11 de julho de 2011

Sudão: uma lição de genocídio anticristão

Sudão: uma lição de genocídio anticristão

Julio Severo
Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecidas em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.
Bandeira do Sudão do Sul, o mais novo país da comunidade inernacional
Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.
Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.
A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.
A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?
Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje.
O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.
Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.
No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?
Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?
Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?

7 comentários :

Anônimo disse...

Onde há Islã não há liberdade, as mulheres usam véu se cobrem da cabeça aos pés, e os muçulmanos não aceita outra religião além das deles, fora que quem discordar deles corre o risco de ter um deles correndo em sua direção amarrado de bombas, são perigosos, intolerantes, matam pela religião, se nos países Islâmicos os cristão são proibidos devemos impedir essa cultura destrutiva de crescer em nosso país, vamos conscientizar o povo do perigo que o Islã é para liberdade das pessoas!

Maria Pedrosa

Anônimo disse...

PT prepara golpe socialista:

http://aluizioamorim.blogspot.com/2011/07/para-quem-nao-sabe-o-pt-prepara-um.html

Herberti disse...

Só para apoiar algo escrito nesta postagem: a ONU é realmente uma organização totalmente inútil. As obras assistenciais feitas por ela são completamente anuladas pela covardia e cumplicidade diante de regimes homicidas, como por exemplo países sob governos islâmicos.

RicAlex disse...

A solução pra pra acabar com essas brigas na Africa seria rever todas as fronteiras do continente, assim cada tribo ou grupo ficaria no seu canto com crenças e manias.

Mas, como todos nós sabemos, é algo impossível.

Carlos Carvalho disse...

O maior objetivo da ONU e das grandes potências mundiais, é varrer da face da terra a cultura judaico-cristã. De um lado,facilita o avanço da agenda gay e do feminismo radical; e por outro faz vista grossa ao massacre que os cristãos estão sofrendo, promovido pelos islâmicos ao redor do mundo. A religião cristã é o grande obstáculo que a ONU quer tirar do seu caminho, para implantar de vez as suas políticas imorais disfarçadas de direitos humanos. Só que o islamismo está crescendo, e ao contrário do cristianismo os seguidores dessa religião (Islã) não exemplo de tolerância para ninguém. Hoje os cristãos são perseguidos, nos chamam de "homofóbicos", intolerantes, queimam e rasgam bíblias em praça pública. E nós o máximo que podemos fazer é aquilo que o nosso Mestre nos ensinou, que é pregar o amor e o perdão.

Ai eu pergunto: Será que terão a coragem de fazer o mesmo com o Islã?
Eu duvido que sim.

Marcos Lopes disse...

Há algo para se comemorar na separação sudanesa.

Ela pode ser um precedente de limitação da voraz e secular expansão islãmica na África.

A nova fronteira do Sudão do Sul representa o grande embate civilizatório do séc XXI.

O choque das cosmovisões, do qual já sabemos quem será o Vencedor (ver em Sl 22:27).

Anônimo disse...

A ONU e principais países queriam impôr sanções pra pressionar o ditador genocida do Sudão do Norte.

Mas não puderam porque UM PAÍS VOTOU CONTRA.

QUEM?
QUEM?
QUEM?
QUEM?

Um paiseco imundo chamado Braziu
e seu presidente com ódio de negros e pobres, chamado lula.