25 de agosto de 2011

William Douglas, o evangélico da “tolerância”


William Douglas, o evangélico da “tolerância”

Leonardo Bruno
Ao acompanhar os artigos da Revista evangélica Genizah, eis que me deparo com mais artigos do juiz federal e professor de concursos William Douglas, em particular, sobre o movimento homossexual. Assustou-me as falácias implicadas no seu raciocínio, demonstrando uma ignorância abissal do que está por trás de toda a polêmica da virulenta militância gay. Ao que parece, o Sr. Douglas ou não percebeu ou finge perceber de que o país está numa verdadeira guerra cultural, onde o cristianismo está sendo atacado por todos os lados. Entretanto, o magistrado quer agradar a gregos e troianos fazendo pose de moderado, de sensato, quando na verdade, a polidez acaba virando pretexto para a falta de firmeza nas idéias.
Em seu artigo, intitulado “Dois surdos: os religiosos e o movimento gay”, publicado na Revista Genizah, em 13 de maio de 2011, o Sr. Douglas coloca na mesma proporção as alegações dos religiosos e do movimento homossexual. O texto é abertamente confuso e cheio de auto-enganos. Seu esquema mental não é uma defesa de princípios. Ou mais, é uma defesa de princípios não pautada no cristianismo, mas tão somente nas opiniões oscilantes do sistema democrático. Ora, para o juiz, o problema das reivindicações espúrias do movimento gay não passa pela legitimidade no plano de valores autênticos, mas sim dentro das estruturas duvidosas do conceito da “maioria” ou “minoria” ou o que é estabelecido pelo Congresso Nacional. Sua expressão é clara nesta frase: “O erro da intolerância, o movimento gay também comete ao tentar impor um novo conceito de casamento ao invés da aceitação da união civil estável homoafetiva, e mais ainda, ao defender um projeto de lei contra homofobia que desrespeita a liberdade de opinião e religiosa (PLC 122). Isso para não falar do "kit gay", uma apologia ofensiva e inaceitável para grande parcela da população. Não há santos aqui, só pecadores. Em ambos os lados”. E ainda reitera: “Negar o direito dos gays é tirania dos religiosos. De modo idêntico, impor sua opinião aos religiosos, ou calá-los, ou segregá-los nas igrejas como se fossem guetos é tirania do movimento gay". Ou seja, tanto faz um cristão pregar a bíblia ou os valores do casamento tradicional ou o movimento homossexual ideologizar a educação com kit-gay nas escolas e criminalizar a religião. Eles estão no mesmo nível de intolerância, nas palavras de William Douglas.
Por outro lado, Douglas tem uma visão distorcida da palavra “direito”. Desde que o Estado previdenciário e babá surge nas democracias, o “direito” implica uma exigência neurótica de regalias e equiparações sociais, com o total desprezo pelos deveres e pelas diferenciações. Ele diz: "Nesse diálogo de surdos, o STF foi forçado a decidir em face da incompetência do Congresso, dos religiosos e do movimento gay, pela incapacidade de se respeitar o direito alheio”. A questão que se impõe é: desde quando o “casamento homossexual” constitui um “direito”? Qual o precedente histórico, jurídico ou moral que implique afirmar que o homossexualismo é um “direito”, já que não se enquadra nas relações naturais da família e da heterossexualidade? Direito é dar a quem é devido e fazer a correlação daquilo que de fato existe conforme à lei natural e à realidade. Se afirmarmos que o homossexualismo cria “direitos de família”, logo, estaremos também afirmando que o reconhecimento exclusivo da família heterossexual é uma espécie de “discriminação”. Todavia, o absurdo dessa tese é que não há parâmetros existenciais para uma “família gay”, justamente porque o comportamento gay não comporta dentro dos papéis da família, e a sexualidade gay não se consuma, é incompatível. É falso afirmar os “direitos” dos gays no plano matrimonial. Justamente, porque o casamento, pela sua natureza, é restritivo a um tipo de relação e comportamento, que exclui todo o resto.
Outra falsidade existente, e que encontramos nos artigos de William Douglas, é a da “igualdade de direitos”. O não-reconhecimento do “casamento gay” não viola a igualdade de direitos, justamente porque o casamento heterossexual é válido, tanto para gays, como para heteros. O que a lei ainda não reconhece é a nivelação entre homossexualismo e heterossexualidade. Exigir essa nivelação nada tem de “direito”. É tão somente uma deturpação conceitual, que na prática, rebaixa a dignidade do direito de família e relativiza sua estrutura orgânica.
O mais grotesco é o Sr. Douglas chamar a dupla homossexual de “casal”. O termo só se aplica a relações heterossexuais e não compete elevar o homossexualismo no mesmo plano das relações heterossexuais, justamente porque dentro de uma hierarquia de valores, as implicações das relações entre homem e mulher são totalmente distintas. Do homem e da mulher se gera uma família, porque do vínculo, se cria relações de parentesco e consangüinidade, através da geração de filhos. O mero fato de constatar que o homossexualismo generalizado levaria a extinção da espécie humana já revela a desigualdade elementar dos comportamentos sexuais. Homossexualismo é apenas capricho do desejo; a heterossexualidade é um dado essencial da sexualidade humana, sem a qual, o ser humano some da face da Terra. Um casal que gera filhos é bem diferente de uma sexualidade incompatível, que jamais se consuma. Penso até que seria ofensivo a dois homens ou mulheres gays serem chamados de “casal”, uma vez que tal palavra já rotula que um é o macho e outro é a fêmea da relação. Na prática, a elevação das relações homossexuais ao nível da família e do casamento tradicional soa tão grosseiro e caricatural, que a intenção implícita do movimento gay é tão somente de desmoralizar a estrutura familiar.
