9 de agosto de 2011

Associação Americana de Psicologia apoia “casamento” de mesmo sexo em votação de 157 a 0

Associação Americana de Psicologia apoia “casamento” de mesmo sexo em votação de 157 a 0

WASHINGTON, D.C., EUA, 8 de agosto de 2011 (Notícias Pró-Família) — A Associação Americana de Psicologia (AAP) reafirmou seu apoio ao “casamento” de mesmo sexo pelo oitavo ano consecutivo, desta vez com uma declaração com uma linguagem mais forte.
Na véspera da convenção anual deste ano, o órgão da associação que elabora políticas apoiou o “casamento” de mesmo sexo unanimemente numa votação de 157 a 0.
A AAP vem apoiando “casamento” para duplas homossexuais desde 2004, e benefícios semelhantes ao casamento desde 1997, e agora se considera “uma forte defensora de plenos direitos iguais para indivíduos LGBT por aproximadamente 35 anos”.
A resolução deste ano é a primeira expressão da posição da associação desde 2004, e inclui apoio mais forte ao “casamento” de mesmo sexo através da afirmação da possibilidade de relacionamentos gays de longo prazo e da crítica ao estresse que as campanhas a favor do casamento tradicional causam aos gays.
Certa autoridade da AAP indicou que a recente propagação do “casamento” gay nos Estados Unidos, de forma especial em Nova Iorque, tornou mais ousado o apoio público da associação para a normalização do “casamento” de mesmo sexo.
“Agora, à medida que o país realmente começou a experimentar o casamento gay, nossa posição é muito mais clara e mais direta — que a igualdade de casamento é a política que o país deveria estar avançando”, diz Clinton Anderson, diretor da Secretaria de Preocupações Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneras da AAP.
A declaração de postura oficial agora afirma que “muitos homens gays e lésbicas, como seus semelhantes heterossexuais, desejam formar relacionamentos íntimos estáveis, duradouros e fiéis e têm êxito nesse propósito”, e que campanhas para defender o casamento tradicional são “uma fonte significativa de estresse” para os homossexuais.
A homossexualidade foi desclassificada como desordem mental em 1973 no Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (MDEDM), o critério padrão para a classificação de doença mental, depois de anos de pressões políticas e legais por parte de grupos gays.
O Dr. Robert Spitzer, que foi o encarregado da mudança do MDEDM, reverteu sua posição sobre terapia para homossexuais aproximadamente 30 anos depois para apoiar a terapia de reorientação sexual com base em sua própria pesquisa.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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