram grande papel e importância durante a 2ª Guerra Mundial trabalhando nas fábricas de armas, enquanto os homens lutavam nos campos de batalhas.

Rogério - MG

Rogério disse...

Quanta besteira.
A mulher deve trabalhar fora sim e conquistar sua independencia financeira.
Já vi muito homem abandonando a esposa e os filhos para viver com uma mulher mais jovem. A coitada da esposa tendo que se virar para criar os filhos.
A mulher tem mais é que se profissionalizar mesmo.

Anônimo disse...

Atualmente em qualquer igreja desde a tradicional até a pentecostal, encontramos filas de mulheres solteiras. Pois os homens dentro das igrejas não procuram primeiramente uma mulher virtuosa que seja temente a Deus, mas sim uma mulher que seja bonita, magra, rica, com faculdade, bom emprego etc...Estes homens ainda dizem que estão em busca do melhor de Deus, enquanto aquela as moças virgens, temente a Deus, mas que são pobres, desempregadas, gordinhas, e se passaram dos 30 ...enfrentarão dificuldade para casar e constituir uma família....então Júlio homens como você que possuem uma visão bíblica sobre casamento é raridade hj nas igrejas.

Julio Severo disse...

Não é a toa que a Bíblia deixe claro que os últimos dias seriam de muita apostasia. Apostasia só ocorre na igreja.

Anônimo disse...

Creio que as mulheres devem ter um mínimo de educação e experiência profissional que garantam que não fiquem desamparadas no caso de um divórcio (não por motivos fúteis, mas por traição, espancamento ou abandono do lar pelo marido). Entretanto, quando tiver meus filhos pretendo abandonar a carreira para me dedicar a eles, pelo menos enquanto crianças. Jamais os deixaria em creches, escolhinhas ou com babás. Tanto os abusos que podem ser cometidos (físicos, como já sofri) quanto a ideologia passada podem ficar marcados em suas mentes. Educação é responsabilidade dos pais, pricipalmente da mãe.

Anônimo disse...

As feministas não querem realmente trabalhar, querem status social, poder, dinheiro, libertinagem sexual,e sobretudo querem superar os homens, devido ao seu inerente complexo de castração e inferioridade. Por isto, sacrificam filhos e maridos, destroem famílias.

A Sociobiologia diz que a relação homem/mulher é de duplo parasitismo, sendo o homem o parasita genético da mulher, e a mulher o parasita social do homem, o que explica o comportamento das feministas.

Anônimo disse...

A vida profissional é muito competitiva e exigente hoje. Pras mulheres que dizem que vão ter filhos, dar um tempo na carreira e depois voltar, lamento estragar o sonho, mas é ilusão. Vc sai do teu trabalho, vai ser substituida e não vão te esperar depois.
Falando como homem: é difícil encontrar mulheres realmente cristãs hoje. As mulheres são acostumadas a buscarem resultado no trabalho, competirem, disputarem posições para ganhar mais. Quando vão ter filhos, eles serão criados por creches, avós ou TV. Quando vc chega em casa não quer encontrar uma competidora ou uma mulher objetiva acostumada a disputar todo e qualquer espaço (até em casa). Mas infelizmente, as mulheres querem ser assim... sucesso profissional em 1º lugar, mesmo as cristãs.