Alguém objetaria esse argumento, ao falar do casal estéril. Só que um casal estéril, quando adota filhos, apenas reproduz o que é conforme ao costume ou a natureza, qual seja, os papéis do homem e da mulher, do pai e da mãe. A esterilidade, neste caso, não é produto da incompatibilidade sexual, mas tão somente de uma falha na capacidade reprodutiva. Sexualmente, o casal estéril é compatível e sua relação e referências estão de acordo com as estruturas naturais da família.
Em outro artigo de Douglas, intitulado “Apedrejando os outros: algumas observações sobre a PL -122”, publicado na Revista Genizah, em 28 de maio de 2011, o juiz, em nome de “combater a homofobia”, mais uma vez nivela as ações de cristãos e do movimento gay, como se os valores e práticas políticas fossem os mesmos. Não conheço nenhum cristão que pregue a prisão de homossexuais. Tampouco ouvi falar de alguém que saiu de uma missa ou de um culto evangélico para matar gays, por conta da pregação de padres e pastores. Todavia, o movimento gay faz “beijaços” na frente de catedrais católicas e igrejas protestantes, hostiliza símbolos religiosos cristãos na Parada Gay, censura a publicação de versículos da bíblia em outdoors e, ainda, quer criar uma lei para destruir a liberdade religiosa, transformando padres, pastores e milhões de cristãos em figuras potencialmente criminosas. Apesar de toda a ação violenta, radical e totalitária do movimento gay, William Douglas quer que os católicos e evangélicos sejam educados, contritos, delicados, na pregação daquilo que são os princípios de fé e moral da Cristandade. Tenham zelo e medo de pregar o cristianismo, por ser contra a tal “homofobia”.
Mas o que significa “combater a homofobia”? Um conceito obscuro, elástico, sem definição clara, que é perfeitamente manipulado pelo movimento gay para rotular qualquer dissidente ou imputar os piores rótulos. A palavra “homofobia” pode ser interpretada como qualquer coisa: rejeitar a homossexualidade, criticar a homossexualidade, odiar o homossexual, matar o homossexual. Ou, na melhor das hipóteses, rejeitar o programa gay, intocável no palavreado viciado de estigmas da linguagem politicamente correta. Partindo dessa extensão subjetiva da palavra, o mero fato de alguém criticar os homossexuais ou o homossexualismo faz dele um assassino em potencial. A senadora Marinor Britto já não acusou o deputado Jair Bolsonaro de ser “homofóbico” e “criminoso”? Os arautos do movimento gay dizem querer criminalizar o ódio anti-homossexual. Desde quando a lei pode criminalizar sentimentos? Ou aversões? A lei deve criminalizar tão somente atos concretos, dentro da proporção de seus métodos e efeitos. Tentar punir sentimentos é um dos aspectos mais monstruosos dos sistemas totalitários, que almejam o controle das consciências e dos sentimentos humanos.
Mas o patrulhamento do ódio, neste aspecto, é bastante seletivo. O Ministério Público não vai perseguir quem declara profundo desdém aos cristãos. O deputado Jean Wyllys é cheio de palavras de incitação ao ódio contra os católicos e evangélicos e nunca foi punido por isso. Ademais, o movimento gay não se limita a incitar o ódio: ele o pratica, quando quer censurar a bíblia ou mandar pra cadeia os cristãos por crimes de consciência. Ou seja, o movimento gay não alimenta o ódio, pratica o ódio. Ministério Público Federal só vai atrás de pessoas que não fazem mal a uma mosca, como o evangélico Julio Severo, que, inclusive, lembremos, teve que sair do país, temeroso da chuva de processo que certamente sofreria por suas declarações corajosas e polêmicas.
Será que ninguém viu palavras de ódio, quando pessoas do nível de Luiz Mott e do movimento gay da Bahia queimaram os retratos de Bento XVI, na frente de uma catedral, por conta da visita do Santo Padre ao Brasil? Ou quando um defensor público iletrado e esquizofrênico move ação para retirar versículos bíblicos, já que simpatiza com a causa homossexual? Entretanto, William Douglas acha que pode afagar a boca do jacaré e do leão fazendo mimos aos raivosos, bancando a pose de criatura evangélica tolerante. A pergunta que fica no ar é: os cristãos devem tolerar esses tipos de provocações? Nem mesmo Cristo, tolerou as atitudes mesquinhas dos vendilhões do Templo. Por que o senhor magistrado quer que toleremos algo que está além do limite do tolerável?
O Sr. William Douglas pode bancar o arauto da tolerância como achar bonitinho e agradável ao monstrengo chamado “opinião pública”. Por acaso ele, como autoridade pública, já fez alguma coisa em favor de Julio Severo e demais evangélicos que sofrem intensa hostilidade dos apologetas da agenda gay e mesmo do Ministério Público Federal, agora transformado em censor das idéias cristãs? Não! Douglas apenas conforta sua consciência sobre as promessas do César estatal e o clamor de turba dos eleitores de Barrabás. Não se pode servir a dois senhores, como não se pode servir a César e a Cristo ao mesmo tempo, quando César conspira contra os céus.
Divulgação: www.juliosevero.com

23 comentários :

Anônimo disse...

