18 de agosto de 2011

Igreja Cristã enfrenta revolução que está abalando seus alicerces: a revolução gay


Igreja Cristã enfrenta revolução que está abalando seus alicerces: a revolução gay

17 de agosto de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — A igreja cristã nunca enfrentou escassez de desafios em sua história de 2.000 anos. Mas agora está enfrentando um desafio que está abalando seus alicerces: a homossexualidade.
Para muitos espectadores, isso parece estranho ou até trágico. Por que é que os cristãos não podem simplesmente se juntar a essa revolução?
Não há a menor dúvida: é uma revolução moral. Como o filósofo Kwame Anthony Appiah da Universidade de Princeton demonstrou em seu recente livro “The Honor Code” (O Código de Honra), uma revolução moral geralmente acontece durante um longo período de tempo. Mas mal dá para dizer que esse é o caso com a mudança que temos testemunhado acerca da questão da homossexualidade.
Em menos de uma única geração, a homossexualidade passou de algo quase que universalmente entendido como pecado para algo agora declarado como equivalente moral da heterossexualidade — e merecedor de proteção legal e incentivo público. Theo Hobson, teólogo britânico, argumenta que isso não é simplesmente o desaparecimento de um tabu. Em vez disso, é uma inversão moral que deixou aqueles que são fiéis à velha ordem moral agora acusados de nada menos do que “deficiência moral”.
As igrejas e denominações liberais têm uma saída fácil dessa situação desagradável. Elas simplesmente se acomodam à nova realidade moral. A esta altura, o modelo está claro: Essas igrejas debatem a questão, onde os conservadores argumentam que guardam a velha ordem moral e os liberais argumentam que a igreja precisa se adaptar à nova ordem moral. Os liberais acabarão ganhando e os conservadores acabarão perdendo. Em seguida, a denominação ordena candidatos assumidamente gays ou decide dar sua bênção para uniões de mesmo sexo.
Essa é a rota que os evangélicos que têm compromisso com a plena autoridade da Bíblia não podem tomar. Já que acreditamos que a Bíblia é a Palavra revelada de Deus, não podemos nos acomodar a essa nova moralidade. Não podemos fingir que não sabemos que a Bíblia ensina claramente que todos os atos homossexuais são pecado, como é pecado toda conduta sexual humana fora da aliança conjugal. Acreditamos que Deus revelou um padrão para a sexualidade humana que não só aponta o caminho para a santidade, mas também para a verdadeira felicidade.
Portanto, não podemos aceitar os argumentos sedutores de que as igrejas liberais tão prontamente adotam. O fato de que o casamento de mesmo sexo é agora uma realidade legal em vários estados significa que precisamos, além disso, estipular que somos obrigados pelas Escrituras a definir o casamento como a união de um homem e uma mulher — e nada mais.
Fazemos isso sabendo que a maioria dos americanos outrora tinha as mesmas concepções morais, mas que um novo mundo está vindo rápido. Não temos de ler todas as pesquisas de opinião pública; tudo o que precisamos fazer é conversar com nossos vizinhos ou escutar aos bate-papos da cultura.
Nessa desagradável e difícil situação cultural, os evangélicos precisam ser dolorosamente claros de que não falamos sobre o pecado da homossexualidade como se não tivéssemos pecado. Na realidade, é precisamente porque vimos a nos conhecer como pecadores e conhecer nossa necessidade de um Salvador que temos vindo à fé em Jesus Cristo. Nosso maior temor não é que a homossexualidade seja normalizada e aceita, mas que os homossexuais não virão a conhecer que precisam de Cristo e do perdão de seus pecados.
Essa não é uma preocupação que é facilmente expressa em declarações curtas. Mas é no que verdadeiramente acreditamos.
Está agora abundantemente claro que os evangélicos cometeram muitos fracassos para fazer frente a esse desafio. Muitas vezes, falamos acerca da homossexualidade de modo cru e simplista. Não levamos em consideração o modo obstinado como a sexualidade nos define como seres humanos. Falhamos em ver o desafio da homossexualidade como uma questão do Evangelho. Afinal, somos aqueles que têm a obrigação de saber que o Evangelho de Jesus Cristo é o único remédio para o pecado, começando com nosso próprio pecado.
Temos demonstrado nossa própria forma de homofobia — não do jeito que os ativistas gays têm usado essa palavra, mas no sentido de que temos medo de enfrentar essa questão onde é mais difícil… face a face.
Minha esperança é que os evangélicos estejam prontos para enfrentar esse desafio de um jeito novo e mais fiel. Não temos realmente nenhuma escolha, pois estamos conversando sobre nossos próprios irmãos e irmãs, nossos próprios amigos e vizinhos, ou talvez o jovem que está no banco da nossa frente.
Não há como escapar do fato de que estamos vivendo no meio de uma revolução moral. Contudo, não é o mundo ao nosso redor que está sendo testado, mas a igreja que crê. Estamos para descobrir exatamente quanto acreditamos no Evangelho que pregamos com tanta paixão.
Publicado com a permissão de AlbertMohler.com
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Anônimo disse...

