17 de agosto de 2011

Surpreendente história de família com 11 filhos de menos de 12 anos alcança os grandes meios de comunicação


Surpreendente história de família com 11 filhos de menos de 12 anos alcança os grandes meios de comunicação

ROCKVILLE, MD, EUA, 16 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A surpreendente história de uma família de Maryland com 11 filhos de idades variando de 1 a 12 virou destaque num artigo publicado no jornal Washington Post. O artigo, datado de 10 de agosto, narra a vida do dia a dia da família Kilmer e mostra em detalhes como eles dão um jeito de permanecer alegres e se divertir enquanto equilibram o que alguns poderiam considerar um estilo de vida impossivelmente difícil.
Família Kilmer
Leia o artigo do Washington Post aqui.
Numa entrevista para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews (LSN), Larry Kilmer, que é natural de Halifax, Nova Scotia, disse que viu sua conversa com o Washington Post sobre sua família como “uma oportunidade de mostrar que as famílias grandes podem existir e sobreviver na área de Washington”.
“Foi uma chance para os outros verem que com alguns sacrifícios dá para ser feito”, disse ele. “Apesar do medo de que ‘você não consiga sobreviver’, queríamos mostrar que é possível”.
O artigo introduz os leitores a Larry, um professor de ensino secundário, e sua esposa Jen, uma mãe dedicada exclusivamente ao lar, assim como os filhos Christina, Joe, Michelle, Julie, Tommy, Steven, Matthew, John Paul, Larry, Rosemary e Peter, nenhum dos quais são gêmeos ou trigêmeos.
O artigo de destaque narra a vida diária da família Kilmer, das 5h da madrugada às 21h da noite, comentando os muitos desafios que a família enfrenta, mas também frisando as muitas bênçãos, inclusive as amizades estreitas compartilhadas pelos filhos e o papel que uma fé cristã sólida desempenha na família Kilmer.
“Uma família grande ajuda a incutir numa pessoa muitos dos fortes valores e virtudes que uma sociedade precisa a fim de sobreviver e continuar”, Kilmer disse para Notícias Pró-Família/ LifeSiteNews.com. “Em minha opinião, a questão de colocar os outros em primeiro lugar está no centro de uma família grande enquanto trabalhamos e existimos com outros seres humanos num ambiente intimamente ligado”.
Comentando acerca do artigo do Washington Post, Jenn Giroux, fundadora do Speaking of Motherhood (Falando do Papel de Mãe), que é também mãe de uma família grande, disse para LSN: “Essa foi uma descrição incrível e justa desta bela família grande. É raro obter essa perspectiva de um meio de comunicação esquerdista”.
“Famílias grandes têm um impacto na sociedade”, disse Giroux. “Num tempo em que o índice de natalidade nacional está perigosamente baixo, famílias grandes estão produzindo os futuros trabalhadores que sustentarão os idosos no futuro bem próximo… Eles estão criando a próxima geração de líderes da igreja e da política”.
“No centro das famílias grandes está a entrega a Deus dos supremos direitos sobre nossas vidas e a atitude de abraçar com amor os filhos como presentes dEle”, disse ela. “Infelizmente, esse é um conceito estranho e/ou desconhecido que gradualmente se perdeu durante os últimos 50 anos”.
“Requer ‘confiança cega’ em Deus em momentos de dificuldade”, disse Giroux. “Esse é um conceito difícil para uma sociedade contraceptiva em que se busca controlar tudo desde o dia em que concebem até às vezes o próprio sexo de seu bebê”.
Leia o artigo do Washington Post aqui.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Anônimo disse...

Julio, você sabe de qual denominação cristã esse família pertence?

André

Chamelly Sobreira disse...

Que família linda! Deus os abençoe =)

Anônimo disse...

aqui no brasil ficar gravida é doença

AnaMaria disse...

Bem, eu gostaria de deixar um depoimento em relação ás famílias... E mostrar algumas desavenças de ter-se uma família pequena:

Eu sou filha única e sempre quis ter irmãos e/ou irmãs. Sempre fiquei imaginando como teria sido minha vida se eu os tivesse. Garanto que teria sido muito melhor e grande parte da solidão que passei sentindo todos esses anos, teria sido preenchida... Aliás, nem eu era para estar aqui! Pretendiam me abortar, pois naquele momento, eu era indesejada.

Cresci com a completa ausência do meu pai e parcialmente, da minha mãe também. Sempre fiquei aos cuidados da minha avó materna, que me criou e orientou de acordo com os fundamentos de Deus. Minha mãe morreu quando eu tinha 14 anos e eu ainda tinha aquela mentalidade de escola pública - daí então, entrei em declínio total.

E meu primeiro contato com a sociedade foi nas escolas públicas, onde sempre fui rejeitada por vir de uma família menos privilégiada e por ser muito reservada quanto ás libertinagens mundanas, até a morte da minha mãe. Cedo aprendi que a sociedade jamais consola ninguém, não pode substituir o papel da família, e eu não falo isso porque sou uma excluída social, mas ninguém pode-me tirar o direito de não dizê-lo, pois eu VIVI isso.

Enfim, sem irmãos, sem pai e sem mãe, e uma família muito pequena, senti-me diversas vezes, sozinha e com dificuldades para resolver meus próprios problemas. Hoje, sou muito grata por ao menos ter tido alguma família, mas tudo poderia ter sido muito melhor, se fossemos uma família ainda maior. Além do mais, quanto mais gente, mais trabalhadores. Quanto mais gente, mais esperanças.

Quanto á mim, realmente pretendo ter uma grande família. Ou melhor, eu vou tê-la!