Muito bom o texto!! é necessário também criar textos pequenos e frases que sintetízem as idéias de resistência anti-homofascista.

PRESBÍTERO VALDOMIRO disse...

A Palavra de Deus diz com todas as letras:

"E não vos conformeis com este mundo; mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, perfeita e agradável vontade de Deus" (Romanos 12:2)

Não queria dizer isso, mas agora eu sou obrigado a dizer o que eu penso (e vou falar abertamente, sem nenhum medo de nada nem ninguém): A BANCADA EVANGÉLICA, QUE DEVERIA DAR O BOM EXEMPLO (OU MELHOR, QUE DEVERIA SER A LUZ NO MEIO DAS TREVAS DESSA NOSSA POLÍTICA), TEM SIDO OMISSA, CONIVENTE E IRRESPONSÁVEL EM RELAÇÃO A TODA ESSA SUJEIRA! E O PIOR É QUE TEM ATÉ DEPUTADO E SENADOR EVANGÉLICO QUE APOIOU LULA E DILMA! MUITOS DELES ESTÃO SE VENDENDO POR DINHEIRO, VANTAGENS, OU CARGOS OFERECIDOS PELO GOVERNO! SÃO VERDADEIROS LOBOS EM PELE DE CORDEIRO! SÃO PIORES ATÉ DO QUE OS ÍMPIOS MAIS PERVERTIDOS!

É justamente por isso que eu não acredito em nenhum político. Nem mesmo os da bancada evangélica não são dignos de confiança. É como bem disse o apóstolo Paulo: "Seja Deus verdadeiro e todo homem (principalmente político) mentiroso" (Romanos 3:4, o parêntese é meu).

O exemplo mais claro disso é a amizade de Magno Malta e Marcelo Crivella (que dizem ser homens de Deus) com Marta Suplicy (porta–voz do diabo e dos homossexuais). Alguém aqui já viu, em alguma página da Bíblia, Jesus e Satanás sendo amigos (ou Jesus fazendo acordo com Satanás)?

ASSIM COMO JESUS NUNCA TEVE NENHUMA AMIZADE COM O DIABO (E TAMBÉM NUNCA FEZ NENHUM ACORDO COM O DIABO), O VERDADEIRO CRISTÃO NÃO PODE (E NÃO DEVE) FAZER ACORDO COM OS DEMÔNIOS (COMO OS POLÍTICOS DESTE GOVERNO PODRE E IMORAL)!

Eu vou mais além: assim como Jesus expulsou os cambistas do templo (João 2:14–16), nós também deveríamos expulsar do Congresso Nacional esses falsos políticos evangélicos que estão somente preocupados em defender os seus próprios interesses ou os interesses de certos grupos (ao invés da obediência às verdades da Palavra de Deus).

E a Palavra de Deus ainda diz mais:

"Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou amará a um e odiará o outro, ou há de se dedicar a um e desprezar o outro" (Mateus 6:24)

"Não vos coloqueis num jugo desigual com os incrédulos. Pois, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que união pode haver da luz com as trevas? E que aliança há entre Cristo e o maligno? E que parte tem o fiel com o infiel? E que concordância existe do templo de Deus com os ídolos?" (2 Coríntios 6:14-16)

"E vereis a diferença entre o justo e o ímpio, entre aquele que serve a Deus e aquele que não O serve" (Malaquias 3:18)

A Palavra de Deus é taxativa: ou você está a favor Dele, ou você está contra Ele. Em outras palavras: ou você serve a Deus, ou você serve ao diabo (não existe meio-termo)!

Para esses que se dizem cristãos (mas que, às escondidas, satisfazem aos desejos do diabo e dos homossexuais), Jesus dá uma advertência muito séria (gostaria que todos lessem e meditassem atentamente):

"Nem todo aquele que diz: Senhor! Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas somente aquele que faz a vontade de Meu Pai que está nos Céus. Muitos dirão naquele dia: Senhor, não profetizamos em Teu nome? E não expulsamos demônios em Teu nome? E não fizemos obras grandiosas em Teu nome? Porém, Eu vos direi: Nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, vós que praticais a iniqüidade" (Mateus 7:21-23)

Só sei de uma coisa: quando Jesus voltar, toda essa bandalheira vai ter fim. E muito político que se diz cristão (e que compactuou com todas as sujeiras deste governo corrupto) vai ter que prestar contas a Jesus! Eu não quero estar na pele deles neste mesmo dia!

Para encerrar minha mensagem, deixo este versículo para a reflexão de todos:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Anônimo disse...

O juiz William Douglas está escrevendo textos com esta interpretação, pois parece querer agradar aqueles que estão no poder e pensam de maneira semelhante. Estaria o juiz, com este tipo de discurso, de olho em cargos que terão vacância, em breve, em Tribunais Superiores?

Anônimo disse...