A maioria dos evangélicos, protestantes e católicos não so fracassaram frente a essa situação, como também a incentivaram em ação e omissão. Mtas igrejas protestantes, evangélicas e católicas estão consagrando sacerdotes gays e pedófilos.

Os movimentos homossexuais conseguiram inverter o ônus da causa para os heterossexuais, algo inimaginável há até uma década e meia.

De resto, como atitude de fidelidade a Deus, sobrarão aqueles cristãos que não se dobrarão a Satanás. Quem são eles?
A história revelará e os céus proclamarão.

Anônimo disse...

Uma questão também maior aqui é deixarmos de "entrar no jogo" dos ativistas gays, quando por exemplo mudam o foco do debate para a religião, por exemplo com o PL 122 que não tem nada a haver com pastor, conduta moral, padre, católico, Deus ,protestantes, católicos, e todos aqueles que discordam.O pl 122 tem haver com constituição, liberdade de expressão, liberdade de religião, de culto de pregação, art 5º etc.Quando percebemos os pontos fracos ai devemos debater desta forma,isso é dizendo que a questão não é religião e sim constituição e não cair nas armadilhas que com certeza nos são armadas.Recentemente vendo aqui na minha cidade uma matéria de um transexual que foi agredido por 3 homens, depois da matéria o jornalista responsável pelo programa começou a comentar e falar de religiosos como intolerantes, que estava assistindo o programa do rádio e vendo o pastor falar só do diabo, do diabo, do diabo etc....isso é..qdo os meios de comunicação e a mídia estão aliados a esta mudança de foco de debate,a indução e manipulação fazendo que nós sejamos os algozes e feroses ( e isso eles fazem muito bem pois eles foram capturados)e intolerantes, mesmo assim, devemos combater e lutar mais e mais com sabedoria, não cair nessa armadilha de mudança de foco...não sei se me fiz entender.....porém a questão é essa: é preciso que a grande tribulação venha, a perseguição venha para que o avivamento retorne...isso é bom!Isso vai ser bom...quero ver quem serão os Paulos e Silas que cantarão na prisão!

Paulo César Cândido

Anônimo disse...

Maria Bernadete

A Igreja Católica teve seus seminários infiltrados por organizações gayzistas para garantir a presença de homossexuais entre os futuros sacerdotes, ao mesmo tempo em que tentavam escorraçar as pessoas que tinham realmente vocação sacerdotal. Esta é a maior causa para os casos de pedofilia (obviamente ligados ao homossexualismo) dentro da Igreja. Não fosse isto, jamais um homossexual seria ordenado.

O Papa João Paulo II foi bastante criticado quando disse que homossexual não poderia entrar no seminário. A Igreja Católica foi e é chamada de retrógrada por esse e outros motivos. E tem muitos inimigos (lobos em pele de cordeiro) infiltrados dentro dela.

O inimigo semeou joio na hora que os homens repousavam.

"Por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no templo de Deus." (Papa Paulo VI)

Sobre o joio no meio do trigo, disse Jesus: “Deixem crescer juntos um e outro até a colheita”. (Mateus 13:24-30)

Não tenham dúvida: a Igreja é acusada e humilhada porque está inocente. Seus detratores a acusam porque são eles próprios os culpados.
[Olavo de Carvalho, Cem anos de pedofilia]

Anônimo disse...

Bom senhores, agora o que resta é verdadeiros cristãos lutarem contra a tirania cultural que se alastra.
infelizmente não só em igrejas se infiltraram assim ficaria muito fácil mas a mudança cultural pegou vários incautos de calça curta, porque se fizer pesquisa de quantos fiéis desaprovam a conduta muitos, votaram a favor é triste. mas essa é outra realidade. agora o que fazer ? bom basta continuarmos militando pela causa certa e orar a Deus para que os lideres, de grandes denominações abram os olhos, porque os fiéis nem sabem a foice que esta pairando sobre suas cabeças. breve a moral sera invertida cristão bom sera cristão morto ou preso, e a sociedade vai caminhar rente ao inferno nos braços do anti-cristo e os que restarem lutaram até o fim para preservar sua fé, e se possível salvar alguns Deus abençoa Julio