4 de agosto de 2011

Grande aumento de casos de sífilis entre homens homossexuais e bissexuais

Grande aumento de casos de sífilis entre homens homossexuais e bissexuais

ATLANTA, Georgia, EUA, 3 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — Na segunda-feira, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CCPD) dos EUA relataram que homens da minoria homossexual e bissexual compõem um número desproporcional de novos casos de sífilis. Cerca de 20% das pessoas com sífilis sem tratar acabam desenvolvendo complicações de longo prazo, inclusive danos ao cérebro, nervos, coração e vasos sanguíneos que podem demonstrar fatais no final.
O índice nacional de sífilis atingiu o ponto mais baixo de todos os tempos de 2,1 casos por 100.000 pessoas em 2000, mas usando dados de 27 estados, os CCPD observaram um crescente índice de sífilis nos EUA principalmente entre homens. Em 2009, o índice entre homens estava um pouco abaixo de 8 casos por 100.000 versus 1,4  casos por 100.000 mulheres.
Os pesquisadores dos CCPD constataram que entre 2005 e 2008, o índice de sífilis entre os homens homossexuais e bissexuais afro-americanos subiu numa taxa 8 vezes mais rápida quando comparada com os homens brancos. O índice de sífilis de 2008 entre os homens bissexuais e homossexuais afro-americanos era de 19 por 100.000.
Os homens homossexuais e bissexuais hispânicos tiveram um aumento mais que dobrado em comparação com os homens brancos. O índice de sífilis de 2008 entre homens hispânicos era um pouco acima de 7 para 100.000 e entre os homens brancos 4  por 100.000.
Além disso, os CCPD observaram uma mudança na faixa etária mais afetada pela sífilis. A agência noticiosa Reuters publicou notícia de que embora dez anos atrás, epidemias dessa DST estavam em grande parte sendo registradas entre homens homossexuais e bissexuais na faixa etária dos 30 anos, “desde 2005 adolescentes e homens na faixa etária dos 20 anos estão mostrando os aumentos mais elevados em casos de sífilis”. Em 2008, “jovens da faixa etária dos 20 aos 29 anos tiveram o índice mais elevado, aproximadamente 12 casos por 100.000”.
Numa entrevista para LifeSiteNews, Arthur Goldberg do JONAH, uma organização internacional sem fins lucrativos dedicada à educação da comunidade judaica sobre os fatores sociais, culturais e emocionais que levam a atrações de mesmo sexo, frisou a essência do índice desproporcionalmente crescente de sífilis nos EUA entre homens da minoria homossexual e bissexual. Ele comentou: “Infelizmente, a falta de campanhas de conscientização dentro das comunidades minoritárias com relação às alternativas para cura e a disposição de mudar a ideação homossexual são os principais fatores responsáveis por esse aumento”.
“Os cidadãos precisam receber informações quanto às opções sobre sexualidade”, continuou Goldberg. “É essencial igual acesso a informações sobre pessoas que não são mais homossexuais”.
Kathleen Gilbert, escritora e editor de LifeSiteNews nos EUA, contribuiu para este artigo.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Um comentário :

Anônimo disse...

Por que as Secretarias de Educação e Escolas de todo o Brasil ñ divulgam essas informações aos alunos. Elas advertem para q eles optem por uma vida saudável.

Ah!!! Havia me esquecido q o padrão escolar de Banânia, é uma criação abjeta advinda do lulopetismo e seus sequazes coloridos.