Já passou da hora dos cristãos brasileiros saberem que são os verdadeiros e os nominais.

Os cristãos brasileiros estão começando a ver quem realmente serve a Deus ou que agradar ao deus do presente século.

A Bíblia é enfática. Não há aliança entre luz e trevas. Como cristãos devemos continuar a combater e denunciar o pecado, seja ele qual for.

Em relação ao juiz William Douglas, nunca se viu este magistrado 'tomar as dores' dos cristãos quando estes são vilipendiados nas novelas da Rede Globo.

É lamentável.

Aos poucos o oculto vai sendo revelado.

Anônimo disse...

A INDIGNAÇÃO DE JESUS


Significado de Indignação

s.f. Sentimento de cólera e desprezo que uma ofensa ou uma ação injusta provocam.
Ira, raiva, ódio.



Vou falar como Jesus se indignou com os cambistas no Templo. Uma pergunta ! Será que as pessoas em geral não sabiam dos abusos,roubos,ladroagens praticadas no Templo ? Claro que sabião. Mas ! Como naquele tempo com nos hoje, existia a falta de indignação,a apatia,a indiferença, o atenuar as coisas graves e más.

Como hoje não damos muita bola para certos absurdos que acontece. O texto João 2-13 á 17 Fala que Jesus passando pelo Templo muito se indignou e chegando até chicote de cordéis. Jesus também se indignou com os Fariseus. Lucas 11,37 á 54 A tal ponto que os doutores da lei,disserão;'Mestre,quando dizes isso, também nos afronta á nós.

Nesta semana, eu também me indignei muito a saber de um outdoor com versiculos condenando o homossexualísmo, sobe a pena da igreja pagar 10 mil reais de multa por dia.



http://holofote.net/2011/08/19/justica-manda-retirar-outdoor-evangelico-com-versiculo-biblico-gays-de-sentiram-ofendidos/

Não me venham dizer que estou sendo afobado. A indiferença,a apatia, a capacidade de ver os maiores absurdos,injustiças e ficar tranquilo, sem se exaltar,sem se irritar, não é nenhuma virtude.

Se Jesus se irritava,se indignava. Porque devo ser eu o TRANQUILÂO. Lógico que não devo deixar a ira me dominar. Mas ! Se indignar de uma forma sadia. Com o exemplo do Cristo.

E com certeza a CENSURA A Bíblia é motivo muito justo para se indignar.

E o cristão muito fraquinho para se indignar alguma coisa está errada com ele.

Anônimo disse...

Governo lança projeto para controlar a internet. Fiquemos alerta,boa coisa não venhe por aí.

A besta lança seus tentaculos a internet !!!

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/08/governo-envia-projeto-do-marco-civil-da-internet-ao-congresso.html

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/08/casa-civil-esclarece-pontos-do-projeto-do-marco-civil-da-internet.html

Nil Soares

MARIA disse...

O juiz William Dougras é uma desses cristãos para quem ser cristão é ser participante de uma boa religião. Daí que não tem a menor visão espiritual, a mínima que seja! Só vê as coisas do ponto de vista de seu intelecto supostamente apurado. É uma lástima, mas existem milhares de cristãos assim: medrosos, frouxos, condescendentes, que não arriscam absolutamente nada em nome de sua fé. São escravos de um conforto que prezam acima de tudo, tímidos e tem pavor de contrariar os outros para não perderem as benesses e a "reputação" do mundo ao seu redor! Será que são mesmo cristãos?

abr disse...

Homofobia não existe! é uma farsa desse movimento gay http://www.ipco.org.br/home/noticias/confirmado-a-%E2%80%9Chomofobia%E2%80%9D-nao-existe

ELISEU disse...

Apesar de não atacarmos física ou verbalmente os homossexuais, somos constantemente atacados por eles simplesmente por não aceitarmos o que eles fazem. Para que todos daqui tenham uma idéia do ódio que os homossexuais têm dos cristãos, o deputado Jean Wyllys (que também é homossexual) censurou um cidadão (Carlos Vendramini) pelo Twitter simplesmente porque o mesmo se manifestou contra o PLC 122, o "kit gay" e o homossexualismo. E o próprio Jean Wyllys ainda teve o despeito de dizer que os cristãos são homofóbicos, preconceituosos, e que iria tomar providências contra os seus "inimigos" (não só os cristãos como também todos os que são contra o homossexualismo).

Eu pergunto: a liberdade de expressão é permitida somente aos homossexuais? E para os cristãos e para as pessoas que são contra o homossexualismo, não pode haver liberdade de expressão? Quer dizer, eu não vou poder protestar contra uma coisa que é biblicamente imoral? Que justiça é essa de 2 pesos e 2 medidas (tudo para os homossexuais, e nada para os cristãos e para os que são contra o homossexualismo)? Por acaso os homossexuais são tão especiais (ou tão privilegiados) para só eles terem todo e qualquer tipo de direito?

