6 de outubro de 2011

Cérebro ateu: viciado em ateísmo

Cérebro ateu: viciado em ateísmo

9 de setembro de 2011 (Notícias Pró-Família) — As fileiras de ateus famosos respeitados pelos grandes meios de comunicação estão agora recebendo a companhia de um psiquiatra e uma jornalista que conjuntamente escreveram o livro “Why We Believe in God(s): A Concise Guide to the Science of Faith” (Por que Cremos em Deus[es]: Um Guia Conciso para a Ciência da Fé). Os dois autores afirmam, em resumo, que Deus não é nada mais do que uma invenção de nossas imaginações biologicamente determinadas.
Num recente artigo sobre o livro, J. Anderson Thomson, psiquiatra da Universidade da Virginia, e a “escritora médica” Clare Aukofer repetem chavões estragados do repertório do ateísmo alemão do século XIX, vestidos elegantemente como “ciência” moderna. Eles começam citando a letra oca de “Imagine” de John Lennon, em que ele afirma que o paraíso socialista que ele visualiza traria “paz” “sem nenhum céu… sem nenhum inferno abaixo de nós… e também sem nenhuma religião”.
“Sem nenhuma religião”, os autores escrevem com entusiasmo. “O que será que Lennon estava querendo que imaginássemos? Para começar, um mundo sem mensageiros ‘divinos’, como Osama bin Laden, que vivia produzindo violência. Um mundo onde erros, como a perda evitável de vida no furação Katrina, seriam retificados em vez de atribuídos à ‘vontade de Deus’. Onde políticos não mais competem para provar quem acredita mais fortemente no irracional e indefensável. Onde o raciocínio crítico é um ideal. Em resumo, um mundo que faz sentido”.
Como fazemos “sentido” de um mundo que nada mais é do que as agitações cegas da matéria, sem nenhum propósito decisivo, está além de minha compreensão, e é de surpreender que os autores não tivessem lidado com isso. Mas certamente essa dupla poderia propor mais do que as acusações surradas de “violência” que os ateus sempre apontam para a religião. Os ateus sempre parecem se esquecer de que os governos mais cruéis e violentos da História, tais como o da China de Mao e da Rússia de Stálin, foram inspirados por e dirigidos por ateus.
O governo ateísta da China continua a impor assassinatos em massa em seu povo por meio de sua coerciva “política de um filho só”, a qual agora resultou em centenas de milhões de mortes por meio do aborto. Mas quem está fazendo a contagem? Certamente, não os ateus, que têm a improbabilidade até mesmo de reconhecer o valor humano dos bebês em gestação.
Aqueles que defendem o teísmo num sentido geral não afirmam que é uma condição suficiente para uma vida integra. As grandes religiões mundiais nem sempre conduzem à verdade, e os erros que estragam algumas delas têm provocado real sofrimento para a humanidade. Mas negar a existência de Deus, que é a única base concebível para uma moralidade objetiva, é mal a resposta. Se os seres humanos não são nada mais do que uma configuração de átomos sem nenhum propósito decisivo, o conceito de certo e errado fica sem sentido. Certamente até mesmo um psiquiatra pode ver isso, e talvez até mesmo uma jornalista.
Os autores esperam que esqueçamos que a religião produziu muito, ou até mesmo, grande parte da arte e arquitetura de que a humanidade tanto gosta, bem como o moderno sistema educacional? Eles pensam que uma fenda mesquinha acerca de Osama Bin Laden servirá para descartar as vastas obras de caridade, desde hospitais e abrigos para gente sem moradia até imensas agências internacionais de assistência, que foram inspiradas em crenças religiosas? Certamente Thompson e Aukofer podem fazer mais do que ignorar em silêncio esses fatos imponentes, como se ignorá-los os fizesse desaparecer.
Os autores então fazem uso do velho truque de ateus alemães do século XIX como Feuerbach, Marx, Nietzsche e Freud, que nunca fizeram nenhuma tentativa de responder aos argumentos históricos para a existência de Deus, e em vez disso lançaram a pista falsa de explicações psicológicas, econômicas e biológicas para a religião. A suposição é que se pudermos explicar as origens de uma crença, temos de certo modo feito uma refutação dela, uma falsa conclusão boba que só serve para nos lembrar da impotência da posição do ateu.
Thompson e Aukofer pegam a rota biológica, afirmando que somos criados geneticamente para crer em Deus porque tal mecanismo foi útil aos nossos ancestrais como um mecanismo de sobrevivência.
“Como nosso DNA psicológico, os mecanismos psicológicos por trás da fé evoluíram durante eras por meio da seleção natural”, afirmam eles. “Eles ajudaram nosso ancestrais a trabalhar eficientemente em grupos pequenos e a sobreviver e se reproduzir, características desenvolvidas muito tempo antes da história registrada, desde os fundamentos profundos em nosso passado de caçadores-ajuntadores mamíferos, primatas e africanos”.
Os autores falam com tal monotonia de um parágrafo ao outro, citando trilhas evolucionárias especulativas ao teísmo que eles dizem foram oferecidas por pesquisadores. Eles borrifam seu comentário com observações bobas sobre a necessidade que o homem tem de “ligações”, “reciprocidade”, “amor romântico” e “hostilidades grupais”, como se algumas referências banais ao fenômeno psicológico pudessem explicar a convicção quase universal do homem no divino.
Contudo, as questões que eles deixam como se fossem boas quando não são falam mais sobre a própria psicologia deles do que qualquer outra coisa. Se a biologia evolucionária explica a convicção do homem em Deus, como é que explicamos o teísmo dos autores? Eles afirmam ser super-homens que, diferente do resto de nós, podem transcender suas próprias naturezas? Se dá para explicar a religião com nossos genes, o mesmo não seria verdade sobre o ateísmo? O que vale para um vale igualmente para o outro.
Reduzir as ideias do homem à sua biologia, aliás, destrói o fundamento de todo conhecimento. Se nossas ideias são determinadas por nossos genes, então como é que podemos saber que qualquer coisa em que cremos é verdade? Tais refutações foram há muito tempo apontadas contra o raciocínio confuso dos materialistas, mas os autores, confusos pelos grosseiros erros empíricos do moderno cientifismo, aparentemente não estão conscientes do debate histórico. A ignorância da história das ideias é uma característica dolorosamente comum entre os ateus.
O artigo do jornal Los Angeles Times é apenas o mais recente lembrete do efeito do ateísmo numa mente que, em outras circunstâncias, é competente. O fato de que os autores do artigo escreveram um livro inteiro acerca de sua tese evolucionária sobre as origens da religião, ao que tudo indica totalmente inconscientes das falácias simples que sustentam suas premissas, faz pouco mais do que ilustrar uma verdade que já foi provada muitas vezes pelos modernos adeptos da descrença: a irracionalidade do ateísmo mina a capacidade de alguém pensar.
Mande um e-mail ao autor.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/this-is-your-brain-on-atheism
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6 comentários :

