12 de agosto de 2011

Por Que o Mundo Socialista Deseja Exterminar Israel?

Por Que o Mundo Socialista Deseja Exterminar Israel?

Tim LaHaye
Para qualquer pessoa com uma mente sadia, é difícil entender o ódio cáustico que os países socialistas têm com relação a Israel. Em 1948, finalmente, os judeus, que não tinham uma pátria por mais de 1.800 anos, obtiveram votação favorável para se tornarem uma nação. A votação foi realizada pelas Nações Unidas, dominadas pelos socialistas. Graças ao presidente Truman, ou, na verdade, à sua mãe, que era batista, e que insistira com ele para que, se algum dia ele se tornasse presidente, ajudasse Israel de todas as formas possíveis. Foi a campanha que ele realizou na ONU (contra o conselho de seus assessores militares e políticos), e com a ajuda de Deus, que fez o grupo anti-Deus, anticristão e anti-Israel assistir à vitória escapar entre os dedos. Esse foi um dos maiores e mais vívidos sinais de que estamos rapidamente nos aproximando dos “tempos finais”, antes que nosso Senhor retorne para arrebatar Sua Igreja.
A ONU jamais foi favorável a Deus ou a Israel. Pelo contrário, seus líderes sempre criticaram e desprezaram aquele pequenino país (do tamanho aproximado do estado de Sergipe), até mesmo por se defender contra a perseguição dos árabes, inclusive em cinco guerras fracassadas — todas elas vencidas por Israel, contrariamente a todas as previsões. A ONU abraçou a causa dos palestinos, que não têm nenhum direito sobre a terra. Na verdade, a Palestina nunca havia sido reconhecida como nação até os anos de 1930, depois que os britânicos selaram o destino deles, negando-se a cumprir a Declaração Balfour, apresentada durante a Primeira Guerra Mundial, enquanto que os judeus haviam ocupado a terra por mais de três mil anos.
Nenhuma nação na história mundial manteve sua identidade após ficar desterrada de sua pátria durante 300 anos ou mais — exceto Israel. Os judeus ficaram sem terra durante 1.800 anos; contudo, agora estão migrando para sua pátria vindos de todas as partes do planeta. Por quê? Porque Deus disse a Seu profeta Ezequiel que traria Seu povo de volta para a terra que havia dado originalmente a Seu fiel servo Abraão:
“Ora, disse o Senhor a Abraão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei; de ti farei uma grande nação, e te abençoarei e te engrandecerei o nome. Sê tu uma bênção! Abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.1-3).
A profecia de Ezequiel, expressa 2.500 anos atrás, está registrada em Ezequiel 37.1-13:
“Veio sobre mim a mão do Senhor; ele me levou pelo Espírito do Senhor e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos. Então, me perguntou: Filho do homem, acaso, poderão reviver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes. Disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis. Porei tendões sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que eu sou o Senhor. Então, profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso. Olhei, e eis que havia tendões sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles; mas não havia neles o espírito. Então, ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso. Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados. Portanto, profetiza e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Eis que abrirei a vossa sepultura, e vos farei sair dela, ó povo meu, e vos trarei à terra de Israel. Sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir a vossa sepultura e vos fizer sair dela, ó povo meu”.
É uma profecia tremenda, que já foi parcialmente cumprida e que prepara o cenário para a invasão russo-islâmica (veja Ezequiel 38 e 39) que poderia muito bem acontecer em nossos dias, uma invasão na qual apenas Deus poderá e irá resgatar Israel da destruição certa. O resultado será que todo o mundo perceberá pela primeira vez que Ele é Deus! Pois, nesses dois capítulos, Ele declara essa verdade oito vezes!
Considere estes fatos tremendos
Seguem alguns interessantes fatos históricos que os políticos de todo o mundo deveriam observar quando tomam decisões sobre a nação de Israel, que foi trazida do passado pelo próprio Deus! Esses pontos me foram enviados por um amigo do general (da reserva) Avihu Ben-Nun, ex-comandante-em-chefe da Força Aérea de Israel:
1. Israel se tornou uma nação no ano 1312 a.C., dois mil (2000) anos antes do aparecimento do islã.
2. Durante mais de 3300 anos, Jerusalém tem sido a capital judaica. Jerusalém nunca foi a capital de alguma entidade árabe ou islâmica. Mesmo quando os jordanianos ocuparam Jerusalém, eles nunca tentaram fazer dela sua capital, e os líderes árabes nunca foram visitar a cidade.
3. Árabes e judeus refugiados: em 1948, os refugiados árabes foram aconselhados pelos líderes árabes a deixar Israel. Eles prometeram que eliminariam todos os judeus daquela terra. Sessenta e oito por cento dos árabes deixaram o lugar (muitos por medo da retaliação que viria de seus próprios irmãos, os árabes), sem jamais terem visto um soldado israelense. Os que ficaram gozaram da mesma paz, civilidade e direitos de cidadania que todos os demais.