Caso os homossexuais estejam esquecidos, faço questão de relembrar a eles o que diz a nossa Constituição Federal. Está escrito precisamente assim:

- Artigo 5º, inciso IV:

"É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"

Eu sou livre para dizer o que eu quero. E eu aproveito a minha liberdade para dizer aos homossexuais com todas as letras: SOU CONTRA O HOMOSSEXUALISMO E CONTRA O PLC 122 OU QUALQUER OUTRA LEI A FAVOR DELES! Sinto muito se os homossexuais se sentiram ofendidos, mas eu penso assim (eles aceitem se quiserem)! Eles podem até me chamar de homofóbico, mas eu não estou nem aí para o ódio que eles terão de mim! Minha opinião é esta: sou contra o homossexualismo (e ponto final)!

- Artigo 5º, inciso VI:

"É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias"

Ninguém pode me obrigar a deixar de crer em Deus e na Sua Palavra. Eu creio e obedeço ao que Ele me ordena. Se os homossexuais não quiserem aceitar a minha opinião (ou não quiserem aceitar o que a Bíblia diz sobre o homossexualismo), é um direito que eles têm. Porém, me obrigar a mudar de opinião só porque eles querem que eu ache certo uma coisa que é biblicamente errada, isso eu NUNCA vou fazer. Não vou mudar meu ponto de vista para agradar a ninguém (principalmente os homossexuais). Eu obedeço ao que a Bíblia diz: "Importa antes obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29)

Se eu tiver que ser preso ou morrer pela verdade da Palavra de Deus, eu aceito com muito prazer a prisão ou a morte (até porque eu confio no Deus em quem eu creio). Eu adoto comigo o mesmo lema dos antigos mártires da fé cristã: "Antes morrer do que pecar". Não tenho nenhum medo de ser preso ou de morrer, porque o Senhor Jesus, na Sua Palavra, garante aos Seus servos: "Sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida" (Apocalipse 2:10)

Já preguei o evangelho para muitos homossexuais. Muitos chegaram a rir da minha cara, me chamaram de homofóbico (e de outros nomes feios que eu nem vou citar aqui, por questão de educação), enfim, me insultaram de tudo quanto é jeito.

Só sei de uma coisa: estou com a minha consciência tranqüila. Cumpri a minha obrigação. Se os homossexuais não quiserem se arrepender, é problema deles. No dia do juízo final, eu quero ver se algum deles vai ter coragem de dizer a Jesus as mesmas coisas que eles me disseram! Aí vamos ver quem é realmente corajoso para encarar Jesus face a face!

Se os homossexuais quiserem pagar pra ver, depois eles não digam que não foram avisados!

EVANILSON disse...

O Sr. William Douglas, infelizmente, está totalmente equivocado em suas atitudes. No entender dele, é melhor "negociar" de forma pacífica determinados assuntos (como o homossexualismo) do que se tornar inimigo de certas pessoas.

No entender dele, convívio pacífico significa aceitar os ataques dos homossexuais (e não dizer e nem fazer nada contra). Em outras palavras: os cristãos, em nome de uma convivência pacífica, devem permitir que os homossexuais (e os políticos que agem a favor deles) fiquem totalmente à vontade.

O exemplo que o presbítero Valdomiro citou foi muito esclarecedor: a amizade de Magno Malta e Marcelo Crivella (que dizem ser representantes de Deus) com Marta Suplicy (porta–voz do diabo e dos homossexuais). Por que um servo de Deus dialogaria com um escravo do diabo?

Porque eu convivo com uma determinada pessoa, eu devo, em nome deste mesmo convívio, aceitar tudo de errado que a mesma pessoa pensa, faz ou diz (ou melhor, ser tolerante com o pecado)? É claro que não!

Infelizmente, algumas pessoas confundem amor ou convívio com permissividade ou tolerância. Devido a essa distorção (ou melhor, deturpação) de conceitos, muita gente acha que amar (ou conviver) significa aceitar o pecado (e não dizer nem fazer nada). Na verdade, quem faz isso (isto é, quem tolera o pecado e fica indiferente) é cúmplice do pecado, ou melhor, é tão (ou mais) culpado quanto o próprio pecador. Em relação a isso, a Bíblia diz claramente: "Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado" (Tiago 4:17).

A Palavra de Deus diz o que devemos fazer antes de termos amizades (ou convivermos) com certas pessoas de comportamento duvidoso:

"E não vos comuniqueis com as obras infrutíferas das trevas; antes, condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe" (Efésios 5:11–12)

"Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho.Se alguém vem ter convosco e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis. Porque quem o saúda tem parte nas suas más obras" (2 João 1:9–11)

Se o Sr. William Douglas e alguns dos políticos da bancada evangélica (como Magno Malta, Marcelo Crivella e outros) fossem cristãos autênticos (no verdadeiro sentido da palavra), eles não aceitariam fazer nenhum acordo com Marta Suplicy (ou qualquer outro defensor dos homossexuais) no sentido de "negociar" ou "amaciar" o PLC 122 (ou qualquer lei a favor dos homossexuais). Eles teriam que ter uma postura firme para dizer com todas as letras: "Não tem acordo! Não aceitamos nada que seja contra a Palavra de Deus! Não vamos ser cúmplices desta sujeira! Não vamos aprovar nenhuma lei para benefício dos homossexuais! Não iremos ser tolerantes com o pecado!" Esta teria que ser a atitude deles como legítimos representantes do povo de Deus.

Faço das palavras do presbítero Valdomiro as minhas para perguntar ao Sr. William Douglas: um verdadeiro cristão faria algum tipo de negociação com os demônios das trevas (ou com seus comparsas)?