Anônimo disse...

Bom dia, irmão júlio severo o "diabo" engana a mente e seus corações com orgulho, vaidade, amante de si mesmos, rebeldia, afrontar o criador do universo o nosso ÚNICO DEUS VIVO.
Isso acontece com esses estudiosos e religiosos a humanidade está separado de Deus pelo "Pecado original", são escravizados pela força do seu pai que príncipe desse século.
Achas ele quer que um escravo dele seje livre e liberto e conheça o PODER DO DEUS VIVO E SEJE SALVO POR ELE NÃO MESMO NÉ.
Orar sem cessar por essas pessoas que DEUS VIVO tire a venda maligna dos olhos dessas pessoas conheçam a VERDADE DO EVANGELHO DO SENHOR JESUS CRISTO NGM VAI AO PAI SE NÃO POR EMIO DE SEU FILHO AMÉM. Ester Costa!!!!

Danielle Priscila Gonçalves disse...

Olá Julio, Deus te abençõe!
Li o artigo e fiquei itrigada com uma coisa. Seguindo o raciocínio deles, a Seleção Natural seria a nossa "mãe". É um processo longo, mas eficiente que busca o melhor para a humanidade. Essa Seleção Natural "achou" por bem termos fé, visto ser útil na nossa sobrevivência. Mas os caras aí estão indo contra as conclusões da própria "mãe" deles? Coisa de doido não?!

Joseh Silvah disse...

Na verdade nem vou comentar o artigo, só quero dar uma notícia para os cristãos conservadores de plantão. To começando um blog onde estou lendo oralmente artigos e textos de grandes conservadores como Olavo de Carvalho.
Tive essa iniciativa (leitura oral) pra ajudar aqueles que não podem ver mas podem ouvir, aqueles que podem ver mas não sabem ler, aqueles que sabem ler mas tem preguiça e, aqueles que gostam de ler mas também apreciam a palavra falada. Por favor divulguem.

http://verdadesitiada.blogspot.com

Anônimo disse...

Realmente não faz sentido o mundo ser apenas uma explosão sem nenhum propósito aparente,logo podemos imaginar que uma força divina realmente existe. Isso parece ser muito mais racional que as teorias científicas mirabolantes.
Porém, se existe Deus, ninguém ainda o viu ou ouviu.
O problema está em que muitas pessoas falam em nome de Deus, um deus que eles nunca viram ou sentiram.
Como pode algumas religiões determinarem dogmas acerca de algo que nem eles sabem se é autêntico?

Anônimo disse...

Anônimo disse:

"Porém, se existe Deus, ninguém ainda o viu ou ouviu."

Sua afirmação é parcialmente verdadeira. De fato, ninguém nunca viu a Deus em sua plenitude, porém pessoa já ouviram sim a sua voz claramente. A prova disso, como eu já escrevi aqui para outra pessoa, são as profecias bíblicas. Convenhamos, se existe um livro que claramente e minuciosamente descreve o futuro, então só podemos concluir que quem escreveu esse livro teve um contato sobrenatural. O cumprimento de inúmeras profecias bíblicas pode ser verificado na História, especialmente as profecias concernentes ao povo judeu. Sobre isso, eu te indico esse texto:

http://www.chamada.com.br/mensagens/razao_para_crer.html

E esses videos:

http://www.youtube.com/watch?v=IPmNvHK5WyA
http://www.youtube.com/watch?v=VTFLo0xTdBQ
http://www.youtube.com/watch?v=ZUKn1Fa4HN0&feature=channel_video_title

Também temos fortes evidência de que, de fato, Deus se revelou ao mundo na pessoa de seu filho Jesus Cristo. Assista essa série de Lee Strobel, um jornalista que se converteu pequisando as evidências históricas da ressurreição (Em defesa de Cristo):

http://www.youtube.com/watch?v=DHX6uqtWHyE

Felipe.

Nithapele disse...

Deus é uma conclusão lógica do pensamento livre.

http://osalmao.blogspot.com/2012/01/deus-conclusao.html

Paz e bem