4. Os refugiados judeus foram forçados a fugir das terras árabes devido à brutalidade, à perseguição e aos massacres que os árabes lhes impuseram.
5. O número de refugiados árabes que deixaram Israel em 1948 é estimado em cerca de 630.000. Estima-se que o número de refugiados judeus que deixaram as terras árabes foi equivalente.
6. Intencionalmente os refugiados árabes não foram absorvidos ou integrados às terras árabes para as quais fugiram, a despeito do vasto território árabe. Dos 100 milhões de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, o deles é o único grupo de refugiados que nunca foram absorvidos ou integrados nas terras de seu próprio povo. Os refugiados judeus foram totalmente absorvidos em Israel, um país que não é maior que o estado de Sergipe.
7. Jerusalém é mencionada mais de 700 vezes no Tanach, as Escrituras Sagradas dos judeus. Jerusalém não é mencionada nenhuma vez no Corão.
8. O Conflito Árabe-Israelense: os árabes são representados por oito nações distintas, não incluindo os palestinos. Há apenas uma nação judaica.
9. A Carta da OLP (Organização Para a Libertação da Palestina) ainda conclama o povo à destruição do Estado de Israel. Israel deu aos palestinos a maior parte das terras da Margem Ocidental, autonomia sob a Autoridade Palestina (AP), e tem lhes fornecido suprimentos.
10. Sob o governo jordaniano, os sítios sagrados dos judeus foram profanados e aos judeus foi negado o acesso a lugares de adoração. Sob o governo israelense, todos os sítios muçulmanos e cristãos têm sido preservados e ficam acessíveis a pessoas de todos os credos.
11. O histórico da ONU sobre os israelenses e os árabes: das 175 resoluções do Conselho de Segurança da ONU aprovadas antes de 1990, 97 foram contrárias a Israel.
12. Das 690 resoluções da Assembléia Geral da ONU votadas antes de 1990, 429 foram contrárias a Israel.
13. A ONU ficou em silêncio enquanto 58 sinagogas em Jerusalém foram sendo sistematicamente destruídas pelos jordanianos.
14. A ONU ficou em silêncio enquanto os jordanianos sistematicamente profanavam o antigo cemitério judeu no monte das Oliveiras.
15. A ONU ficou em silêncio enquanto os jordanianos reforçaram uma política como a do apartheid para impedir os judeus de visitarem o monte do Templo e o Muro Ocidental.
Não deveríamos ficar surpresos pelo fato da ONU e seus 220 países-membros odiarem Israel. Eles odeiam o Deus de Israel e odeiam os cristãos. Alger Hiss, um comunista convicto, foi a mente principal que escreveu a Carta da ONU. Portanto, não é de surpreender que ele tenha maquinado as coisas de modo que os comunistas soviéticos e, depois, os comunistas chineses tivessem poder de veto no poderoso Conselho de Segurança, o que ajudou a minoria a dominar a maioria desde sua concepção. É por isso que a chamada “entidade mundial” tem odiado a América e sua liberdade desde o início. Lá atrás, quando foi fundado no início dos anos 1950, eu, como jovem pastor em Minneapolis, protestei abertamente contra a retirada do grandioso símbolo da fé cristã, a Cruz de Cristo, da minúscula capela da ONU, para que não ofendesse os soviéticos, que eram notadamente ateus. Entretanto, anos mais tarde, quando visitei a ONU na cidade de Nova Iorque, presenciei ali um culto wicca (bruxaria), que pode ser mais bem descrito como um culto de louvor ao Diabo. Qualquer coisa que denigra o Cristianismo ou o nosso Deus é considerado legal, mas todas as religiões pagãs são bem-vindas e, na maioria dos casos, são veneradas.
Você já percebeu que os atuais líderes do governo dos Estados Unidos tratam os ditadores, reis, presidentes e primeiros-ministros com grande respeito – exceto os cristãos e Israel? Os países dominados pelo islamismo, a Irmandade Islâmica, e suas organizações afiliadas em 80 países do mundo, referem-se aos Estados Unidos como “O grande Satã” e a Israel como “O pequeno Satã”. Uma coisa que todos eles têm em comum é que odeiam Israel, os EUA e o cristianismo. Talvez isso seja responsável pelo tratamento desrespeitoso que o presidente americano, um socialista, deu ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, quando este visitou os EUA e a Casa Branca. Parece que a liderança americana está do lado errado.
Quando perguntado sobre a ocupação de terras árabes por Israel, Netanyahu freqüentemente responde: “Aquela é a nossa terra!” Ela foi dada aos judeus por Deus, como já vimos, e foi destinada a eles pelo governo britânico após a Primeira Guerra Mundial. Depois que esse acordo foi renegado, Israel foi reconhecido pelas Nações Unidas como um país soberano em 1948, e será dos judeus quando Jesus Cristo voltar, em breve, para estabebelcer Seu Reino por mil anos.
Enquanto os líderes americanos, os líderes mundiais e até os radicais islâmicos não reconhecerem isso, não haverá paz no Oriente Médio. (Pre-Trib Perspectives)
Tim LaHaye escreveu mais de 40 livros e é co-autor dos best-sellers da série Deixados Para Trás. Ele também é um dos editores da Bíblia de Estudo Profética, um dos fundadores e presidente do Pre-Trib Research Center (Centro de Estudos Pré-Tribulacionais).
Divulgação: www.juliosevero.com
Quem precisa de Israel, artigo de Pat Boone
Tim LaHaye e as Escolas Públicas