A Palavra de Deus diz que Jesus veio para desfazer as obras do diabo (1 João 3:8). Por que um cristão agiria diferente?

O que mais me deixou espantado foi o Sr. William Douglas achar natural "negociar" com políticos corruptos (muitos deles claramente a favor dos homossexuais). Talvez ele (que se diz cristão) esteja esquecido das artimanhas do diabo, como bem disse o apóstolo Paulo:

"E não vos admireis disto, já que o próprio Satanás insiste em se transformar em um anjo de luz. Não é muito, portanto, que os seus ministros apareçam como ministros da justiça; e o fim deles será segundo as suas obras" (2 Coríntios 11:14-15)

Jesus ainda disse que ninguém pode servir a dois senhores (Mateus 6:24). Eu perguntaria ao Sr. William Douglas de que lado ele está: de Jesus ou de Satanás?

Se ele puder, que ele responda a esta pergunta na primeira oportunidade!

JORGE LUIZ disse...

Quando os homossexuais e seus comparsas promovem a abominável, pecaminosa e imoral "Parada Gay" em qualquer lugar do Brasil (seja em São Paulo ou em qualquer outra cidade), ninguém diz nem faz nada contra. Nessas horas, não aparece nenhuma autoridade para protestar ou impedir a divulgação dessa bandalheira em público.

Mas quando um cristão faz uma pregação em público contra o homossexualismo, ou quando uma igreja expõe qualquer mensagem ou texto bíblico em público contra o homossexualismo (como no caso do outdoor em Ribeirão Preto), os homossexuais imediatamente reagem: "Homofobia!" E a justiça (ou injustiça?), prontamente, entra em ação para punir, com o rigor da lei, todos os que forem "preconceituosos"!

Sinceramente, eu me decepcionei de vez com essa justiça do nosso país. Ao invés de defenderem a moral e os bons costumes, as autoridades preferem atender aos ditames e aos caprichos do movimento homossexual. Mas há uma razão muito simples para isso: essas mesmas autoridades foram escolhidas por Lula e Dilma, isto é, prevalece o corporativismo (defesa dos interesses de quem os empregou).

O Ministério Público Federal (MPF) deveria trocar de nome: teria que se chamar MPH (Ministério Pró–Homossexualismo), porque só age a favor dos homossexuais.

Um dia, os homossexuais, seus defensores e patrocinadores estarão diante de Jesus para serem julgados. E o que eles dirão neste dia?

De uma coisa eu tenho plena e absoluta certeza: Jesus voltará um dia para julgar a todos. Ele mesmo garantiu:

"Não seles as palavras da profecia deste livro, pois o tempo está próximo. Quem é injusto, faça injustiça ainda; e quem está sujo, que se suje ainda mais; e quem for justo, procure se manter justo; e quem é santo, continue a se santificar. Eis que Eu venho sem demora, e tenho Comigo o Meu galardão para dar a cada um segundo a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim, o Primeiro e o Derradeiro. Bem–aventurados aqueles que lavam as suas vestes no sangue do Cordeiro, para que possam ter direito à árvore da vida e entrem na cidade pelas portas. Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os idólatras, os homicidas, os que se prostituem, e todo aquele que ama e pratica a mentira. Eu, Jesus, enviei o Meu anjo para vos testificar estas coisas nas igrejas; Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã" (Apocalipse 22:10–16)

Da mesma forma que o Eliseu, eu também já preguei o evangelho para muitos homossexuais. Mas, como quase sempre acontece na maioria das vezes, eles não me deram ouvidos. Eu fiz a minha parte. Se eles não querem se converter, é problema deles. No dia do juízo final, será cada um por si diante de Deus na hora de prestar contas. É como alertou o apóstolo Paulo:

"Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus" (Romanos 14:12)

Se os homossexuais e seus comparsas quiserem ver para crer, depois não vai ter desculpa de falta de aviso!

Anônimo disse...

Julio, genizah é casa dividida, e nao subsitira. veja o marcelo sobre voce e barros, rsrsrsrsrs. Só faltou publicar lá, claro!!!!

http://www.olharreformado.com/2011/08/sobre-julio-severo-e-thiago-lima-barros.html

Josué disse...

Julio, veja o geniza casa dividia, nessa resposta ao barros do marcelo: http://www.olharreformado.com/2011/08/sobre-julio-severo-e-thiago-lima-barros.html

EDSON disse...

Diz assim a Palavra de Deus:

Mateus 4:1-11

1 Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para que fosse tentado pelo diabo.
2 E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois sentiu fome;
3 E, aparecendo o tentador, disse-Lhe: Se Tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pão.
4 Jesus, porém, respondeu, dizendo: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas também de toda a palavra que vem da boca de Deus.
5 Então o diabo O transportou à Cidade Santa, e colocou-O sobre o pináculo do templo.
6 E disse-lhe: Se Tu és o Filho de Deus, lança-Te daqui para baixo; porque está escrito: Aos Seus anjos dará ordens a Teu respeito; eles Te tomarão nas mãos, para que não tropeces com o Teu pé em nenhuma pedra.
7 Disse-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.
8 Novamente o diabo O levou a um monte muito alto; e mostrou-Lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.
9 E disse-Lhe: Tudo isto eu Te darei se, prostrado, me adorares.
10 Então Jesus respondeu: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e somente a Ele servirás.
11 Então o diabo O deixou; e eis que chegaram os anjos, e O serviram.

Vamos agora "adaptar" esse texto bíblico para mostrar como um verdadeiro cristão deve agir (e reagir) diante de uma "proposta de negociações" vinda dos comparsas do diabo (os homossexuais):

1 E o cristão foi ao Congresso Nacional para enfrentar os políticos e ativistas homossexuais;
2 E estando lá durante horas, viu que o PLC 122 (ou outra lei a favor dos homossexuais) iria ao plenário para votação;
3 E vindo um ativista homossexual, disse-lhe: Se você é realmente um cristão, manda que os cristãos não digam nem façam nada contra esta lei (o PLC 122 ou outra lei a nosso favor).
4 O cristão, porém, respondeu, disse: Está escrito: "Importa antes obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29).
5 Então o ativista homossexual levou o cristão para perto de uma delegacia.
6 E disse: Se você é realmente um cristão, pare de se manifestar contra o homossexualismo para não ser preso (e nem morto), porque está escrito: "Não julgueis, para que não sejais julgados" (Mateus 7:1)
7 Mas o cristão respondeu dizendo: Também está escrito: "Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não faz, comete pecado" (Tiago 4:17)
8 Por fim, o ativista homossexual ofereceu ao cristão um cargo com um salário milionário, mil e uma mordomias, e incontáveis vantagens.
9 E disse: Tudo isto eu te darei se você ficar calado e deixar que nós (homossexuais) fiquemos à vontade para fazermos o que quisermos.
10 Então o cristão disse com firmeza: Vai-te, escravo do diabo, porque está escrito: "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou amará a um e odiará o outro, ou há de se dedicar a um e desprezar o outro" (Mateus 6:24).
11 Então o ativista homossexual se retirou cheio de ódio do cristão; e eis que o cristão foi abençoado com as graças do Céu.

Diante desta "adaptação", eu pergunto: qual é político cristão do Congresso Nacional que, hoje, agiria assim (com firmeza) contra o homossexualismo?

Se alguém puder, responda de forma sincera a esta pergunta!

ronie disse...

Edson, Simplesmente sensacional você descreveu o que um verdadeiro cristão deve fazer, e antes mesmo de começar as perseguições pesadas esse cristão já milita contra a tirania do estado.
e da militância gay.
se houvesse mais cristãos assim nas congregações, não precisaríamos estar fazendo abaixo-assinado indo em brasília pois todos estariam conscientes, guarde essa mensagem Julio e se possível coloque num mural.
como um cristão realmente deve ser.
pronto para todos os que se dizem cristão,como os marqueteiros dos tabloides sensacionalistas. verem bem que Deus abençoe você Julio..

Abraão Isvi disse...

Pois é Edson, muito boa sua adaptação achei massa vou repassa-la.

Anônimo disse...

William Douglas é mais um moleque de recados do movimento gay?

Eu pergunto isso porque já não me espanta mais ver magistrados tomando as "dores" dos ativistas gays.

A OAB, por exemplo, há muito virou a Casa da Maria Sapatão.

José Carlos disse...

O Edson está de parabéns. E o texto bíblico que ele tomou como base para a sua adaptação (Mateus 4:1-11, que fala da tentação no deserto) foi mais do que apropriado. Merece nota 10!

Eu diria mais: da mesma forma que Jesus resistiu com firmeza a todas as investidas do diabo, o verdadeiro cristão também deve colocar a sua segurança na Palavra de Deus para poder enfrentar os ataques dos homossexuais.

Essa adaptação merece ser amplamente divulgada a todas as pessoas. E também deve servir de lição para alguns cristão frouxos (como alguns dos políticos da bancada evangélica).

Júlio, publique essa adaptação que o Edson fez. Foi realmente genial e merece todo incentivo!

Anônimo disse...

Sou cristão, mas por favor,desculpe-me, mas religião dogmática não se mistura com Direito e evolução, mudanças comportamentais da sociedade. O casamento continua atrelado à concepção principiológica e valorativa da Bíblia, porém não é possível impor a Bíblia ao ordenamento jurídico nem a uma pequena parcela da sociedade a favor da união civil entre homossexuais, todos são livres para agir e pensarem da forma que quiserem, Jesus jamais impos algo a alguém. Parabéns ao Juiz William Douglas, homem culto, é uma pena que a maioria dos religiosos sejam tão ignorantes quanto os intolerantes homossexuais.

Julio Severo disse...

Prezado anônimo

Você disse: "Não é possível impor a Bíblia ao ordenamento jurídico"

Na prática, o que os ativistas gays estão fazendo é impor a agenda gay no ordenamento jurídico, debaixo do nariz e "amém" do juíz evangélico.

Italo Fabian disse...