8 comentários :

Luciano de Paula Lourenço disse...

Postagem inteligível! Israel é o relógio que marca os últimos momentos do domínio gentílico sobre a Terra! Quem não quiser ser surpreendido, esteja atento aos acontecimentos que acontecerão com esta nação de Deus. Coisas incríveis e espantosas estão na iminência de acontecer.
Maranata!
Luciano Lourenço

Anônimo disse...

Salmos 12

SALVA-NOS, Senhor, porque faltam os homens bons; porque são poucos os fiéis entre os filhos dos homens.
2 Cada um fala com falsidade ao seu próximo; falam com lábios lisonjeiros e coração dobrado.
3 O Senhor cortará todos os lábios lisonjeiros e a língua que fala soberbamente.
4 Pois dizem: Com a nossa língua prevaleceremos; são nossos os lábios; quem é senhor sobre nós?
5 Pela opressão dos pobres, pelo gemido dos necessitados me levantarei agora, diz o Senhor; porei a salvo aquele para quem eles assopram.
6 As palavras do Senhor são palavras puras, como prata refinada em fornalha de barro, purificada sete vezes.
7 Tu os guardarás, Senhor; desta geração os livrarás para sempre.
8 Os ímpios andam por toda parte, quando os mais vis dos filhos dos homens são exaltados

Roberto disse...

Parabéns Júlio Severo, muito bom esse texto! Um abraço a todos!

Anônimo disse...

Acho que pouca gente percebeu até agora a verdade sobre a ONU: é uma instituição atéia e extremamente perniciosa.

Quantas pessoas ainda não se deram conta de que a ONU promove, patrocina, apóia o ABORTO, o HOMOSSEXUALISMO, a LEGALIZAÇÃO DO CONSUMO DAS DROGAS, a PORNOGRAFIA, etc? E ainda pressiona os países do mundo inteiro a aceitarem calados a sua agenda criminosa.

A criação da ONU foi parte de uma manobra política bem sucedida de Josef Stalin para destruir o Ocdiente.

Julio Severo disse...

Anônimo, você cometeu apenas um erro. Stálin não foi o criador da ONU. A verdadeira e única cabeça por trás da criação da ONU foi Franklin Delano Roosevelt que, por amor à criação de um novo governo mundial, tolerou todos os tipos de abusos e atrocidades de Stálin e da China. Sem a mente maligna de Roosevelt, a ONU teria sido impossível e Stálin teria pouco avançado seu comunismo assassino.

Anônimo disse...

Roosevelt era iluminista desde o começo ele recebeu instrunção seu espirito guia demoniaco para fazer isso senhores, esse governança global essa promoção de perversões como valores, de coisas destrutivas perseguições anti cristãs, ódio Inexplicavel por israel, e o ocidente tudo isso satanás colocou no coração deles para o fizessem até chegarmos aqui hoje..

ronie disse...

Reitero roosevelt era maçon exatamente o que aumentam minhas expectativas dele ter sido bem Instruido pelo seu espirito guia demonmiaco, a parte tocante a israel vem nesse artigo olhem

http://www.espada.eti.br/n1056.asp

para não ter duvida as atividades, da maçonaria não são só beneficiente como todos pensam mas isso não vem ao caso varias organizações lutaram para criar a ONU mas roosevelt foi o que mais abriu caminho

Anônimo disse...

Tenho uma dúvida.Gog e Magog relatados em Ezequiel não seriam a Russia e a China?
A Onu quer criar uma moeda única global ,além de patrocinar o aborto e o homossexualismo como 'direitos' humanos.(além de invadir países para 'ajuda humanitária')
Dar poder para uma instituição dessas é ver acontecer na realidade o sonho de Hitler e Stalin.