Eu li o artigo do Dr. William Douglas na revista elencada e sinceramente discordo por completo do que foi dito no texto do Leonardo, sinceramente minha sensação foi a de que ou o Leonardo não leu o artigo realmente, ou o problema talvez seja de fato o "não saber ler", pois não há uma única crítica que ele tenha feito que se encaixe no que foi dito pelo Magistrado em lide. Eu nem mesmo evangélico sou e li o artigo várias vezes para tentar saber onde William Douglas disse as coisas alegadas pelo artigo aqui exposto. São comentários como os feitos aqui que me fazem perceber cada vez mais que a religião é uma opção cada vez menos viável para um mundo como nosso, pois são pessoas que pensam como vocês que terminam por fechar as portas para qualquer possibilidade de diálogo sério e inteligente. Uma arrogância sem precendentes me pareceu circundar o que a maior parte dos comentários aqui expuseram, pois parecem realmente tentar garantir que os únicos valores e principios que devem valer são os do cristianismo e quê o valor da dignidade humana parece ser secundário em comparação com os principios do cristianismo. Pessoas como o Magistrado William Douglas me dão esperança de que ainda existam cristãos verdadeiros, intelectualmente honestos e cuja cristianismo vivido não o impede de ser sensato quanto à realidade do mundo em que vive. Me parece que o magistrado sim possui princípios de respeito ao ser humano que acredito que são os mesmo que Cristo defendia, mas não vi a Cristo nem nos comentários e tão pouco nos posts aqui apresentados, lastimável que pessoas como vocês fechem a porta do que vocês acreditam ser o reino dos céus para pessoas como eu. Jamais gostaria de participar de um grupo que defende o quê vocês defenderam no artigo e nos posts.

Isso me faz lembrar o Jesus da bíblia.

"Mas ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando." Mateus 23:13

Cordial Abraço a todos.

Julio Severo disse...

Ítalo Fabian, postei seu comentário aqui como uma concessão, pois você é uma figura totalmente incógnita. O seu perfil no Blogger não possui absolutamente nada. Em termos práticos, você não existe.

Mas, pela sua linguagem, imagino que você tenha todo um currículo carregado de diplomas e ideologias. Já que você nos deixou conhecer suas ideias, mostre-nos também quem é você.

Você acusa o Leornardo, que também é advogado, de não ter lido o artigo. Ora! Vá caçar pulgas no seu cachorro de estimação, se é que você tem.

Eu li o artigo, e tive a mesma percepção do Leornado.

Da próxima vez que aparecer aqui, mostre sua identidade. Do contrário, nada mais seu será publicado. Acusações fortes precisam vir embasadas no mínimo com a identificação real do acusador. Espero isso de você na próxima vez.

Italo Fabian disse...

Estimado Júlio Severo.

Eu certamente não terei o mesmo comportamento infantil que você apresenta, quando me manda ir caçar pulgas em meu cachorro de estimação, pois não passa de uma tentativa de me ofender de alguma maneira(já que não pode xingar, pois se diz cristão) apenas por eu não concordar com o quê você disse e pensa; isso apenas demonstra sua dificuldade em lhe dar com pessoas que discordam de você.

Achei engraçado e ao mesmo tempo ingênuo você dizer que estou carregado de ideologias, mas afinal de contas, você não está carregado de nenhuma ideologia? É um puritano quando escreve? Se sua resposta for sim, certamente ficará claro aqui para qualquer um entender quão distante da realidade você vive...

Você e o Leonardo possivelmente são amigos, então, porquê qualquer pessoa aqui deveria duvidar de quê você tivesse a mesma percepção que ele? Acho que não é prudente de sua parte nos dizer exatamente o óbvio, pois se é amigo do Leonardo, você concorda com ele, como não é meu amigo, então qual a tendência natural? esse é um comportamento claro de sua parte.

Você disse que o Leonardo é advogado, mas qual a relação entre o que estamos falando e o fato dele ser advogado? Foi para intimidar? Eu lamento dizer que não intimidou, pois mesmo que ele não fosse um advogado a crítica seria a mesma, ser advogado não muda nada, isso apenas parece me dizer que você ainda vive na época do "Seu dôtô".

Uma boa argumentação independe de curso universitário e portanto isso apenas ilustra o "No Sense" de ter dito que ele é um advogado, não estamos avaliando aqui titulações, embora você pareça estar preocupadíssimo com elas. Uma pessoa que coloca um Blog no ar certamente precisa se responsabilizar pelo que escreve e estar disposto a receber críticas, mas me parece que esse é o único blog em que discordar é um pecado...

Você iniciou sua mensagem dizendo que sou um incógnita e isso pelo simples fato d'eu não ter um blog? É estranho e no mínimo depõe contra você mesmo que colocou inúmeros posts que estavam anônimos e não houve uma crítica sua aos posts anônimos que fosse negativa, ou seja, os posts anônimos que concordaram com você foram bem tratados, eu que tive a cordialidade de colocar meu nome, simplesmente tenho que ler você dizer que não existo.

Acredita mesmo que esse comportamento contraditório em um texto seu, realmente ajuda a você como cristão a mostrar a suposta transformação tão alegada pelo cristianismo? Alguém que faz acepção de pessoas como você fez entre eu e os anônimos é um demonstrativo claro de quê meu comentário apenas abriu um buraquinho em sua maneira fundamentalista de pensar sobre o que foi escrito pelo Leonardo.

Acredito que esse post não será publicado, mas recomendo que faça uma reavaliação de como você tem pensado, mas eu lhe peço, não seja muito "Severo" com você mesmo.

Sucesso.